MOTOLAND | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 - 18:02Motoland

MOTOLAND

SÃO PAULO (vai, Lusa!) - Inacreditável. O Irineu Desgualdo descobriu esta Suzuki GT550 com 1 km rodado. 1. Um. Hum. Uno. Cacilda. É o ano da minha, 1976. A grande moto dos anos 70, um DKW de duas rodas. Putz, putz, putz.

58 comentários

  1. Luiz MInguta disse:

    Digo uma coisa: Se esta moto tivesse rodado bastante, não estaria aqui neste post sendo tema de debate. É como uma mulher. Mesmo sendo nova, se tiver muito “mexida”, já era!

  2. Joseph Taylor disse:

    Muito bem ! ! ! a todos que viveram e ainda vivem no mundo ,nao da lua, mas , desse planeta, que podemos transpor ponta a ponta , montado em motocicletas, escrevendo nossas estorias e fazendo historias todos os dias de nossas vidas, vividas e convividas,entre trancos e barrancos, lombadas e valetas,asfaltos lisos ou asperos, molhados ou oleosos, retas e curvas, subidase descidas, mas…..estamos ai pra o que der e vier pela frente , olho vivo para o acaso, retrovisores e viseiras, um olho no padre e outro na missa, frita o peixe de olho no gato amem ??????????

  3. Marcelo Richard disse:

    Ora pois! Estou convicto de que essa Suzuki não é de um português, pois apesar de ser (praticamente) 0km, a moto do português é sempre 0km porque ele compra YAMAHA!

  4. Eugênio Tramontini disse:

    Que desperdício, uma máquina que contagia pelo belo ronco, uma sinfonia,
    mas deixa prá lá, como diz uma amigo meu: A VIÚVA “VENDE” !!!

  5. Daniel disse:

    Se essa moto falasse ela mandava o dono tomar bem no meio do olho do forévis dele….

  6. Paulo Franco disse:

    Então… basta eu deixar de passar por aqui por uns tres dias e o sr. vai postando Motoland!
    Mas, embora os Kms sejam baixos, chamou a minha atençaõ as cores dessa moto. O mais comum, tipo 90% dessas motos que se viam nas ruas, eram nas cores prata com filetes azuis e essa combinação de verde com (dourado?) é bem rara, tanto que não me lembro de te-la visto…
    Essas GT550 e sua irmã menor eram mais comuns nas ruas. Já a irmã maior, a GT 750, motorzão 3 cilindros refrigerado à agua, eram um pouco mais raras, andavam muito mas tinham um carater mais de GT mesmo, rápidas e nem tanto esportivas.
    Mais raras ainda, eram as Yamaha TX 750, tambem tres cilindros só que 4 tempos.
    O Chico Serra, ou alguem da família, tinha uma marrom café e ele, às vezes vinha para a escola com ela.
    Hiper clássica!!
    Alguem perguntou da importancia da Honda 750 e realmente essas eram motos mais duráveis/ confiáveis, com um motor 4 cilindros de ótimo desempenho, possibilidades de preparação e durabilidade, por um preço muito acessível naquela época.
    A partir de então, dominou o mercado e determinou um rumo para toda a indústria motociclística.
    Voltando às dois tempos, na minha opinião as Kawasaki Mach III de 500cc eram as motos mais violentas nesse segmento.
    Aqueles meus olhos de pré-adolescente não se esquecem das escorregadas, verdadeiros Power Slides, de uma dessas Kawa Mach III, verde escura com detalhes em verde mais claro no tanque…, acelerando no “zerinho” do Café Concerto, em pleno parque do Ibirapuera, para a galera babar.
    Coisas do século passado!!

    • Joseph Taylor disse:

      SIM ! ! ! esse comentario demonstra conhecimento e saudades, noque se refere a Cafe Concerto com C,no Park Ibirapuera onde se extravasava nos limites extremos do perigo e habilidades, no dominio das maquinas nervosas e de alto-giro,que se vacilasse ia pro-chao, em ralo ardido e constrangedor, mas…. valia os riscos, pela adrenalina gasosa que emanava com altas octanas cheirosa, sob os olhos dos e ou das admiradoras garupeiras do momento ,naquela roda viva de emocao,onde existia no ar aromas diversos, de gasolina amarela,azul,e ate rosa pra aviao,mais aditivos m50 e ricino com seu perfume caracteristico da queima dos propulsores de 2 tempos amem???????

