BUMERANGUES (5) | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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domingo, 15 de março de 2015 - 8:41F-1

BUMERANGUES (5)

boooooo4SÃO PAULO (comentem aí!) – A abertura da temporada 2015 da F-1 da Depressão teve 11 carros chegando ao final. Onze. E 15 largando. Quinze. E tem gente que acha que estou exagerando. Que sou saudosista. Que não aceito os novos tempos. Que sou refratário à beleza da tecnologia aplicada à categoria. Que fico implicando com o barulho dos carros.

Bonitões, implico com o mau espetáculo. Com a escassez de carros. Com a falta de empolgação. Com a ausência de disputas. Com a previsibilidade do resultado. Com o tédio da madrugada.

Bem, vamos ao GP da Austrália. Com pouca gente na pista, a largada foi razoavelmente tranquila. Mas o safety-car já foi acionado na primeira volta. Maldonado foi tocado por Nasr (que fora espremido por Raikkonen) e acabou no muro. O brasileiro da Sauber largou muito bem, diga-se. Apareceu em sexto logo de cara. Lá na frente, todo mundo se manteve onde estava: Comandante Amilton na ponta, Rosberguinho atrás, Massa na sequência.

Mas o grid ficava cada vez mais magro. Só para lembrar, deveriam ser 18 largando. Acontece que Bottas, que comeu tatu na véspera, não pôde correr, vetado pelos médicos. No caminho para o grid Kvyat quebrou o câmbio e Magnussen explodiu seu motor. Prontos para largar, mesmo, 15 carros. Com a batida de Maldonado logo na largada, sobraram 14. No fim da primeira volta, Grojã abandonou com problemas elétricos. Ficaram 13.

E foi com esses 13 gatos-pingados que na terceira volta houve a relargada e a prova começou para valer. Nasr passou Sainz Idade rapidinho e assumiu o quinto lugar. A Mercedes sumiu na frente.

Aí a corrida ficou um tempão sem que nada relevante acontecesse. Assim, dá tempo de falar um pouquinho sobre as novidades da TV Globo…

Algum gênio na emissora, por esses dias, teve a ideia de… inovar. Vamos inovar! Vamos revolucionar! Vamos quebrar tudo! Como? Ora, ora, é fácil! Só chamar uns atores, usar o estúdio da Fátima Bernardes, chamar um DJ (putz, tem até um que foi piloto, olha só que gênio eu sou!), colocar algum atleta ou ex-atleta de outro esporte e chamar alguma mulher gostosa (putz, tem até uma que pilota carros de corrida, olha só que gênio em dobro eu sou!). Faremos uma espécie de “Esquenta” (Regina Casé não deve ser descartada) ou “Corujão”, ou “Caldeirão”! Só precisa pedir para o Luciano tomar cuidado com as camisetas…

E foi mais ou menos isso que fizeram. Enfiaram uma multidão no estúdio, o trio responsável pela transmissão, mais a pilota, os atores, o ex-jogador de vôlei, o ex-piloto que virou DJ. Não sei se tinha mais alguém, num determinado momento abaixei o som e fiquei apenas com as imagens, porque, sinceramente, não dava.

Nas redes sociais, a Grande Inovação virou a “balada vip do Galvão”. O horror, o horror. O cara do vôlei, não sei direito quem era, veio com o indefectível “eu gostava muito quando tinha o Senna, mas depois que ele morreu não acompanhei mais”. As opiniões dos atores, sério… O que esses caras têm de realmente importante para falar numa transmissão de F-1? Cadê as informações que realmente importavam, tipo caso Van der Garde, ausência de Bottas, problemas da McLaren, impossibilidade da Marussia de ligar os carros, estreia do Nasr, estado de saúde de Alonso, primeira corrida de Vettel na Ferrari? Assunto, jovens, não faltava.

Mas que nada, dane-se isso tudo, o negócio é ver o Boesel colocar uns discos na picape, os atores darem seus palpites, depois mostrar os “bastidores” da transmissão com o narrador e os dois comentaristas diante de telas de TV com microfones na mão. Isso sim é legal. Afinal, a F-1 precisa seduzir um público novo!, bradou o Grande Gênio que concebeu a Grande Inovação.

Gente, se essa patacoada seduziu alguém que nunca tinha visto uma corrida na vida, corto os pulsos — para não dizer outra coisa. Esse festival de bobagem não atrai ninguém e só deixa aqueles que gostam do negócio com raiva, muita raiva de ser tratado como um débil mental. Foi, disparado, a coisa mais ridícula que a emissora oficial fez desde que começou a transmitir corridas, na década de 70.

Mas vai ter gente lá que achou genial, certeza.

globoesquisita

Bem, voltemos à corrida. Ali pela volta 13, momento ternura de Button, se defendendo de Pérez. Isso, claro, na briga para não ficar em último — no caso, em 13º, lembrem-se que era isso que tínhamos na pista, 13 carros. Se tocaram, claro. Pérez se saiu pior. O esforço de Jenson para não ser ultrapassado foi comovente, de verdade.

Com 17 voltas, Raikkonen foi aos boxes abrindo a primeira janela de pit stops. Na verdade, sua primeira janela. Parou cedo, colocou pneus macios e indicou que faria outra parada — a maioria partiu para um pit stop, apenas. Era o sexto. Voltou em 11º, na frente de Button. O pneu traseiro esquerdo meio que se recusou a participar da prova, mas acabou sendo convencido pelos mecânicos de que era legal e tal. A demora acabou jogando o finlandês lá para trás.

