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terça-feira, 30 de junho de 2015 - 19:02One question

ONE QUESTION

E é para vocês: a conquista de Nelsinho na Fórmula E é a maior de um piloto brasileiro desde Senna em 1991?

piquetlondon

203 comentários

  1. Vanderlei Silva disse:

    os títulos de Gil em 2000-2001, Cristiano em 2002 e Tony em 2004 foram mais importantes. Vencer as 500 milhas de Indianápolis é um título tão importante quanto as 24 horas de Le Mans, mas já é discutível. Seria tão discutível quanto ser mais importante um time ganhar a Libertadores com 14 datas ou um Mundial com 2 jogos.

  2. Ron disse:

    Quando ouvi essas palavras na emissora oficial, pensei logo: “começou!”. Começou a ladainha de se não for atração da casa, não existe, não serve, não é do mesmo nível etc.
    Não desmerecendo o Nelsinho (aliás parabéns a ele mais uma vez, é um título importante sim) e a F-E (uma nova categoria), mas tivemos, por exemplo, Gil, Hélio, Tony com ótimos resultados na Indy (campeonatos, vitórias em Indianápolis).

  3. focacruz disse:

    foi importante, mas acho que os feitos na indy são maiores, principalmente pela tradição.

  4. granito disse:

    Com medo de esquecer algum vou enumerar campeonatos ganhos por brasileiros que tem grande importância e para mim perder apenas para F1 mas acho muito dificil de dizer se são ou não mais importantes uns que outros . Acho que um pode ser ligeiramente melhor que outro mas a relevância , o valor na minha opinião são iguais.

    Indy 500 – 3 de Hélio, 1 de Gil ,1 de Emerson (pos 91) e 1 de Tony. Para mim um campeonato de 1 mês que vale tanto quanto o da F-Indy
    Cart – o Bicampeonato do Gil (2000-01) , e o título de Da Matta 2002
    IRL – o título de Kanaan 2004
    F-Nippon – o título de JP OLiveira em 2010
    FIA GT – Ricardo Zonta em 1998.

    Existem outros títulos importantes como o da F3000, F3, F indy lights e World series , mas todos os estes são de categorias de base ainda , mesmo que alguns sejam o último passo para a F1 e são títulos importantes , mas estes citados acima são categorias onde os pilotos fazem carreira e disputam com um grupo de pilotos e marcas e equipes que dão estrutura profissional e de continuidade nas categorias.

  5. Issac Nemach disse:

    E as conquistas brasileiras na F-Indy e nas 500 milhas de Indianápolis?

  6. JT disse:

    A Fórmula Indy corre basicamente nos EUA. Não é um campeonato mundial de verdade e os americanos nem se importam com isso.. A Fórmula E já nasceu correndo em vários países. Nem a Fórmula 1, quando surgiu em 1950, saiu da Europa.

    Tudo, porém, preciso ser visto em perspectiva. O titulo de Piquet Jr na Fórmula E vai ganhar ou perder importância conforme o campeonato pegar ou não. Pessoalmente, acho que vai pegar.

  7. Fernandofn disse:

    Os titulos dos Brasileiros na Indy e 500 milhas foram mais importantes, sem falar nos vices Barrichello e Massa, pois é muito mais difícil ser vice na F1 do que ganhar F-E.

    O mais importante para mim foi o Título de 2000 do Gil de Ferran. Naquele ano a Indy tava muito competitiva, reuniu muitos pilotos de alto nível como Montoya, Franchitti, Castroneves, Kanaan, Andretti, etc. Além disso, tinha muitos ex-pilotos de F1 com muito mais currículo que os atuais pilotos da F-E.

  8. Vallim disse:

    Pela forma que foi a temporada e as 3 útimas etapas digo que sim , e também pela superação pelos acontecidos com ele ´pró´ria na F 1 .

    Mas não podemos esquecer de 2004 com Tony Kanaan na Indy

    Ao FG abraços dos amigos da Granja Viana- Cotia

  9. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G:,
    Nunca Jamais,existem outras vitórias que valem muito mais,Brasileiros vencendo em 24horas, mundial de marcas, outras categorias mais tradicionais e relevantes do que a F-E.

  10. Alexandre Pereira disse:

    Flavio, another question, vc acha que este título pode reabrir as portas da F1 para o Nelsinho e o Di Grassi?

    Agradeço se puder publicar sua resposta em outro post.

  11. Acarloz disse:

    Eu considero sim.

