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terça-feira, 12 de agosto de 2014 - 16:48Carros

SAAB DA MAMÃE

SÃO PAULO (lindo, isso) – O blogueiro Alcides mandou o vídeo. O rapaz lembrava que sua mãe, quando ele era pequeno, era doida por determonado modelo SAAB cor de cobre. Um dia ele comprou o carro. A alegria dela é uma coisa de chorar. Como é legal quando alguém é apaixonado por um carro, seja ele qual for… Digam vocês: qual o carro com que seu pai ou sua mãe sonhavam? E você, quando for velhinho… Quer ganhar qual de presente dos filhotes?

47 comentários

  1. David, Reginaldo disse:

    Meoooo…..Meu sonho, dentre tantos carros que o papai teve , e eu tive o prazer de dirigi-los, seria um ESPLANADA GTX 1969 BRONZE TURBINA……Hoje tenho 52 anos e acredito que só ganhando na loteria teria tal felicidade….Mas, como a esperança existe, jogo toda semana…..vlw

  2. Reinaldo Bascchera disse:

    O sonho do meu pai seria comprar um Dodge Charger, mas ele já se foi há muito tempo. Seria uma evolução natural aos Simcas Chambord e Tufão e ao Simca Esplanada 67 que ele teve como último carro antes de falecer. O negócio dele eram os V8.
    A minha mãe sempre quis uma picape cabine dupla, de preferência a diesel, prá levar todos filhos e bagagens em viagens com mais conforto. Enquanto éramos pequenos isso não foi possível. Mas ela se deu há pouco tempo esse presente, comprou uma Ranger cabine dupla que ela dirige aos 82 anos! Brava Dona Joana.

  3. Adriano Silva disse:

    Dos carros que meu pai teve, não me esqueço do Corcel II chegando 0 KM na garagem! Reinou soberano até ser trocado por um Del Rey LDO quatro de um marrom metálico bem claro, quase dourado. Além do acabamento diferente, eu não cansava de olhar o relógio digital no teto, pra lá de novidade na época.

  4. antonio seabra disse:

    Tocante, o videozinho, grande emoção do filho e da mãe. E o carro merece !!!

    Meu falecido pai era louco por um Chrysler Imperial 57 Conversivel. Quase comprou um , branco, com interior vermelho, eu me apaixonei pelo carro. mas a compra gorou, não me lembro porque.
    Minha mãe (que foi embora esse ano) era louca pelo Itamaraty que ela teve. Teve um Galaxie 500 depois, mas não podia ver um Itamaraty na rua, que dizia que preferia que ainda fabricassem ele.

    O meu sonho, inicialmente, era ter um KG cinza claro de teto branco. Mas a minha grande dor de cotovelo foi um Simca Chambord Emisul 67 que o Tomás Woenderbag tinha feito pro filho dele, com bancos individuais, cambio de 5 marchas no assoalho (acho que era de JK), suspensão traseira modificada, com dois amortecedores de cada lado, rebaixado, rodas mais largas e motor ligeiramente fuçado, que segundo ele tinha uns 150 HP (o orignal tinha 130). Por dentro, um volante Walrod e um enorme conta-giros Smiths.. O carro era bege claro, e era lindo pra epoca !!! Eu sonhava de olhos abertos com aquele carro, diariamente..

  5. Antonio Tigre disse:

    Pai: Rural Willys
    Eu: Puma GTS

  6. Rafael Vieira disse:

    Minha mãe sonhava com um Escort XR3 vermelho. Eu havia prometido um a ela, mas o carro saiu de linha e não tive competência para tal. Hoje ela nem pode dirigir mais por conta de um AVC, mas lembrei dela nesse momento. Foi legal.

  7. Josue Solino disse:

    Que minha filha me dê a alegria de me dar uma BMW 325 1994, um carro que sonhei e que não seria nada mal ter como colecionador daqui a 30 anos.

  8. Fernando Parlangeli disse:

    Meu pai gostaria de ganhar uma BelAir 57 conversível com o estepe na traseira (vermelha e branca).
    Minha Mãe gostaria de um Chevette 83 azul escuro metálico que foi roubado dela em 1993, com apenas 15.000km e nunca mais achou.
    Eu gostaria de ganhar um Mustang Fastback GT500 67.

