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segunda-feira, 5 de novembro de 2012 - 17:38Indústria automobilística

HISTÓRIA ESTRANHA

SÃO PAULO (pago para ver) – Vários blogueiros mandaram a notícia de que a Renault quer fazer uma versão século 21 do Alpine, e o Tony Fernandes, da Caterham, está envolvido com essa história.

História estranha, diga-se. Vamos ver no que vai dar.

15 comentários

  1. Mauricio disse:

    Bem… O Tony já deixou a Caterhan com chefe decampo…

    Então o negócio é para lá de sério. Afinal tentar enganar o Goshn é algo meio que difícil.

  2. Egberto disse:

    FG tenho 53 anos e lembro até hoje a primeira vez que vi uma Berlineta nas ruas de POA. Até hoje sou apaixonado por estas linhas. Que nesta releitura não alterem a alma deste carro.

  3. J.KNOLL disse:

    - Verdade que tem carros que deixaram saudades e marcaram na uma época.
    Uns pararam de serem produzidos, outros continuaram, ou retornaram re-estilizados como o Ford GT, Camaro, Aston Martin ( do filme do 007, e que nos meus anos 70 eu tinha uma miniatura Matchbox prata como no filme, entre os meus vinte e poucos carros, até uma mercedes 1913, se não engano, de cor amarela, também da Matchbox, carro sem capota, e que correu as primeiras carreteiras em estradas de chão(saibro), banco de 2 lugares, usando apenas o óculos especial para corrida.)
    Mas, retornando ao assunto, carros como Karmann-Ghia, Dodge Charger, e toda sua linha Chrysler, os Ford Landau, a camioneta GM Marta Rocha, as MG inglesas, os próprios KW-Vemag que meu pai teve dois (1965 branco, e painel e estofamento verde, comprado zero na revenda em Santa Rosa-RS, e um 1968- bordô de 2ª mão, e painel e estofamento bege, já nós morando em Santa Maria-RS), motores que dispensavam a mistura do óleo na gasolina, como os anteriores a 1965, além destes de abrirem a porta dianteira ao contrário, pois a prota do motorista e do carona eram fixadas na coluna do veículo, a GM Brasil- surgida nos anos 60, GM 46 FURGÃO( QUE NO FRIGORÍFICO DO MEU AVÔ TINHA UMA, ONDE O ARRANQUE ERA NO PÉ, SIM ALÉM DE COLOCAR A CHAVE NA IGNIÇÃO, A PARTIDA SOMENTE SE COMPLETAVA SE APERTASSE O PÉ NO PEDAL DO ARRANQUE – COISA QUE MUITO TrINTRÃO E ABAIXO DESTES NÃO CONHECERAM),
    A RETOMADA DO PROJETO ALPINE, que teve o seu auge na década de 50/60, e em filmes de Jean – Verdade que tem carros que deixaram saudades. Uns pararam de serem produzidos, outros continuaram a serem produzidos, ou retornaram re-estilizados como o Ford GT e Camaro, Aston Martin (do filme do 007, e que nos meus anos 70 eu tinha uma miniatura Matchbox prata como no filme, entre os meus vinte e poucos carros entre eles os estilo charutos, da Lotus e da Matra 1967, o primeiro cor verde característico, e o segundo azul da Matra, comprados por mim em 168 em julho de 1968 em Rivera-=Uruguay, até uma mercedes 1913, se não ingano, amarela, também da Matchbox, carro sem capota, e que correu as primeiras carreteiras em estradas de chão(saibro), banco de 2 lugares, usando apenas o óculos especial.)
    Mas, retornando ao assunto, carros como Karmann-Ghia, Dodge Charger(e toda sua linha Chrysler, que o Dodge Dart meu tio Sidney que morava em São Paulo, teve 3, uma amarela e duas vermelhas, Zero Quilômetro, no fim-de-ano ele viajava de lá com a família até Passo Fundo-RS passar o Natal e depois uns dias na Praia de Atlântica-RS, que na época pertencia ao Município de Capão da Canoa, Atlântida que juntamente com Morro dos Conventos-SC foram as primeiras praias planejadas do Brasil, que surgiram de loteamento dos Hotéis Atlântida e Morro dos Conventos. Antes disso, fazia suas viagens em Karman-ghia, uma 1970 outra 1971, tas duas vermelhas. Já o Camaro 1968, de linhas lindíssimas, marcou minha infância e adolescência pois na minha Santa Maria tinha uma marrom metálica do Dr. Camilotti, renomado médico-oftalma da cidade,, os Ford LTD (1971), e depois o LTD Landau (1974/1975)( que meu avô Zeferino Demétrio Costi, teve dois, os dois bordô, também a camioneta GM Marta Rocha, as MG inglesas, os próprios KW-Vemag que meu pai teve dois (1965 branco, e