  7. Pirata disse:

    Gente,
    O que o Irineu( meu velho e bom Amigo ) descobriu foi uma peça que merece respeito. Nem tanto pelos KM a menos, mas principalmente pelo artefato que é. Pelo estado dela, a quantidade de poeira que os pneus viram é o de menos.

  8. Marcelo disse:

    Um km rodado? Dificil acreditar, parece papo de vendedor…

  9. Gerson disse:

    minha primeira moto, uma DT-180, 1990, foi adquirida zero km, sai da concessionária num sábado as 13 horas, à noite ja tinha quase 150 km rodado apenas dentro da cidade.

  10. Luiz disse:

    Essa moto, e todas as tricilíndricas refrigeradas a ar, simplesmente tendem a aquecer demais o cilindro do meio, e quebrar. Por isso eram mais delicadas que Honda e Yamaha, essas sim podiam ser castigadas, que gostavam.Também tinha as Kawasaki 500, igualmente tricilíndrica 2Tque era um mito da época, indo a 240!, mais que qualquer moto.

  11. Minoru disse:

    Por fora bela viola, por dentro pão bolorento!
    Apenas creio que o novo dono terá o enorme trabalho de desmontar a moto inteira caso queira que ela funcione novamente. E que nem se atreva a tentar ligá-la antes de revisá-la!
    Imagine como estão os retentores ressecados e os anéis travados, isso sem contar na gororoba que o óleo do câmbio deve ter se transformado e a ferrugem que deve estar por dentro do escapamento… não usar é por vezes mais cruel com a máquina do que um uso pacato.
    Um tio meu era mecânico e preparador de motos e me lembro que a carburação desses motores não era para qualquer um, era muita manha para deixar roncando redondo.
    E para aqueles que acham que os anos 70 foram apenas das “sete-galo” da Honda, apenas digo que essas 2T faziam o terror das 750 mas como quase todas as motos daqueles tempos, para frear e fazer curva exigia-se muito braço e uma boa reza !

    • Joseph Taylor disse:

      SIM ! ! ! muito bem visto e comentado, e isso ai, tem que saber nao onde pisa, mas onde monta pra enrolar os cabo e dar um final de 230Km e ou depois para inteiro, porque essas diabas jogam no chao rapidinho, tem que ter braco ! ! ! e sobre regulagem da carburacao , era uma ciencia de 3 relogios fumando igualmente por escapamentos individuais, para depois instalar um dimencionado xarachu para desempenhar alta performance e velocidade extrema, isso foi nessa epoca das grandes busca dos limites…………amem??????????

  12. Pablo Rocha disse:

    1 Km??? Hoje em dia acham carros e motos de 10/20/30 anos atrás 0Km com uma facilidade…

  13. Youssef disse:

    Na minha mão seria uma festa. Iria rodar num mês tudo que ela não rodou a vida toda.

  14. Roberto Fróes disse:

    Muito legal, a moto, mas o dono não está com nada…
    Melhor ter apenas um poster.
    Conheci um sujeito em Recife que comprou, em 1968, um Gordini 0 km, rodou da concessionária até em casa – cerca de 3 ou 4 km – pôs o carro sobre cavaletes e o aposentou. Quando o conheci, o carro já estava parado a 13 anos. Mas perdi o contato.
    O outro, aqui do Rio, comprou um Fusca com 400 km rodados, e ficava com pena de andar no carro, para não aumentar a kilometragem
    Já um outro, do interior do Estado do Rio, de Valença, eu acho, tinha um Bianco S que nunca rodava. Ia para os encontros de caminhão – um Mercedes 709 com baú especial para o Bianco, sob medida. Tinha até capa de couro para os pneus, para não tocarem o chão nos poucos metros rodados para subir e descer do baú.
    Direito do dono, o problema é dele.
    Para mim não serve.
    Carro, ou automóvel, como o nome diz, é móvel, ou se chamaria autoimóvel.
    Troquei recentemente os pneus de meu DKW, devido ao desgaste. E o carro está muito bem alinhado.