  9. Meu carro seria uma Pampa GL 1.6, motor CHT, 4×4 na cor branco. Câmbio de 4 marchas reduzido justamente por causa da tração. Meu vô teve uma e foi o xodó dele, inclusive o meu também. Desfrutei dela bastante. Cuidava como se fosse minha. Há 1 ano vendemos para um Juiz de Direito que tem um sítiozinho em Atibaia/SP. Doeu o coração. Um dia espero encontrá-la novamente…

    Abração Flávio.

  10. Alex Santos disse:

    Meu pai não tanta paixão por determinado carro, mas ele adoraria ter de volta o Corcel I, que teve que vender a um colecionador devido a dívidas, foi nosso primeiro carro.

    Eu ainda quero restaurar o meu primeiro carro, um Gol Bolinha 97! Ainda comprarei ele de volta. E um carro que sonho ter para usar é uma Discovery 3.

    Minha mãe não tem tanto sonho com carro, mas minha sogra adora Jeeps, um dia tenho que dar o prazer de um passeio com ela… hehe

  11. Jorge Diehl disse:

    Eu queria “só” uma Simca Jangada…

  12. Bill disse:

    Brasília 76 vermelho cereja

  13. Filipe disse:

    O meu pai sempre me disse que gostaria de ter uma pick up cabine dupla pra poder pegar a estrada e olhar todos do ‘alto’… Quando for velhinho ficarei emocionado se meus filhos me derem um Karman Guia… Abraços

  14. Bruno disse:

    Meus pais não gostam de um modelo específico. Mas se eu fosse pai queria ganhar um Chevette 1978.

  15. Rafael Ribeiro disse:

    Sensacional, não só a história, mas o modelo também, de extremo bom gosto (pelo menos para mim).

    Minha mãe gostava, lá pelo início dos anos 80, do Alfa Romeo Ti. Novo era caríssimo, usado geralmente mal tratado, por isso, nunca o teve. Quando finalmente teve condições financeiras para tal, o mesmo já estava fora de linha…

  16. Marcio Rezende disse:

    Linda homenagem, carinho, amor e respeito do filho. A história e a emoção da mãe é realmente e literalmente de fazer chorar!
    Quem me dera sair para fora de casa com meus filhos e ter um Maverick V8 preto me esperando…

  17. Mário Benoni disse:

    Meu pai teve um Anglia, depois um Prefect e na sequencia um Ford Cupê 1946. Isso no final dos anos cinquenta e começo dos sessenta. Eu era pequeno mas guardo boas recordações desses carros. Já procurei o Ford Cupê para restaurar mas ele desapareceu no tempo. Meus irmãos mais novos estão restaurando o Ford de 1929 que foi do meu avô. Um original com “banco da sogra”.

  18. quando tinha 15 ou 16 anos eu invejava com todas as forcas do planeta um dodge charger RT que um colega de turma usava para ir e voltar ao colégio. o carro era do pai emprestado a ele, mas isso pouco importava. o safado tinha a minha idade e circulava naquele carrao e sem carteira! por causa dele pegou a mais gatinha da oitava série, uma loirinha de nome laura de parar trânsito. depois ele virou um chegado e sumiu no mundo.

    coisa de dois anos atrás nos encontramos no mercado central em bh. perguntei a ele o que tinha feito com o dodge: “vendi e me arrenpendo amargamente até hoje”. uma anta de rodinhas.

  19. Leandro disse:

    Não lembro do sonho dos meu pais. O da minha finada vó era um fusca. O meu é um Opel calibra da GM. Carrego comigo esse sonho desde a adolescência.

  20. Ricardo Linares disse:

    Encheu até meu olho de lágrima. Eu gostaria de ter a Catarina de volta, uma Kombi amarela linda, com as rodas e calotas brancas, que meu pai tinha e eu quando criança morria de vergonha de andar. Hoje se a tivesse de volta….

  21. Jacob Lindener disse:

    Pai: Karmann Ghia (conseguiu comprar um ano passado).
    Mãe: nunca ligou muito pra carro.
    O carro que eu gostaria de ganhar dos meus filhos? Uma Ferrari F-40…

  22. r.castro disse:

    SIMCA 8 , 1952 – meu primeiro carro

  23. Vicente disse:

    Emocionante.
    Gostaria de ter a mesma emoção deste rapaz ao presentear a mãe dele com o Saab.
    Infelizmente o Oldsmobile que pertenceu a meus pais está praticamente irrecuperável e minha mãe, idosa e muito doente.
    A história do carro pode ser lida no link abaixo:

    http://flaviogomes.warmup.com.br/2006/10/album-sobre-rodas-de-familia-7/

  24. Rafael Mafra disse:

    Meu pai sempre me falava quando eu era criança que gostaria de ter uma F1000 cabine dupla ou um Jeep. A mãe o Uno.

