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quinta-feira, 9 de outubro de 2008 - 16:47Dica do dia

DICA DO DIA

SÃO PAULO (viajando) – O José Baroni manda a de hoje, um museu virtual sobre transportes urbanos, com farto material do Brasil e do mundo, página bem organizada e repleta de fotos bárbaras, como essa aí do lado, de Recife.

Vale uma longa visita, podem ir sem medo!

17 comentários

  1. Ivanildo Nunes Tavares disse:

    Alguém arrisca o ano desta fotografia? Nesta época os ônibus elétricos não davam muito problema. Ainda estavam bem dentro da validade. A coisa só começou a ficar preta quando foram pintados de azul. Também os monoblocos(da Mercedes) eram recentes e faziam muito sucesso. Utilizei muito os ônibus elétricos da linha de Mustardinha. Bons tempos. Viajei 40 anos no tempo.

    Abraços

  2. Henrique Eduardo disse:

    O Rio Capibaribe parecia ser mais limpo.
    Eu lembro pouca coisa, era bem moleque.
    Eu também fazia a linha pe15 e diversas vezes
    tivemos que sair ( eu, minha mãe e minha irmã) do ônibus, junto com os outros passageiros, às pressas, porquê algum bagulho tava pegando fogo e o ônibus encheu de fumaça em plena Dantas Barreto rs
    não deixa de ser uma lembrança engraçada.

  3. Alexandre Sales disse:

    Boa noite,

    Estou tentando entrar em contato com o Sr. Jose Baroni.
    Pois acredito que ele seja possuidor de uma kombi que esteja a venda, sera que voce teria o email dele?
    Desde ja agradeço,

  4. MARCELO JORDÃO disse:

    Como um nato Recifence sou da época dos ônibus lotação dos margiros motor de escania trazeiro dos frescõns da URB das lanchas da CTU dos eletricos lembro até hoje de todas a cores que foram pintados os ônbus da CTU valeu.

  5. Muller disse:

    A Duarte Coelho! Vejo o hoje condenado prédio do INSS lá atrás, bem alto, que um dia cai.
    Vejo os “elétricos”, que teimaram em continuar uisando até mais ou menos 6 ou 7 anos atrás. Incrivelmente pesados, o povo que usava qualquer outro tipo de veículo morria de medo de topar com um desse na rua; bater nele era PT na certa.
    Ao invés de adquirirem novos, afirmaram que a indústria nacional estava parando de fabricá-los e passaram a usar cada vez menos desses. Os últimos faziam a linha PE-15 (porque não faziam muitas curvas) e, mesmo assim, na entrada do Complexo de Salgadinho, na divisa com Olinda, tudo mundo orava para seus respectivos deuses pedindo para o treco resistir firme ao curvão. O que, óbvio, algumas vezes não dava certo, os garfos caíam e o monstrão ficava pelo caminho, com o povo junto.
    A manutenção deles ficou cada vez mais ridícula, com camadas sobre camadas de tinta indicando uma nova administração da cidade e da CTU (hoje a privatizada CTTU) e várias quebras.

    Sobre a foto: o Grupo CG faliu, o predio do INSS está pra desabar, a av. Conde da Boa Vista virou uma palhaçada da engenharia de tráfego e o povo não atravessa mais tão tranquilamente a ponte assim.

  6. Giba disse:

    Recife…a cidade onde o rio Capibaribe se une ao Beberibe para formar o oceano Atlantico!! Que saudade da minha cidade em um tempo que se podia sair na rua com relogio de pulso sem ser roubado por trombadinhas de 10 anos de idade!

  7. José Baroni disse:

    O bacana de tudo isso era a diversidade de marcas e modelos.
    Os meus preferidos são as Mercedes “monobloco”.
    Ainda lembro de alguns modelos do final da década de 70 (afinal, ainda sou novo, rsrs) e o mais engraçado era a “manutenção” de algumas empresas, que simplesmente não existia e era uma grande aventura cruzar a cidade a bordo de algumas dessas “naves”. Bons tempos em que tudo era colorido, ao invés do cinza e preto de hoje.

  8. lalinho disse:

    Um Gordini azul, um TC amarelo, uma Rural saia e blusa e uma Veraneio azul e branca, tudo andando na cidade, que saudades…

  9. FLÁVIO B. PENNA disse:

    PARABÉNS !!!!!!!!!EXCELENTE DICA>

  10. FLÁVIO B. PENNA disse:

    MUITO LEGAL!!!!!!!

  11. Victor disse:

    Dá até vergonha, brasileiro é um povo burro mesmo. Podem notar que a maioria das capitais tinham bondes. Pagou-se uma fortuna por eles e pela instalação.
    Destruíram tudo para colocar corredor de ônibus a diesel e pneus, ambos poluentes, no lugar.
    A maioria das cidades européias tem seus bondes até hoje.
    A desculpa era que o bonde atrapalhava o trânsito. Como pode isso?
    O bonde carregava quase 100 pessoas e incomodava umas 20 em seus carros. Os 100 deviam ser pobres não?
    Corredor de ônibus é o quê? É uma linha de bonde sem bonde.

  12. Alberto Durand disse:

    Conheço Recife de passagem quando fui a Olinda. Um dia devo passar algumas noites lá e os dias também. I love you…

  13. João Kohl disse:

    Não tem carro preto, nem cinza; não é Recife é o céu.
    Tem um opala duas portas, vermelho com teto em vinil branco, era o carro sensação na época, com certeza é um com seis canecas.

  14. André Buriti disse:

    E tome fusquinha branco! Sensacional…

  15. ferreirovitch disse:

    Boa tarde FG. Naquela época eu morava no Recife – sim é no Recife mesmo como se fala por lá, e sempre utilizava o transporte público. Os ônibus que aparecem na foto eram os elétricos mais modernos que existiam no mercado – americanos da marca Marmon Herrington e pertenciam à CTU, Cia de Transportes Urbanos, empresa do município do Recife. Nunca vi ônibus tão robustos.Durante anos a fio prestaram excelentes servicos à municipalidade.

  16. Eric disse:

    Esse pedaço da foto a noite é lindo….as luminárias beirando o rio são muito bonitas também.

    E de novo,da-lhe 1 Fusca azul atlantico na foto!!!!!!!!!hehehehehehe

  17. Vitor, o de Recife disse:

    Ônibus elétrico, um marco na cidade. Quando foram desativados, no começo deste século (não me lembro o ano), houve a polêmica de sempre: deixar um ícone morrer ou ceder ao “progresso”?

    haviam constantes reclamações sobre a lentidão dos “trólebus”, que atrapalhavam o tráfego, além dos fios necessários para a locomoção dos carros. Já vi um partir, soltaldo faísca para todo lado…

    Agora virou lembrança. Putz, acabo de me sentir um ancião!!

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