AH, PASSAT… | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014 - 18:27Encontros

AH, PASSAT…

SÃO PAULO (vai dar certo) - Como se vê nesta linda galeria de fotos do UOL, foi um sucesso o encontro de Passat em Caxambu no fim de semana. Por afinidade, como se diz, escolhi um Surf para ilustrar. No próximo, não faltarei! E nosso André Passatowski está convocado para mandar um relato detalhado da festa.

surfecaxambu

24 comentários

  1. eleonor disse:

    Olá!
    Gostaria de saber quando haverá outro Encontro de Passat em Caxambu.
    Aguardo resposta pelo email. Grata, Eleonor.

  2. Rodrigo Prado disse:

    Foi meu primeiro carro… muitas saudades do meu 82!!! Vivemos durante 7 anos, maravilhosos momentos!!!

  3. Edson Luis de Paula disse:

    Flávio, seu Passat Surf é maravilhoso e o chaveiro dele também!

  4. Edson Luis de Paula disse:

    Flávio, seu Passat Surf é maravilhoso e o chaveiro dele também é!

  5. Marcelo #49 disse:

    Aqui em São José/SC perto da minha empresa tem um TS 81 placa preta..fica sob um telhado num terreno vazio, mas trancado… Era de um Sr que vendia extintores no Detran e veio a falecer. Mas ainda é da familia mas ta bem empoeirado.

  6. Ricardo Bigliazzi disse:

    Grande carro, meu Pai teve dois. Se tornou uma carro icônico, marco da industria automobilística nacional. Podemos dizer que a Volks no Brasil é dividida em dois períodos: “AP” e “DP”.

  7. alan disse:

    FG, voce ja viu o programa JÓIAS SOBRE RODAS (não lenmbro o nome original).. (independentemente do canal), é um programa muito jóia mesmo, uma dupla de ingleses, um compra e depois revende automóveis que marcaram época, e outro restaura da maneira mais autêntica possível, com muito respeuito aos donos e aos carros!, muito legal esse programa mesmo, uma jóia da tv e nos alerta como os vendedores e mecânicos brasileiros de maneira geral são uns picaretas e salafrários!!!!!

  8. Alex Santos disse:

    Aquele Pointer no fim, eu acho lindo demais!

  9. laerte aguiar disse:

    Estive lá no sábado, fantástico, carros belíssimos e muito bem conservados. Além dos Passat, vários outros antigos de várias marcas (fuscas, opalas, mavericks, corvete, MG, MP lafer, corceis, escort, buick, etc), senti falta de nenhum representante DKW. Fui de Cabo Frio com meu escort XR3 2.0I conversível 1993, porem não participei, embora tinha um exemplar preto lindo. Caxambu é um local maravilhoso. Quando os fumacentos irão voltar, estive no primeiro em 2003 e em outros que foram realizados na região (hotel serraverde). Parabens pela realização, informe sempre quando acontecer. Grande abraço a todos.

  10. Eugenio Chiti disse:

    O General Figueiredo apagava as luzes do governo militar em 1984. Eu, 19 anos, cabelos maiores e barriga menor. O Passat era do meu pai, série especial Plus fabricada em cor única, um azul claro metálico, que vinha com opcionais a custo melhor. Calotas lisas, vidros verdes, parachoques pintados de azul, como o estofado xadrez que pinicava. Ar quente. Em janeiro? Pra quê ar quente? Ainda mais que o destino era o Rio, “A” cidade brasileira. O Plus devia ter mil km quando paramos, meu amigo e eu, no posto perto de casa. É bom ser jovem e poder por o pé na estrada sem destino e sem hora pra voltar.

    Enche o tanque, por favor. Sim, é álcool. Com dinheiro contado, essas extravagâncias eram pagas com cheque. Cartão? Tá brincando? Celular? Um punhado de fichas telefônicas e mais umas de inox, para o DDD e que eu guardava naqueles tubinhos plásticos de filme Kodak. GPS? O mapa do Guia 4 Rodas. iPod? Duas fitas que eu gravei escondido do meu irmão, usando seus discos e seu equipamento: Smiths, Cure, Echo, Simple Minds. Everything, Legião, Lloyd Cole,… Tem até uma música do Lloyd Cole chamada 2CV. O som era bom naqueles tempos. Pé na estrada, ops, na marginal Pinheiros. 1a, 2a, 3a, 4a. O Plus só tinha 4 marchas, a VW teimava nisso. Inventaram até um câmbio “3+E”. Cebolão, Tietê e Trabalhadores. A Ayrton Senna tinha esse nome. “Foi o Maluf que fez”, ele dizia sempre.