E a corrida se arrastava previsivelmente sem emoções, com pouquíssima gente na pista, todos espalhados pelos mais de 5 km do Parque Alberto. Uma tristeza. Hamilton e Rosberg desapareceram de todos, mas Nico, em nenhum momento, esboçou algum ataque. Outra tristeza.

Na volta 22, box para Massa, que colocou pneus médios. De terceiro, caiu para sexto. Sua briga era com Vettel, o quarto colocado, que o escoltava desde o início — também sem tentar ataque nenhum. Tião Italiano foi para o box na volta 25. E a Ferrari fez a lição de casa direitinho, devolvendo-o à frente de Felipe, o da Williams, que perdeu tempo atrás de Ricciardo quando voltou do pit stop. Na 26ª, Hamilton fez sua troca. Tudo tranquilo no quartel alemão, zero susto. Rosberg veio na sequência e, igualmente, tomou um cafezinho e voltou onde estava.

Kimi era o único com estratégia para duas paradas, entre aqueles que estavam brigando por alguma coisa. Por isso, tinha de abrir uma boa vantagem para Nasr e Ricciardo, com quem teoricamente brigaria no fim. Nasr era o sétimo, atrás de Verstappinho, que ainda não tinha parado.

E depois dos pit stops a prova seguiu num ritmo sonolento, esperando apenas pela segunda visita de Raikkonen aos boxes, que poderia mudar algo. Na volta 34, o jovem Max estourou o motor, deixando a corrida com 12 na pista. Doze carros, pouco depois da metade da prova. De chorar.

Lá pela volta 40, Ricardão encostou em Felipe II. Raikkonen parou na volta 41 para seu segundo pit stop. Voltou em quinto. Nasr seguia em sexto, na boa, segurando o sorridente australiano da Red Bull. Mas foi só sair do box e Raikkonen parou. A roda traseira esquerda, a mesma que atrasou sua primeira parada, não foi devidamente presa. E o time avisou o finlandês pelo rádio. Um abandono deprimente para o piloto, que fazia uma boa corrida.

Bom para Nasr, que recuperou o quinto lugar. E foi assim até o final, sem que Ricardão conseguisse se aproximar do brasileiro do Banco do Brasil.

G.P. AUSTRALIA F1/2015

Hamilton ganhou, claro, sem suar o macacão. “Não precisei andar muito rápido”, disse, depois da prova. Nico foi o segundo, sem ter tido, em nenhum momento, uma atitude que indicasse que queria lutar pela vitória. Vettel fechou o pódio, começando bem sua trajetória na Ferrari. E na sequência vieram os dois Felipes, Massa e Nasr. Para o primeiro, o resultado não foi excepcional. Um pódio era o que ele esperava, mas quando ficou atrás de Sebastian, ali permaneceu. O segundo, da Sauber, tinha muito a comemorar. O quinto lugar representou a melhor estreia de um brasileiro na história da F-1 – antes dele, Wilson Fittipaldi fora sétimo na Espanha, em 1972, e Chico Serra conseguira também um sétimo no GP dos EUA/Oeste de 1981, em Long Beach. Fecharam a zona de pontos Ricciardo em sexto, Hülkenberg em sétimo, Ericsson em oitavo (acabou indo muito bem, a Sauber), Sainz Jr. em nono (também estreando com pontos) e Pérez em décimo. Button foi o único que terminou sem pontuar. Onze viram a quadriculada. Onze.

(Parêntese. Ao ver Jenson receber a bandeirada em 11°, Alonso, deitado na enorme cama king size da maior suíte de sua bela casa na Espanha, tocou o sininho para chamar a governanta e pedir o café da manhã. A estratégia estava traçada desde as primeiras voltas da corrida, quando Magnussen abandonou em meio a um denso fumacê. Assim que a governanta entrou, Fernando a chamou de Stefano Domenicali. Mas señor Fernando, yo soy Magdalena!, disse a governanta. Alonso continuou: Stefano, querido, vamos falar sobre meu contrato? Magdalena imediatamente telefonou para os médicos, que neste momento estão com o piloto na enorme suíte escutando uma estranha cantilena, Fernando dizendo que se chama Adrilles e que só fala com o Bial no confessionário. Um dos médicos já ligou para Ron Dennis avisando que talvez para o GP da Hungria dê para contar com ele.)

Nasr foi um destaque, sem dúvida. Mas é bom ir devagar com o andor antes de elevá-lo à condição de novo Senna, ou algo parecido — o que será feito nos telejornais, naturalmente. Foi uma corrida sem carros, praticamente. Dois que chegariam à sua frente, Raikkonen e Bottas, não chegaram porque o primeiro ficou com a roda solta e o segundo, nem correu. A Lotus igualmente não participou da corrida — Maldonado bateu e Grosjean quebrou na primeira volta. Ericsson também pontuou em oitavo, o que mostra como esse GP da Austrália foi fraco. E a Sauber aproveitou as circunstâncias para pontuar bem com seus dois carros.

