PRÓ & CONTRAS | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 15 de junho de 2015 - 18:48F-1

PRÓ & CONTRAS

SÃO PAULO (pra trás, olhem pra trás…) – A discussão sobre o atual estado de coisas da F-1 não se dá apenas na cabeça deste velho blogueiro, obviamente. Muita gente tem se manifestado sobre a chatice da categoria, que se expressa não apenas em corridas previsíveis, como também na insatisfação de pilotos, ex-pilotos, chefes de equipe, críticos de toda ordem.

Semana passada, Raikkonen veio a público para pedir uma F-1 mais “animada e perigosa”. Ele, que já guiou carros dez segundos mais rápidos por volta que os atuais, não se conforma com a necessidade de ter de tirar o pé de vez em quando para economizar combustível. Lauda e Berger, pilotos de outras gerações que continuam ativos na categoria em outras funções, concordam. Para o veterando austríaco que hoje chefia a Mercedes, os carros deveriam ser mais velozes e os pilotos, “homens que não tenham de se preocupar em apertar botões no volante”. Já o ex-companheiro de Senna na McLaren considera o regulamento complicado demais. “Ninguém entende nada”, falou.

Curiosamente, um defensor das coisas como elas são é Hamilton. OK, está ganhando, sua equipe acertou a mão em tudo, faz algum sentido torcer para não mudar nada, mas Lewis é o tipo de cara que sempre deu a impressão de ser um amante da pilotagem pura, e não dessa idiotice de ter de monitorar consumo de gasolina. Para ele, no entanto, existe alguma beleza na habilidade exigida para guiar os carros de hoje, e fazer uma volta “voadora” é bico. Em outras palavras, acelerar não é tudo, na opinião do bicampeão mundial.

Nessa aí, estou muito mais com Kimi, Lauda e Berger. Corrida é para enfiar o pé no acelerador e andar rápido, não o contrário.

46 comentários

  1. Winston disse:

    A Red Bull tem razão em reclamar, ela pra ganhar 4 campeonatos correu com regulamentos que mudavam até no meio da temporada, agora ninguém faz nada e se talvez mudar, só em 2017. Que horror! Esta tudo engessado por esse regulamento porcaria!
    É como se fizessem um regulamento para a copa do mundo não ter gols.
    Será que ninguém da F1 assiste a motoGP?

  2. AS disse:

    Acredito que o Hamilton está mais preocupado com a sua carreira de modelo… É só acompanhar o seu instagram e verificar. Está a todo momento de caras e bocas com as maquinas fotograficas….

    A fórmula 1 mudou muito…. dos carros aos pilotos.

  3. MDBruder disse:

    Eu acredito que dar uma “volta de classificação” deve ser mais fácil para o Luis Amilton, de fato, mas também acho que dar 60 voltas de classificação você potencializa a chance dos erros surgirem, é a famosa pressão (psicológica) que o carro que vem atrás pode exercer quando chega no da frente, o obriga a dar diversas voltas de classificação em sequencia, um dos dois pode errar, acredito que o espetáculo agradeceria… os verdadeiros pilotos iriam se sobressair

  4. Brabham-5 disse:

    Hamilton está sendo politico e jogando a favor da Mercedes. Alguém acha que s Mercedes quer recomeçar do zero, outro carro?
    Ele nem pensa no Ecclestone.
    Dê nas mãos do Hamilton um carro com a tecnologia dos carros da década de 90 e 80, motor turbo, sem frescuras, volante sem muitos botões, e verá que ele vai adorar.
    Aliás, TODOS OS PILOTOS atuais amariam isso.
    E aí o Rosberg não precisaria toda hora pedir via rádio “dicas” para o engenheiro para pilotar o carro…

  5. Rui disse:

    Já sei como resolver o problema. É só fazer um boicote e não vermos mais a F1. Quando eles verem que o interesse realmente se foi, talvez façam alguma coisa, porque daí, isso vai mexer no bolso deles.

  6. Reinaldo disse:

    Qualquer um que tenha vivido a F1 dos anos 80 e 90 (para não falar dos anos 70 e entregar a idade) vai reconhecer que a fase atual é chata; pior, chata, silenciosa e lenta.
    Discordo da maioria quanto ao Hamilton: ele me parece dizer que, com esses carros, fazer uma volta voadora é fácil – lógica pura, os carros são mais lentos! Além do fato de que ele está ganhando e qualquer um no lugar dele iria querer manter o estado de coisas.
    Abs
    Reinaldo
    http:\\reiv8.blogspot.com

  7. ederson disse:

    Dez segundo mais rápido por volta ? É serio isso? Flávio por favor faça uma matéria sobre isso .. Essa diferença teria menos de 10 anos. Bom se for isso mesmo, pra mim acabou.