    Tudo beleza, até que em Taubaté, o azul começa a ratear, e feio. Carburador, falei. Lembrei da minha caixa de ferramentas, em casa: “pra que isso se o carro é zero”? Pois é. Com uma força danada, consegui levar o Plus numa oficina-boqueta. O sujeito tira uma chave de fenda toda desgraçada e começa a abrir o carburador. ,estragando os parafusos zerinho e brilhantes! Não se faz uma coisa dessas! Mil km, tinha o carro! A cena marcou: toda vez que se fala em Passat me lembro dessa maledetta chave de fenda e dos parafusos sendo destruídos por ela. Me sinto culpado até hoje! O cara abre a tampa e fala: olha moço, eu não sei consertar isso não. Deve ter sido um bigatinho do álcool que entupiu um giglê. Foi o que ele disse: giglê… Tampa isso, então, por favor. Saio de lá e apó s um tempinho soluçando, o carro volta ao normal. Beleza, vam’bora. É bom ser jovem, sem medo do carro parar de novo.

    A Dutra é linda, cheia de paisagens e os Mercedões, FNMs e Scania laranjas. Na época, era andar a 80. O Rio é um espetáculo, mas a placa amarela de São Paulo arrancava uns olhares ameaçadores — e umas fechadas também. Sem problemas. No dia seguinte, vamos pra Petrópolis, Itaipava? Beleza. Mais um tanque cheio e um checão no posto. O tempo não estava bom, chovia às vezes, e íamos devagarzinho, apreciando a serra. O Plus tinha um bom motor a álcool, acho que era 1.6, que andava muito, tinha torque e carburação dupla. Contagiros. Lembro do botão do afogador com aquela luz laranja no meio. Atrás de mim, outro Passat, lindo, novo e vermelho. Brilhava tanto que nem parecia que o dia estava cinza. Um respeitável senhor de meia idade ao volante, apressadinho, piscando farol. Hoje, ligam a seta. Detesto essa moda, importada da Itália. Eles nem usam mais isso por lá. O vermelhão queria me passar, mas como, se estou passando o cegonha cheio de carros? Quando me passou, o tal respeitável senhor pos a mão pra fora e fez um “o” com os dedos. Era assim que alguém mandava outro para aquele lugar, antes de nos americanizarmos e usarmos o dedo médio. Detesto essa moda, mas eles ainda usam por lá. Cinco min depois, nos cruzamos novamente. Eu, tranquilo. Ele, com a lateral toda amassada: bateu no paredão de pedras. vapor saindo do motor, roda torta. O sujeito olhando o estrago. Meu amigo gira rápido a manivela e abaixa o vidro (elétrico, nem Landau tinha) e solta uma gargalhada daquelas. É bom ser jovem e poder fazer essas coisas.

    No dia seguinte, vamos pra Barra? A Barra ainda era “pequena” e vazia, em 1984. Acho que aquela torre abandonada já estava abandonada nessa época. Praia brava, gente bacana. As pessoas tinham corpo normal, nem gordas, nem malhadas. Bonitas. Aquela menina de bikini preto… O sotaque paulista ajuda a quebrar o gelo, e a mistura com a fala carioca dá um bom samba. É bom ser jovem… No outro dia, vam’bora? Rio-santos, claro! Choveu tanto que houve deslizamento em Angra. O mar, sempre esmeralda, estava marrom. Tristeza, mas só depois ficamos sabendo da grande tragédia que foi. Paraty, melhor. Almoço é caldeirada de peixe no centro histórico. Perto de Ubatuba, tudo pára. Caiu uma barreira. Na frente da gente, um Ford Falcon, argentino. Conversa boa, mas eu estava é de olho na filha loirinha. Choveu muito, mas a estrada abre . O vidro embaça. Agora agradeço o ar quente. O desembaçador traseiro tinha aquele botão com uma luz dentro. A noite começa a cair e os 4 faróis de iodo (eram Rossi , Arteb ou Cibié? acho que Rossi) iluminam bem. O truque era puxar e soltar a alavanca, pra depois puxar novamente e segurar. Pronto: os 4 faróis se acendiam com todas as lampadas e de repente a noite virava dia. Enfim, chegamos em casa. O Plus foi um grande companheiro, e eu nem gostava muito dele na época… Bom, Nada demais nessa história, boba até. Só mais uma entre tantas, dentre tantos que tiveram ou tem Passat. Nem sei porque escrevi isso, só fui lembrando. E tudo por causa daquela chave de fenda! Mas essa foi uma das minhas boas histórias no quarentão Passat.

