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terça-feira, 19 de maio de 2009 - 18:56Antigos em geral, One question

ONE QUESTION

De quem serão estes dois Jaguares abandonados ao pó no centro do Rio, descobertos pelo Henrique Koifman?

55 comentários

  1. Rodrigo Mendes Garcia disse:

    Com certeza essa é a melhor maneira de não ter dor de cabeça com um Jaguar. Basta uma olhada feia e o carro quebra… ferve….pane eletrica…bomba de gaslina cola…

  2. Quando se compra um carro desses, todo por fazer, está no prazer de reconstruí-lo, peça por peça, mesmo que demore a vida toda. Já tentei isso com um Chevrolet Ômega 2.2, 1995. Foi bom enquanto durou, mas estava ficando caro demais pra mim . Que graça tem em fazer uma restauração , por exemplo, com as facilidades que se vê num desses programas de tv a cabo? Só pode sair um serviço matado. Aqui no Brasil, as coisas só acontecem em São Paulo, e pronto.

  3. Vicente Miranda disse:

    ………. continuando

    É claro que nem tudo nos carros está precisando ser substituído, mas os motores PODEM estar colados, o que pode justificar uma abertura para verificar se os cilindros não estão marcados, na melhor das hipóteses. Se não precisarem de retífica completa, coisa que em Jaguar não é ao precinho de motor de fusca.
    Os carros devem ser desmontados, raspados, sofrer lanternagem (funilaria em paulistês), pintura, estofamento novo, parte elétrica (Lucas), etc, etc, etc.
    Seria bom se o proprietário vendesse, mas ele pede muitíssimo alto, o que justificaria, pelo preço, partir para a importaçao de carro(s) pronto(s), do EUA ou Europa continental.

  4. Vicente Miranda disse:

    O MkVII preto está com o teto solar soldado (devia estar entrando água e como não devia ser fácil obter as vedações, era comum eliminar o teto solar), sem os pisca-piscas na coluna (bananinha – tipo Fusca dos anos 50), peças essas que custam caríssimo, isso se forem encontradas. As peças de acabamento desses Big Cats custam uma pequena fortuna, muito mais que os E-Type e Mk II, por exemplo. As maçanetas, se não me engano são de zamak, um material que, se “brocado” por corrosão, não pega reparo por solda antes da cromagem. Cada maçaneta (de porta) de um bichão desses custa na XK Unlimited mais de US$ 200,00, mais as maçanetas da mala de valor parecido. Acresca-se a isso a recuperação do teto solar, cujas peças não existem novas nem na Inglaterra, nem usadas na Jaguar Heaven (USA), os pisca-piscas que foram arrancados do belo carro, cada calota (completa, com emblema) custa uns US$ 75,00, cada aro de farol US$ 48,00, e por aí vai…
    Mais um detalhe aqui, outro ali, em suma, só de acabamentos de carroceria pode-se orçar uns US$ 2500,00, que após importação oficial (pagos o frete e os impostos) chegam na Terra Brasilis por uns US$ 5000,00.
    E ainda não abrimos as portas e ver o estado da instrumentação, coisa caríssima em carro inglês. A madeira em abundância nesses carros certamente vai merecer atenção especial, o estofamento em couro (original era Connolly), para vdepois chegarmos á bela mecânica 6 cilindros 3.4 litros (um jogo de pistões passa fácil de US$ 1000,00) e caixa Moss de 4 velocidades, cujas peças não são assim fáceis de serem encontradas, principalmente os rolamentos (Hoffmann).
    Bom parar por aqui. O MkVII é lindo mas o dono não vende.
    Digamos que para o S-Type a abordagem seja semelhante porém as peças de mais fácil obtenção.
    Finalizando, oS carroS são lindoS, mas o dono não oS vende.

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