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quarta-feira, 26 de novembro de 2014 - 17:54F-1

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SÃO PAULO (passa a régua) – Segundo a “Autosport”, a regra da pontuação dobrada na última etapa do Mundial vai cair em 2015. Ainda bem. Felizmente, neste ano, essa bobagem não causou nenhuma grande distorção no campeonato. Mas poderia ter dado o título a Rosberguinho se Hamilton tivesse algum problema na corrida. Seria uma sacanagem inominável.

23 comentários

  1. Bernie e companhia ltda precisam parar de ficar mexendo em coisas inúteis para gerar “público” e/ou, algum suspense espetacular que a categoria já não tem mais.
    Ano que vem, possivelmente, aparecerão novas cagadas para tentar dar aquela imagem de “sensacional” (falso), estilo Rede Globo!

    Só falta inventarem o gancho elástico de vácuo! Onde carros e pilotos lentos lançam cabos de reboques para colar na bunda dos mais rápidos … não demora. Quer apostar?

  2. Rud disse:

    Não veria sacanagem se acontecesse, todos sabiam da pontuação da última corrida desde o início do campeonato. Se a regra tivesse sido implantada no meio do campeonato, ai sim, seria sacanagem.

  3. Roberto Fróes disse:

    Faltou acabarem com a ridícula obrigatoriedade de troca de pneus!
    Não tenho como fazer uma sugestão chegar às mãos da FIA – tenho? – mas eu diria que se houvesse bandeira vermelha, com suspensão da prova, deveria haver uma re largada com os carros parados, é claro. Largando na posição em que estavam, e mantendo as diferenças, coisa fácil – me parece – de fazer com o auxílio da eletrônica.
    E a pista seria dividida não em 4 setores, como hoje, mas em 4 ou 5, e seria abolido o safety car, com o uso do limitador de velocidade – o mesmo usado hoje nos boxes – apenas no trecho onde houvesse o problema.
    Acho uma sacanagem com o piloto que faz uma grande diferença, some lá na frente, perder essa vantagem devido a um outro qualquer que fez uma merda pelo caminho. O safety car aproxima todo mundo novamente, o que considero injusto.

  4. Arthur Luz disse:

    E pra deixar com cara de corrida de verdade, só falta tirar essa asa ridícula.
    Sério mesmo, as equipes menores não conseguem um resultado mais expressivo por causa dessa asa móvel. O Hulkenberg poderia muito bem ter chegado em 3º em Interlagos, mas qualquer um que esteja a 1 segundo ou menos abre essa bendita asa e passa sem fazer força.

  5. Estevão disse:

    Eu gostei do sistema.

  6. Tuta Santos disse:

    Mas (não leia frases começadas por “mas”, mostram que quem escreveu-as ainda está na infância) foi bem calculada a coisa toda, chegar na penúltima com a chance de virar o jogo e ganhar por um ponto, isso ficou legal, vai.

  7. Flavio Bragatto disse:

    Eu acho que a F1 premia muito mal, seus pilotos! Sempre achei!
    Deveria ter pontuação para quem fizesse a Pole e para quem fez a melhor volta da corrida.
    Quem faz este tipo de coisa, merece um prêmio extra com certeza!
    Ah, também acho que deveria tirar pontos de quem comete acidentes maudosos, com intenções ruins (mas isto nas mãos de comissários comprados, poderia significar favorecimento de alguém).

  8. Fabio Amparo disse:

    Ainda bem que a FIA se tocou e removeu essa regra. De fato ela poderia ter punido Hamilton injustamente caso perdesse o título em Abu Dhabi, afinal ele teve muito mais vitórias que Nico (claro, sem desmerecer a constância do alemão).

    E também a idéia de relargadas paradas foi abandonada, o que seria pior ainda.

    O mais engraçado é que existem pessoas que ganham $ para bolar essas maluquices.

    Abs,

  9. joel lima disse:

    Só lembrando um detalhe = Prost perdeu o título de 88 por causa do descarte, mas ganhou o seu segundo em 86 por causa do descarte. Se não houvesse descarte, Mansell já iria como campeão para a última corrida, na Austrália.

    Comecei a acompanhar mais f1 em 86, pré-adolescente. Eu gostava do descarte de pontos. Era uma maneira de eu e meus amigos praticarmos matemática -rs. Acho que era a regra mais difícil de compreender, depois do impedimento do futebol (rs).