    • Mauro Umorado disse:

      Boa! Conte-nos mais!
      Mecânico estragando as coisas novinhas em folha? Ah… quantas cenas, e quase todas em concessionários das marcas. E quando é em moto, que o estrago não fica escondido debaixo do capô?
      Olha, bom é quando o que quebra é logo visto de cara, pois quanto mais verificam componentes para achar o problema, mais estragam. Isto se tiver a sorte de quando montarem de volta, ser da forma correta, como acharam, e isto mesmo em uma simples substituição de componente.
      E tal como os garçons usam um só abridor para todas as garrafas, assim também fazem com as nossas preciosidades mecânicas. Para a maioria, estando funcionando, e conseguindo fechar de volta (o próximo que tiver que abrir que se vire), é o que vale. Se fossem crianças, são daquelas que montam um quebra-cabeças duas vezes e depois ele não serve mais para outro, pois a maioria das peças estão estragadas e até mesmo faltam algumas. Comportamento bem primitivo…

  11. Eugenio Chiti disse:

    Quarentinha, putz… Toda vez que se fala em Passat lembro do Plus do meu pai. Novinho, viajei com ele. Deu um pau no carburador e tive de parar em Taubaté pra arrumar. O mecânico, com uma chave de fenda ordinária, estragando os parafusos zero do carburador… Que dor no coração! Sempre que se fala em Passat, lembro desses parafusos…

  12. Gus disse:

    Lindo carro; para mim, o melhor representante dessa cepa é o último Pointer GTS. Um carro rápido, veloz…os bancos Recaro de ombros bem pronunciados pareciam diferentes dos assentos dos parentes Gol GTS e GTI; sei lá, a sensação era diferente; parecia que se sentava mais baixo no Passat, algo mais orgânico e agressivo. E – quase invariavelmente – o Passat era mais competente que o Gol GTS; em arrancadas, na manutenção do passo de curva…foi um dos ícones automotivos do Brasil. Por muito tempo, o parâmetro de desempenho dos nacionais rezava assim: “Anda mais que um TS?”…

  13. alan disse:

    Passat, um dos melhores e mais belos carros produzidos no Brasil e no mundo, obviamente dentro da sua época, especialmente o GTS !!! Em Palotina – Pr tinha um fazendeiro que nunca trocou o seu GTS nem por monza/omega/santana

  14. ze otavio disse:

    Flavio, carro alemao, como dito acima, descendente direto do Audi 60, que era um DKW, e se pensar em colocar um na pista em 2015, ja que voce andou pensando em substituir a belezinha atual ? Forte Abraco.

  15. Rafael Mafra disse:

    Carro lindo demais. Se eu ganhace duzentos mil reais por mês, acho que eu teria um carro moderno, mas primeiro eu teria um Passat e um Santana. Qual? lse 86 e sport 90. Mas qualquer modelo e ano de Passat e Santana é lindo e carrão.

  16. Roberto Fróes disse:

    Levando em consideração sua época, foi o melhor carro já fabricado no Brasil. Tive 5!
    Também pudera, descendente direto do Audi 60, que era um DKW.
    Saudades de meu Pointer 88…

  17. Grande Flavio, a festa foi marcante! Faltou você por lá, mas está perdoado… O simpático repórter da UOL conversou comigo no sábado, apresentei algumas pessoas ali na hora pra ele fazer a matéria e este álbum de fotos ficou ótimo. Ao todo tivemos 53 Passat participando (eram pouco mais de 60 inscritos, mas alguns acabaram não podendo ir, mas outros chegaram e fizeram a inscrição na hora).

    Sem esquecer do evento de antigos do AGMH que aconteceu simultaneamente (se não fosse por eles, não teríamos este evento de Passat) e trouxe também exemplares magníficos. Quem foi pra participar de um evento, levou outro de brinde. Os donos de Passat adoraram ver os outros modelos, enquanto os donos dos outros antigos comentaram do alto nível dos Passat no evento. Fiquei sinceramente emocionado (e feliz demais) ao ouvir alguns elogios de donos de outros carros que vieram falar comigo durante e ao final do evento. E o local do encontro, velho conhecido seu, agradou em cheio os que ainda não conheciam. Em resumo, foi um final de semana fantástico. Prometo que em alguns dias sai a cobertura completa na Home-Page do Passat e é claro que eu avisarei. Acredito que até amanhã o portal Maxicar (que recebeu um troféu de homenagem nosso durante o evento) publique a cobertura dupla dos eventos.

    Meu ex-LSE estava lá, lindo e brilhante pra me fazer encher os olhos quando sentei no banco do motorista um pouco. E meu LS Verde Pampa foi e voltou tranquilo, pelo caminho mais longo (fui pela BR-040, passando por Juiz de Fora), com cerca de 800km no total. Só precisou tirar o giclê da lenta (sempre ele) pra assoprar antes de começar a viagem de volta.

    Ah, enquanto a cobertura da Home-Page do Passat não sai, vou soltando aos pouquinhos algumas imagens e palavras no blog: http://blog.hpdopassat.com.br/ (quem quiser conferir, é só acessar e curtir).

    • Conde disse:

      Caro André , Realmente estava tudo muito bonito e organizado . Dei uma passado no sábado mas infelizmente não consegui lhe encontrar para lhe dar os parabéns . Tive 2 Passat ( Sport e TS ) e meu pai comprou um LS marron logo no lançamento , então e matei a saudade . Um abraço

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