Felipe II começou com o pé direito, claro, e mostrando serviço – o que é essencial para qualquer piloto. Largou muito bem, o que definiu seu resultado, e teve segurança e firmeza para andar na frente de Ricciardo quando houve uma ameaça de briga. Está de parabéns. Mas a moleza de Melbourne não será o padrão da temporada toda. De qualquer forma, conseguiu algo que nenhum brasileiro tinha conseguido até hoje, um quinto lugar na estreia. Não é pouco.

398 comentários

  1. Walter Barbosa disse:

    A cada dia que passa sinto que meu tempo neste mundo está perto de acabar. A quantidade de imbecis que tem em posição de comando está transformando o mundo em uma merda. Eu sinto saudades do tempo em que jornalista informava, cantor cantava e ator atuava. Era cada um na sua e não havia a polivalência medíocre que vemos hoje. Querer fazer de uma transmissão de evento esportivo, um show televisivo é o cúmulo da imbecilidade.

  2. Pedro disse:

    Tem que acabar com este regulamento que beneficia o dinheiro. A Mercedes e em menor escala Ferrari sempre investiram mais nos motores que a Renault, a Renault investe tão pouco que até a Red Bull teve que colocar dinheiro no motor Renault. Todo mundo sabe que até 2013 era barato e simples fazer um motor de F1, ainda mais com giros limitados em 18 mil rpm. Por isto a boa competitividade dos motores Renault na era aspirada…até o Crosworth era um bom motor, o que diferenciava lá era a estrutura da equipe, o projetista e os pilotos, mas com este regulamento de 2014… o motor está valendo muito…hoje a Renault está levando pau, como levava pau na era turbo dos anos 80…estes 8 a 10 kms que ela esta levando dos Mercedes e até dos Ferrari, ela também levava nos anos 80 dos BMW, Honda, Ferrari….o regulamento tem que mudar…para o bem do esporte.

    • Evandro garcia disse:

      Até concordo com vc,mas a Renault tinha um bom motor na era turbo dos anos 80 ele só não era muito confiável, mas era muito veloz, tanto que o Senna correu 2 anos com o motor Renault na Lotus ganhou corridas e fez muitas poles,o problema hoje é que o motor e confiável mas não tem potência, mas concordo com vc ta faltando investimento da Renault por algum motivo, seja ele financeiro ou algum outro fator, pior que a Renault eu considero no momento a Honda pois fez motores turbo e motores campeões entre 83 e 88, sendo 1988 o ultimo ano dos motores turbo, e o pior de tudo desenvolve motores turbo para a Formula Indy a um bom tempo, não é a mesma coisa, mas os principios são os mesmos.

  3. André Fonseca disse:

    Sabe o que é preciso fazer???

    Olha no site do Grande Prêmio e confirmar o horário da corrida, deixando para ligar a TV apenas 2 minutos antes do inicio. Dessa forma evita-se dar audiência para essas besteiras que a Globo faz…

    Sempre faço isso, mesmo nas corridas de manhã, exatamente para não ter o desgosto de escutar o “Bobão Bueno” vomitando. Durante o GP, não tem o que fazer, é aguardar os comentários do Reginaldo Leme…

    Infelizmente passo o ano todo esperando as corridas na América do Norte, pois assim bate com o horário do futebol e a transmissão da corrida passa para o Sportv, que infelizmente não transmite todas as corrias do ano.

  4. Paulo Pinto disse:

    A TV Globo ficou mal acostumada com a série de títulos dos pilotos brasileiros. O pessoal acordava mais cedo para curtir “as manhãs de domingo”. A Fórmula-1 chegou a substituir, no coração do brasileiro, a Seleção, que não ganhava uma Copa nem tendo o melhor time (vide 82).

    Como tudo acaba, isso também acabou. Com a morte de Senna, a platinada “investiu” no Rubinho (ah, coitado!) e depois em Massa. Como escudeiros não ganham títulos, o narrador-mor mudou o foco: passou a torcer por Alonso, talvez por ser o latino (ou seria ladino?) com maiores chances de revitalizar o interesse do público nacional na F-1. Não funcionou (o problema é que brasileiro odeia vice).

    O que restou? Restou diversificar a transmissão. Uma sala de bate-papo, conversa descontraída, etc.
    E quando o Galvão aposentar (está esperando o Bernie ir primeiro), é só chamar o Faustão (ô, louco!) para o seu lugar!

  5. Tom disse:

    Quando ví toda aquela papagaida da transmissão e ainda um ,ex-jogador de volei como esse paneleiro do Giba(especialista em perder finais olimpicas),falando besteira,apertei o mute.A Globo consegue piorar uma transmissão que ja era ruim.Ahh podia falar para o Reginaldo,parar de puxar saco de piloto brasileiro(aquela de culpar o Maldonado..),já basta o Galvão!

  6. Roberto Vianna disse:

    Devia ter ido dormir e ter assistido o vt pela sport TV. Tava lembrando a discoteca do Chacrinha.

