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sábado, 13 de setembro de 2014 - 20:11Automobilismo internacional

DEU MEDO


MONTE VERDE (sim, eu vi) – A capotagem de Nick Heidfeld na abertura da Fórmula E em Pequim foi apavorante. Felizmente ninguém se machucou. Na última volta da corrida, o alemão tentou passar Nicolas Prost, que por acaso corre com ele na Rebellion no WEC. Levou uma fechada de porta, as rodas se tocaram, Heidfeld perdeu o controle, decolou nas zebras e catapof.

nicolasdesculpaProst pediu desculpas ao amigo. Mil desculpas. Pelo Twitter, só faltou cometer harakiri. Era quase para isso. O risco de matar seu parceiro foi enorme. Ele sabe disso. Nicolas não viu Heidfeld, óbvio. E não ouviu. Aí que está o negócio. Os pilotos da E terão de aprender isso, também. A guiar sem escutar o carro do adversário.

Lucas di Grassi era o terceiro colocado e acabou vencendo. É histórico, claro. E Lucas merecia, por sua dedicação à nova série. Fiquei feliz por ele. O relato da prova está aqui. Alguns problemas técnicos tiraram Bruno Senna e Jarno Trulli da contenda logo no início. O brasileiro arrebentou a suspensão numa zebra. Faz parte. É tudo muito novo. Nelsinho Piquet terminou em nono. A corrida em si até que foi legal. Mas não gostei da pista. Sei lá. Larga demais, ondulada, pouco criativa. Esse será um desafio dos organizadores. Fazer traçados de rua interessantes.

Também achei que tinha pouca gente vendo. Mas é Pequim, uma cidade esquisita. Nada de diagnósticos definitivos. Não ainda.

E os carros? Bem, não são muito velozes. Mas a sensação de velocidade, dependendo da câmera, é OK. E o ruído é esquisito, futurista, intrigante. Não sei direito ainda se gosto, ou não. Os pneus cantando me deixaram meio agoniado. Parecia que iam bater em todas as curvas. Claro que, como todos aqui e lá, sou formado na escola do barulho, dos cheiros e da fumaça. Nada se compara, por exemplo, ao ronco de um V10 da F-1 de tempos recentes, ou ao odor ácido de gasolina de avião da mesma F-1 de tempos um pouco menos recentes, mas que peguei. Ou ainda à fumacinha de um dois tempos com óleo de rícino no tanque (pesquisem, tenho de acender a lareira).

Só que, como diz meu amigo Crispim, é assim. E pronto. Uma coisa não vai substituir a outra. Ainda. Mas pode ser que num futuro que não sei quando será os carros sejam todos elétricos. Ou movidos a nitrogênio líquido, ou a energia eólica gerada por borboletas e mariposas criadas em cativeiro. Quando isso acontecer, não haverá mais barulho, nem cheiro de gasolina, nem fumaça de nenhuma espécie. Também não haverá mais eu, portanto não me importo.

116 comentários

  1. Creio que a expressão: “Tal pai, tal filho!” funcionou para o Prost Jr. A família Prost fez valer o sobrenome. Que feio!!!. A melhor parte da corrida foi a final! F-e me faz lembrar a disciplina “Gestão para Sustentabilidade”! Nada contra a disciplina, mas o desempenho de um carro a combustão é “bem melhor”. Mas viva a mobilidade urbana! Quem sabe a próxima, se eu animar de assistir.

  2. ALEX B. disse:

    Lento e chato. Assisti tudo, treinos e etc. Tem de evoluir em tudo, senão, a audiência ( in loco e na mídia) se esvai. Vou dar mais uma chance…a ver! Quanto ao Prost, sujo como o papi!

  3. Eddie disse:

    Simplesmente ridiculo, correr a 220 km/h, qualquer piloto de ponta nunca se passaria por isso. É o grid dos esquecidos da F1. Acho que o kimmi vomitaria pilotanto um bom dessas kkkkkkkkk !!!!

