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sexta-feira, 6 de março de 2015 - 22:28No comments

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O Marcos Rrammacciotti mandou o vídeo deste embate Turbo Anos 80 x Motorzinho de Dentista 2014.

45 comentários

  1. Marcio disse:

    Vou todo ano a interlagos. Não sei se vou este ano, e unica e exclusivamente por causa do barulho do motor. Ficou muito chato.
    Não estou comparando com esse V6 de 1980. Mas sim dos motores V8 de 2013 mesmo. Perde muito a graça de assistir a corrida in loco.
    Vou continuar vendo a F1, mas esta vez deverá ser no sofá de casa.
    Coitado dos vendedores de protetor auricular rs

    • Allez Alonso! disse:

      E entre 2011 e 2014? Eu prefiro o vídeo da direita, da f1 sem difusor, além de que os carros de 2015 serão ainda mais rápidos.
      Repare quantas correções o Rosberg tem que fazer na Mercedes, já a RedBull anda em trilhos, mesmo mais rápida.
      Apesar da maior velocidade final dos carros turbo, o nível de downforce da RedBull era incrível, só comparar as velocidade mais baixas, na segunda gicane, a RedBull quase 10km mais rápida, na primeira perna da Lesmo, mais de 20km/h!!!

      http://youtu.be/RLlzqX4_XT4

  2. Giovani disse:

    Barulho é diferente de potência.

    Qualquer um que já estudou o básico de termodinâmica sabe que a energia não se cria e nem se destroi, somente se transforma. Como som é energia, basicamente quanto mais silenciosos os motores, mais eficientes eles serão.

    Concordo que o som de antigamente causava uma sensação de adrenalina, mas o mundo evolui e a tecnologia também, e nesta a F1 deve ser sempre referência.

    Temos que parar com este “saudosismo” de que tudo de antigamente era melhor do que hoje, pois isto não é verdade. Nada regride, isto está na natureza humana. Era bom antigamente, mas se você for analisar friamente, hoje está muito melhor! Lembre que seu cérebro, como mecanismo de defesa, apaga as memórias ruins e mantém vivas somente as agradáveis, por isto temos sempre a sensação que antigamente tudo era melhor…

    Avante às cabeças, vamos aprender com o passado mas evoluir!

  3. Flavio Bragatto disse:

    Ah, para!
    Não eram tão diferentes assim. ]
    São décadas de evolução tecnológica. O ronco iria mudar mesmo.

  4. Paulo disse:

    No fim do video tem um link para outro com uma lotus turbo 80´s mesmo

    Esse judd que era uma porcaria é muito melhor que os mercedes e ferraris da vida atuais.. Em 1988 seria uma heresia dizer isso

  5. Rodrigo disse:

    É muito choro saudosista besta… barulho não é tudo, e os atuais são muito mais prazerosos de se acompanhar. E a diferença entre os motores de 2013 é quase nada, de apenas 10db, o que muda é que o som é mais grave, então parece muito mais baixo (não “esgoela” agudo no ouvido). Sem falar que pra quem gosta de carro querer só barulho é abrir mão de toda a parte técnica, que deveria encher os olhos de quem gosta de carro pelos feitos de engenharia… até pq sem a parte de enenharia, dos carros em si, não tem quase diferença ver f1, indy ou f-e. E sem a parte de engenharia ninguém nunca assisitiria Le Mans, que dura 24h e quase nenhuma disputa roda com roda. Mas quem gosta de carro entende!

    A única coisa que precisam é retirar o limite de fluxo de combustível pros carros poderem rodar no máximo no qualy e em uma volta ou outra na corrida.

  6. Correa disse:

    Chega a dar raiva de ver o que virou isso!! Ainda mais pra mim que acompanho a F1 desde os anos 70!

  7. José Brabham disse:

    Não sei se essa comparação procede. O que ouvimos nos videos não são os sons reais, mas uma captação filtrada e tratada do ronco produzido pelo motor.

    Quem já ouviu um F1 ao vivo num autódromo sabe que aquilo que se ouve na TV em nada lembra do som que um F1 faz acelerando pela pista.

  8. Emerson disse:

    Esse fetiche que o pessoal mais velho tem por barulho… Enche o saco.

  9. David Santiago disse:

    Os motores de hoje não são ruins, o problema são as limitações!
    Esse de 1988 era pra uma corrida apenas e com dois turbos (um para cada bancada de 6 cilindros) e escapes individuais.
    Hoje cada motor tem de durar em média 5 corridas, um turbo só, um escape único e por aí vai. Tira essas restrições e vamos comparar. O som apareceria e bem melhor!
    Mas nada se compara ao som dos V12 da Ferrari e os V10 da década de 90 e meados da década passada.