    • valter disse:

      Nada contra Regina Casé e seu programa Esquenta. Assisto ao programa quando sobra tempo e gosto do formato. A Globo, pelo “andar da carruagem” vai transmitir o GP do Brasil diretamente do estúdio do Esquenta. Imaginem bailarinas clássicas e passistas dançando o tema da vitória tocado por orquestra sinfonica e bateria de escola de samba. As crianças com capacetes e macacões. Galvão indagando o maestro se é mais fácil reger numa praça ao ar livre ou compor dirigindo a caminho do Carnegie Hall? Ao mestre da bateria se é melhor desfilar na chuva ou dirigir com chuva? Ao jogador de futebol se ele compraria uma Ferrari? Galvão ensinando Regina a dar partida num F1. Ao Reginaldo Leme se em 1927 ele estava no GP do Nepal?

  7. Muriel disse:

    Quando vi essa palhaçada na Globo, a segunda coisa que fiz (a primeira foi mudar de canal) foi imaginar o quanto FG ficaria puto com aquilo. Sabia que seria comentado no blog. Desisto da Rede Globo, Como gostam de nos tratar como bobões.

  8. chefe escoteiro carlos.moura disse:

    amigos, vamos la.

    a F1 sempre vai existir, agora esta horrível e vai piorar mais um pouco, ate que o pool de empresa que a administra veja a caca que esta e começarem a perder $$ com a brincadeira. a F-E e um novo mixo do mercado, e esta melhorando as transmissões, e bom o pessoal estudar Jornalismo e ter seu DRT. para poder incrementar as noticias (rsrsrsr) e serio. a indy não acaba tambem, por pior que seja os americanos gostam e para eles ta bom. o WEC e a blancpain estão em ascensão, e pode ter certeza que temos alguns bom pilotos no celeiro, nao teremos mais um Ayrton, mas teremos outros bons pilotos, estamos viviendo um mundo muito virtual onde certas coisas não podem ser apenas video game ou algo assim, corrida de carro e como os saudosistas mas realistas descrevem, e cheiro de gasolina, de borracha queimada, e barulho que faz com que nossa adrenalina dispare pelo corpo arrepiando os pelos mais íntimos. enquanto pensarmos que tudo pode ser virtual ou controlado por controle remotos, vamos ficar gordos e achando tudo muito chato.

    Flavio, parabéns pela transmissão da formula E, só acho que você tem que falar um pouco mais alto, não entendo bem o que diz. e o louco-ator tem que ser mais calmo e claro na transmissão, ps avisa o Sergio Lago que ele e igual ao tite ” fala muito” hahahah. abraço

  9. Irineu disse:

    faltaram somente as pegadinhas e as bailarinas…

  10. Gustavo Oliveira disse:

    Poucas vezes tive a sensação de “o fim está próximo” como na madrugada de domingo. A inenarrável patacoada da Globo, com um programa absolutamente desnecessário e beirando o ridículo de tão mal feito dá espaço para a primeira corrida do que seria a maior categoria do automobilismo mundial, ai somos brindados com um grid de 15 carros!

    A Globo está errada, o Galvão está no mundo da lua, fato, mas a F1, meu Deus… Dá pra discorrer longamente sobre politica no esporte, incapacidade de gestão, corrupção, competição desleal, absurdos equívocos técnicos.

    Mas, de verdade, agora não dá mais tempo. A categoria precisa se reinventar neste ano, mudar tudo, pra ser mais exato, porque mais um começo de campeonato ridículo como esse pode ser a pá de cal no que já foi a rainha do esporte a motor.

  11. jairo faria disse:

    acho que a ideia era trazer público novo,… gente que normalmente não assiste as provas , daí que esse tal “gênio” fez um programa de variedades , esquecendo o lado mais técnico e informativo , pra quem é habitual do esporte,…

  12. Com tantos comentários aqui (ainda não li nem a metade), não tenho muito o que dizer. Do texto do Flavio, acho que o único equívoco foi associar o termo “mulher gostosa” à Bia Figueiredo, que nem bonita é (quem já viu de perto talvez concorde comigo).

    Há quem diga que odiou o formato e há quem diga que o formato é bom. Fico sem ter uma opinião formada sobre isso, mas o modelo atual certamente precisa ser revisto, mesmo considerando que até a BBC chegou a fazer algumas presepadas semelhantes (jamais vou esquecer da cena ridícula mostrando David Coulthard, Eddie Jordan, Jake Humphrey e uma repórter da emissora tentando dançar “Gangnam Style” com o tal do Psy).

    Criar um ambiente estilo baladinha está fora de cogitação (principalmente pra ouvir aquele repertório de balada coxinha feito pelo Raul Boesel), assim como convidar gente que não entende nada de automobilismo. Podem chamar jogador de vôlei, de sinuca, atores e atrizes, cantor de pagode, humorista etc., desde que tenham algum conhecimento sobre a atração do momento: a Fórmula 1.

    Tem muita gente aí que é da área artística e tem um conhecimento mínimo, porque acompanha essa bagaça há trocentos anos e tem uma certa noção das coisas. Podem não ser experts, mas não vão soltar nenhuma besteira no ar. Exemplos não faltam: Ronnie Von, Bruno Gouveia (Biquini Cavadão) e o ator Marcos Breda (que também é piloto de kart), por exemplo.