  12. Pedro Arnaldo disse:

    Interessante a formula È PHODA
    mas de 94 para ka, vários brasileiros tiveram papel muito mais importantes que o nosso Cinga APURA gate né?

  13. Eduardo Schmidt disse:

    Não, acho que os campeões da Indy tiveram mais valor em seu título!!!

  14. Pedro Arnaldo disse:

    gosto do Nelsinho mas pode parar, não da nem para começar essa comparação e apenas por curiosidade umas perguntinhas:

    1)Como carioca e ex-morador de Copacabana, ter lido suas memórias da época de ouro que lá morou foi uma viagem no tempo, mesmo que não tenha conhecido a Coral e os tempos Nardianos do autorama de competição. Parabéns sinceros camarada, pois para mim foi um dos seus melhores artigos.. Como paulistano militante incorrigível e com seu estagio adolescente na princesinha do mar, qual seria a maior diferença entre ter morado no Rio parte da sua adolescência com suas belezas naturais e ter nascido e sido criado com este DNA paulistano como formador da sua singular personalidade? O que te acrescentou e ou mudou aqueles anos próximo à orla mais singular e transformadora do mundo?
    2)São pouquíssimos os repórteres dubles de piloto neste pais, o que destacaria como mais interessante na sua razoável história pelos autódromos do pais depois que resolveu escrever apoiando o bloquinho de notas no volante?
    3)Embora não tenha uma coleção de carros como a sua, tive o raro prazer de ser proprietário de um Puma conversível 1980 super inteiro. Não acha que dentro de um espectro tão amplo e interessante como o que possui, faz falta um automóvel realmente esportivo, mesmo que “Made in Brasil” e de preferência sem capota para sentir o vento no rosto e toda aquela fantasia ligada a sétima arte?
    4)Não vou te perguntar sob re o piloto que mais admirou/admira, até porque suspeito de quem seja, mas olhando apenas pela ótica filosófica, tem uma opinião formada sobre talento/sucesso e o que a existência desses “gênios” deixou para os que não puderam acompanhar seus grandes momentos de Glória? Alguns que faleceram na pista de certa forma asseguraram seu lugar no Olimpo, já outros tão bons ou “melhores” as suas histórias individuais não parecem tão interessantes quanto à lembrança que dele(s) ficou. Não te parece uma injustiça existencial?
    5)Gosto muito de comparações que nos ajudem a refletir, e compreender certas realidades. Formula INDY e Formula 1 já foram categorias muito mais próximas e com interessantes disputas indiretas no século passado. Esquecendo essa coisa xenófoba do American Way of Life, o que mais te chama à atenção quanto às diferenças entre categorias que poderiam ser ícones de avanço tecnológico na área automobilística?
    6)Você viu um filme chamado REDS, sobre John Reed e a revolução de 1917 com fotografia e script premiados com Oscar se não me engano? Me fala sobre sua visão da revolução Bolchevista e da sua mensagem 98 anos depois do evento, numa tentativa de adaptação a esta sociedade materialista, podre e egoísta que vivemos e que para1)Como carioca e ex-morador de Copacabana, ter lido suas memórias da época de ouro que lá morou foi uma viagem no tempo, mesmo que não tenha conhecido a Coral e os tempos Nardianos do autorama de competição. Parabéns sinceros camarada, pois para mim foi um dos seus melhores artigos.. Como paulistano militante incorrigível e com seu estagio adolescente na princesinha do mar, qual seria a maior diferença entre ter morado no Rio parte da sua adolescência com suas belezas naturais e ter nascido e sido criado com este DNA paulistano como formador da sua singular personalidade? O que te acrescentou e ou mudou aqueles anos próximo à orla mais singular e transformadora do mundo?
    2)São pouquíssimos os repórteres dubles de piloto neste pais, o que destacaria como mais interessante na sua razoável história pelos autódromos do pais depois que resolveu escrever apoiando o bloquinho de notas no volante?
    3)Embora não tenha uma coleção de carros como a sua, tive o raro prazer de ser proprietário de um Puma conversível 1980 super inteiro. Não acha que dentro de um espectro tão amplo e interessante como o que possui, faz falta um automóvel realmente esportivo, mesmo que “Made in Brasil” e de preferência sem capota para sentir o vento no rosto e toda aquela fantasia ligada a sétima arte?
    4)Não vou te perguntar sob re o piloto que mais admirou/admira, até porque suspeito de quem seja, mas olhando apenas pela ótica filosófica, tem uma opinião formada sobre talento/sucesso e o que a existência desses “gênios” deixou para os que não puderam acompanhar seus grandes momentos de Glória? Alguns que faleceram na pista de certa forma asseguraram seu lugar no Olimpo, já outros tão bons ou “melhores” as suas histórias individuais não parecem tão interessantes quanto à lembrança que dele(s) ficou. Não te parece uma injustiça existencial?
    5)Gosto muito de comparações que nos ajudem a refletir, e compreender certas realidades. Formula INDY e Formula 1 já foram categorias muito mais próximas e com interessantes disputas indiretas no século passado. Esquecendo essa coisa xenófoba do American Way of Life, o que mais te chama à atenção quanto às diferenças entre categorias que poderiam ser ícones de avanço tecnológico na área automobilística?
    6)Você viu um filme chamado REDS, sobre John Reed e a revolução de 1917 com fotografia e script premiados com Oscar se não me engano? Me fala sobre sua visão da revolução Bolchevista e da sua mensagem 98 anos depois do evento, numa tentativa de adaptação a esta sociedade materialista, podre e egoísta que vivemos e que para muitos parece tão funcional?
    OBS: Teria mais algumas, mas conto com o bom senso dos seus fieis seguidores… rs