  8. Giovanni disse:

    Hamilton: o melhor gestor de corridas da F1 no ano.

  9. Gustavo Segamarchi disse:

    O Hamilton não disse explicitamente, mas o que ele quis dizer é: “Em time que está ganhando, não se mexe”.

  10. Pablo disse:

    Me lembro que uma vez neste blog fui achincalhado por defender a NASCAR frente à F1 num post sobre uma briga generalizada que aconteceu na categoria americana. Basicamente eu dizia que a briga aconteceu porque a Nascar era mais humana que a F1 que é bem pasteurizada. Mas as pessoas ou com todos os preconceitos possíveis contra a Nascar ou achando que eu queria que a porrada rolasse na F1 meteram o pau em mim..
    Acho que depois dessas opiniões do Kimi, Lauda e Berger talvez eles agora concordem ou entendam o que quis dizer, ou não, estejam com o Hamilton nessa…

  11. Marcos Milani disse:

    Mas será que com o sucesso/concorrência da FE será possível para a F1 abandonar o conceito híbrido? Potência não seria problema. Basta ver o 919 hibrid com seus 900 cavalos combinados. Bastaria aumentar o tamanho do tanque para resolver a questão da autonomia… E que usem logo um emulador de som de V12 para animar a galera! Molezinha.

    Só não entendo porque não avançam na questão do canopy de proteção. Considerando o incrível nível de segurança contra impacto dos cockpits atuais o canopy tornaria os desejados F1 “mais rápidos e perigosos” ainda mais seguros.

  12. Ricardo Bigliazzi disse:

    Complicaram demais a F-1, aquele filme da Honda no Oval de Motegi sintetiza o espirito da categoria por 50 anos, onde todos sempre encontraram emoção.

  13. renato disse:

    prezado Flavio Gomes, talvez por isso Senna ainda seja considerado o maior de todos…..preferia vencer uma corrida a pensar em chegar em segundo pensando em titulo…..

    • John Player disse:

      Sim. A delicia (neurose, paranóia, fixação) do Senna era, toda corrida, todo treino, provar “pra todo mundo”(na verdade, para ele mesmo) que ele era um “semi-deus das pistas”.
      Morria de medo de ser superado.
      A ida para a Williams, o inicio daquele campeonato de 94 e todo aquele fim de semana em Imola são evidências definitivas.
      Muita ambição (?), pouca sabedoria.
      Sem críticas. Só a constatação do fato.
      Me desculpem a opinião.

  14. Comentei sobre esse assunto, noutro dia, durante gravação de um Podcast. Tente explicar a um leigo as regras atuais da F1 e seu funcionamento. Dá ruim, com certeza.

  15. Eudes disse:

    Cara, acho que poupar combustível não é problema, isso acontecia nos anos 80, os pilotos tinham sim que controlar a corrida, o desgaste do equipamento, tratar bem os pneus, não era só pé em baixo, os carros quebravam, tinha que cuidar de tudo.
    Vi transmissão da Indy, onde a arte da TV que mostra a aceleração e freio na comparação de dois carros mostrava um piloto tirando o pé antes de frear em relação ao outro e o Felipe Giaffone, que é piloto, elogiando a conduta pra poupar combustível. Isso numa categoria que tem reabastecimento. Pq na f1 não pode??
    O próprio lauda sempre foi referenciado por essa característica de andar o necessário.
    O que falta realmente mais potência, liberar mais essa taxa de fluxo e talvez aumentar 10 Kg o tanque, carros mais largos para gerar mais vácuo e mais aderência mecânica pra compensar. Asa móvel pra todo mundo, na frente e atras. O problema é que os carros estão muito pesados já, o reabastecimento ajudaria, mas voltaria aquela questão de passar nos boxes. Mas isso faz parte da evolução, afinal estamos no segundo ano da tecnologia.
    Uma opinião importante é a questão que o Martin Bundle disse que em 2004 até 2007 que todo mundo está usando como referência, existiam os famigerados controles de tração e diversas ajudas eletrônicas, que ninguém lembra mais. Ele fala que o acelerador tinha um curso max de 20mm, contra 70mm de hj. Era um tapa no freio e outro no acelerador que a eletrônica fazia o resto. Hj tem que ser na maciota.
    Abraços