  13. Cesar disse:

    Acompanho F1 desde 80 e sempre fui apaixonado. Atualmente estou totalmente revoltado com o que estão fazendo com este esporte tão maravilhoso. Da supremacia da Mercedez até que não vejo problema, sempre ouve este ciclo, o que é revoltante é a falta de competitividade pelas questões tecnológicas, a necessidade de comprar um lugar e não de selecionar os melhores pilotos pela sua capacidade.
    O som horrível destes motores turbo, ai que saudade dos motores que gritavam e nos empolgavam na arquibancada ou na TV. F1 é barulho, me irrita estes marketeiros idiotas que querem pensar no “ecologicamente correto”, falsos, como se isto fosse a solução dos problemas. Proibiram de expor patrocínios de cigarro no carro porque estimula as pessoas a fumarem. Desde que foi proibido na F1 o nº de fumantes no mundo mais que dobrou, isto é querer ser politicamente correto com burrice, ou seja, se escrever estrume no carro, será que as pessoas vão querer?

  14. Davi Ribeiro disse:

    A transmissão da Globo é sempre uma piada. O que esperar da Globo? Eles não transmitem para quem entende, pensam sempre em atingir o máximo de pessoas, e o máximo de pessoas entende absolutamente lhufas de automobilismo. Por essa lógica, eles fazem aquele showzinho, de péssimo gosto, totalmente desfocado do tema automobilismo.
    Informação que era o que importava, praticamente inexistia…
    Quanto à corrida, antes de começar pensei: pô só 15 carros? O que aconteceu? Nada de informação! Mas vamos lá… Depois a primeira curva quando Maldonado bateu… Vixe! Só 14 agora, mais adiente… 13… Terminaram… 11… Mais um pouqinho virava kart indoor… 8…
    O pior é que não tem perspectiva de melhora… Vai ser um ano dominado pela Mercedes e com pouco carro.

    • Pensar em atingir o maior número de pessoas não é errado. Só um louco pensaria em algo destinado apenas aos realmente apaixonados por automobilismo. A Globo é uma empresa como outra qualquer e, no ramo em que ela atua, audiência é fundamental. O erro está no formato adotado para atingir e ampliar a audiência, formando uma nova geração de fãs. É aí que está a raiz do problema.

      • Robertom disse:

        Vai atingir o “Grando Público” numa corrida de Madrugada?
        Quem é que vai querer assitir uma corrida às 2:00 da madrugada?
        Quem curte novelas, atraído pelos atores?
        Quem gosta de Volley e vai acompanhar o Giba ?
        Os baladeiros do DJ Raul Boesel ?
        Fãs da Bia, ex pilota da Formula não pode dizer Indy ?
        Responda as perguntas e veja se acertaram…
        Se a empresa fosse minha demitiria todos os envolvidos nessa imbecilidade!

  15. Paulo fonseca disse:

    Prezado F&G :

    Felipe Nars, tão somente sensacional o melhor Brasileiro na F-1 estreante.
    Felipe Massa, consistente no trabalho , faltou acelerar mais.
    F-1, foi horrível 15(quinze) carrinhos, tudo muito caro, deveria voltar o sistema de motores V8 aspirados 3,5 700cv, liberar o terceiro carro por equipe, abrir as portas para novas equipes e abaixar o preço da temporada duzentos milhões de dilmas por carro fica caro .
    Paulo Fonseca

  16. Alessandro Silva disse:

    Este novo formato de transmissão da Formula 1 foi boa para me ensinar que não devo mais acordar de madrugada pra assistir ao vivo o que posso ver em reprise no SporTV e feito lá por gente muito mais profissional. Essa foi a última vez que fiz isso. Podem apostar.
    Os cara Fazendo “tubo” em um estúdio cercados de gente sem nenhuma expressão no meio, na corrida de abertura e cheios de orgulho por isso? Faço a mesma pergunta do Flávio: Quem pode ter tido essa ideia? Sabe o que eu acho? Sempre acho que quem faz essas coisas descabidas deve ser alguém apadrinhado, tipo, sobrinho ou cunhado de alguém importante e que os outros tem medo de dizer que não gostaram sob risco de perder o emprego. E aí a coisa vai indo… passando por todos o setores com todo mundo achando ruim, mas sem que ninguém tenha coragem de dizer: “Mas que merda é essa?”
    Agora, mais uma coisa: Em 2012, li em alguns lugares que o Galvão iria se aposentar depois da copa de 2014 e que para o lugar dele, estavam sendo cogitados alguns narradores do SporTV. Não rolou? Alguém sabe o porque?

  17. Elootero disse:

    Flavio Gomes ,por ser admiradora da F.1 naturalmente concordo com o seu texto plenamente . Além do mais, estou de acordo com a maioria dos comentários apresentados. Entendo que a F.1, não é como um Concurso ,ou coisa parecida que necessite de maiores parafernálias, ao ser apresentado. Ela é sim uma séria disputa entre as Diversas Equipes com os seus respectivos pilotos , que entendo deve ser conduzida de forma Séria, e Coerente Hoje porém, vejo a F.1, com muito poucas possibilidade de disputa entre as Equipes. Tornando-a assim, pouco competitiva e isso não é nada interessante para qualquer que seja a modalidade esportiva. Sem Competição, tudo se torna muito previsível. E a previsibilidade torna tudo, muito monótono.