painel e estofamento verde, comprado zero na revenda em Santa Rosa-RS, e um 1968- bordô de 2ª mão, e painel e estofamento bege, já nós morando em Santa Maria-RS), motores que dispensavam a mistura do óleo na gasolina, como os anteriores a 1965, além destes de abrirem a porta dianteira ao contrário, pois a porta do motorista e do carona eram fixadas na coluna do veículo. A GM Brasil- surgida nos anos 60, GM 46 FURGÃO( QUE NO FRIGORÍFICO DO MEU AVÔ, isto em Passo Fundo-RS, terra dos Menegaz, Orlando e Arlindo das Carreteiras, e atualmente do Cláudio Ricci, vô TINHA UMA, ONDE O ARRANQUE ERA NO PÉ, SIM ALÉM DE COLOCAR A CHAVE NA IGNIÇÃO, A PARTIDA SOMENTE SE COMPLETAVA SE APERTASSE O PÉ NO PEDAL DO ARRANQUE – COISA QUE MUITO Trintão E os ABAIXO DESTES NÃO CONHECERAM),
    A RETOMADA DO PROJETO ALPINE, que teve o seu auge na década de 50/60, e em filmes de Belmondó e Brigite Bardot, filmes que reportam uma era romântica do cinema, eles andando naquelas estradas minuciosas no Alpes, onde imperava lindos lugares serranos, e também tiveram participação na 24 de Le Mans, a corrida mais importante em questão de resistência, onde as grandes marcas desfilavam seus bólidos a fim de ganharem uma projeção e reconhecimento do meio automobilístico, quer nos jornais, e revistas especializadas que começavam a circular naqueles anos, e também servia de destaque a pilotos já aposentados, ou ainda em atividade, vindos de vários países e representando o mundo dos aficionados por automóveis, que imperavam naquela época, onde além da máquina, o piloto sim que era peça mais importante atrás do volante. Cada um eu diria para a obtenção do sucesso, necessitava 50% do bom desempenho do carro, e que o mesmo não quebrasse e nem perdesse muito tempo no box para troca de piloto, e abastecimento, troca de pneu, ou até um pequeno ajuste. Muitos pilotos conseguiram sucesso obtendo até melhor destaque, e desempenho pelo braço, pela raça, e destreza no volante do carro. Mesmo que não tivesse um bom carro nas mãos, conseguia com seu modo de pilotar responder até por 80% do resultado obtido na corrida. E não as parafernálias da informática que hoje dão vários recursos aos pilotos de hoje, E, queiram ou não, agora eu entendo a paixão dos espanhóis pelo FERNANDO ALONSO, pois ele não tendo um carro veloz, e muito menos um carro de ponta para brigar pelo título, pois a Ferrari últimos anos perdeu o rumo, e de ano a ano, vem deixando a desejar os bólidos que projeta e fabrica, enquanto as equipes concorrentes detém carro melhores projetados e motores mais econômicos, o que representa em primeiro, mais equilíbrio ao dirigi-lo, com reflexo numa direção menos agressiva, aquela que dispensa o piloto de passar toda a corrida brigando com o carro, pois ora ele quer sair de frente, ou de rabeira, gastando mais pneus, enquanto o outro bem equilibrado, poupa os pneus, e permite ao piloto se concentrar mais em buscar o adversário que está a sua frente e o resultado, do que com o próprio modo de se manter na pista, embora o carro deseje a todo momento a jogá-lo fora da pista e da corrida.
    Para nós brasileiros, o ALPINE, uma vez reativado, representa a lembrança dos Interlagos, com motor de Gordhini, que foram aqui fabricados 1964/1965/1966, e que a Equipe Binno, com Luiz Pereira Bueno e Bird Clemente, o próprio Luiz Antonio Grecco, José Carlos Pacce, e que teve outros memoráveis pilotos que marcaram sua época, e eu tive a grata satisfação de vê-los correr, e acompanhar mesmo sendo guri, que ganharam a corrida Porto Alegre-Capão da Canoa, duas Interlagos se não me engano 10, 11 e 12, se não me engano era esses os números que usavam, e quase sempre eram três carros da Equipe Binno, as Berlinettas alinhavam para corrida, e já se esperava que os três primeiros a receberem a bandeira quadriculada eram os carros da Binno, e 4º lugar, se não estou enganado chegou, o gaúcho Breno Fornari com Simca, modelo Esplanada vermelho, recém lançado pela Willys, com o nº 35 estampado na sua lataria.
    Agora é só esperar, e aguardar que dê tudo certo, e que o empresário indiano leve a diante seu sonho.