  4. Vitor disse:

    Em minha opinião foi falta de segurança do circuito. Basta ver as poucas áreas de escape e guard-rails bem próximos.

  5. Saulo Caram disse:

    O Prost viu o Heidfeld sim. Ele olhou no retrovisor umas duas ou três vezes. A fechada foi proposital.

  6. CARLOS PIMENTA disse:

    Foi numa dessas fechadas que o Icixx matou o Bellof.

  7. marcos disse:

    Mas mesmo nos F1 dá pra ouvir alguma coisa dos outros carros?! com o motor ali atras, mais capacete mais fone isolante p ouvir o rádio etc etc.. duvido que os pilotos ouçam qq som de qq outro carro..

  8. Não pude acompanhar ao vivo, mas ouvi o relato do meu irmão, li o GP e vi o vídeo. Achei muito bacana.

    Amigos meus vieram comentar sobre, fiquei positivamente surpreso e acho que essa FE vai “pegar” .

    Ela tem uma cara de F1, pilotos renomados e a novidade dos motores. Acaba sendo uma alternativa. E das mais legais.

  9. Fabiano disse:

    Gostei muito da categoria, só achei meio bem lento, parecia F-Ford.

    E o que mais gostei pra ser bem honesto, foi o fato da transmissão não ser da Globo, isso foi fundamental, quem assistiu é porque gosta de automobilismo e não de “brasileirismo”, dá pra ter uma cobertura técnica, imparcial e não tem que ficar explicando o que é “macarrãozinho”, tipo de viseira, o que é um kers da vida…

    E pra quem sente falta do barulho, manda colocar um baralho na roda, igual fazíamos com as nossas bicicletas !!!

  10. John Player disse:

    O acidente foi normal, de corrida.

    O errado que eu vi é aquela “zebra” que funcionou como uma rampa de lançamento.

    Se a zebra fosse mais baixa ou melhor colocada, o carro deslizaria de lado até encostar no muro.

  11. Brabham-5 disse:

    Haveria a possibilidade do Nico PROST confundir o carro de Heidfeld com o carro de Bruno SENNA?
    Só perguntando.
    (E brincando)

  12. Luis Vieira disse:

    Flavio, discordo quando a batida ser acidental e que o Prost na viu (ou ouviu) o Nick. No video claramente dá pra ver Prost olhadando varias vezes no retrovisor quando Nick já estava no vacuo dele, olhou tanto para direita como esquerda. O organizadores deviam dar um “gancho” exemplar no frances.

  13. alexandre disse:

    filho de peixe, peixinho é. simples assim.

  14. Alexandre disse:

    Um registro precisa ser feito. A GLOBO não merece consideração. Um brasileiro ganha em uma categoria mundial nova e não vi nos sites deles NENHUMA menção.

    Sempre foi assim, até mesmo com a INDY.

    É muita ignorância desses diretores da Globo achar que somos idiotas, como se o que não passasse na Globo não existisse.

    Até o Fábio Seixas não colocou nada em seu Blog até agora. É brincadeira.

  15. Issac Nemach disse:

    Valeu em muito pela curiosidade de ver pela primeira vez carros elétricos de competição. Ainda esta no começo, tem muito caminho para andar.

    Espero um dia poder ver um carro de desse num autódromo “de verdade”, mesmo sendo a velocidade não ser tão alta assim.

    Minha sugestão é que tenhamos modelos híbridos. Por exemplo, banir de vez o reabastecimento, mas manter um reservatório para, por exemplo, metade de uma corrida. O restante teria que ser no motor elétrico. Ae seria mais uma variável, o uso do motor elétrico. Se o seu motor elétrico é eficiente, o carro poderia ter menos combustível e com isso o peso seria menor.

  16. Christian disse:

    A fechada proposital, foi cristalinamente óbvia, não há o que se dizer em contrário, mostra destempero e despreparo de Prost. Se notarem, verão que a curva estava muito a frente e sua tangência se faz da direita para a esquerda, tocando a zebra.
    Prost, agiu de má fé.