    para vc refletir: “ Em cada um de nós existe um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraíso secretos.” Saint Exupéry

  15. Thiago disse:

    A vitoria do Nelsinho foi muito maior pra ele do que pro automobilismo brazuka, mas nao deixa de ser um grande feito. Pela repercussão, uma vitoria nas 500 milhas de Indianápolis ( casos de kanaan, castroneves…) tem mais peso ainda.
    A f-e ao meu ver, vai crescer muito daqui pra frente e a tendencia que o titulo do Nelsinho ganhe mais importancia futuramente

  16. Felipe Garcia - F2G disse:

    Não.

    Outros títulos na Indy foram mais importantes. Não me lembro do Farfus ter sido campeão, mas o trabalho dele é fantástico.

    O Segundo Lugar do Massa em 2008 também supera de longe…

  17. Joao Luiz marques disse:

    Não.

    As vitórias dos brasileiros na indy tem muito mais importância.

    A F-E está começando e só o tempo vai determinar a importância dessa nova categoria.

    Daqui a alguns anos essa pergunta será muito mais pertinente.

  18. Alfredo disse:

    Definitivamente o bicampeonato do Gil de Ferran na CART onde os feras todos ainda estavam na CART foi o mais importante. Ninguém sabe o que é Formula E ainda e na minha opinião é formada só de ex-pilotos da F1, diferente da Indy que tem todo uma trilha separada da F1 só pra chegar nela.

  19. Mello disse:

    Foi, sem dúvida, um feito histórico, mas que ainda está por provar-se. Se a categoria vingar, seu nome estará sempre em primeiro lugar numa lista de campeões. Se não, será apenas mais um nome em uma interminável lista de competições fracassadas. O futuro irá dizer.
    Além disso, não acho correto menosprezar os feitos dos pilotos brasileiros nos Estados Unidos. Gugelmin, Castro-Neves, Ferran, Kanaan e Cristiano da Matta fizeram muito por lá. Inclusive o próprio Nelson, que conseguiu reconstruir sua carreira longe da FIA.

  20. Fabiano castro disse:

    Não! As conquistas da fórmula cart/indy são superiores.

  21. Rodrigo Tossato disse:

    Sim, em monopostos sim…

  22. Mauricio disse:

    De jeito nenhum.
    A F-E ainda é uma categoria embrionária, com o grid formado por “refugos” da F1 (Piquet, Di Grassi, Senna, Buemi, Heidfeld, Trulli…).
    Os títulos dos brasileiros na Indy são muito mais responsa!
    E o Gil de Ferran era muito mais piloto que o Piquezinho.

  23. niva 27 disse:

    Foi muito legal, principalmente a última corrida. Mas não se pode esquecer do pessoal da Indy.

  24. Cleverson disse:

    Feito respeitável… mas não podemos desprezar os títulos na Fórmula Indy…

  25. Sim, mas em termos! No Brasil o pessoal só vê coisa na Globo e a Fórmula E na Boca do Povão vai valer mais como uma Vitamina do que uma Fórmula Elétrica na qual o Nelsinho foi o Campeão pela primeira vez na História. No caso do Nelsinho o Povão pensa que ele só pilota no Vídeo Game ou no Autorama, isso acreditando que ele foi Banido do Automobilismo depois do caso de Cingapura 2008 na F-1.

  26. R. CASAGRANDE disse:

    Não. Foi Kanaan em 2004.