    • Cleiton Pessoa disse:

      Rapaz, tem até gente que tem mulher e não usa, deixa por vizinho, pro padeiro…. etc etc
      Ter uma máquina e não usar é a mesma coisa de ficar vivo dentro de um caixão.
      De que vale a vida se não é por prazer em descobrir as coisas que ela nos proporciona até o dia do derradeiro fim? Se você não experimenta, não tem história…é apenas mais um carro sobre cavaletes.

      • Joseph Taylor disse:

        Caramba ! ! ! como tu tens as palavras certeiras pra cutukar , e isso ai concordo com o detalhe do uso moderado e ponderado das antigas e famosas maquinas , deve sim desfilar e sentir o prazer do deslise suave de seu equipamento de engenhosidade mecanica,

    • marcelo disse:

      Concordo plenamente contigo! Considero como algo digno de uma intervenção psiquiátrica, o sujeito que endeusa um objeto que tem uma finalidade útil. Cuidar bem é coerente, não só pela segurança mas também pelo valor patrimonial. Mas daí colocar num altar??? Francamente… deveriam ir arrumar uma buceta ao invés de ficarem desperdiçando suas vidas com efêmeros bens materiais!

  15. ANTONIO CHAMBEL disse:

    Essa é a moto. Depois de minha 380 GT Verde eu comprei uma 550 igual a esta só que vermelha (San Diego). Na época meus amigos tinham 7galo e até 100/120 eu andava na frente com minha Suzuki

  16. ALEX B. disse:

    Uai! Que eu saiba e me lembre, a melhor moto dos anos 70 foi considerada a Honda 750, não?

  17. telsi pavanelli disse:

    O dono dela previa o futuro. Se usar não encontrara peças de reposição quando precisar.Falo por conhecimento,Na familia temos 3 Suzuki atuais, e simplesmente não encontramos peças de reposição.

  18. Luiz disse:

    A explicação, deve ser, que o proprietário, recebeu essa moto como pagamento de alguma dívida, e como ele tinha uma YAMAHA, nunca andou nesse lixo.

  19. ederval ghilardi disse:

    O ronco do motor dela arrepia parece que o giro não vai cair.

  20. Flavio Seno disse:

    Voltaram o Hodometro…

  21. Carlos Trivellato disse:

    Não tem valor algum, pois não proporcionou nada a ninguém.

  22. victor freire disse:

    eu sempre pensei que a dkw das motos fosse… a dkw!

  23. Rodrigo Moraes disse:

    Legal, mas tomara que agora ela possa rodar um pouquinho. Não foi pra isso que foi feita?

  24. Fernando Rodrigues disse:

    Linda! Espetacular! Mas lembrando que ela marca em milhas então tem quase 2 kms. Fantástica!

  25. disse:

    Achado. Deve ser uma história e tanto.

  26. Fernando Guzzo disse:

    Esse foi um trabalho digno de Indiana Jones. Puta que o pariu, que linda!!!. Espero vê-la no Patio do Colégio este ano.

  27. conde disse:

    Um Clássico realmente .

  28. Burn Baby Burn.. disse:

    Linda a geometria desta moto..

  29. Flavio Bragatto disse:

    1km??? Sério, que graça tem??
    É linda de fato. Hiper conservada. Um colirio para os olhos de nós que babamos em antigos…
    Mas, qual é a graça de se comprar uma relíquia destas e rodar 1km em 40 e tantos anos?
    Sério… ele poderia no mínimo, ter rodado 1km por ano que não mudaria em nada o estado de conservação.
    Isso me lembra daquela história do cara que queria viver 100 anos, mas não bebia, não fumava, não comia gordura, não metia, dormia cedo, só bebia agua sem sódio e outras merdas de naturista. Sério…. viver 100 anos assim? Isso é viver a vida?
    Porra, pede pro dono da moto aí dar uma voltinha no quarteirão. Vai que ele morre de infarto de uma hora para outra.

  30. genago crescendo disse:

    meu deus q coisa linda!! como se fa\z p achar isso?? hehe
    trocando de assunto FG. olha o que saiu na folha:
    Uma organização não governamental ligada ao narrador Galvão Bueno aprovou um projeto de R$ 2,2 milhões no Ministério do Esporte.