  17. Cassio Andrade disse:

    Também gostei bastante da categoria e da corrida. E não concordo com os questionamentos sobre a falta de ruído dos carros. É corrida de carro elétrico, porra! Quem não gostar não acompanhe esta nova categoria e nova fase do Automobilismo.

    Quanto ao acidente: na onboard do Prost dá para ver que ele olha várias vezes pelo retrovisor direito. Será que realmente não se tocou que o Heidfeld tinha colocado pela esquerda?

  18. Guilherme Abreu disse:

    Essa “desculpa” de que não ouviu é furada… os Audi, Porsche e Toyota da LeMans Series não fazem quase nenhum barulho e, nem por isso, acontecem fechadas escrotas como essa que o Prost filho deu no Heidfeld.

  19. marco disse:

    A corrida é estranha sem barulho mas a fechada me lembrou a do pai em 89 só foi do outro lado Tal pai Tal filho

  20. Ulisses disse:

    Talvez por estar com meu nível de expectativa lá em baixo, acabei achando até bacaninha! Vácuos, disputas interessantes, ótimos pilotos, sonzinho de autorama …. tece até acidente espetacular (que quase matou o piloto!) mas, como Flávio também achou, são ainda um pouco lentos, questão de tempo para começarem a “voar”! Sem dúvida que o futuro já começou, não sei se vai ser assim, literalmente, mas será algo muito próximo disso.
    Mas, uma coisa os “verdes” (eco chatos xiitas) parecem ainda não ter percebido nessa história de carros elétricos silenciosos e não poluentes, eles consomem (muita) água de nossos reservatórios, que não andam lá muito cheios.
    Todos sabem que eletricidade consome água, quanto mais gastamos energia elétrica, mais as turbinas das hidrelétricas precisam girar, portanto, mais água terá que ser liberada para essa “rotação”! pesada. Muita água, o cano é bem grosso!
    Nosso parque hidrelétrico não tem suportado nem a nossa demanda atual industrial e doméstica, imaginem quando carrinhos elétricos com baterias de pouca duração (repletas de líquidos altamente tóxicos e poluidores!) começarem a circular pelas nossas ruas e estradas!
    Novas hidrelétricas precisarão ser construídas, florestas inteiras com macaquinhos gracinhas e demais bichinhos bonitinhos, árvores cheias de flores com ninhos de pássaros coloridos com filhotinhos terão seus habitats invadidos pelos lagos dessas novas hidrelétricas.
    É isso ou usinas termoelétricas poluidoras, consumindo óleo, encarecendo muito o custo final do kilowat, temos também as usinas atômicas (Deus me livre!), termoelétricas a gás (podemos comprar mais gás da Bolívia!) etc etc.
    Portanto, melhor elaborarmos um planejamento para construção de novas hidrelétricas desde já, porque assistiremos muitos chiliques e negociações “paralelas” para aprovação de projetos e obras desse tipo de infraestrutura, que sempre causam grandes impactos ambientais, caso contrário, os eco chatos não conseguirão mais recarregar seus ifones na tomada, muito menos transitar com seus novos carros elétricos consumindo água e com suas baterias cheias de líquidos poluidores.
    Carros elétricos poluem menos? Sim, muito menos! Silenciosos? Muito! Mas não são assim, tão limpinhos!
    Carro limpinho, mas limpinho mesmo, só o dos Flinstones!

