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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014 - 9:09DKW & cia.

JIPE DE VERDADE

SÃO PAULO (vai que passa) – Já falamos mais de uma vez aqui dos filmes do Jean Manzon restaurados pela Dana. O Cláudio Ainda selecionou este trechinho que faz uma elegia ao Candango que merece ser revisto. Muito legal é o Jorge Lettry no fim dando um gás no jipinho de fazer medo às SUVs 4×4 de hoje. Demais, ótimo para começar o dia!

15 comentários

  1. João Paulo disse:

    Flávio,
    Acompanho o blog desde 2010 e nos últimos dias, lendo os relatos do Blue Cloud uma feliz coincidência aconteceu. Meu pai deparou-se com um Cadango 1960 à venda. Lembro de na minha infância ele falar de dois carros que gostaria de ter tido. O primeiro era o Bianco, sempre que cruzávamos com um estacionado próximo ao Instituto Butantã no caminho diário para a escola em São Paulo ficávamos admirando aquele carro que na nossa imaginação da década de 80 era um super esportivo do quilate dos italianos. O segundo era o Candango. Só vim a entender o que significava o nome anos depois. Na minha mente de criança, Candango queria dizer Jeep em português… POuco sabia eu que o significado é muito maior.
    Anos se passaram e depois de longa busca adquirimos um Bianco em 2004. O danado está conosco até hoje e já participou até de provas de regularidade pelas estradas do Vale do Paraíba. Como você gosta de dizer, carros antigos têm personalidade, e esse é divertido e voluntarioso, muitas vezes só faz o que quer (ou não faz o que não quer).
    De qualquer forma, sem mais enrolações, acompanhando seus escritos vejo que é um colecionador e conhecedor de DKWs, prestando até consultorias internacionais, e gostaria de perguntar o que deve ser analisado para a compra de um Candango. Qual seria o preço justo para um em bom estado? Parace que estão pedindo mais de R$30.000,00. Há mais ofertas honestas no mercado? Sei que colecionadores não gostam de ser importunados com essas perguntas, mas estou tentando me “alfabetizar” nas pequenas maravilhas e tenho receio de que se demorar muito podemos perder a chance de reunir os dois carros de que tanto ouvi falar quando era pequeno.
    Se tiver paciência para responder, serei bastante grato.
    Um abraço,

  2. Chico Camargo disse:

    Que maravilha! O candango foi meu primeiro carro e meu maior arrependimento, não devia ter vendido o bichinho em 1974.

  3. Francis disse:

    Coitadas das SUV’s de hoje em dia, só servem para levar madames no asfalto…para fazer isso só um Wrangler, um Hummer, talvez um Troller e com certeza um Niva.

  4. Evandro disse:

    E o cara foi sem santoantonio, sem bancos concha, sem airbag, sem gaiola de proteção, sem abs, APARENTEMENTE SEM CINTO SE SEGURANÇA e continuou VIVO!…….
    Ah hoje em dia…..acho que estamos ficando frágeis….kkkkkkkkkkk.

  5. Claudio Aun disse:

    Valeu Flavio
    Sou Fã dos DKW desde 62 quando meu pai comprou o primeiro e fui busca-lo junto com o velho na avenida VEMAG no Ipiranga

  6. ale.ganso disse:

    Off Road clássico, pegando pesado sem SantoAntonio, sinto de segurança, óculos, capacete e sem arregar….. ótimo vídeo.

  7. Ricardo disse:

    Flavio falando em jipe, olha aprojeção que fizeram do Niva!

    http://fakti.bg/avto/89419-lada-niva-po-stapkite-na-evoque

  8. Jair Santiago disse:

    Coisa linda. Por isso que não vendo, não troco e não dôo o meu Candango…
    Carrinho maravilhoso.

  9. Thiago disse:

    Quero ver alguém botar uma VACA dentro de um Troller.

  10. Fernando Carvalho disse:

    O passeio romântico com a “mimosa ” é de rachar de rir …kkkkkkkkkkkkkk

  11. Que surra o rapaz dá no Candango! Nóóóóóóó! Como dizemos aqui em Minas sô!

    • Roberto Fróes disse:

      Mas também, o “rapaz” é, nada mais ,nada menos, que o Jorge Lettry, então Diretor do Departamento de Competições da Vemag.
      O cara que – no mundo inteiro – com a ajuda do Crispim (mecânico chefe do departamento) mais conseguiu extrair cavalos do motorzinho DKW: chegou a 108! Leve em conta que o original dispunha de apenas 44…
      Comentário do Jorge sobre o Candango: “É o melhor carro esporte que já dirigi!”
      Dizem os pilotos da época que, em Interlagos, ele obtinha tempos mais baixos que a maioria de seus pilotos.
      Cara fera, de quem eu gostava muito, e tinha como amigo!
      Já subiu… uma pena…
      Quanto ao Candango, ainda vou ter um!

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