    • Eudes disse:

      Quando digo asa móvel na frente e atrás, me refiro para todos os competidores, quem está na frente e quem está atrás, independente de perseguidores ou perseguidos. É uma tecnologia que está aí, já funciona, aumenta a velocidade dos carros em reta, melhora e eficiência aerodinâmica, deve dar uma ajudada no consumo e que as equipes que se virem pra maximizar o fluxo dela fechada ou aberta.
      Acho mesmo que a questão do consumo não é problema, já houve declarações que esse ano em muitas situações desse ano não foi preciso economizar como no ano passado. O Canadá foi meio um caso a parte.
      Os motores vão evoluir, a parte de recuperação de energia vai evoluir, os combustíveis vão evoluir. Daqui a 2 anos ninguém mais fala nisso.
      Quanto dizer que a tecnologia hibrida nunca vai ser usada nas ruas? Ela já é usada a tempos, deve ficar cada vez mais popular. Vocês acham que Mercedes e Renault querem manter a fórmula porque? custou muito pra jogar fora? Certíssimo, mas com certeza tem toda uma questão moral ambiental e comercial futura.

  16. Não dá para levar em consideração o que o Lewis Hamilton diz sobre o assunto.
    Lembrei de uma declaração dele, de não muito tempo atrás, e foi fácil de encontrar:

    http://br.motorsport.com/f1/news/em-2007-2008-era-muito-mais-divertido-reclama-hamilton

    Na realidade, ele gosta do modelo antigo, tal qual Lauda, Berger, Raikkonen e todos os outros. É apenas porque está ganhando, mesmo.

    • Gustavo Segamarchi disse:

      Eu citei isso acima, Carlos. O que o Hamilton quis dizer é: “Em time que está ganhando, não se mexe”

      O Hamilton só está garantindo o 3º caneco dele, não quer nem saber do esporte!

      Abraços!

  17. Luc Monteiro disse:

    Acompanho pouco a F-1 e compreendo o regulamento atual infinitamente menos que vocês que olham pro Mundial com atenção. Mas a única coisa que eu não mudaria, fosse essa minha missão, é o limite de combustível com suas variáveis. O campeonato de 1986 foi um dos mais legais de todos os tempos e a todo fim de corrida havia um festival de neguinho encostando o carro, empurrando pra chegar, esse tipo de coisa. Senna perdeu um catatau de GPs porque tinha um pé que bebia demais. Aliás, uma das posturas de Senna que me faziam admirá-lo como piloto. Em época de beberrões motores turbo, preferia abandonar em primeiro que chegar ao fim da corrida depois de alguém – Milton Serralheiro em estado puro.

    • Gustavo Segamarchi disse:

      Luc, mas em 1986, os caras pensavam diferente. Eles aceleravam até o combustível acabar. Hoje o engenheiro fala que o piloto tem que poupar combustível e o cara vai lá e tira o pé para não ter que chegar na linha de chegada empurrando o carro. Sem dúvidas, a década de 80, foi a era romântica da F1.

      Abraços!

  18. Mauricio disse:

    Também sou dessa escola.
    E ter 1000HP nas costas então deve ser o fino!
    Fora com o limite de consumo, o maior empecilho ao desenvolvimento da corrida hoje em dia.
    O segundo maior: Pneus de farelo. Um pneu tem de durar meia corrida no minimo! Andando bem no limite. Dois tipos de composto mais o de chuva seria o ideal. Baixo custo e alto desempenho. E detalhe, liberdade total na escolha do fornecedor. Mais de um por carro se necessário. Combinar compostos por eixos, para melhorar o desempenho geral.
    Essa socialização meia boca de hoje na F1 causa mais problemas que soluções de custos. O regulamento deveria ser bem mais simples e não focado em detalhes técnicos mas sim em limites para cada parte do carro. O leque aberto para quem quisesse desenvolver ou fornecer. A própria competição entre os fornecedores resultaria em economia. Do jeito que está, com os fornecedores únicos e limitações de todo o tipo, é óbvio que os preços passam a ser especiais… E caros, muito caros.
    Motores, por exemplo. Não importa o tipo, desde que tivessem no minimo 950 e no máximo 1050HP e regime de rotação 12.000rpm. Lacrados após teste dinamométrico, cinco unidades por escuderia e só.
    E por aí vai….