  18. Fábius #11 disse:

    Não sei se resolveria ir pra outra TV aberta a F-1. Tenho pé atrás, principalmente por questão de disputa por audiência, essas coisas, e até que ponto uma transmissão mais séria e técnica (minha preferência) iria agradar a massa (com o perdão do trocadalho do carilho).
    Creio que o negócio é TV a Cabo mesmo, e se ficasse só no Sportv já seria bacana, gosto do trio de lá, apesar de achar que o Lito e o Sérgio Maurício as vezes narram com a #10 da seleção brasileira por baixo do paletó. De resto, até gosto do Galvão como narrador, tenho um puta respeito pelo Reginaldo e o Burti, mas o nível das transmissões na Globo estão bem fracas, tá definhando ano a ano, raramente mostram a pontuação do campeonato pós-corrida (por conta dos comerciais) e levantam demais a bola dos brasileiros por qualquer bom treino ou corrida..aí na prática as pessoas vêem que a realidade não é tudo isso até porque quem gosta não é idiota, e a grande audiência caga e anda porque não tem brasileiro ganhando.
    O cenário é preocupante no geral.

    Em relação a transmissão de domingo, esses convidados não dá né, uma hora vai pintar Cumpadi Washington por lá falando um monte de abobrinha e atriz global falando que F-1 era bom quando tinha o Senna.

    • Mesmo na TV a cabo, continuaria na mesma, porque, no Brasil, o público que paga TV por assinatura não engloba apenas os realmente loucos por esse esporte, que leem sobre tudo relacionado à Fórmula 1 etc. Mesmo entre os assinantes, tem muito pacheco por aí, que quer apenas assistir corridas para torcer pelos pilotos brasileiros e, portanto, quer mais é ver Sérgio Maurício berrando que nem louco e Lito Cavalcanti pagando pau pra piloto brasileiro.

      Basta lembrar da vinheta que o Sportv apresentou depois dos treinos, mostrando Felipe Massa e Felipe Nasr pedindo pra todo mundo torcer “pelos Felipes”, depois, claro, da inserção de mais uma daquelas frases tediosas do Ayrton Senna (parece até que transformaram o cara no Chico Xavier do automobilismo).

      Seja na TV aberta ou fechada, infelizmente, as transmissões de Fórmula 1 no Brasil jamais chegarão perto de algo parecido com o que faz a TV inglesa. No Brasil, muita gente que vê as corridas é completamente leiga e não se interessa por aspectos técnicos da competição. Pela eterna má formação cultura das pessoas nesse país, apresentar algo desse tipo é demais pra cabecinha de muita gente.

      Quanto ao que a Globo apresentou na transmissão do GP da Austrália, já disse outras vezes e repito: o problema não está em convidar pessoas que não têm relação direta com o automobilismo, e sim no formato adota e no critério usado para convidar essas pessoas.

      Poderiam até convidar o Compadre Washington. Se o cara gostar de corridas e entender do assunto, por que não? O cantor Ronnie Von, por exemplo, me surpreendeu em uma entrevista que ele concedeu ao Reginaldo Leme, ao lado do Emerson. O Bruno Gouveia, do Biquini Cavadão, é outro que acompanha a F1 desde moleque, assim como o ator Marcos Breda, que além de curtir automobilismo é também piloto de kart, não é um curioso sem conhecimento de causa (já o vi correr diversas vezes lá no RJ).

  19. Marcelo Rocha disse:

    Flávio, o que você achou do chororô do Massa sobre o motor Mercedes? Será que é diferente mesmo? Tem como você levantar mais informações para nós com suas fontes?
    Abraço.

  20. Paul disse:

    Já se foi o tempo que ficava acordado pra ver as corridas da madrugada(ou dormia cedo e colocava o despertador), ainda mais agora com essa versão da Globo de “Baita Amigos”(hahaha vide Band Sports)…ridícula essa transmissão…usei dos recursos que tenho à mão e gravei para assistir tudo em uns 15 ou 20 minutos no Domingo à tarde, depois dos “Jogos Globais de Porcarias de Verão” no EE como o Flavio falou corretamente na(boa) entrevista dele outro dia…Gostei tbm do primeiro(ou sei lá qual) capítulo da “Novela Fernandito” que o Flavio nos brindou….hahahaha….F1 ao vivo tá ficando impossível…..Talvez qdo. passarem no SPORTV com o Lito Cavalcanti….

  21. celso disse:

    Pela primeira vez em décadas, me vi confortável em desligar a TV e voltar a dormir.

    Um dos espetáculos mais chatos que a F1 nos brindou.

    Se continuar assim, em 3 anos fecha.

  22. Walter Quintella disse:

    Perfeito, Flavio. Será que existe algum fá de Fórmula 1 que achou legal, bacana ou pelo menos razoável o novo estilo de transmissão da Globo? Eu, que a acompanho desde os tempos do Fittipaldi, nunca vi nada mais ridículo. Sem entrevistas antes da largada, pessoal da transmissão no Brasil e não na Austrália, gente que não tem nada a ver com corridas de automóveis participando de comentários. DJ, isso mesmo, DJ (ou pseudo DJ) ao vivo. Realmente, um desastre! A saída do Barrichello do time da Globo, ainda mal explicada, também foi desastrosa para a Deusa Platinada. Ela dava show nas transmissões.

    • Chamar o Raul Boesel de pseudo-DJ já é forçar a barra e beira a ignorância. O cara é DJ profissional, requisitado não só no Brasil como em outros países e já fez seu nome na nova profissão. Você pode até não gostar do tipo de música que ele toca (eu também não gosto, acho horrível), mas isso não é fator determinante para classificá-lo como pseudo-DJ.