    Eu gostaria de ganhar dos filhotes um passat Iraquiano devido a lembranças da minha infância no que era do meu tio, ou qualquer Santana ou quantum de preferência quadrado que é minha paixão desde criança.

  25. deivid disse:

    Emocionante mesmo!

    Citroen, boca de sapo!

  26. Rodrigo Abreu disse:

    Meu velho sonhava em ter um Passat Iraquiano, por anos, teve vários, 76, 79, um TS 82, até que em março de 1995, uma sexta feira, final de tarde, ele chega na frente de casa com um LSE vermelho com rodas avus, do Pointer, parecendo uma criança… Antes de colocar na garagem, me alcançou a chave: “vai dar uma volta”, Lá fui eu com 15 anos, sensação inigualável…

    Se meus filhos não venderem a preço de banana meu LS 80 verde pampa tá ótimo…

  27. ed diogo disse:

    eu queria meu AUDI 100 que vendi por $500 dolares e nunca recebi

  28. Filipe Augustus disse:

    O carro que eu sempre quis, da cor e do ano que eu queria, eu já tenho =D

  29. Paulo Cesar disse:

    Sonho com Mercedes Classe A Elegance….merda do bolso não deixa!$$$$$$$$$$$$$$$$

  30. Kuka Lienert disse:

    Minha mãe era louca pelo Monza. Ela falava que tinha painel de avião!! Eu me encantaria com um Ford Maverick, V8, 4 portas com cambio automático na barra da direção. E o mais importante a cor deve ser abobora/laranja.

  31. Lucas Carioli disse:

    Meu pai nunca teve “O carro” preferido, mas sempre teve bom gosto. Belina, Corcel LDO, Passat TS, Monza… o meu sonho de criança era um Kadett GS branco. Meu pai realizou meu sonho em 2007.

  32. José disse:

    Na década de 80 meu pai comprou uma Veraneio à gasolina que era da polícia, azul escuro. Queria trocar o motor por um diesel, mas aconselhado por um parente que trabalhava numa oficina autorizada de caminhões da Mercedes, acabou desistindo da idéia. Ficou pouco tempo com ela e vendeu, mas até hoje é apaixonado por Veraneios. Dizia que a Veraneio bebia tanto que “não podia ver mulher de vermelho que já ia parando, achando que era bomba de gasolina”.

    Algum tempo depois fez um consórcio de uma D-20. Após 6 anos pagando o carro o consórcio faliu (Garavelo) e após muita pressão e ajuda do Procon conseguiu receber o carro. Até hoje ele conta que um certo dia ligaram pra ele que “conseguiriam o carro dele, mas não o modelo que ele havia feito o consórcio (que era do modelo mais simples, cor branca) e a cor seria diferente”. Ele respondeu que poderiam mandar sem pintar que ele mesmo pintava em casa. Sei que ele receberia um modelo melhor do que o que havia comprado na cor verde escuro. Tudo acertado, a previsão de chegada do carro seria dia “tal”, mas estava passando do prazo de entrega e ele já estava preocupado. Um dia à noite um amigo dele, que tinha um posto de combustível perto da nossa casa, liga para ele dizendo que havia um caminhão cegonha com uma camionete para entregar para ele, e que o motorista parou ali pra pedir informação de endereço. Por coincidência o dono do posto conhecia meu pai pelo nome completo e avisou. Lembro que fomos até o posto ver o carro ainda na cegonha e o motorista avisou que o atraso se deu porque a cegonha estava com problemas e teve que parar algumas vezes durante a viagem. Isso era o ano de 1993 e nem se sabia o que era celular. No dia seguinte meu pai recebeu o carro e deixou na garagem até resolver todos os trâmites. Eu tinha 12 anos na época e tinha prova de história (impressionante como certos fatos acabam gravados nos mínimos detalhes na nossa memória), estudava no período vespertino e passei a manhã estudando pra prova dentro da D-20. Claro que estudei muito mais o manual dela do que o livro da escola.