  4. George McCrae disse:

    Baixou “Chapman” no Tony Fernandes. Acúmulo de dívidas, sumiço do dinheiro na fabricação do DeLorean e a “morte” misteriosa do Chapinha (por sinal mês que vem fazem 30 anos).

  5. Alexandre disse:

    É bem capaz. O carro mais legal do salão do automóvel de SP, era justamente um Interlagos amarelinho, no stand da Renault.

  6. Roberto Costa disse:

    RELEASE QUENTINHO!!! (não está completo!)

    A Renault e o Grupo Caterham anunciam parceria para o desenvolvimento e a produção de veículos esportivos .

    - Compartilhando a paixão e o know-how em torno dos veículos esportivos de série e de competições, a Renault e o grupo Caterham anunciaram a união de suas forças em torno de um projeto comum: conceber, desenvolver e produzir veículos esportivos
    - Estes veículos serão distintos e diferenciados, tendo, respectivamente, o DNA da marcas Alpine e Caterham Cars (divisão automobilística do grupo Caterham). Eles serão produzidos na fábrica Alpine de Dieppe (França).
    - Grupo Caterham contará com 50% do capital da Société des Automobiles Alpine Renault, de propriedade exclusiva da Renault SAS. A Société des Automobiles Alpine Caterham, fruto desta parceria, nascerá em janeiro de 2013 e será comandada por Bernard Ollivier.
    - Este projeto, que assegura a perenidade da planta de Dieppe, se concretizou graças ao apoio e ao comprometimento do Governo da França, da Alta Normandia, e de Dieppe Maritime.

    Para Carlos Ghosn, Presidente Mundial do Grupo Renault: “Este parceria inovadora com a Caterham concretiza uma ambição de longa data: a criação de um veículo esportivo com o DNA da Alpine. Ela oferece oportunidades para o futuro da fábrica de Dieppe e para o desenvolvimento do seu know-how histórico.”

    Para Tan Sri Tony Fernandes, Presidente do Grupo Caterham: “Nunca fiquei tão entusiasmado com um projeto novo desde que criei a AirAsia, em 2001, e, por isso, agradeço a Carlos Ghosn, a Carlos Tavares e a todos os membros de nossa nova família Renault pela confiança que eles depositaram no grupo Caterham, ao criar esta parceria. Muitas pessoas ficaram reticentes quando lançamos nossa companhia aérea há onze anos e alguns também mostraram certo ceticismo desta vez, mas nós mostraremos do que somos capazes. Conhecemos as regiões onde estamos presentes e percebemos, especialmente em nosso principal mercado, que é a Ásia, uma enorme oportunidade de reproduzir o modelo da AirAsia e oferecer aos consumidores acesso a produtos atrativos e acessíveis, associando o nosso interesse pela Fórmula 1 à tecnologia, para que cada um possa realizar o seu sonho.”