  23. marcos disse:

    acompanho f1 desde 79, me lembro da supremacia fa ferrari em 82 onde pirroni poderia ter faturado o titulo em hockenheim, ;;;;;;;da supremacia da mc laren em 84;;;;;;;, da supremacia da williams 87,;;;;;;;; da supremacia da mc laren 88,89……….da supremacia da williams 92 93 96……..da supremacia da ferrari 2001 2002 ,2004,,,,,,,,,,,da supremacia da brawn em 2009,,,,,,,,,da red bull em 2011 e 2013,,,,,,,,,agora temos mercedes 14 15;

  24. Cardoso Filho disse:

    - Galvão pedia uma musica e DJ não atendia . kkkk. quando colocava uma, demorava tanto pra começar ( tum tum tum, tum tum tum,…) que entrava o comercial. Esses DJ são uns chatos.
    - Ridiculo Galvão querendo transformar corrida de F1 em BEM AMIGOS que tem no sport tv. andando de um lado para outro parecendo barata tonta.
    - Você assistir sabendo que o locutor está vendo pela TV e não in loco, tira o charme da transmissão.
    - Tá na hora de arranjar um apelido para o Nasr. Nomezinho complicado esse.
    Parece que a família o chama de BIco ou Kiko, serve qualquer um.
    - Galvão mandando família de BICO ou Kiko levantar foi uma piada.
    - Enfim , dei sorte porque fui assistindo e cochilando no mesmo ritmo da corrida, sonolento.

  25. Paulo disse:

    Foi lamentável o que vimos nessa transmissão da Formula 1. A Globo perdeu totalmente o senso de ridículo.

  26. Leonardo disse:

    Realmente, chamar ator da Globo e jogador de vólei pra comentar uma transmissão de F1 é o fim da picada. Isso acaba comprovando uma teoria para justificar uma das causas da baixa audiência: nem a Globo e nem a FOCA conhecem seus telespectadores. Porque colocar ator de novela pra comentar? Será que a Globo acredita que as pessoas que acordam de madrugada (ou não) para assistir ao GP assistem as novelas para dar importância ao que estes alienados falam? Aquele-que-não-era-o-Marcelo não falou coisa com coisa durante a transmissão inteira!
    E as perguntas que o Galvão fazia? Aquela que ele fez pro Giba sobre “aliviar” a pressão foi de uma estupidez sem tamanho! Eles nos tratam como se fôssemos ignorantes no assunto.
    E a FOCA que não libera os dados em tempo real das corridas de graça? Quando será que eles vão acordar para os novos tempos? Me lembro que até um tempo atrás, no site oficial, podíamos acompanhar os tempos de volta com uma atualização feita a cada minuto. Se continuar assim, daqui a pouco não teremos mais F1 na TV. E vão por a culpa em quem? Nas estrelas…

    • Que Foca, meu caro? Viajou? Parou nos anos 80? O que você chama de Foca não existe há anos e quem comanda a categoria hoje chama-se FOM, que é a empresa do Bernie.

      Independentemente do nome, concordo no que diz respeito à cobrança pelo acesso a dados relevantes para quem gosta de acompanhar as corridas de olho no computador. Mudaram o site da categoria, mas para pior.

  27. Brabham-5 disse:

    Por que a Williams não colocou um terceiro piloto na pista, já que Bottas não tinha condições? Cadê a esposa do Toto Wolf??
    Pelo jeito, não quiseram colocar uma mulher na pista e já na largada diminuir mais inda o numero de carros na pista Já basta o Grosjean e o Maldonado pra isso…rsrs
    Ou a Williams quis economizar de novo?
    Sore as “inovações” da Globo nessa transmissão (e pode se repetir nas próximas corridas de madrugada), algumas observações:
    1 – Coitado do Reginaldo Leme.
    2 – Deveriam ter feito como eu. Colocar o despertador para tocar 5 minutos antes da largada. O que vcs esperavam com esse “line-up” comentando no “esquenta” da transmissão da corrida??
    3 – Se há uma coisa que pode se esperar de algum funcionário/estrela “global” é esse frase ridícula, repetida até hoje por milhares de brasileiros (que NÃO ENTENDEM PATAVINA DE F1): ““eu gostava muito quando tinha o Senna, mas depois que ele morreu não acompanhei mais”.
    4 – Que bom que os capacetes de Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet não estavam ali naquela palhaçada.

  28. Andrey disse:

    Essa formula 1 tá muita chata, todo ano é a mesma coisa sai um carro na frente e ninguém mais alcança, muito previsível, acabei trocando a F1 pela Nascar muito mais interessante, pena que não temos brasileiros.

  29. evandro garcia disse:

    Para mim o que mais importa e o Felipe Nasr chegar a frente de seu companheiro, ja é um bom resultado, o quinto lugar foi consequencia de problemas com outros pilotos, e considerando que ele chegou a frente do Riccardo, contando Bottas, Raikkonen, Maldonado e Grosjeam no minimo o décimo lugar ele poderia garantir, sobre a transmissão da Globo espero que essa tenha sido assim tão ruim e tão cheia de bobagens por ser a primeira e para tentar atrair o público de alguma forma, pois perder sono para ver uma transmissão de M#$%da não é fácil, embora a corrida colaborou com a transmissão pois foi igualmente uma M#$%da, tão previsivel quanto o final da novela, onde o comendador morreu e as Mercedes dominaram tudo!! fim de semana perfeito!!