  19. Rafael Chinini disse:

    entendo que o Hamilton está dizendo que é facil dar uma volta rápida! por isso a reclamação de todos, deveria ser dificil dar uma volta rapida!

  20. Martinho disse:

    Comparando com o futebol, a F1 está assim: Aos 10 minutos do primeiro tempo o técnico troca os três homens de frente por zagueiros. “já está bom, vamos levar o jogo até o final com esse placar, temos que economizar uniformes e chuteiras dos atacantes, pois o material tem que durar até a final do campeonato e há também o risco deles se machucarem.” E o detalhe é que o time está perdendo.

  21. Marcelo Witt disse:

    E Alonso deve pensar a mesma coisa… Do contrário, não teria mandado um sonoro “só me deixem correr” pelo rádio da equipe !!!

  22. teles disse:

    Claro que se estivesse no meio do grid comendo poeira com um carro ruim ele iria pedir mudanças.
    Também penso que teriam que mudar os pilotos.São todos iguais “puns sem cheiro” robôs polidos e sem personalidade que falam sempre as mesmas coisas.
    Neste ponto a FE está muito mais interessante.
    Abração!!

  23. luigi disse:

    Eu já dei a minha opinião uma vez e continuo sem altera-la ; o regulamento ´e muito infeliz quando determina a arquitetura do motor , isto de ser de um ,dez ,doze cilindros ,em linha , V ou boxer deveria ser o fabricante que determinasse ,únicas regulamentações aceitáveis seriam a capacidade cúbica e quem sabe consumo (se bem que acho ridículo estipular consumo para carro de corrida é como em um certo país em que promovem provas de velocidade e depois colocam um radar para limitar esta velocidade ,e o pior é que o povo deste país gostam de fazer piadas sobre a inteligência dos Lusitanos. Espero que pelo menos os donos desta ideia não façam as tais piadas sobre lusitanos e sua inteligência pois seria o cumulo da hipocrisia.

  24. Pedro Paiva disse:

    O melhor que a F1 pode fazer agora é congelar o regulamento técnico. Mudanças de regra, além de causar um enorme desperdício de dinheiro, tendem a criar essas equipes dominantes que vemos hoje. As outras equipes vão gradualmente alcançar a Mercedes, pois esta vai evoluir até um certo ponto e, depois disso, fica muito mais difícil e caro evoluir. A economia de combustível se faz necessária hoje pois as “power units” ainda não alcançaram um nível em que possam ser utilizadas em sua potência máxima dentro do consumo exigido. Os fabricantes vão encontrar soluções para isso, viabilizando um carro rápido que anda no limite o tempo todo e ainda cumpre com o limite de consumo. É questão de tempo e é preciso ter paciência. Se esse ano mesmo a Ferrari estivesse um pouco melhor na performance com pneus frios, o campeonato seria bem disputado por 4 pilotos e poucas pessoas estariam reclamando “do estado das coisas”. O que a F1 precisa mesmo atacar é a distribuição de receita entre as equipes e a estratégia de espremer os promotores das corridas. As equipes tendo mais recursos terão menos necessidade de pilotos pagantes para desenvolver seus carros, elevando o nível da mão de obra atual, que é bom mas poderia ser muito melhor. Saída tem, mas cada equipe e mais Bernie e CVC precisam ser um pouco altruístas e pensar no coletivo. O Joe Saward escreveu outro dia em seu blog a respeito da necessidade do comunismo no esporte, onde as equipes tomam decisões também pensando na saúde a longo prazo da liga a que pertencem e dão a oportunidade de qualquer time bem gerido vencer (vide NFL e suas franquias).

    • Gustavo Segamarchi disse:

      Force India, Sauber, Lotus e Manor, vão entrar com um pedido formal na União Europeia, pedindo que seja revisto a distribuição de renda na F1.

      Tomara que o Tio Bernie e a CVC caiam do cavalo.