    • Marco Antonio disse:

      Caro Ulisses

      Lógico que temos que respeitar a opinião dos outros, mas gostaria de lembra-lo que nossa matriz energética não é só hídrica, nem termoelétrica poluente. Acho que por esquecimento voce deixou de citar a energia eólica e energia solar, ambos recursos naturais e, a princípio, infinitos e com tecnologia cada vez mais barata para aproveitar tais recursos.
      Hoje já é possível que consumidores residenciais/comerciais gerem energia localmente através da micro e mini geração de energia (solar e eolica), e poderá ser usada para abastecer os veiculos eletricos (VE).
      Um outro detalhe é que será feito uma gestão de abastecimento do VE respeitando os melhores horários para tal, em geral das 22h as 6h quando o sistema de energia é pouco utilizado, e há comunicação entre o carro e o carregador residencial para tal.
      A empresa que trabalho concluiu um estudo recente em conjunto com a USP e a FIA a respeito do impacto do veiculo eletrico na rede elétrica, cenários de penetração de mercado e de faturamento ao consumidor, analisando os aspectos acima mencionados e o cenário não é tão catastrofico como voce apresentou (artigo científico já disponível).
      Sua preocupação é legitima, mas os estudos cientficos apontam que há maneira de crescer sendo sustentável. Mais desafiador que suprir a energia dos VEs é suprir o consumo de uma população cada vez mais “on line”….já somos 7 bilhoes e crescendo…
      Abraços

      • Renan disse:

        Pode Crer !! Parabens pela resposta !

      • Ulisses disse:

        Caro Marco, obrigado pelo complemento. Sem dúvida de que é uma tecnologia bastante promissora! Carros movidos à energias limpas (sem muita graça para a maioria das pessoas nesse blog, incluso eu) são e serão inevitáveis. Pegando pela consciência, ainda bem!
        Agora, cá entre nós, gostamos mesmo é de um motor movido a combustão interna com sons em harmônicos reconhecidos por país, fabricantes, tipo de projeto, número de cilindros enfim, pura música para alguns, que são apaixonados por esses “engenhos”!
        Mas tudo passa e o mundo caminha para sistemas de transportes mais sustentáveis, menos poluidores, possivelmente menos desiguais também.
        Mas graças a Deus, até lá, eu terei morrido!
        Mas por fim, gostei da Fórmula E! Gostei também do seu comentário, me deixou um pouco mais tranquilo.

  21. sandro disse:

    1. Acho que o narrador da fox matou a pau quando disse que foi por barbeiragem do prost mesmo que ele bateu. Olhou 3x para o retrovisor da sua direita, quando o cara vinha pela esquerda. Não viu ninguem, foi fazer a curva achando que não tinha ninguem ali. Foi punido com a perda de 10 posições no próximo grid.
    2. Nunca vi um hino brasileiro tão curto, vergonhoso o que fizeram com nosso hino.
    3. Primeira corrida e advinha o que toca…..hino alemão

  22. Alex Santos disse:

    Uma pena não ter conseguido ver a prova, mas deve ter sido legal.

    Sobre o acidente, o Prost mesmo sem barulho poderia ter dado uma olhada no espelho né?? Foi beeeem inconsequente essa tomada brusca pra esquerda.

    E sobre os carros, só eu fiquei com a impressão de terem a suspensão meio frágil demais?? Não achei que foi uma pancada tão forte, para detonar as duas suspensões direita do Heidfeld.

  23. Doug_SP disse:

    Pow… eu achei o barulho legal, parece uma turbina; tipo aquela moto com turbina de helicóptero que os malucos americanos fabricam. Curti que tenha marchas, carros elétricos não costumam ter. Concordo que o traçado era horroroso, mas com o tempo devem aparecer outros melhores, assim como a transmissão da TV em que faltaram informações. Primeira corrida, tecnologia nova… acho que vinga. Quanto ao acidente acho que Prostinho tentou fechar sim, mas errou a mão. O acidente não foi intencional, a fechada sim.

    A proposito falando em acidente, alguém já pesquisou a palavra “acidente” no Google e clicou em “imagens”? É um show de horrores, carnificina pura, não recomendo para quem estomago fraco.