  30. Ricardo Talarico disse:

    Concordo totalmente com a péssima qualidade da transmissão “oficial”.

    Podemos tirar o som e ouvir pelo rádio, que também deixa a desejar em alguns momentos, mas não conseguimos evitar aquela ridícula divisão de tela, que reduz o que interessa, para mostrar aquelas pessoas constrangidas ao redor de uma horrível imitação de carro de corrida.
    Abrax,
    Tala

  31. Quase gorfei ao ver o picadeiro montado pela Globo… Nojento…

    Se for a mesma palhaçada na próxima, vou procurar algum link de streaming gringo. De preferência inglês…

    Quanto a F1, deveria mudar de F1 para Resta 1.

  32. Jarbas disse:

    Parabéns Flavio Gomes pelos comentários. Faz muito tempo que não assisto mais F1 pela Globo, é um saco. Eu faço de tudo para não saber o resultado da corrida e assisto a reprise pelo Sportv com Sergio Mauricio e Lito Cavalcante e se eu ficar sabendo do resultado antes assisto pelo sportv assim mesmo. Quando a conexão da internet esta boa eu tento assistir pela Sky sports F1. Se a globo não tem mais interesse na F1, deveria ceder a outras que estão muito interessadas e possui comentarista de qualidade como você, que nos passam as informações que nos interessam e não palhaçada de Dj e ex exis disso ou sei la do que. Gosto muito do seu blog. Um grande abraço.

  33. marcos carvalho disse:

    De fato foi um tédio,vamos ver se nas próximas corridas vai ter o prometido pega entre Ferrai e Williams, essa vai ser a graça do ano, até porque o Hamilton já é TRI em 2015…e o Alonso , hein? Que cara azarado…coitado, ver a Ferrari andar bem de novo e ele na carroçinha da Mac Laren. Flávio, até quando vai o contrato dele?Sei não , mas o espanhol não emplaca mais títulos na categoria , a não ser que arrume uma vaga na Mercedes.

  34. Lucas disse:

    O maior problema não é a Globo, são as demais emissoras (Fox, ESPN, SportV, SBT, rede vida e qualquer outra) ficarem reclamando das transmissões da “poderosa” mas não fazerem nada para tirar os direitos dela.
    Comprem o direito de transmissão…..desbanquem-na e façam melhor. Ficar no blá.blá.blá de nada adianta.

  35. Philipe disse:

    Pior transmissão de uma corrida que eu já vi na minha vida….
    totalmente desnecessária aquela chacrinha toda.
    Pior é que não temos nenhum outro canal alternativo para assistir.
    Bem que poderiam transmitir tambem pelo Sportv.

  36. Bráulio Pinto disse:

    A fórmula 1 está muito legal. Agora os vovô ficam
    com saudosismo. Para com isso. o tempo flui apenas em uma direção. Só acho que os carros estão muito lentos. Será que não daria para adapitar uma turbina de avião nos motor.. Seria ligal ver um carro andando a mais de 500 km/h.

  37. Matheus Santos disse:

    Parabéns Flávio.

    Achei que ninguém fosse criticar o ridículo da transmissão da Globo.

    Vergonha alheia. Confesso que fiz o mesmo que você, abaixei o volume da tv e esperei a largada.

    Dizem que a audiência da F1 está a cada ano menor. Também, diante de todos os problemas ligados ao espetáculo, com a Globo avacalhando a transmissão fica difícil atrair o público.

  38. Eu adoro F1. Estava com saudades, mas honestamente, tive de fazer forças para ficar acordado durante o quafying e não consegui acordar para a corrida.

  39. Guilherme disse:

    Fórmula huummm!

  40. Felipe Masr disse:

    A Fórmula 1 está virando Fórmula 1/2!

  41. Felipe Masr disse:

    É este o circo da F1?

    Entenderam errado…

    Agora, senhores, sentem-se em suas poltronas e assistam esta palhaçada.

    Palhaços do lado de lá, fazendo-nos de palhaço do lado de cá. Palhaços tristonhos, feitos de bobo, para a alegria da molecada!

    Sabemos que a F1 não está “empolgante”. Está é sim em estado “cambaleante”. Porém, deixem-nos ver o pouco que ainda restou!

    “Não tava muito bom, tava ruim também, agora parece que piorou”

    Este picadeiro é o fim da picada.

  42. eduardo disse:

    A curto prazo a F1 precisa descobrir o segredo da Mercedes e proibir,não é simpatico mas ela ja fez isso com a Red Bull,a médio prazo tornar a categoria mais acesivel as equipes pequenas,esta cheio de gente do ramo que adoraria colocar uma equipe na categoria se fosse possivel e uma segunda divisão com carros mais baratos mesmo que quatro segundos mais lentos não faria mal nenhum,a categoria teve caros cinco ate seis segundos mais lentos na maior parte de sua historia,mudar o regulamento dos motores é uma necessidade mas pode esperar até 2017 porque fazer novos motores a cada ano não é realista e um motor de F1 não é simples como um motor de Nascar

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