    Para Carlos Tavares, Vice-Presidente Mundial de Operações do Grupo Renault: “A ambição de reviver a Alpine estava condicionada à nossa capacidade de encontrar um parceiro para assegurar a rentabilidade econômica deste desafio. Também tínhamos, desde o início, a vontade de colocar a fábrica de Dieppe no coração deste projeto. Hoje, graças a esta parceria com o grupo Caterham, podemos entrar em uma nova fase, a da concepção de um veículo que será a própria essência da Alpine, capaz de despertar novas paixões. Este veículo pode vir a nascer daqui a três ou quatro anos”.

    Para Dato Kamarudin Meranun, Vice-Presidente do Grupo Caterham: “A Fórmula 1 sempre foi nosso ponto de entrada no setor automobilístico. Nosso projeto inicial de desenvolver uma parceria com a Lotus foi deixado de lado, como todos sabem, mas temos hoje uma chance muito melhor de desenvolver a Caterham Cars em conjunto com a Renault, trabalhando com a Caterham Technology, que também está totalmente envolvida neste novo projeto. Nossa equipe de Fórmula 1 trabalha de maneira satisfatória com a Renault Sport F1 desde o início da temporada de 2011 e estou muito contente com a ideia de ampliar a nossa parceria com a Renault para a área de carros esportivos. Esta aliança com a Renault oferece à Caterham Cars a oportunidade de passar para a próxima etapa de seu desenvolvimento, fazendo com que ela seja altamente respeitada, tornando-se um importante player no mercado automobilístico mundial”.

    Para Bernard Ollivier, CEO da Société des Automobiles Alpine Caterham: “Estou muito orgulhoso pela confiança depositada pelos acionistas. A forma de produção em série é clara e simples para cada carro: respeitar o DNA respectivo da Alpine e da Caterham Cars. Graças à paixão e à expertise das equipes dedicadas a este projeto, estamos certos de que será um sucesso”
    .

    Uma ambição de desenvolvimento no mercado de veículos esportivos
    Após um estudo de viabilidade a respeito do desenvolvimento conjunto de um carro esportivo conduzido pela Renault Sport Technologies e a Caterham Technology & Innovation (CTI – especializada em engenharia e consultoria em tecnologia do grupo Caterham), a Renault e a Caterham unirão suas competências para ampliarem seu posicionamentos no mercado de carros esportivos. Cada uma terá o objetivo de lançar o seu próprio veículo neste mercado daqui a 3 a 4 anos.

    Uma parceria inovadora e complementar
    - A Renault e o Grupo Caterham contribuirão cada uma com suas competências técnicas complementares no desenvolvimento de futuros produtos, através da criação de um Departamento de Engenharia comum. Os investimentos necessários na área de engenharia e fabricação serão compartilhados à ordem de 50% – 50%, em um espírito de parceria.

    - A Société des Automobiles Alpine Caterham poderá se apoiar na expertise da Renault, da Renault Sport Technologies e da CTI no desenvolvimento de futuros produtos.

    Valores compartilhados baseados na paixão pelo automobilismo esportivo
    Alpine: Piloto, empresário e pioneiro do automobilismo, Jean Rédélé fundou a Alpine em 1955. Com o A106 coach, baseado na plataforma e no motor do Renault 4 CV, a aventura industrial e esportiva de Alpine começava. O DNA da Alpine continha a agilidade proporcionada pela leveza e pelo desempenho de primeira linha, associados a um design fluido; uma receita que funciona tão bem na produção em série quanto em competições. O eternamente jovem A110 – que está comemorando os seus 50 anos – é provavelmente a representação mais emblemática.