    • Tonhão Manolo disse:

      Como assim um para cada bancada de 6 cilindros se esse motor só tem 6 cilindros?
      Concordo com você, o som dos V12 e V10 são realmente incomparáveis, mas temos que concordar que os motores de hoje são extremamente superiores em tudo aos da década de 80 e 90, mesmo com as limitações eles geram mais potência.

    • celião disse:

      O son dos motores não interessa, , pega os tempos daquela época
      e os de hoje e compara, se não fossem as limitações, um F1
      hoje estaria atingindo 400 p/h na reta de Monza.

  10. Elvis André disse:

    Qual a explicação? O que eles podem melhorar?

  11. Eduardo_SC disse:

    Nem precisa ir longe, coloca o V6 da Indy que já fica bom demais. Mas o carro não me cai no gosto.

  12. Paulo Pinto disse:

    O post é sobre o ronco dos motores e você, falando sobre a errada do Vettel.
    Mesmo com a errada, o Herdeiro continuou à frente do mascarado em 2014.

  13. Paulo F. disse:

    Os cv de diferença são os devidamente silenciados. A cada unidade de energia recuperada o propulsor fica mais silencioso!
    Mas que o som dos actuais poderia ser mais harmónico com certeza poderia.

  14. marcelo silva disse:

    é que o tio bernie tá ficando gagá e não gosta de barulho…

  15. Jayme disse:

    O mundo era engraçado e vibrante nos anos 80, hoje é uma merda sem graça, tudo é politicamente correto, até a F1, que merda!

  16. Brabham-5 disse:

    Idéia estúpida de tirar o som alto do ronco dos motores! Tentam “gourmetizar” até a F1!. Coisa dos “eco-chatos”! Tem de fazer menos barulho, “queimar menos” (menos poluente), etc. Resultado: tem piloto levando choque com essa porcaria de “unidade de força” impulsionando o carro! Ouvir os pilotos antes de fazerem essas mudanças, nem pensar. Aí, dá nisso.

    F1 TURBO crianças, é isso aqui: A Brabham que Piquet imortalizou em 1983 com mais um título. Vejam as LABAREDAS na redução de marcha. (Que DÓ que tenho desses que só viram a F1 de 1990 em diante)

    https://www.youtube.com/watch?v=0w-pokZMoU4

  17. Airton Silva disse:

    As cilindradas eram quase as mesmas (1,5L x 1,6L), ambos eram V6 turbo, as rotações máximas também eram mais ou menos parecidas. Onde então está a diferença entre os sons? Será que a causa seria só o comprimento dos tubos do escapamento?

  18. jader disse:

    Provavelmente, somente os engenheiros não curtirão o vídeo. Controlar a Lotus não era lá tarefa muito fácil naqueles tempos.

  19. luiz carlos barbosa disse:

    Larga o pé do Vettel o cara já é quatro vezes campeão…e voce ainda vem com esse mi mi mi, agora na Ferrari deve andar mais que Alonso ano passado, ai vem aquela historia que o carro é melhor e bla bla bla……

  20. Claudio Aun disse:

    E não me venham com essa historia que Formula E é legal.
    Quem gosta de motor elétrico é piloto de autorama !

  21. Mario Mesquita disse:

    Diferença absurda.

    É clichê total, mas são bons tempos mesmo… E olha que essa Lotus 1988 foi uma “cadeira elétrica”. Embora com um puta motor, o carro era ruim de curva e nem Piquet deu jeito na bagaça. Pelo menos ele embolsou uma grana firme, se é que um piloto campeão se conforma em andar num caixão com 4 rodas…

  22. luciano disse:

    Essa é a Lotus 101 de 1989, não é turbo e sim aspirada ( Judd v8 )

  23. Allez Alonso! disse:

    Automobilismo é detalhe. Senna lixava os pneus antes de ir pra pista no qly, tirava os decalques e a cera dos pneus, mesmo com uma volta a menos conseguia aquecer os pneus e abria as voltas rápidas antes de todo mundo. Veja que o Piquet preferia tirar o selo do pneu na pista, mesmo que as custas de uma volta a mais.
    Outro detalhe é a errada do Vettel, sem difusor o míd corner dele é sofrível, lambeu o muro com vontade.
    Acho que Alonso mesmo com amnésia e voltando 20 anos no tempo não cometeria um erro infantil como esse do Vettel, mas em 2014 as máscaras caíram com vontade!

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