SOBRE ONTEM À TARDE | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014 - 11:06F-1

SOBRE ONTEM À TARDE

SÃO PAULO (sem tempo para respirar) – Tem bastante coisa para falar da corrida de ontem. Não que ela tenha sido boa — não foi. Mas encaminhou o título, escancarou uma crise, revelou erros decisivos de alguns pilotos e equipes. E estabeleceu alguns números importantes.

Vamos ao rescaldo de Austin, também conhecido como “tudo aquilo que eu não tive tempo de escrever ontem, ou esqueci”:

manselladelaide94

- Hamilton, com 32 vitórias na carreira, é agora o britânico que mais ganhou corridas na história da F-1. Ele superou Nigel Mansell, que mandou um abraço a ele pelo Twitter. O Leão detinha a marca desde o encerramento da temporada de 1994, em Adelaide. Há 20 anos, ele foi convidado por Frank Williams para disputar as últimas provas daquele campeonato e não decepcionou, longe disso. Praticamente aposentado, cravou uma vitória inesquecível na Austrália– rara alegria num ano de traumas e tragédias.

- A diferença de 24 pontos que Lewis tem sobre Rsoberguinho necessariamente leva a decisão do título para Abu Dhabi — ou “Abu Double”. Isso porque mesmo se ele vencer em Interlagos e Nico não pontuar, a diferença sobe para 49. Na última corrida, Rosberg pode vencer e marcar 50, porque a pontuação será dobrada. Nesse caso, leva a taça se Lewis não pontuar.

- Por que Rosberg foi ultrapassado com tanta facilidade na 24ª volta do GP dos EUA? Porque errou. Nico apertou um botão errado quando tentou despejar potência do ERS para se defender. A potência não veio. Hamilton, sim. Veio e passou. E babau.

- E por que Massa não chegou ao pódio, apesar de se manter em terceiro por quase dois terços da corrida? Porque a Williams e ele mesmo erraram, como explicou Rob Smedley: um pit stop lerdo, chamada para o box na hora errada e uma volta ruim do brasileiro antes do pit stop. A + B + C = Ricciardo em terceiro e Massa em quarto.

- Pérez perdeu sete posições no grid de Interlagos por ter batido em Raikkonen e Sutil na primeira volta da corrida. Merecido. Esse menino faz muita bobagem, embora seja um piloto combativo e veloz.

- A crise é feia, ninguém nega. Nem mesmo Bernie Ecclestone, que fez uma espécie de “mea-culpa” e disse ser o responsável pelo mau momento da F-1, que largou com minguados 18 carros no Texas. O chefão da categoria, aos 84 anos, acha, no entanto, que dá para sair da crise — tinha um programa na TV Gazeta, nos anos 80, que se chavama “Vamos sair da crise”, alguém lembra? Bernie poderia começar pela distribuição de dinheiro, mexendo no Pacto da Concórdia — que como ele mesmo disse, foi feito em outro momento, e as coisas têm mudado muito rapidamente no mundo. Para se ter uma ideia de como essa divisão é perversa, veja quanto ganharam em prêmios por pontos no ano passado (os valores estão em milhões de reais):

Ferrari – 416
Red Bull – 404
McLaren – 240
Mercedes – 232
Lotus – 164
Force India – 148
Williams – 140
Sauber – 132
Toro Rosso – 124
Caterham – 76
Marussia – 24

Como se vê, a coisa é muito desigual. OK, meritocracia, a recompensa é maior para os que têm melhor desempenho e tal — embora a Ferrari leve sempre mais, por antiguidade (está no contrato…). Mas é um abismo brutal, que deve ser revisto. Senão, as equipes pequenas morrem. E as grandes não terão dinheiro para alinhar três carros. E afunda todo mundo junto. Ecclestone considera possível uma mudança nesses valores. “Se as equipes grandes aceitarem, não vejo motivo para não fazer”, falou.

67 comentários

  1. O Velho disfarçado de Gagá Bernie Ecclestone é o único que fica mais rico com essa crise financeira das nanicas! Esse “mea-culpa” é só um disfarce para tentar justificar alguma coisa. Falta pouco para o Hamilton se igualar ao Graham Hill que é o único inglês com dois campeonatos até agora, mas para isso ele não pode subestimar o Rosberg de jeito nenhum.