    Assim que recebeu o carro, meu pai levou para a cidade de São Marcos no RS para fazer cabine dupla na ARB (Auto Renovadora Boff). Lembro até do nome do modelo da cabine, “Galáxia”. Quem é aqui do sul (sou de Florianópolis, mas por aqui também eram comuns esse tipo de cabine) lembra bem dessa cabine. Quando ficou pronta, ele e eu pegamos um ônibus e fomos até lá buscar o carro. Chegamos por volta das 4:30 da manhã de um dia chuvoso e frio demais. Esperamos a empresa abrir embaixo de uma marquise de loja às 7:00 e só depois soubemos que poderíamos ter confirmado o dia, pois o dono da empresa também era dono de um posto de combustível na entrada da cidade e de um hotel anexo ao posto e que teríamos um quarto reservado.

    O carro era o xodó de todos em casa e infelizmente em fevereiro de 1999 meus pais foram ao supermercado e quando voltaram ao estacionamento ela havia sido roubada. Nunca mais tivemos notícia.

    Até hoje quando meu pai vê uma D-20 à venda seus olhos brilham. Mas nunca mais vai ver a “Clorofila” como era carinhosamente chamada pela sua cor verde sui-generis ou de “Choca”, pois com seu tamanho e seu motor sem turbo era uma pata choca pra subir morros.

    Bah, contar essa história deu saudade da “Clorô”. Passados todos esses anos ainda lembro de cada detalhe dela, desde a cor, aros, motor, cabine, estofados do banco (iguais aos do Monza 1991), painel… tudo. Até da trava do vidro de trás, onde varias vezes bati a cabeça. Foi com ela que meu pai me ensinou a dirigir e até escrever isso tudo, nunca tinha parado pra pensar em quantos detalhes eu lembro, mesmo 15, 20 anos depois.

    • Gus disse:

      Bacana, as picapes “cabinadas” dos anos oitenta e noventa mereceriam uma matéria só pra elas.

      Meu pai sempre teve Opalas, acho que herdei o gosto pelo carro através dele…

      P.s (essa mulher é mais entusiasta que muito marmanjo, espetacular a alegria dela)

    • Christian - Do Niva disse:

      José, a Veraneio é realmente um carro marcante, eu estou a caça de uma 1979 para substituir uma que tive também 1979, pode estar ruim de tudo, menos a lata.

      Quero refazê-la numa receita simples, azul Senado, um Chevy 350, um AT na coluna, um par de bancos inteiriços forrados com o tecido azul do Gol GTI, um AC para dar um pouco de conforto, um jogo de rodas Cragar D-Window cinza com BF AT e os parachoques cromados… Nada demais.

      É com certeza um dos melhores carros já feitos no Brasil, apesar de todas as suas limitações.

      É de fato a única SUV que me enche os olhos, pode ver com Cayenne, Q7, ML, nada disso tem a personalidade de uma Veraneio tem.

  33. Marcps Alvarenga disse:

    Eu tenho uma doença mental séria que me faz querer ter um FIAT Tipo Sedicivalvole. Qualquer dia cometo essa loucura.

    É uma doença rara e incomum, mas conheço outra pessoa que sofre do mesmo mal:
    http://flaviogomes.warmup.com.br/2006/12/carros-que-eu-gosto-fiat-tipo/

  34. Ed disse:

    Tu fica postando essas coisas …eu me acabo aqui de chorar. que merda

    • André – BH disse:

      Tb não aguentei.

      Queria poder dar a minha mãe o fusquinha que ela comprou ainda solteira, 78, 1300 L (e meu pai mexeu nele todo!). Ou o Gol bolinha 94 que ela depois vendeu pra gente poder mudar pra um apartamento maior.

      Ai, que saudade dela, que ficou em BH.

  35. Rui Pastor disse:

    Sensacional Uma alegria contagiante e emocionante. Nota 10!!!

  36. Fernando Carvalho disse:

    Mãe=> .MBenz(qualquer um)
    Pai=> Citroen (teve vários 11 legere e o DS 19 )

  37. Alex disse:

    Basta reformar o triciclo Harley Davidsom 1943, que esta a 30 anos na minha garagem

  38. Cesar Simões disse:

    Aposto que ela não trocaria pelo Audi que está estacionado à frente. Nem eu. (editado para corrigir o erro de digitação do comentário anterior em que o a está com acento agudo. Alguém dirá que para não trocar um carro velho por um Audi novo tem que ser anarfa mesmo)

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