  27. Roberto Zuquim disse:

    Que povo invocado!
    Ou é inveja?

  28. Carlos Henrique disse:

    É uma categoria iniciante… o que essa vitória do Nelsinho demonstra é o quão ruim anda o automobilismo no país, digo isso pelos intervalos entre conquistas de pilotos brasileiros lá fora. Se houvesse um automobilismo de base decente no Brasil, conquistas como essa seriam mais corriqueiras.
    Acho que por exemplo, a conquista do Nelsinho é ótima e ele está de parabéns mas está longe de fazer “cócegas” à vitória do Hélio nas 500Milhas “pós-prisão”, ou mesmo ao conjunto de 3 vitórias do mesmo Hélio.

  29. Gondo disse:

    Obvio que o blogueiro quis causar uma certa polemica – e conseguiu, tenho que concordar…

    Não se compara isso com aquilo… São diferentes. Fases, campeonatos, épocas, tudo.

    Aconteceram outras coisas de 1994 para cá… Mas rotular como maiores ou menores… Sei não… Nessa mesma ótica: os campeonatos de Senna são maiores que os campeonatos de Piquet e Fittipaldi? Esses sim, ao meu ver, seriam comparáveis. E ninguém será dono da verdade. Nunca. Simplesmente por serem de épocas diferentes, são conquistas diferentes. Ponto.

    Mesmo assim: ser o primeiro campeão de uma categoria oficial FIA – a Indy não é uma categoria FIA e alias, é um negocio assim como a Nascar – e uma categoria que tem tudo para evoluir e conquistar fãs do mesmo jeito que a F1 antiga e ser o futuro de grande parte das competições de carros… é muito importante sim.

    E mais um ponto: é um Piquet sendo campeão mundial. No grid haviam Senna, Prost e mais outros menos famosos e não tão menos habilidosos. Isso por si só não seria muito importante?

    Um calendário adequado, pistas adequadas a categoria, em todo mundo e não voltadas para um mercado “pagador” especifico, regras claras, fim de semana enxuto, tecnologia que pode estar no seu novo carro daqui alguns anos. Não é o que estão pedindo para a F1? Se isso por si só também não der importância merecida ao titulo, o que daria?

    Renault, Audi, Andretti no primeiro ano. Além de outras “garagistas” tornando a categoria um mix de competidores – em carros iguais, ok – atrativo. Isso não torna o titulo importante?

    Acho mais fácil a Volks entrar como marca na F-e do que levar a Audi para F1. Imagine uma equipe Tesla – para quem não conhece pode procurar aqui no blog, vai achar muita coisa interessante sobre Tesla.

    Fora isso, o Nelsinho é um cara que tem uma experiencia em diversos tipos de carros e categorias. Aconteceu o lance na F1? Sim. Eu garanto que ele, mais do que qualquer um, sente isso na pele. E esse titulo mostra sim a qualidade e a capacidade dele como piloto. Não tirando a importância – até por que eu sou um F1 boy desde os anos 80/90 – mas um titulo tem mais peso do que 3, 4, 5 vices. Ou uma ou duas ou três vitorias em determinadas corridas. Mas importâncias diferentes.

    Mas sim, é uma conquista importante e sim, faz parte da historia automobilística do Brasil, tal qual os outros títulos mundiais conquistados. Os vices e vitorias em determinadas corridas só vão ser lembradas durante transmissões de corridas, pelo comentarista de plantão, apoiado por um iPad conectado na internet pesquisando, quem sabe, aqui nesse blog, ao comentar alguma gafe do narrador já meio esquecido devido a avançada idade…

  30. Roberto Fróes disse:

    Esqueci de dizer no comentário aí em cima: A Formula E não tem barulho. Não gosto.

  31. Leandro Castro disse:

    KKKKKKKKKKK, para com isso gente. Tivemos pilotos que foram campeões na Indy, por exemplo.

  32. Ricardo Bigliazzi disse:

    Sou fã do Nelson Piquet Jr. mas não podemos esquecer do pessoal da Indy.

    Muitos não dão valor, mas não é fácil levantar o caneco em terras do Tio Sam.

    A questão da Formula-E é que é um titulo histórico, acredito que a categoria vai emplacar (sempre falo que a ultima gota de combústivel fossil será gasta em um avião e não em um carro de corrida) fazendo com que essa conquista seja eternizada como o Campeonato do Nino Farina na Formula-1.