  2. Bráulio Pinto disse:

    Eu tinha um autorama e só tinha dois carrinhos, achava muito legal. Se a F1 só tivesse QUATRO equipes e 8 carros continuaria sendo legal. Só não pode faltar Ferrari e Mclaren , Redbul , e Willians o resto pode descartar.

  3. Antônio disse:

    Então quer dizer que Bernie quer fazer caridade com o chapéu dos outros ?

  4. Paulo Pinto disse:

    Lembrei de um fato curioso, olhando a foto onde Mansell recebeu seu último banho de champanhe.

    O “Quarteto Fantástico” (Piquet, Prost, Senna e Mansell), que nos legou disputas curva a curva, roda a roda e campeonatos brilhantes e incríveis (com algumas brigas de salão), esteve, também, unido em suas derradeiras pontuações.

    Piquet – Austrália/1991.
    Prost e Senna – Austrália/1993.
    Mansell (o atrasado) – Austrália/1994.

    Os Deuses da Velocidade, numa fina ironia, escolheram o mesmo palco para tão valorosos e implicantes guerreiros.

    • Segafredo disse:

      Meio óbvio né Pinto…..pois se tratava da última prova da temporada!

      • Paulo Pinto disse:

        Nada óbvio, Segafredo.

        Foi o último GP para Piquet e Prost, que poderiam não pontuar (era uma época de toques, acidentes e quebras).
        Senna disputou mais três GPs no ano seguinte sem pontuar (caso raro com a Williams da época).
        Mansell disputou mais dois GPs no ano seguinte sem pontuar (pilotando McLaren, um carro que já não era tão rápido, mas ainda era bastante regular).

        Escolha dos Deuses.

  5. Ulisses disse:

    Vendo sob o ponto de vista de quem assiste:
    – A F1 precisa urgentemente parar de emitir comunicados durante a corrida que fulano está sob investigação, ciclano tem que entrar no box porque andou na grama, pulou a zebra, deu totozinho … pqp, já deu no saco isso!
    Em 2014 inventaram uma F1 que, se o cara acelerar pra valer, perde!
    Além do mais, esse motor estranho que nem “ronco” tem, circuítos seguríssimos, com curvas de raios constantes, planialtimétricamente planos, com poucos pontos de ultrapassagens … eita “nóis”
    Ainda bem que temos um Hamilton! Que, merecidamente, está vencendo esse campeonato.

  6. Leonardo disse:

    Tem um monte de comentário e não tive saco de ler tudo. mas vou dar minha opinião, muito importante, e me desculpem se alguém já falou isso.

    Em primeiro, acho que a premiação deveria ser maior e ser uma atração de cada prova. Um chamativo mesmo, como é a Nascar (na prova A o prêmio será X milhões para o primeiro colocado). Mas infelizmente as equipes não gostam de declarar o quanto ganharam.

    Em segundo vem o Vasco, Rubinho e Aécio

    Em terceiro, a distribuição final dos lucros, deveria ser igualitária. Todas as equipes ganham o mesmo valor. Só seria descontado caso uma equipe não alinhasse seus carros. O diferencial seria a premiação de cada prova.

    A premiação total de 2013 foi de 2,1 bilhões. Retire 10% para premiação por prova (210 milhões), sobrariam 1,89 bilhões que, divididos igualitariamente, gerariam 171 milhões para cada equipe (na tabela do Flavio, só 4 equipes receberam mais de 170 milhões).

    Os outros 200 milhões seriam divididos para as 20 provas do campeonato. 10 milhões de premiação por prova. Ainda somariam 10 milhões que poderiam ser dados a destaques, como revelação do ano, eficiencia no PIT, ultrapassagem mais bonita, etc…

  7. Rodrigo disse:

    Realmente como o mundo está mudando rápido. Insisto com amigos que estamos atravessando um período da história que mais tarde será rotulado por historiadores de gabinete como uma revolução, uma inquisição, o fim mesmo ou algo assim. Quanto a três carros na mesma equipe penso que seria quebrar uma tradição de décadas (mas sabemos que antigamente em diversas corridas tivemos vários carros da mesma equipe), mas pensem como seria legal ver Raikkonen, Alonso e Vettel na mesma equipe. Ninguém pensou nisso ainda? E essa demora na definição para os pilotos no ano que vem? Pensou como seria legal ter uma equipe com Piquet, Prost, Mansell e Senna? Mas isso é perigoso. Por que gera a possibilidade de termos um campeonato com pouquíssimas equipes. Abs paratodos.

