MENU

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012 - 13:25F-1

CQD

SÃO PAULO (preguiça…) – A FIA divulgou semana passada sua primeira lista de pilotos e equipes inscritos para o Mundial de 2013. A data-limite era 29 de outubro para garantir vaga na temporada seguinte. Como se vê no link acima, do site da entidade, naquela data vários times ainda não tinham pilotos definidos. A Williams tinha. No dia 29 de outubro, inscreveu Maldonado e Bottas.

No dia 1° de novembro, publicamos que Bruno Senna já tinha sido avisado pela equipe de que não continuaria. Piloto, patrocinadores e assessores, como de hábito (é seu papel; não discuto isso), negaram. Na TV, nos esculhambaram. “Na internet, todo mundo fala o que quer”, ouvi. Como se nós estivéssemos tirando Bruno da Williams por nossa conta e vontade.

De novo: a gente não fala o que quer, fala o que sabe.

Ah, um detalhe: a HRT já não estava nessa lista. Portanto, desde o final de outubro sabia-se que a equipe espanhola tinha ido para o saco.

Isso nós não sabíamos. Se soubéssemos, também teríamos publicado, claro.

14 comentários

  1. João Carrieri disse:

    Acho que o pior dos comentários na TV ainda foi: “tomara que seja mentira!”

  2. Elton disse:

    FG, a data, ao final do documento, é 30/11/2012.

  3. Pereira disse:

    “De novo: a gente não fala o que quer, fala o que sabe.”
    Mas esse saber depende da fonte, não é mesmo? Vez ou outra pode não dar certo.

    • Flavio Gomes disse:

      A pergunta tem resposta tão óbvia que nem merece maiores comentários.

      • Pereira disse:

        Sim, é óbvio.
        O que queria dizer na verdade, é que existem profissionais da mídia que não se importam muito com a fonte. Se acharem que dá ibope, publicam. Pode ter sido um furo dado pelo padeiro, que tem um primo que trabalha na Itália e jura que viu uma reunião entre a cúpula da Ferrari e o Briatore.
        Você já deixou claro aqui, que se importa. Mas que quando você disse “a gente” não sabia se me referia à sua equipe ou à sua categoria.

  4. Fernando Strongren disse:

    Cresci assistindo F1. Futebol em casa não tinha muito espaço, só lembro de assistir aos jogos do Brasil na Copa do Mundo de Futebol, o resto deviamos mudar de canal. Mas quando tinha corrida era diferente. Lembro de acordar de madrugada e ir para a cama de meus pais assistir as corridas de madrugada (no Japão e na Austrália) e de começar o domingo só depois da bandeirada final na temporada europeia.
    Tudo isso era culpa do meu pai, que era fã de corrida e, em especial, F1. Lembro de quando Senna morreu e depois das vitórias do Mika Häkkinen, nesses quatro anos não tenho nenhuma lembrança da F1, de acordar cedo para assistir corridas ou varar a madrugada. Foram quatro anos onde a F1 teve o mesmo espaço do futebol em casa: se estavamos na frente da TV assistiamos (com mais atenção do que davamos ao futebol, é claro), mas não nós “esforçavamos” para ver como antes.
    Isso também foi culpa do meu pai. Lembro dele me falando que desde a morte do Senna a F1 tinha perdido a graça.
    Hoje, olhando como fã de automobilismo e como comunicador, vejo uma divisão entre os fãs do esporte a motor Brasil. De um lado temos um público que gosta de corrida, independente do que seja e de quem esteja pilotando, de outro temos um público que assiste corrida para torcer pelos brasileiros, vendo o esporte como algo secundário. E acredito que este seja a maioria.
    Não crucifico quem assiste corrida só por causa dos pilotos brasileiros, mas me pergunto qual é a responsabilidade da Globo sobre isso. Será que houve algum período em que a Globo vendeu a F1 como esporte? Ou foi pelo caminho mais fácil do ufanismo (que ainda contou com a ajuda de uma sequência invejável de Fittipaldi, Piquet e Senna)?
    A segunda alternativa traz muitas respostas, como esse desespero da Globo em ter algum brasileiro na pista brigando pelo título, a defesa desses mesmos brasileiros (teve gente reclamando do Massa dar passagem para o Alonso nessas últimas corridas, falando que era um absurdo!) e, principalmente, a baixa audiência.
    Essa semana estava assistindo a matéria sobre a corrida de Donington Park, em 1993, exibida pelo Fantástico. Foram seis minutos de matéria! Lógico que o foco eram os brasileiros que deram show: Senna e Barrichello, mas, hoje, como são as matérias do Fantástico? Um resumo de dois ou três minutos sem nada relevante? Sem vender a emoção do esporte, como a Globo espera que alguém fique na expectativa de acordar cedo assitir a corrida na semana seguinte? Sem uma cobertura mais intensa, em 15 dias, o público-médio nem lembra mais da F1.
    Pode ser uma visão distante, iludida e esfumaçada de um jovem fã de automobilismo, mas sem uma cobertura massiva do automobilismo pelas emissoras de TV (Globo, Band e RedeTV, atualmente), o esporte no Brasil está fadado ao terceiro, quarto plano…
    O que acham?

  5. Cezar Augusto disse:

    Gostei da piada do título!! huauhauha matou a cobra e mostrou o pau?!!!

  6. ALEX B. disse:

    Porque esta midia chapa branca, ufanista e nojenta não patrocina o primeiro sobrinho? O produto/evento não é deles a decadas? Eles que invistam um pouco do que amealharam com a F1 até hoje e parem de reclamar da verdade, ora! Malas!

    • Mauricio Alves disse:

      NINGUÉM põe dinheiro em cavalo paraguaio, amigo!!
      O infeliz teve sua chance de mostrar o que não tinha num esporte para o qual visivelmente não era talhado! Enrolou patrocinadores, pachecos e viúvas em geral!

      Já vai tarde!!! Que nos favoreça com sua ausência definitiva!

  7. jovino disse:

    Flávio,
    Não se espante se houver uma grande surpresa na F1. Tipo Barrichello na F1 ano que vem na Catherdan ou algo parecido e com motor Renault. A Maclarem perde o motor Mercedes, não sei se no ano que vem, talves quando terminar o contrato dela e quem levou Hamilton para a Mercedes foi um cara chamado Niki Lauda. Jovino

  8. Reinaldo Jr disse:

    Curioso é pularem o 13 na listagem… Tempos modernos com velhas superstições!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>