MUDANÇAS À VISTA | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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sexta-feira, 15 de maio de 2015 - 11:55F-1

MUDANÇAS À VISTA

SÃO PAULO (vamos ver) – Volta do reabastecimento, escolha livre de dois compostos de pneus entre os quatro existentes para todas as corridas, pneus mais largos, aerodinâmica mais “agressiva” (que merda é isso?), motores mais barulhentos e potentes — mas ainda V6 híbridos, essas unidades de força —, carros 5s mais rápidos por volta do que hoje, possibilidade de equipes comprarem chassis de outras.

São as decisões do Grupo de Estratégia da F-1 anunciadas hoje.

Ah, a maioria é para 2017. Nada muda no ano que vem, exceto o negócio de poder escolher os pneus.

Gosto de tudo, já que está tudo tão ruim… Menos, claro, da manutenção dos motores atuais. A justificativa é que se gastou demais para desenvolvê-los e não faria sentido durarem tão pouco.

Os detalhes da reunião de hoje estão aqui e aqui.

102 comentários

  1. Leonardo Silva Conrado disse:

    Pesquisa para melhorar a F1…

    http://gpda.motorsport.com/

  2. Ricardo disse:

    O Seixas gostou da ideia, mas fico mais com essa opinião: http://blogdoico.blogosfera.uol.com.br/2015/05/18/novas-regras-vao-afundar-a-formula-1-ainda-mais/
    Não mexeram no que importa.

  3. Martinho disse:

    O que seria “carros mais agressivos”? Vão colocar alto-falantes nos carros e eles xingarão os outros durante as corridas? Vão esguichar óleo quente no público? Já sei, vão desenhar nos bicos as caras dos lutadores do UFC. Se for isso, põe a foto do Maguila no bico da McLaren

  4. Luis disse:

    -Tinham que tirar a comunicação de rádio. Comuniquem-se por placas…
    -Sem reabastecimento.
    -Sem obrigatoriedade de trocar pneus (quem conseguir economizar e ir até o fim que assim o faça).
    -Câmbio manual (seria ótimo…mas ai é querer d+)

  5. FeFe disse:

    Tio Bernie, apesar das muitas primaveras nas costas, de bobo não tem nada. Ele sabe que a F1 de hoje é um troço horrível de se assistir, insosso, sem graça, sem sal, sem pimenta e com regulamento engessado até o último pentelho. E caro pacas para as equipes. Como diria um amigo meu, a F1 de hoje é uma mistura de Dormonid com Risperidona em um copo de Double Black sem gelo. Não tem nego que mantenha atenção por mais de 5 minutos seguidos. E, portanto, se continuasse nesta toada, seria engolida em um futuro não muito distante por outras categorias, especialmente pela simpaticíssima F-E. Portanto, mudar não é apenas legalzinho ou uma coisa assim, como diria, bacaninha, mas uma questão de sobrevivência mesmo. Ou mudava ou morria. Acho, também, que outras coisas poderiam ser feitas para 2017, além do proposto acima, mas ao menos é melhor do que nada.

  6. Daniel disse:

    Deveriam restringir a aerodinamica radicalmente permitindo que os carros andem mais proximos. Carros mais largos e pneus mais largos para aumentar a aderencia mecanica. Asas mais largas, altura padronizada e lamina unica. Mandar a asa movel para pqp. Remover qualquer aleta vertical. Simplificar os carros.
    Liberar o desenvolvimento dos motores, pois atualmente o ganho de performance acontece devido a pacotes aerodinamicos e acertos de suspensao, ou seja, honeram as equipes.

  7. roxxon valdez disse:

    quanto mais a F-1 avança mais volta atrás. qualquer dia desses vermie eclestone e a FIA vão querer que os carros andem sem motor, corram parados ou movidos a vento. que os pilotos sejam deficientes físicos sem pernas e que faça transplante de cérebro nos narradores (=unica inovação real ), tudo com transmissão por rádio ou em preto e branco.

  8. voulembrar disse:

    Deveriam contratar esse cara aqui para promover essas mudanças… os caros da F1 poderiam ficar bem mais empolgantes:

    https://www.youtube.com/watch?v=zsXWspo5hrc

  9. Ivan disse:

    Concordo com todas as sugestões de mudanças, MENOS a volta do reabastecimento. Isto só serve pra aumentar os custos pras equipes sem melhorar em nada a competitividade da categoria.

    E, a se lamentar, que a raiz do problema (distribuição injusta do dinheiro entre as equipes) permanece intocada. Não é de se surpreender, já que para a tal reunião apenas participaram as 5 equipes principais. Depois que, daqui uns anos, sobrarem apenas 5 equipes disputando, quem sabe sejam menos gananciosos?