  24. jairo faria disse:

    Não gostei daqueles defletores na ponta da asa dianteira, “encorpa” muito a imagem do carro, por mim tirava mesmo que dê algum ganho,… um veículo elétrico a meu ver sugere uma “imagem” mais limpinha,…

  25. Ted de Gros disse:

    Só aconteceu por ser em circuito de rua.

  26. jairo faria disse:

    concordo com o amigo acima,.. essa equipe de narrador e comentarias foi muito fraquinha,… no desempenha da função,…pecaram por excesso,…. poderiam falar um pouco menos e fazerem intervenções de mais qualidade (não precisa inventar a roda,…. copiam quem já faz o mesmo e melhora uma coisinha ou outra,… adaptando pra realizado do evento,… (assim como a própria categoria eles podem e devem melhorar,.).

  27. jairo faria disse:

    Muito potencial tem essa categoria! Imagina isso com mais desenvolvimento! Quando os caras pegarem a mão do negócio e agilizarem o “pit” por exemplo,… quando puderem disponibilizar mais potencia (Kw) pra prova,….(a partir do próximo ano já vai ser possível sair desse modelo padronizado),… então as montadoras vão invadir a F-E (qual delas vai querer ficar de fora?). qual das montadoras (as grandes pelo menos) vai poder se dar ao luxo de não participar de algo tão potencialmente relevante para esse mercado? E ainda faturar em cima de vitórias,… Não vai demorar muito e daqui a pouco não se vai entender como ainda se corre com carro de propulsão a motor a ,… gasolina….eu acredito que o cenário do automobilismo vai mudar , e não vai demorar tanto assim. Imagina um carro eletrico , um formula chegando em valores (de potencia) próximos aos dos carros da Indy ou da F-1? Vai aparecer um gaiato querendo correr junto ,… no inicio apanha ,… depois de um tempo faz como a Renault, com seu motor turbinado e começa a ganhar,…. pronto,… motor a gasolina vira coisa ultrapassada e….Morre! (pode ir pensando na lápide) longa vida aos motores eletricos…

  28. Joel disse:

    Flavio, a pista achei estreita demais ao invés de larga como vc falou. Na minha opinião, para ficar um pouco mais atrativo, os carros poderiam ultrapassar os 220 KM/H e poderia-se ter mais 4 ou 6 carros no grid.

  29. Davi disse:

    É muito bom, tudo mais, mas acho que tinha que ter alguma forma de fazer barulho. Ouvir o som do carro é fundamental para perceber a presença. Se fosse a combustão ali jamais teria ocorrido esse acidente besta.

  30. alexandre disse:

    Gostei, mas, pelos pilotos, que na minha opinião são pessoas injustiçadas pela F1.

    O que acho que poderia ser melhor trabalhado é o aumento da potência (200cv é coisa de Fórmula 3 sulamericana) e esse negócio de trocar de carro tb não dá, teria que ter mais bateria e fazer um pit stop para trocar pneus, tem que ter mais participação da equipe.

    E pista de rua tb prejudicou, muito ondulada e de difícil ultrapassagem.

  31. Anselmo Coyote disse:

    Sem ouvir o barulho p melhor é por sensores sonoros.
    Abs.

  32. E-ca! disse:

    Caramba, eu achei que o Prost viajou na maionese totalmente, era muito cedo pra ele iniciar uma tomada de curva. Muito sem noção. E ele olha no retrovisor errado 2 ou 3 vezes. De novo, muito sem noção. Pelo retrospecto dele, de resultados bem medíocres, como diria aquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo, “tava indo tão bem…”

    Em mim, a corrida deu sono. O traçado da pista é deveras ruim, com somente um ponto de ultrapassagem. Os carros são MUITO lentos – acho até que isso salvou a vida do Heidfeld. Ponto positivo: o carro passou numa baita prova de segurança, santantônio principalmente. Ponto negativo: aquela zebra que catapultou o carro do Heidfeld tem de ser revista, aquilo não pode continuar. Di Grassi entrou pra história, mas nem deu pra comemorar muito na hora, do modo que aconteceu. Os maiores destaques foram o Montagny e o Sarrazin, que passaram mais gente. Mas tudo meio sem sal, tirando o enrosco do final.