  8. andre disse:

    Massa deu pau no Bottas!!! isso ninguém fala. Evidente que com o pneu em frangalhos a última volta antes da troca seria ruim. Erro total da equipe . Felipe fez uma corrida consistente o tempo todo.

    • Paulo Pinto disse:

      Massa fez aniversário no domingo!!! Isso ninguém fala. Evidente que o bolo ficou em frangalhos na última curva antes de acenderem as velinhas. Isso foi muito ruim. Erro total do Glock. As “traídas” fizeram uma torcida consistente o tempo todo.

    • O Massa já está Massacrado pelo Bottas que é esperto e ainda faz uma marcação Homem a Homem em cima dele sempre chegando uma posição atrás em caso de perda para o Massa. O Massacrado ainda perdeu o pódio porque não tem nenhuma força política ou moral em cima da equipe que faz o que quer com ele em termos de tática e estratégia, mas como escada ele está servindo bem pra equipe e para o Bottas.

  9. Brabham-5 disse:

    Massa na Ferrari sofreu com erros da equipe e do seu “estrategista” inúmeras ocasiões e inclusive perdeu um título por culpa (também) da equipe.

    Agora, muda de equipe e o tal “estrategista” está lá, com Massa e os “erros” continuam para o Massa. Conclusão:

    O piloto brasileiro não tem personalidade nenhuma e não se impõe dentro da equipe. Fosse com um piloto mais MACHO, mais auto-confiante e menos “amiguinho da molecada” (lembram da rima?), esse Rob Smedley estaria FORA da equipe, ou no mínimo não seria mais o “estrategista” do piloto ali no box. Ah queria ver esse Smedley fazendo dessas com Piquet ou Senna…Ou mesmo com Hamilton, Alonso, Raikkonen, Vettel…

    Tamanha repetência de ‘erros’ da equipe com um piloto só mostram o quanto ele é’considerado’ dentro da equipe.

    Se tem um campeão sob sua responsabilidade, a equipe se mata, mas não vai errar com esse piloto.

    Já com um piloto “tanto faz” como consideram Massa, “tanto faz” se vai dar certo a estratégia, o carro. Ninguém na equipe espera nada mesmo, pra que tanto esforço?

    O cara sair da Ferrari pra continuar com esse ‘carma’ de erro de estratégia nas paradas dos boxes e ainda “desculpar”, “perdoar” é ser muito corno manso mesmo.

    • luiz alberto disse:

      Eu concordo plenamente com você,o que mata o Massa é realmente a “Carma”(como se diziam os mais antigos e simplórios cidadãos da minha pequena cidade).Acho que ele deveria ser um piloto membro do F B I ( Federação dos Baixinhos Invocados e não da Federação dos Cordeiros Imolados,aqueles que sabem que vão morrer mas o máximo que fazem é escorrer uma lagrima ) ai talvez tivesse algum respeito. Se bem ,Brabham que respeito merece um piloto que seu companheiro passa por cima dele no box e ele continua com cara de Bundão Alegre,como sê isso fosse a coisa mais comum e normal de se fazer com ele um simples segundo piloto.Realmente não merece respeito algum, eu que já tive alguma experiência dentro de box (a muito,muito tempos atras ) sei que engenheiro ou mecânico algum gostam de piloto não combativos,na verdade todos nós gostávamos de pilotos brigões e que sempre queriam o melhor e nunca abdicavam da luta pela vitória,na verdade piloto respeitado em categorias monoposto é o piloto que pensa em si(pois a equipe só pensa nela ) ,se quer pensar mais na equipe que vá correr endurance onde o mais importante é a equipe que o piloto e ainda os insucessos podem ser repartido por três

  10. Paulo Giroldo disse:

    Flávio, como que é ser colega de trabalho do Livio Orichio? Tá gostando?