      • Pedro Paiva disse:

        Não se engane. As equipes estão ameaçando mas estão na paralela negociando com o Bernie melhores acordos. Aquelas equipes que conseguirem, perdem automaticamente o interesse de uma ação da UE. Juridicamente, a F1 é vista como um clube fechado e, portanto, valem as regras do clube. O que pode realmente pegar no caso de uma intervenção da UE no esporte é a questão da FIA não ter mais independência para definir as regras da disputa e o dono dos direitos comerciais ter força na definição dessas regras. A última vez que a UE se meteu na F1, foi essa a recomendação. Aqui na Europa pouca gente acredita nessa ação da UE, pois existem muitas outras prioridades no momento.

  25. José Antonio disse:

    Flávio, acho que vocês deveriam entrevistar o Emerson sobre este assunto.
    Abs!

  26. Mustavo Gaia disse:

    Começo a desconfiar que o pessoal da F1 quer a F1 como ela está.
    Parece haver pouca dúvida que o problema n. 1 é os carros não conseguirem andar no “ar sujo”, o chamado “dirty air”. E essa questão só tem sido enfrentada de forma enviesada, vide DRS, pneus raiados, quadriculados, de bolinha, controle de combustível, boosts. Sem falar nos aspectos estéticos das persianas que estão pondo na frente dos carros.
    Daí a concepção de corrida fica toda torta. Se o time sabe que não adianta chegar a 1 segundo do carro da frente, porque não garante a ultrapassagem e pode perder quarenta segundos com o desgaste dos pneus, a estratégia é desenhada só para manter a posição de pista. Os carros acabam sendo inatacáveis, nem o ROS consegue atacar o HAM, senão arriscar perder a posição para a Ferrari.
    Se quisessem mesmo resolver a parada, voltavam nos arquivos e conferiam quando começou a parafernália aerodinamica – década de 90 pra frente, acho. Daí o padrão seria o anterior com pouca carga aero e muito grip mecânico, como nos anos 80 e 70.
    Claro, com a técnica moderna. Imagino que já se possa voltar como efeito solo sem carro decolando.
    Além disso, hoje quase não se percebe o efeito da aceleração frontal ou lateral sobre os carros – daí a sensação de que os caras não estão pilotando nada. As imagens mais bonitas de carros em ação certamente envolvem o movimento de carros deslizando ou com o balanço nas frenagens/acelerações. Para apreciar a F1 de hoje, seria necessário visão de raio x ou o gráfico do fluxo de ar.
    Se os carros conseguiram andar 10-20 voltas a menos de um segundo do outro, então vai importar pouco se o pneu é de banana, se o motor usa querosene ou criolina, se a asa não flexiona. Enquanto não trouxerem de volta carros que andem no ar sujo do outro, toda mudança é acessória e provavelmente na direção errada.

  27. tulio disse:

    Pelo que eu entendi, ele disse que é mais difícil pilotar economizando combustível do que somente acelerar, nesta eu estou com ele.

  28. Lummine disse:

    Claro que pro Ham esta bom. quando colocarmos uma pilota deixaremos mais lenta tambem de novo, e viva a diversidade.

  29. Lummine disse:

    Claro que pro Ham esta bom. quando colocarmos uma pilota deixaremos, mais lenta tambem de novo e viva a diversidade.

  30. Chupez Alonso disse:

    O Raikonnen está rodando sozinho na situação atual, imagina com um carro 10 seg mais rápido?

  31. Roberto Fróes disse:

    Velho blogueiro, pilotos, ex-pilotos, chefes de equipe.
    E grande parte de quem assiste – ou assistia – as corridas.
    E não estou falando – só – de mim.
    É notória a queda na audiência nas TVs no mundo inteiro, mesmo sem o hiper chato GB.

  32. José Carlos disse:

    Sei que esse tópico é sobre outro assunto, mas quero anotar minha indignação pelo término do programa “Vrum”, no SBT, no lugar foi apresentado o programa “Acelerados” sobre o comando do Rubens Barrichello, um TOP GEAR genérico. As avaliações dos carros e motos feitas pelo Vrum eram isentas, ao contrário do programa “Auto Esporte” que faz avaliações rasteiras nos testes. No “Youtube” há pessoas se manifestando de forma negativa, como eu: https://www.youtube.com/watch?v=vi5-Lp0M3qA

  33. disse:

    Lembro quando a Ferrari comentou que ia lançar o Fly-by-wire e ficamos de queixos caídos. Só olhar para um motor de Fusca carburado e quanto metros de fio possui. E depois para um de Gol atual.

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