    Pelo menos o carro é mais bonitinho que o da F-Indy. A Dallara caprichou mais desta vez…

  33. Marcelo Witt disse:

    Gostei da corrida, é interessante, com ultrapassagens na base do vácuo mesmo. O som a gente se acostuma. Ainda que este me parecesse por vezes uma corrida de autorama!!!

  34. Francisco Ponte disse:

    A fechada foi óbvia mas se a corrida fosse em um autódromo provavelmente não teria havido o capotamento pois a zebra não estaria naquela posição e o carro teria mais espaço na área de escape antes de se chocar com a barreira de pneus diminuindo a velocidade não sendo catapultado.
    O pior é que a Fórmula E tem nos circuítos de rua a essência de seu marketing!

  35. Ricardo disse:

    A corrida foi legal. O Som dos carrinhos é bacana, lembra o de turbina de aviões comerciais só que baixo. Agora, Flávio, pede pro carinha lá que narra as corridas falar menos um pouco….esses caras falam muito. Eu tô vendo a corrida é pra curtir a corrida, ouvir o barulho dos carros e não ficar ouvindo um cara tagarelando sem parar.

  36. Gondo disse:

    porras! é eletrico. baita tecnologia, centralina da mclaren e n sei o q mais da willians. por que raios não adotar um sensor de proximidade justamente contra o ponto cego (e surdo!) ?!?!? eu acho tão obvio e simples. algo visual, nos espelhos mesmo. igual tem em alguns carros de rua. estou viajando?

  37. Sérgio Melo disse:

    Gostei muito da corrida. Achei meio estranho o traçado e as ruas muito largas, porem, gostei muito da forma como os carros andam um colado no outro. As imagens on-board mostrando os pegas, pareciam de videogame, embora a velocidade não seja alta. Ficou uma boa impressão a primeira etapa da temporada elétrica.
    Acredito que vai vingar, pois, os pilotos são bom, a organização demostra que sabe o que esta fazendo (embora tudo seja novo). Foi o primeiro contato do publico e organização para valer. Os números nas redes sociais, TV e públicos presentes as corridas, aliado ao conhecimento que cada etapa ira trazer, vai produzir melhorias profundas na nova categoria do automobilismo internacional.
    Gostei, vou acompanhar e torcer para ser que a primeira temporada tenha sucesso.

  38. Kleber disse:

    Olha que barbeiragem! Não olhou no retrovisor da esquerda e aposto que não deu seta também…

    Falando sério (só que não): Podiam colocar uma buzina nesses carros pra remediar a falta de barulho dos motores né? Teria evitado esse acidente ai.

    A corrida foi legal, o barulho dos pneus também me deixou agoniado, o circuito é uma bela duma bosta com aquelas chicanas destruidoras de suspensões e nenhuma curva de alta. E a falta de público/entusiasmo deixou tudo meio surreal.
    Ansioso pelas corridas no EUA, acho que todos esses aspectos negativos irão desaparecer.

  39. EduardoRS disse:

    Eu gostei bastante, lógico que os carros ainda são um pouco lentos, e a capacidade das baterias ainda não é a ideal, mas acho que em 2 ou 3 anos já estará pronta pra almejar ser uma das categorias de pista “top”, junto com F1, WEC e Indy. E aposto que vai atrair muito interesse das montadoras pela nova tecnologia. Tem futuro!

  40. Celio Ferreira disse:

    Ah sim , faltou dados na transmissão, quanto a velocidade nas retas etc…

  41. Celio Ferreira disse:

    Cara adorei o futuro, espero ver um carro eletrico num oval com esse barulho
    intrigante , a 300 p/h. ( Não esquecer que um terço da potencia atual dos F1
    é eletrica ).Para o inicio de uma era foi legal.

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