    O governo federal autorizou a Associação Beneficente Galvão Bueno a captar o valor em doações e patrocínios por meio da Lei de Incentivo Fiscal. A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” de anteontem.

    O dinheiro é destinado ao projeto chamado “Escola de Formação de Pilotos”. Dois filhos de Galvão, Cacá e Popó, são pilotos de automobilismo, antiga paixão do narrador, especialista em F-1.

    Galvão e a direção da entidade foram procurados pela Folha na manhã de ontem. No fim da noite, ele respondeu que decidiu pedir o cancelamento do projeto nos próximos dias. “Nenhuma medida no sentido de implementá-lo será adotada”, disse, em nota curta, via assessoria.

  31. sandrogte disse:

    Caraca, corre buscar FG antes que outro vá. Eu estou muito longe se não ia a pé……

  32. Paulo disse:

    Quem foi que patrocinou tamanho desperdício? Conservar os veículos (sejam carros ou motos) é muito legal, mas não usar? Qual é a vantagem?

  33. Tiozão disse:

    Que besteira, pra que mantê-la com um km., deveria rodar de vez em quando pelo menos.

  34. Alex Meza disse:

    A história dela deve ser boa, chame o Indiana Gomes…

  35. Luiz Dranger disse:

    Éssa é punk !!!!!! Tive uma RD350 que andava pacas !!!! Uma jóia de 2 tempos. Abração

  36. mano da cohab disse:

    hodômetro adulterado :D

  37. Marcelo disse:

    Pô Gomes, fiz um comentário no post “CIAO, JARNO”, e não saiu, baita comentário envolvendo o “nosso” Rubinho, sacanagem, algo travou no link!

  38. Marcelo disse:

    Caramba, se a Suzuki do Japão souber, vem buscar!!! Achar uma raridade assim, é uma em em milhões!

  39. guilherme disse:

    Putz!

    Essa quando vai empurrar pela oficina, tem que levantar a roda que conta o hodômetro pra não estragar!

  40. Quem foi o “loco” que andou só 1 km com uma moto dessas? Deixou guardada todo esse tempo? 36 anos? caracas …..

  41. Thadeu disse:

    Interessante, mas não concordo com isso de deixar uma moto, um carro, parados como se fosse um objeto qualquer. Que história tem essa moto? Ela participou de algum namoro, de algum encontro? Foi em algum lugar? Participou de algum momento emocionante na vida do piloto/dono? Não, ela ficou lá, encostada num canto, como se fosse um quadro, uma estátua. Na virada do ano fui com minha Twister visitar um lindo cartão postal de Santa Catarina, a Serra do Rio do Rastro. Minha moto esteve lá comigo, posso até vendê-la um dia, mas quando lembrar da viagem, lembrarei da moto com carinho, como faço com todos os veículos que já tive, e não como um objeto qualquer. Essa moto não fez parte de nada, é um corpo sem alma.

  42. ags disse:

    FG…..Essas suzuki tem um som ma ra vi lho soooooo… uma orquestra de tão delecadas eram as peças……………………………mas…ainda sou mais um BMW…….ponto..rss

  43. Miguel disse:

    FG, e comparando com a Honda 750 four? Elas sao contemporaneas? Nunca vi essa Sukuzi pessoalmente, o ronco dela chega a ser tao marcante quanto ao da Honda 750?

    Abracos.

    • Roberto Fróes disse:

      São sons completamente diferentes!
      O da Honda 750 Four – assim como o da 500 e da 550 – é aquele som encorpado, maravilhoso, que nós tão bem conhecemos.
      Já o da Suzuki – tanto a da 380 como o da 550, ambas de 3 cilindros e 2 tempos, é mais ou menos como você estar em Interlagos ou no Autódromo da Guanabara, na década de 60, e ver – e ouvir – passar um DKW de competição. Principalmente se a moto estiver com um escapamento dimensionado 3×1.
      Músicas diferentes, como comparar Beatles e Rolling Stones, Jethro Tull e Pink Floyd, ou Emerson, Lake & Palmer e Triumvirat. Tudo música de alta qualidade, mas diferentes.

  44. Filipe Pimenta disse:

    Acho legal que conservem a história… mas qual a graça de se ter uma máquina dessas e nunca ter andado nela?

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