  10. Rodrigo Deliberali disse:

    Flávio, tu achas que será o fim dos pneus médios e duros com essa proposta ou número limite de jogos por fim de semana, pode limitar essa escolha?

  11. Airton Silva disse:

    Entrem no site oficial da Fórmula 1 e revejam o vídeo do Rosberg fazendo a pole em Bacelona: o motor mal atinge 12 mil rpm, embora o limite seja de 15 mil rpm. Além disso, as marchas são trocadas para cima sem o motor estar cheio, para evitar destracionamento. Com isso, nada de ruído ensurdecedor. O problema parece que está no fato de que motor turbo sempre entrega torque elevado em menores rotações e nesse cenário não adiantaria liberar as rotações para, digamos, 18 ou 20 mil rpm, que esses limites não seriam usados. Querem motor girador e ruidoso? Eliminem o turbo. Que tal o mesmo V6 de hoje, mas aspirado? A falta do turbo certamente seria compensada com giros insanos.

  12. Hassan disse:

    Hahahahaha ninguem mais comentou o post do blog, todo mundo indignado com a pergunta do Jefferson hahahah

  13. Felipe Masr disse:

    Não gostei do reabastecimento. É um regresso na segurança.
    Reabastecimento na F1, onde a parada é extremamente rápida, e todos estão aguardando o final do reabastecimento para abaixar o carro, acho muito perigoso. Quando em categorias onde o reabastecimento termina antes da troca de pneus, ou de pilotos, tudo bem, pois dá para ter plena certeza que o carro não está mais acoplado ao sistema de reabastecimento. Se já é perigoso ocorrer de um carro sair com a roda mal colocada, por conta da pressa em abaixar o carro e liberar o mesmo, quanto mais com combustível a dar banho em tudo que está no caminho, inclusive o pessoal das equipes e algum carro que esteja imediatamente atrás. A roda, por vezes percebe-se logo depois (geralmente na primeira curva pós pit stop), antes do carro atingir alta velocidade, diminuindo bastante os riscos de algum acidente mais grave.
    Não dá certo. Só se for permitido apenas trocar os pneus após a retirada do sistema de abastecimento. Do modo como era feito, não dá. Irá acontecer de liberarem o carro com o equipamento conectado, assim como acontece com as rodas mal colocadas, até hoje.

    E deixo o exemplo de quando dá errado (que também o leitor Marcelo apresentou):
    WARNING: Disturbing Image! Ferrari Formula 1 Pit Stop Fire
    https://www.youtube.com/watch?v=OvgjhfQLTNk
    Icemen, flambado, e não foi a vodka.

    Com fogo não se brinca — Ops!. A coisa é séria, mesmo com todo o avanço para com materiais e proteções para o piloto, ainda existe limite de tempo em exposição ao fogo; Nikki Lauda deveria ser o primeiro a levantar o dedo, a ser contra.

  14. Teles disse:

    Mudanças,tudo bem,são necessárias e imprescindíveis para que a F1 volte aos áureos tempos.Mais não basta mudar regulamento motores e pneus,existe um outro fator fundamental que estão esquecendo,os pilotos.
    Tem que haver uma mudança de perfil.Precisamos de pilotos com personalidade,com talento,polêmicos e que não se intimidem na hora de mandar alguém tomar no c………………
    Tem que ter o excepcional,o bom,o trapalhão o bom moço ou falso bom moço,o estiloso,o boêmio,o caridoso e o fenômeno. Hoje não temos o grande teatro que a F1 foi,são todos iguais,polidos,bons moços “puns sem cheiro”
    Abração!!!

  15. Gabriel P. disse:

    Peraí
    São 4 tipos para seco e 2 para chuva, 6 tipos diferentes de Pneus.
    Cada carro usa 4 pneus de cada vez ou seja 6×4= 24 pneus a disposição para cada carro em cada corrida (isto se for 1 de cada tipo, se for 2 serão 48 p/cada carro)
    20 carros no grid X 48 p/ cada carro = 960 pneus á disposição em cada corrida.?
    Haja pneu ?
    É isso mesmo Flávio ???