    Durante a sua existência, a Alpine vendeu 30.000 carros esportivos de série. A Alpine também contribuiu para promover as cores esportivas da Renault durante várias décadas. Campeã do Mundial de Rali em 1973, vitoriosa no rali de Monte Carlo em 1973 e 1974, assim como nas 24 horas de Le Mans em 1978, a Alpine conta com inúmeras vitórias de prestígio. A Alpine faz parte dos mitos do automobilismo esportivo.

    Caterham Cars: O DNA presente em cada Caterham remonta aos anos cinquenta, quando foi concebido o primeiro carro, o famoso Seven. Desde então, a Caterham Cars inspira a paixão e a emoção, incorporando a própria essência daquilo que um carro esportivo deve oferecer. Hoje, é esta filosofia intacta que leva a Caterham Cars a encarnar o “Fun Accessible” aos olhos de todos os compradores de carros esportivos no mundo.

    A cada fim de semana, mais de mil competidores pilotam Catherams em todos os circuitos, de Silverstone à Brands Hatch, passando pelo Bahrein e Abu Dhabi. Com o seu histórico em competições e 40 anos de experiência afinada em seus carros de produção em série, a Caterham Cars é agora capaz de combinar a sua excelência em matéria de engenharia com as capacidades de fabricação e produção da Renault para criar uma Caterham com um potencial ainda maior. Este novo veículo terá sempre o DNA inicial do Seven. Este último continuará a ser produzido em Dartford, no Reino Unido.

    No coração da parceria: a fábrica francesa Alpine
    No âmbito da parceria entre a Renault e o grupo Caterham, a fábrica de Dieppe desempenhará um papel fundamental, no coração da paixão compartilhada pelos dois parceiros. É lá que serão produzidos os futuros veículos esportivos da Renault e da Caterham; uma oportunidade de desenvolvimento para a planta de Dieppe, tanto em termos de fabricação como de aquisição de um know-how único e diferenciado. A fábrica Alpine de Dieppe está atualmente dedicada à fabricação de veículos desenvolvidos pela Renault Sport Technologies, tanto de produção em série (Clio R.S.) quanto de competições.

    Esta fábrica, local histórico da marca Alpine, construída em 1969, foi o berço de modelos emblemáticos como a Berlinette. O seu foco principal é a produção de veículos esportivos, a fabricação/venda de veículos de competições, a venda de peças de reposição para veículos de competição, inclusive em eventos esportivos. Sua leveza e sua capacidade de adaptação fazem parte das especificidades que permitem a fabricação de pequenas séries. Com mais de 300 pessoas, uma área de 76.000 m², sendo 36 900 m² de prédios cobertos, a fábrica de Dieppe produziu mais de 400.000 veículos desde 1969.

  7. victor freire disse:

    bom, o pessoal da alpine, nos anos 60, dizia que seus carros foram inspirados, sem pudor algum, nos lotus. então…

  8. alcides disse:

    Na onda dos retrô…….

    Oportunidade para a molecada conhecer este tb, pena que não lembra nada o original

    O cara vai ter que ser gênio para associar este carro ao Alpine original

    Sou mais nossa versão tupiniquim

    http://www.youtube.com/watch?v=-JlzjZDR_Jc&feature=relmfu

    SG

    Cidão 40HP

  9. Christian Alves (@chrisalves88) disse:

    mas o carro, de acordo com eles, via sair mesmo, ja tem até motores, tudo ja decidido.

  10. Roberto Costa disse:

    A Caterham adquiriu 50% da Divisão Alpine da Renault e isto confirma o renascimento do carro. A notícia é oficial!

  11. Marcelo Couto disse:

    Já tem! Contudo, na minha ignorância estilística, um não tem nada a ver com o outro… Vejam o bicho aí:
    http://www.youtube.com/watch?v=z1_IB1LnVyk

  12. esse aqui mistura imagens do velho com as do conceito…sensacional!!!
    http://www.youtube.com/watch?v=Fg5hR2fanDg

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