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segunda-feira, 16 de agosto de 2010 - 1:47Ladaland

VÁLIDO

SÃO PAULO (falta a neve) – O Augusto Lima conta que nos anos 70/80, o governo da URSS dava de graça a alguns de seus camaradas um carrinho projetado especialmente para pessoas com deficiência de locomoção. O Invalidka tinha motor de motocicleta e, segundo o English Russia, um site espetacular sobre as coisas da Pátria Mãe, chegou a ser produzido até o finalzinho da URSS. Hoje, alguns malucos andam tunando os sobreviventes.

Achei simpático. Acho simpáticos todos os minicarros do mundo. Até o Smart.

25 comentários

  1. Peter disse:

    É o carro do Sr. Incrível no tempo da seguradora.

  2. rafael pipoca disse:

    http://www.youtube.com/watch?v=TxUyQqMj0SI&feature=related

    Ou este aí de riba (tenho coragem de andas neste).

  3. Major disse:

    E eu achava que o Laika fosse insuperável.

  4. Afranio Castelo disse:

    E aí Flávio já viu a mais recente e espetacular realização do cinema russo, que mostra um pouco da tecnologia que os cientistas vermelhos pensavam em desenvolver, o filme trovão negro, que mostra um carro antigo (um Volga) que voa.

    taí o link de novo

    http://www.verfilmes.net/trovao-negro

    Sinopse: The Black Lightning é um filme russo produzido pelo diretor de O Procurado, Timur Bekmambetov. Na história, um estudante universitário de Moscou se torna o dono de um carro voador, ele, então, consegue Trovão Negro download fugir do caótico transito da cidade mas ele acaba se tornando o defensor da cidade, um misterioso rapaz que luta contra o mal…

  5. Venax disse:

    Os minicarros são simáticos realmente, o problema é que na pratica você tem de ter outro carro para poder levar a família, viajar ou ate mesmo a trabalho em alguns casos. Por isso a ideia não vinga.

  6. Andre Decourt disse:

    Isso é uma cruza de carrinho de golfe com BR-800, embora possa ter rolado num menage o type 181

  7. Luiz Fernando disse:

    LEMBRA UM GURGEL.

  8. Gabriel Milaré disse:

    Flávio, eu também sou fã dos bons e velhos Lada’s e de outras coisas mais da da Rússia e da antiga e já falecida URSS, olhando mais coisas nesse site que você indicou, pude encontrar uma coisa muito interessante. Deixo a seu cargo ver, creio que você vai realmente se interessar!

    http://englishrussia.com/index.php/2007/02/26/new-lada/#more-722

  9. Edilson Vieira disse:

    Eita nomezinho infiliz…

  10. rafael pipoca disse:

    Caramba, o deficiente físico infelizmente já é discriminado (até pela lei!!!), agora imagina andando num troço desses com rodas de carrinho de mão.

  11. Luciano Stering disse:

    Interessante…
    Parece que as janelas são de acrílico…

  12. Wanderson Di Oliveira disse:

    filezin…

  13. Ricardo disse:

    Nossa esse é feionho pacas !!! Prefiro o laika

  14. ALEX B; disse:

    Dio santo Madonna! COISORROROSA (167)!

  15. penataba disse:

    … e pelo jeito, não resolvia muito o problema.

  16. FES disse:

    Tem boas semelhanças com os projetos da Gurgel, heim, FG?

    Vidros sem curvas, dobradiças aparentes, lanternas e outros componentes que parecem ser tirados de outros modelos, etc… tirando o fato de que não é feito de fibra e que não tem motor VW, parece mesmo um gurgelzinho.

    Eu achei bonitinho tb. Adoraria ter uma merdinha dessas para andar na cidade. Deve ser economico pra xuxú (ou chuchú?)

  17. Pedrão Skavurzka disse:

    Foi feito em parceria com a Gurgel?

    E que nome mais politicamente incorreto, hein? Invalidka…

    • cleiton pessoa disse:

      Acho que o nome para época era normal. Até pouco tempo quem tinha dificuldades no quesito faltar alguma parte do corpo ou não funcionar em alguma delas era chamado de inválido, inclusive nosso presidente, se não me engano aposentou por conta do “mindinho” traumatizante.

      De Inválidos viraram deficientes físicos, que não sei porque carga d´água é chamado agora de “portador de necessidades especiais”, cadeirantes e afins, olha o tamanho do nome! Como se o portador, desculpem a redundância, não fosse portador de deficiência qualquer que seja.

      É como a estória do negro, que não pode ser chamado de “preto”, a não ser por eles mesmos ou pelos “manos”. Quando se viaja para o exterior cada um sabe o que é, no Brasil infelizmente tem disso, tentar esconder a sociedade real pra deibaixo do tapete.

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