  16. PAULO F1 disse:

    Tem um detalhe que passou batido e tem a ver com os motores. Hoje estão limitados a 04 unidades (caso mais de 04 sejam usados por motivo de quebra ou o que seja, entra a penalização). Hora, querendo ou não, as equipes estão correndo hoje em dia tomando muito cuidado com os motores (Renault estourando, Honda limitados na potência e creio que também os Mercedes e os Ferrari sendo poupados no que podem ser). Voltando o reabastecimento, pneus mais largos e afins (pena que não acabem esta limitação dos testes), pensando com isto em mais velocidade (creio eu que liberando mais potencia nos motores, já que não vão mudar), acho que vai ocorrer o seguinte fato: a quantidade de motores que poderão ser usadas em uma temporada e o cuidado extremo que terão com os motores (liberando uma potência equilibrada entre desempenho e confiabilidade), serão o maior desafio para as equipes e talvez este desafio seja justamente o fator que vai limitar o desempenho dos carros em 2017. Dar mais velocidade com maior risco de quebra ou limitar a velocidade para se ter maior confiabilidade?? Acho que a F1 criou o seu próprio “limite” com estes motores. Bom, sou só um fâ de Fórmula 1 (há pelo menos 40 anos) e sou limitado em termos de explicações técnicas, mas espero que tenham entendido o meu ponto de vista (meio enrolado..rs), e agradeço por qualquer colaboração que queiram dar para explicar melhor o que estou postando. Valeu Flávio Gomes e valeu pessoal.

  17. Celio Ferreira disse:

    Sou favorável a manutenção, das atuais unidades de força da F1, pois
    o avanço tecnológico é evidente , e para alcançar os 1000CV , é mais
    fácil do que arrancar as mesma potência dos v8. Aumentando os rpm de
    15 para 18.000,aumenta o consumo , abre mais a valvula do turbo etc…

    • Limpol disse:

      Putz… só tem engenheiro aqui! “Aumentar” o RPM é só uma decisão técnica? Cada motor funciona numa faixa de potência ideal, os motores de 2015 sáo limitados a 15.000 rpm mas nem chegam perto disso, pois a potência máxima vem bem antes devido à sobrealimentação, geralmente 12.000 rpm. Virar mais não resolve nada, a potência dimuniu ao invés de aumentar depois da faixa ideal. Com 1.6L os motores só vão ter 1000 hps confiáveis com tecnologia alienígena. Vale comparar com os LMP1 da WEC que chegam perto de 1000 hp mas tem 2.8 litros de deslocamento, 2 turbinas e ainda motor elétrico empurrando junto.

  18. valter disse:

    Então em 2016 o campeonato de F1 será a reprise de 2015 que já a mesmice de 2014.

  19. Fontana o poderoso disse:

    O que a Fórmula 1 precisa é do fim daquela baitolagem de Superpole, Q1, Q2 e Q3. Tem que o treino classificatório começar logo no Q3, todos contra todos, meia-hora de duração e fim de papo.

  20. charles disse:

    Se não fosse o reabastecimento, o Massa teria sido campeão em 2008, quando saiu com a mangueira pendurada.

  21. thomaz disse:

    Durante a corrida os pilotos terao que usar os dois tipos de compostos escolhidos ou estao livres para usar so um?

  22. Mano disse:

    Olá e boa tarde.

    Entendo que as mudanças podem vir a ser interessantes para a categoria …

    Ajustar e desenvolver as atuais unidades de força, visando uma performance melhor, gerando um ronco muito mais legal, com cara de F-1, e fazer dos carros verdadeiros desafios aos pilotos, fazendo isso sem extrapolar os custos deve ser o caminho.

    Comprar chassis de outras equipes é outra ideia que agrada muito, pois as equipes menores poderiam adquirir um carro/pacote básico de um fabricante (Dallara por exemplo) ou de uma equipe grande (Williams, Mclaren) e as equipes clientes, menores, com a estrutura que já possuem em suas sedes, focar no desenvolvimento de novas atualizações do pacote/chassi. As equipes menores/clientes poderiam contar também com motores V8 aspirados, equalizados com os V6 Turbo Híbridos, além do câmbio e kers padronizados …

    Enfim, acho que as ideias estão aí … é decidir o que é melhor para a o espetáculo e a categoria ….

    Grande abraço a todos.

    • Pepe disse:

      Eu creio que, assim como meu avô diz que bom era no tempo dos 12 cilindros em linha, pneus estreitos, sem capacete, câmbio duro, vazando para todo lado, aí sim se via quem era “macho de verdade”, a era dos V8,V10 já passou e fim de papo, agora a tecnologia é outra, no campeonato de endurance quem vence são os híbridos também, e a tendência é essa, talvez até num futuro próximo, o uso de célula de combustível ao invés dos explosão, etc. Para fazer barulho, basta acoplar um gerador de som e uma corneta, acionado pelo acelerador, tão simples assim. Saudosistas, a tecnologia não pode ser freada, faz parte do ser humano criar e usar o novo e melhor, o resto fica pelo caminho. Abs a todos.