  11. Robertom disse:

    A categoria gera uma receita enorme para a FOM.
    A grana tem que sair do bolso do Bernie e de seus sócios.
    São as equipes que investem muito pesado num negócio de altíssimo risco o o velhinho safado fica com tudo.
    São elas que colocam os carros na pista e fazem o espetáculo.

  12. Robertom disse:

    Não é dinheiro que está faltando, a categoria gera uma recita astronômica
    A grana qu está faltando tem que sair do bolso do Bernie e de seus sócios.
    São as equipes que investem muito pesado num negócio de altíssimo risco o o velhinho safado fica com tudo.
    São elas que colocam os carros na pista e fazem o espetáculo.

  13. Paulo Pinto disse:

    Esse Rob Smedley é um “ENCOSTO”! Felipe Massa só vai se livrar dele quando aposentar.

    “-Por que Rosberg foi ultrapassado com tanta facilidade na 24ª volta do GP dos EUA?”
    Hamilton esperou a volta certa para pegar o companheiro… e não adiantou o garoto apertar o botão. Já foi…

    Tio Bernie vai abrir o bolso? Hahahahahahaha! Essa F-1 finalmente virou um “circo”!

  14. Ricardo B. disse:

    Se o Bernie for a São Paulo e propor divisão mais igualitária de dinheiro, tirando um pouco de quem tem mais para favorecer quem tem menos, muitos vão chamá-lo de comunista, petralha e vão pedir intervenção militar na Fórmula 1 para garantir a ordem.

  15. Leo disse:

    Simples. Só parar de enfiar $$ no rabo da Ferrari, que no ano passado ficou em 3º no mundial de construtores e ainda assim ganhou mais do que a campeã que tá tudo resolvido.

    Ganhar um pouco a mais por “história” é uma coisa. Injetar quase 200 milhões a mais do que receberia normalmente por isso é simplesmente insano. Ainda mais pra fazer essa m3rd4 de carro.

    Pega essa parte, divide ali no bolo da meiuca + nanicas que acaba o choro.

  16. Alex Santos disse:

    Já estão falando em boicote de outras equipes pro Brasil, creio que só não irá ocorrer pq eles já estão vindo direto dos EUA pra cá, mas pra Abu double quem sabe…

    Realmente tem que repartir direito, e além dessa grana as equipes grandes tem orçamento “fora” da F1, seja com carros, caminhões, esportivos ou energéticos.

    Acho que a solução para apagar incêndio, será a compra da Caterham e Marussia por equipes maiores, Mercedes e Ferrari. Isso para 2015 e 16.

    E começar a pensar em medidas mais sérias, um carro mais simples… Deixar as complicações para os carros da WEC. E deixar a GP3 e GP2 como categorias de acesso.

    E se o interesse da Volks for real em entrar na F1, espero que eles tb deem uma pressionada para mudanças de regulamento. Afinal é um dos maiores grupos automotivos do mundo.

    Mas se nem a Toyota que é o maior aguentou…. Negócio é esperar…

  17. Carlos José Pimenta disse:

    Acho que tem um papo que equipes que não pontuam no ano anterior, teem de pagar o transporte, não estão incluidas no clube do bolinha. Os pneus também, parece que há alguns anos, as grandes eram patrocinadas e as pequenas tinham de pagar pelos pneumáticos, confere???

  18. ALEX B. disse:

    Teremos somente 12 carros no GP Brasil? Boicote da Force India, Lotus e Sauber! È vero, tovarich?

  19. Fernando Kesnault disse:

    Uau….tirou o meu comentario amigo…snif, sniff…….só porque mencionei que na Nascar há mais coisas a se falar e muito boas por sinal??? Então fala da
    WEC…tá melhor, no ano que vem teremos 4 grandes na LMP1 e teremos a comunicação de mais duas a entrar para 2016……

  20. Leandro Batista disse:

    Alguem avisa o Bernie que mais grana, mais resultado. Nao ha como alguem produzir resultado sem investimento, Nao ha como ter uma categoria de automobilismo equilibrada se nao houver divisao justa de verba.

