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quinta-feira, 16 de outubro de 2008 - 17:24Nas asas

NAS ASAS

SÃO PAULO (ah, o Dodginho…) – Mais uma da série selecionada pelo Alfredo Gehre (o câmera do vídeo do #69). Quando penso nos aviões mais lindos do mundo, quase sempre acho que nenhum chega perto do Constellation. Mas o Electra é meu favorito. E essa pintura da Varig? Tem algo mais elegante em layout de aviões? Tive um desses, da Revell. Meu irmão pisou em cima, sem querer. Canalha! E para os mais novos, peço à blogaiada que explique o que são aquelas três janelinhas juntas na rabeta do bichão. E, aos mais novos, sugiro ver esta matéria do “Jornal Nacional” em 1992, no dia do último vôo da Ponte Aérea. Linda de morrer.

62 comentários

  1. LFKubrusly disse:

    Em 1972 fiz prova p trabalhar aqui no Rio, na então SADIA (estava virando Transbrasil) e o exame médico foi efetuado em SP. Fui de YS-11 da CZS e voltei no 1º vôo do dia seguinte num Electra 2 se não me engano PP-VJO.
    O avião estava vazio, poucos passageiros.
    Vim lá no LOUNGE. Não sou fumante, mas a viagem meio trepidante foi a melhor q eu curti.
    À Parte: O Electra é tão querido que é um dos aviões mais vendidos por mim (Pintura em Tela). Se puder, dá só uma olhada no meu blog.
    Abraço.

  2. Carlos disse:

    Muito elegantes e seguros. Confortáveis sim, é verdade, e com uma sala na pôpa, com poltronas circulares, exceto os VLA e VLB que tinham ali instalados os seus banheiros.
    Fato curioso. Um dia, durante um voo, foi presenciado pelos passageiros e por parte da tripulação, uma sena por demais picante para o local, relatado em parte desta forma.
    A porta do toalet abriu-se de par em par e foi vislumbrado por todos ou quase todos os passageiros da aeronave, senas de um ato de conjunção carnal entre duas pessoas, sendo uma delas um dos componentes da Cabin Crew.

  3. Edson disse:

    Se vocês têm saudades do Electra II, imaginem eu, que tive o privilégio de ser comissário de bordo da Varig e trabalhar nele…

  4. marcelo martins da silva disse:

    LINDA E NOSTALGICA FOTO DO ELECTRA. NÃO TIVE A OPORTUNIDADE DE VOAR COMO DISSE FERRERO , A VARIG DEVERIA TER FICADO PELO MENOS COM 2 UNIDADES PARA EXPLORARAÇÃO NO TURISMO BRASILEIRO.

  5. Hélio MT disse:

    Não sou desse tempo, mas, pela imponência do Electra, confiabilidade que inspirou, referencias do mesmo, acho, que seria de grande prazer, ter tido essa oportunidade tambem, quem sabe os atuais, superem, vamos aguardar, a tecnologia é avançada e não ainda parou no tempo !!!.

  6. Ferrero disse:

    A Varig até hoje se arrepende de ter vendido os Eletras,
    que nos chamavamos carinhosamente de Eletrosauros.
    Na epoca vendeu a preço de banana. Poderia estar usando
    os bichões para passeio turistico.

  7. walter borges disse:

    O avião que se encontra em Mococa não é um “Electra” e sim um DC3.Esta aeronave era do Rio Grande do Sul,havia sido toda restaurada e pertencia Varing,antes de ser adquirida por um grupo de aficionados que não resistiram a oferta de um mega empresário.

  8. heley cirilo disse:

    e hoje voamos nessas porcarias tecnologicas turbinadas q so vivem caindo bela porcaria esses jatos de hoje . melhor voar mais lento e seguro do q ganhar tempo e correr o risco de cair !

  9. Ruben Osta disse:

    Saudades daquela “cozinha” lá do fundo dos Electras…

  10. Diretor disse:

    Gómes
    Que saudades do Electra.
    Trabalhava em uma empresa que tinha uma filial no Rio, e fazia ponte quase uma vez por semana.
    Que launge nada. Frescura. Era salinha mesmo e dos fumantes.
    O bicho se precisa-se batia asas. Era fantásticos.
    Me recordo que algumas vezes em que vinha nas poltronas que ficam ao lado dos engenhos, as vezes você via correr numa fração de segundo um filete de flído que escapava da bagaça.

  11. Péricles Malheiros disse:

    Faço minhas as palavras lidas no comentário do Renato (16/10/2008 – 19:02). Atualmente, a Globo só deixa vazar logomarca de empresa se esta estiver falida ou envolvida em alguma tragédia. Não sou desses que acha que a Globo é o câncer do Brasil, mas está aí uma prova de uma linha em que o Jornalismo pode, sim, mostrar e citar marcas e logos sem se prostituir. Confesso nem ser um cara tão ligado em aviação, mas é impossível não sentir-se saudoso. Pelo Electra e pela Globo de outrora.

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