    O Nelson faz falta na F-1, sempre o considerei o nosso futuro imediato na F-1. Ele é bom e tem a “petulância” na dose certa para ser o primeiro piloto de uma grande equipe… rs rs rs.

  33. Wagner disse:

    Não mesmo, a Indy é muito mais relevante, a FE ainda está engatinhando. Talvez, quem sabe, no futuro isso possa ser relativizado, mas no momento não.

    *Pergunta do post sobre perguntas… e que vc trancou.
    Se o Senna tivesse sido mais simpático contigo, o Schumacher seria tão bom?

  34. Thiago Henrique disse:

    É sim um título importante. De uma categoria que tem tudo para evoluir e deixar sua marca, só que não é maior que o bi do Gil no último grande momento da cart e o título do Tony na irl. Títulos de uma categoria que apesar de ter seu momentos ruim como na divisão cart e irl. Sempre foi uma categoria muito respeitada e tem a corrida mais importante do mundo que é as 500 milhas.

  35. FÁBIO LEITE disse:

    Definitivamente não!

    Dizer isso é relegar o pessoal da Indy ao limbo!
    Nunca.
    Gil de Ferran… Alex Ribeiro… Tony Kanaan… Até o Helinho, que mesmo sem títulos tem 3 vitórias nas 500 milhas…
    Discordo totalmente.

    Parabéns ao Nelsinho…
    Mas a Formula-E ainda tem que crescer muito…

  36. Raphael disse:

    Acho que Gil de Ferran (Bi na CART, hoje Indy, 2 vices também, Indianapolis em 2003), Cristiano do Matta (campeão da CART em 2003), Tony Kanaan (campeão da Indy em 2004 e Indy 500 em 2013) e as vitórias de Helio Castroneves na Indy 500 foram mais importantes.

  37. Ainda acho que há muito preconceito, ou mesmo má vontade, com a F-E. O título do Nelsinho não é o mais importante desde a morte do Senna, mas tem muita gente querendo diminuir o fato por conta de Cingapura Gate.

  38. Johelmyr disse:

    Sim… é a maior conquista, ou seja, “tamo” na merda desde 01 de maio de 1994.

  39. alex brigatti disse:

    Se a Indy fosse da globo um título na F-E nem seria comentado no JN.

  40. Tiago S. disse:

    Sim, eu acredito. Os carros são parecidos, os pilotos tem história no automobilismo, enfim, é uma categoria em que a habilidade faz diferença e não só equipe/patrocínio, por isso eu acho o mais importante.

  41. Marconi Lima Teixeira disse:

    Com todo o respeito à F-Indy, mas sem dúvida, do ponto de vista histórico, por se tratar do primeiro ano de uma categoria chancelada pela Fia, é a maior conquista brasileira desde Senna 1991.
    Ah e com todo o respeito as categorias de acesso também, tipo F-3 inglesa e por aí vai …

  42. voulembrar disse:

    O campeonato é muito disputado pelos carros serem quase iguais, então não resta duvida da qualidade do piloto nesse campeonato. Foi uma prova que foi mesmo a maior… mais além do UOL e do grande prêmio, não vi Globo nem ninguém divulgando o feito “histórico”. Uma pena desse jornalismo comprado!!!

  43. Pedro disse:

    O bi de Gil de Ferran. O importância do título de Nelsinho deve-se mais ao sucesso da F-E no seu ano inaugural, muito a crédito dos organizadores dessa categoria, contando com o apoio do presidente da FIA. Uma categoria que nasceu com seriedade, compromisso.

    (Ao contrário de outra que fracassaram, como a A1GP, disputa entre países, Superleague, disputa entre times de futebol, supermasters, disputas entre velhos nomes do automobilismo.)

    Gostei muito da F-E. Acho que pesou o fato de termos brasileiros brigando pelo campeonato. É natural. Você acaba torcendo por alguém. Como num jogo de futebol em que não está presente seu time de coração. vc acaba ‘torcendo’ pro mais fraco, ou pra quem se apresenta melhor dentro de campo. Simples.

    Gostei das pistas, da dificuldade pra pilotar dos pilotos. Ainda que não desenvolvam grandes velocidades, não deve ser fácil pilotar um monoposto com pneus que servem tanto pro seco quanto pro molhado, e em traçados tão apertados. Mas a sensação de velocidade foi igual a qualquer outra. (Seria covardia e injusto colocar esses carros em Monza, só partindo logo pro absurdo.)

    Algo que eu não gosto: Essa história de temporada dividida, 2014/2015. Com o tempo isso deve se ajustar. Ou não.

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