  21. Fernando Carvalho disse:

    Desigual sim , ainda que a “meritrocacia” faça parte do pacote (mais pontos =mais Obamas ), mas deveria tal procedimento já ser observado à muito tempo….talvez aí a Spyker. Virgian, Aguri e hoje Marussia e Caterham estariam , talvez, um pouco mais a frente em todos os sentidos …..
    Diferenças entre equipes sempre existiram, desde de a época dos “garagistas ” , (Tyrrel; Brabham; Lotus, etc) inclusive com os independentes e sem muita estrutura (Merzario; Amon, Ensign e por aí vai ……mas estão matando a categoria , depois não resta ” chorar”…e sim repensar o modelo…

  22. Chupez Alonso! disse:

    O melhor cenário possível para a decisão em Abu Dhabi seria justamente o contrário: Rosberg vencer no Brasil e Hamilton não pontuar..

    Assim Rosberg iria com vantagem de 1 ponto pra última corrida e quem vencesse seria o campeão sem essa presepada de pontos dobrados.

    • Renato F1 disse:

      Se Rosberg vencer o GP do Brasil e o Hamilton abandonar (só assim com esse carro para não marcar pontos esse ano), o alemão vai fazer de tudo para obter a pole em Abu Dhabi e pode até jogar o carro em cima do inglês na primeira curva.

      Aí Rosberg sai do carro campeão, Hamilton sai do carro puto e caem na porrada! Enquanto isso, nos boxes, Wolf e Lauda saem como loucos para apartar a briga.

      Esse filme eu já vi!!!

      • Fontana o poderoso disse:

        Engraçado é que criticam isso agora. Mas na época boa da Fórmula 1, Senna e Prost se divertiam fazendo isso um com o outro. Qual seria o problema de Nico Rosberg querer fazer algo no estilo Senna e Prost? Já pensaram na repercurssão no que isso iria dar? Schumacher jogou o carro duas vezes pra cima do rival, tirou um título do Damon Hill e depois se deu mal e viu Jacques Villeneuve ser campeão. Esses campeonatos foram movimentados e tiveram alta repercurssão. E isso é uma das coisas que faltam nos dias atuais mesmo. Se Nico Rosberg aprontar uma dessas, ele entra pra história.

  23. Rafael Chinini disse:

    por isso a cobrança na Ferrari é sempre alta!
    é o time que mais ganha grana todos os anos, e não faz por merecer no desempenho!

  24. Fernando Kesnault disse:

    HAHAHHA…Flavio, se tu comentastes a Sprint Cup da NASCAR então..nem caberia no blog…uma corrida chata de uma categoria chatérrima como essa que teve em Austin, argumentar que tem muita coisa a falar…somente se for “pra meter o pau” nessa f-fake….

  25. Boca disse:

    Go Lewis!

    O primeiro rádio para o Lewis foi pedindo pra ele economizar combustível, antes de 10 voltas!!! Ninguém lembra disso?
    Tá de sacanagem Mercedes???
    Nos gráficos durante a corrida, Lewis estava gastando menos que Nico o tempo todo…

    E essa conversa de que apertou o botão errado ao defender a posição, não cola.
    Tomou um susto quando viu Lewis enfiar o carro e quando tentou defender o campeão já estava lado a lado.

    Lito Cavalcante secou o quanto pôde, mas teve que engolir a superioridade do Britânico, igual a um tal de Fabio Seixas.

    Na platinada, em todos os 78 replays da largada, Luis Roberto enalteceu a largada de Massa.

    Quanto ao Massa…,???
    Bom…, nunca será!

  26. Fabio disse:

    Essa divisão é absurda. Como você falou, Flávio, meritocracia é válida, mas a Ferrari ganhar quase 18x mais que a Marussia é “pedir pra dar merda”.

    Na minha opinião talvez esse problema da divisão aí comece pelo próprio dos pontos. Se vai dividir o dinheiro para todos por pontos, deixe todos pontuarem. Apesar de a FIA parecer não concordar, mas para um piloto, especialmente de equipe pequena, largar em 22º e terminar em 16º é um baita mérito, que no formato atual é ignorado.