    Sobre a pontuação dobrado, não gostei, Por sorte não fez uma baita injustiça. Imagina Nico campeão com 5 vitórias e Hamilton com 10. Nico faria um feito proporcional ao seu pai, keke, que foi campeão em 82 com apenas uma vitória.

    • Roberto Fróes disse:

      Não importa apenas a quantidade de vitórias.
      Não sei os nºs, mas Piquet foi campeão com poucas vitórias, mas uma infinidade de 2ºs lugares.
      Os vencedores variaram muito, mas o 2º lugar era pódio cativo dele.
      Correto? Ou não?

  10. O jornalista Adam Cooper também comentou no blog dele que o plano inicial do sistema de pontos dobrados seria aplicá-los em três corridas, para evitar que um piloto ou equipe saíssem no prejuízo por causa de um fim de semana ruim. Ou seja, a coisa poderia ser ainda pior.

  11. gustavo maia disse:

    se for para ter pontuação diferenciada, teria que contemplar as clássicas (monte carlo, inglaterra, itália, brasil, belgica), as modernas (usa, canada, espanha), e a novas, com as primeiras valendo mais que as segundas, e estas mais que as terceiras.

  12. Marcelo disse:

    Concordo, mesmo caso é o descarte de pontos, Prost fez uma temporada impecável em 1988, em 16 provas venceu sete e chegou sete vezes segundo lugar(coisa raríssima na época). O francês não jogou fora: vitórias, pódios ou pontos por afobação ou barbeiragem, teve dois abandonos mas por problemas mecânicos. Senna foi campeão em 88 muito graças ao regulamento de descartes, o título ficou com cara de “artificial”. O que importa é bater o rival na pista e nos resultados, nisso Prost foi melhor somando 105 contra 87 pontos de Senna. A regra de descarte de pontos permaneceu por décadas na Formula Um, mas apenas dois pilotos dependeram dos descartes para chegar ao título. Graham Hill seria tricampeão se não fosse essa regra ridícula.

    Hamilton mereceu o título porque foi buscar o resultado, primeiro vencendo cinco corridas seguidas, segundo porque foi buscar vitória na decisão em Abu Dhabi.

    Mas nem tudo são “flores”, Hamilton foi bicampeão em cima de Massa e Rosberg(não foi nenhuma obra-prima), ainda falta bater campeões do nível de Vettel, Alonso ou Raikkonen(em grande fase). Mercedes deve permanecer como favorita em 2015, que Rosberg melhore porque 2014 foi fácil demais para o inglês.

    Nico deu uma “amarelada” na reta final uma pena…

    Sistema de pontuação da Fórmula 1
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_pontua%C3%A7%C3%A3o_da_F%C3%B3rmula_1

    • luiz alberto disse:

      Marcelo , você também poderia usar a regra do descarte e usa-la para descartar entre as boas palavras escritas a besteira sobre Hamilton bater Vettel ,uma vez que este piloto (com a permissão do grande Claudio Carsughi) foi CLAMOROSAMENTE batido pelo seu pouco experiente(Em F 1) e ainda não campeão, companheiro de equipe Daniel Ricciardo , então seu texto ,apesar de bom ,também não foi nenhuma obra prima no quesito análise de piloto. E tudo indica que com carros iguais ,muito provavelmente Hamilton se daria melhor nos resultados,e como Vettel entrou para decadente equipe de Maranello até o final da carreira de ambos, não saberemos qual de nós dois teríamos a razão.
      Agora, quanto a bater o piloto mais experiente da equipe Williams eu concordo plenamente com você,pois qualquer um carro e piloto mediano lhe causa problema se ele for obrigado a lhe ultrapassar,más será mais inteligente e prudente esperar o próximo ano para saber sê devemos menosprezar a capacidade de outros pilotos. Pois tem pilotos que ou por falta de experiência e uma equipe que morre de medo de perder o fornecedor de motor (Bottas) ou por ter uma unidade motriz anêmica (Ricciardo) não obtiveram os melhores resultados que poderiam ter,sem falar do Dick espanhol e sua carroça vermelha que oficialmente não sabemos em que banda ele tocará o seu bumbo , até o momento !

  13. disse:

    Então, a Stock Car com sua criatividade e provas milionárias em 2015 vai juntar todas categorias mesmo?

  14. Gil disse:

    Mas, Flávio, você não disse no início do ano que era a favor? Que seria como um mata-mata no futebol? Tô perguntando na boa, sem provocação. É que lembro de ter lido essa opinião em algum blog.

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