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quinta-feira, 7 de março de 2013 - 16:15Fusca & cia.

FUSCA DO DIA

fucadochavezSÃO PAULO (ídolo demais) – Muita gente me mandou hoje a notinha do Jalopnik sobre o Fusca que Hugo Chávez tinha, e que ficou famoso nas eleições de 2006. Tomara que esse carro seja preservado. Pepe Mujica, no Uruguai, também anda pra cima e pra baixo com o dele.

14 comentários

  1. Speed Racer da Mooca disse:

    O Fusca do Mujica está mais original. O do Chávez parece ter passado no Lata Velha do Caldeirão do Huck e sofrido uma daquelas estilizações de gosto duvidoso. Mas gostei do escapamento da charanga chavista. Outra coisa que na foto não consegui identificar, a fuquêta de Hugo está com placa oficial da presidência? À julgar pelo sorriso do mandatário venezuelano ao volante, o besouro lhe dava muito orgulho. Já o Sr. Presidente Mujica, tá mais com cara de “é o que tem pra hoje”.

  2. Leonardo Siqueira disse:

    Poderiam colocar o fusquinha ao lado do caixão de cristal, no mausoléu que será construído para o Chavez. Ficaria legal.

  3. sérgio castro disse:

    Flavio, a diferença dos fuscas e principalmente entre o Mujica e o Chávez é muito grande, não dá para comparar…..

  4. Ricardo Bigliazzi disse:

    Parecido com o do Itamar…

    Imperador

  5. EduardoRS disse:

    Sou mais o fusquinha do Mujica… versão brasileira, todo original, e ainda sujo de barro!

  6. Ricardo disse:

    Ah, o Aury Lopes Jr não fala disso no livro, eu que achei completamente aplicável ao tema.|
    Abraço.

  7. Ricardo disse:

    Flavio, sobre o pano de fundo da notícia, que vem à tona quando você publica seus comentários sobre política, sistemas econômicos e afins, e sofre uma avalanche de comentários néscios, achei interessante lhe enviar um trecho do livro “Direito Processual Penal e sua conformidade constitucional”, do jurista brasileiro Aury Lopes Jr., no qual ele aponta como o brasileiro médio reage a posturas estranhas à ordem atualmente imposta no Brasil (pró estadunidense, consumista, ect). À primeira vista pode parecer não ter a ver com o tema, mas analisa parte da engrenagem que (nos) mantém atrelados.
    Em tempo, admiro sua postura realmente jornalística, e não apenas de repetidor de agência de notícia. Eis o trecho, que desde já peço desculpas pela extensão:

    “A visão de ordem nos conduz, explica BAUMAN, à de pureza, a de estarem as coisas nos lugares ‘justos’ e ‘convenientes’. É uma situação em que cada coisa se acha em seu justo lugar e em nenhum outro. O oposto da pureza (o imundo, o sujo) e da ordem são as coisas fora do seu devido lugar.
    Em geral, não são as características intrínsecas das coisas que as transformam em ‘sujas’, senão o estar fora do lugar, da ordem. Exemplifica o auto com um par de sapatos, magnificamente lustrados e brilhantes, que se tornam sujos quando colocados na mesa de refeições. Ou, ainda, uma omelete, uma obra de arte culinária que dá água na boca quando no prato do jantar, torna-se uma mancha nojenta quando derramada sobre o travesseiro.

    O exemplo é interessante e bastante ilustrativo, principalmente num país como o nosso, em que vira notícia no Jornal Nacional o fato de um grupo de favelados ter ‘descido o morro’ e ‘invadido’ um shopping center no Rio de Janeiro. Ou seja, enquanto estiverem no seu devido lugar, as coisas estão em ordem. as, ao descerem o morro e invadirem o espaço da burguesia, está posta a (nojenta) omelete no travesseiro. Está feita a desordem, a quebra da organização do ambiente.

    Explica BAUMAN que ‘ordem’ significa um meio regular e estável para os nossos atos; um mundo em que as probabilidades dos acontecimentos não estejam distribuídas ao acaso, mas arrumadas numa hierarquia estrita – de modo que certos acontecimentos sejam altamente prováveis, outros menos prováveis, alguns virtualmente impossíveis.
    (…)
    Mas cada esquema de pureza gera sua própria sujeira e cada ordem gera seus próprios estranhos. Isso se reflete muito bem na tolerância zero para o outro e tolerância dez para nós e os nossos. E o critério da pureza é a aptidão de participar do jogo consumista. Os deixados de fora são os consumidores falhos e, como tais, incapazes de ser ‘indivíduos livres’, pois o senso de liberdade é definido a partir do poder de escolha do consumidor”.

    Obrigado pela paciência de quem ler isso, haha.

  8. É um Vocho mexicano, com vidros grandes e coluna A levemente recuada. Belo carro.

  9. Sandro disse:

    Cada um com seus problemas, não é?

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