    Querer que uma Marussia da vida, do nada, comece a chegar em 10º lugar pra conseguir alguma verba chega a ser quase burrice.

    Acho que se a pontuação fosse até o último com 1 ponto (como na NASCAR), seria possível uma equipe pequena ir subindo degraus progressivamente.

    • Fontana o poderoso disse:

      Melhor comentário do post. Só pra citar um absurdo por exemplo, Marcus Ericsson fez uma corridaça em Mônaco neste ano, mas morreu na praia, por ter chegado em 11º. Acham que é fácil, pegar aquele carro horrível da Caterham e levar ao 11º lugar? Não digo que a Fórmula 1 deveria ter pontuação até o último lugar, mas até o 15º deveria ter sim.. O sistema deveria ser semelhante ao sistema da MotoGP. Largar em 21º com uma Caterham e chegar em 13º é um grande mérito pro piloto sim. No mínimo, poderiam fazer um sistema meio semelhante ao da antiga F-Mundial, aonde até o 12º colocado pontuaria,. Caso fosse assim, Ericsson teria pontuado em Mônaco 2014 e Charles Pic teria pontuado em Interlagos 2012.

  27. Paulo disse:

    Soluções interessantes e criativas não faltam….

    Pode pagar mais de acordo com a evolução de uma equipe em relação ao ano anterior, fazer um pool de patrocinadores comuns para as equipes menores, fechar patrocinadores “master” para todos os carros e distribuir a grana igualmente…..e o mais óbvio que é aumentar a grana destinada para as equipes e distribuir melhor em % neste quadro.

    Resta saber se as equipes grandes serão tão benevolentes assim….eu duvido.

  28. PRNDSL disse:

    Acho que pelo menos uns 80% do orçamento deveria ser dividido igualitariamente entre as equipes, com monitorização dos gastos efetuados (senão vai para o bolso dos donos) e o resto dividido entre as três melhores do ano …

  29. Allez Alonso! disse:

    Considerando que Toro e RedBull são (quase) a mesma coisa, o grupo RedBull recebe 120MM a mais que a Ferrari, vamos ver se os italianos vão saber gerenciar uma equipe B como vai ser a Hass, acho que não!

  30. Gustavo disse:

    Que puta diferença entre as primeiras e ultimas quanto ao repasse da verba….e legal essa informação, nunca vi essa informação quanto cada uma recebia…bem legal….onde são publicados esses valores anuais???

  31. Allez Alonso! disse:

    A Williams cometeu o mesmo erro da Áustria, parece aquela menina bonita que não precisa de muito pra ficar maravilhosa e acaba escorregando na maquiagem e caga tudo….
    - Alonso está saindo da Ferrari e olha só o que vai acontecer com o congelamento dos motores:
    https://diosfenix.files.wordpress.com/2014/11/sin-tc3adtulo-1.jpg?w=604&h=258
    - Alonso fechou contrato de 6 anos com a Macca e salário pago pela Honda, podendo correr de outras coisas. Honda – LeMans?
    - Hamilton está na temporada da maturidade, se encontrou como piloto, rápido sempre foi. Soube desenvolver o carro para os primes, mesmo que isso significasse a perda da pole;
    - Kimimi deve estar louco pro Vettel chegar logo.

  32. Giuliano SPFC disse:

    Realmente a divisão da grana tá muito desigual, principalmente quando se fala de equipes como Mercedes, Red Bull e Ferrari que são de propriedade de corporações bilionárias e que tem dinheiro em caixa para bancar a festa sem tanta dependência das premiações por resultados, eles precisam ceder e destinar verbas maiores para as equipes menores até pra equilibrar as coisas e salvar o futuro da F1, já que essas equipes menores não contam com os cofres de grandes empresas pra se manterem, é mais ou menos o que está acontecendo no futebol brasileiro onde a emissora oficial “virou a mesa” e deu um golpe de propósito pra não perder o privilégio de ter sempre a exclusividade da transmissão e premia os times de forma absurdamente desigual.

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