  23. Chupez Alonso disse:

    Até 2017 o Amonso já terá feito um ponto!?

    Allez Luia!

  24. Elio disse:

    Flávio, acompanho o Grande Prêmio e seu blog há anos, mas acho que apenas em uma ocasião fiz algum comentário por aqui. Não sei se serei lido, respondido, mas não importa.
    Acompanho a Fórmula 1 desde 1995 e já alguns anos, tanto no GP, seu blog, e outros meios especializados a discussão sobre a competitividade da Fórmula 1. Há de se reconhecer que todos aqueles que gostam de automobilismo e especificamente Fórmula 1 – creio os que a cobrem profissionalmente – chegam num consenso de que, a Fórmula 1 tem estado cada vez mais previsível, enfadonha. Não posso e nem acho que seria o caso de argumentar que “antigamente as coisas eram melhores, até porque não acompanhei tanto tempo assim. Mas já vi algumas mudanças nos carros, regulamento visando a competitividade e que no final ou não deram certo ou foram e são artificiais.
    Mas nos seus últimos textos sempre vem à tona a questão do marasmo, opiniões de pilotos e de possíveis mudanças para melhoria da categoria, atrair públicos mais novos.
    Apenas gostaria de sugerir: uma matéria na Revista Warm Up com opiniões de jornalistas, pilotos de outras categorias, ex-pilotos ou dirigentes, donos de equipes, para traçar um panorama de possibilidades das estruturas dos carros, regulamento, pistas, etc.
    Acharia interessante ter diversas opiniões reunidas numa matéria sobre a Fórmula 1 para o futuro.

  25. Danilo disse:

    Finalmente uma mudança.Mas uma mudança definitiva seria tirar esse velho ranzinza da F1

  26. Alex disse:

    Bem, fica evidente que não existe interesse em resolver o verdadeiro problema. A volta do reabastecimento (que já foi e voltou um monte de vezes desde 1982), pneus mais largos, motor mais barulhento soam, na melhor das hipóteses, como paliativos, talvez nem isso.
    Até um zé povinho como eu sabe que o problema é estrutural, começa nos custos aterradores que levam à falta de competitividade, abismos entre as equipes, pilotos pagantes, soluções artificiais para forçar ultrapassagens (como as asas móveis) e por aí vai. A F-1 precisa decidir o que pretende ser: aquela categoria que maravilhava o mundo ou um papa-niquel que vive ao sabor das grandes montadores e de um punhado de picaretas sem compromisso nenhum com automobilismo?

  27. mauricio disse:

    a flavio eu gosto de tudo chato e ver essas carrocas q tem corrida aqui tudo carro montado e pilotos de merda como stock car e o q vc corre o ridiculo 69 decadente e essa paixao q tu tem por corridas ridiculas deixa de ser chato

  28. Alex disse:

    Flávio,

    Parece que a escolha “livre” de Pneus já começara a partir do ano que vem.

  29. Adolfo disse:

    Sei que gastaram demais, mas a sugestão do Flavio para os motores é a melhor : motores V8, todo mundo tem.

    Ou ainda – limite de 1000 cavalos e liberdade total para o tipo de motor, aspirado, turbo, com recuperação de energia, elétrico. Aí seria bacana !

  30. Fábio disse:

    Flavio, a questão da escolha livre dos pneus não é já para 2016?

  31. Guilherme disse:

    Aerodinâmica mais agressiva = melhoria na passagem dos fluxos de ar. Espero ter ajudado.

  32. Rafael disse:

    gastou-se demais com os motores, verdade, mas faria sentido SIM mudá-los, uma vez que pouco gente gosta

  33. Rafael disse:

    Poxa, manter esses motores… e voltar com reabastecimento… uma pena. Vai ter muito piloto que vai ganhar corrida mais pela estratégia.

  34. André França disse:

    Já falei outras vezes, mas lá vai de novo:
    Querem esses motores V6-bi-twin-mega-blast-turbo-over-silence fazerm barulho? Libera o limite de giros… esse é um dos principais motivos deles serem mais silenciosos… Duvido se eles girando a 20.000RPM não vão gritar alto… (não como um v8, v10, v12, mas vão gritar…)

    • Limpol disse:

      Não deveria ser tão difícil de entender: cada motor tem sua faixa de rotação ideal. Um motor 1.6L, sobrealimentado com uma turbina com as dimensões que tem e com a engenharia para recuperar energia não pode girar 20.000 rpm por limitação mecânica. Vocês falam em “liberar” o giro como se fosse uma decisão burocrática, na base da canetada, hehehe… Faz o seguinte, leva seu carro numa oficina e pede para eles reprogramarem a injeção de maneira a eliminar o corte de giro, aí seu motor fica liberado para girar mais que uma Yamaha R1, depois diga se ele andou mais por causa disso, hehehehe

  35. Fernando disse:

    Escolher pneus é legal, mas as equipes escolherão os mesmos na maioria das vezes. Pneus mais largos, legal, são mais bonitos e duráveis. Estes motores atuais trabalham abaixo do seu limite por causa da quantidade de combustível permitida, podem andar muito mais. Vender chassi é a melhor das ideias. Aerodinâmica agressiva, pasmem, para os dirigentes significa “carros mais bonitos”. Reabastecimento sempre foi uma bobagem, serve para leigo não compreender as corridas, e em tempos de redução de custos é apenas um dos maiores absurdos destas proposições.

  36. Rubens disse:

    Reabastecimento e liberdade pra escolher pneus já vai melhorar muita coisa.

    Não precisa de muita coisa pra melhorar.

  37. José Brabham disse:

    Não sei porque essa invocação com os motores híbridos. São a inovação mais bacana que a F1 lançou nos últimos anos! A questão do som baixo realmente é ruim (para os 0,2% dos fãs que têm a sorte de irem aos autódromos – faz pouca diferença para os milhões que só vêem corrida pela TV), mas uma vez “resolvido” isso, beleza!

  38. luis cardoso disse:

    Uma coisa que eu nao entendi.

    Como eles vao reabastecer, se a regra dos motores será a mesma ?

    Não faz muito sentido voce reabastecer se o limite de combustivel for limitado como é hoje.

  39. Mauro Oliveira disse:

    Besteira, o bernie “gagá” ecclestone já disse que nada muda sem a aprovação dele. E pra ele está tudo bem

  40. André disse:

    Bom gostei tb de tudo, uma pena mesmo que não vão trocar essa “unidade de força”, mas já é alguma coisa… Mas será que aumentar a potência não acarretaria em mais superaquecimento, já que vimos a McLaren tantas vezes andando com potência reduzida, justamente para a unidade não explodir? Teriam que refazer ou melhor, reforçar esse motor, então não seria melhor já troca-lo por um V8?

  41. Alessandro Neri disse:

    Infelizmente mantendo esses motores pavorosos, nada realmente vai mudar. O espetáculo continuará na melhor das hipóteses sofrível.

  42. Vicente Camara disse:

    Flávio, no ano que vem muda sim. A escolha de 2 compostos de pista seca, de 4 disponíveis, já estará valendo.

  43. Clésio Luiz disse:

    Do que foi anunciado o mais interessante para mim foi a possibilidade de comprar chassis de outras equipes.

    Me pergunto quais seriam os limites, se vende quem quer ou não, como fica a questão das evoluções no chassis, se será repassado às outras ou não.

  44. Davi disse:

    Olá Flávio, apenas corrigindo pelo que li no próprio GP, a escolha de pneus é já para o ano que vem, o resto sim é para 2017.

    Um abraço

  45. igor disse:

    Flavio, ou alguém, saberia dizer pq a f1 não roda com etanol (ou outro biocombustível)? seria um jeito bem mais barato de fazer ecomarketing.

  46. Brabham-5 disse:

    MOTORES MAIS POTENTES E PNEUS MAIS RESISTENTES!
    Mais tempo (já que o campeonato vai começar mais tarde) para pilotos e equipes testarem e desenvolverem seus carros na pista. Esse negócio de limitar os testes, idéia concebida com a intenção de equilibrar entre equipes ricas e pobres, no desenvolvimento do carro e nos gastos, NÃO FUNCIONOU. Nem todo mundo tem o “túnel de vento” da Mercedes, da Ferrari…Só aumentou o abismo entre grandes e pequenas e pior, aumento o abismo entre a Mercedes e as outras grandes.
    Como Alonso e Button vão contribuir para desenvolver a McLaren, por exemplo. Imagine então as equipes médias e pequenas?
    Quem pode mais, faz mais, treina mais. Todos com o mesmo direito de treinar/desenvolver, na pista, antes da temporada.
    E se quer brincar de energia elétrica, que se mude para a F-E!

  47. Jefferson disse:

    Boa tarde, desculpe a ignorância, alguém poderia me explicar o que seria reabastecimento, uma vez que já acontece na corrida. Confesso que não entendi.

  48. João Luiz Marques disse:

    Infelizmente a questão dos motores é verdade. Gastou-se demais com isso.

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