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domingo, 15 de novembro de 2015 - 14:33Gira mondo

PARIS

É política ou religião?

Temos de matá-los, todos?

É guerra, afinal?

Por que sentimos tanto pelos mortos de Paris e quase nada pelos do Líbano, do Quênia, do avião russo?

Quem são esses caras? O que eles querem?

Os atentados de sexta à noite em Paris finalmente apresentaram o Estado Islâmico ao Ocidente. Mais ou menos como Bin Laden fez nos EUA em 2001, mostrando ao mundo que tinha nascido um negócio chamado Al Qaeda, e que eles não estavam pra brincadeira.

Enquanto os caras do EI cortavam pescoços em vídeos do YouTube e explodiam gente no Oriente Médio, não passavam de mais um daqueles grupos de lunáticos que vivem se matando por aqueles lados. Isso não chega aqui, pensamos. E se tem japonês, inglês, italiano, australiano e americano dando a cara pra bater nos desertos iraquianos e sírios, que aprendam e da próxima vez procurem levar uma vida menos… perigosa. Sabiam o risco que corriam. É como entrar no complexo do Alemão vestido de PM e gritando que ali só tem cuzão. Vai rodar.

Mas agora parece ser mais sério. Foi em Paris. A gente podia estar lá.

Um atentado em Paris ou Nova York, ainda que com menor número de mortos do que qualquer bombardeio americano no Oriente Médio, ou qualquer ação israelense em Gaza, ou ainda do que qualquer ato terrorista do próprio EI ou outro grupo fundamentalista “naqueles lados” – estamos falando de terrorismo, afinal, seja ele de Estado, seja ele praticado por grupos não reconhecidos por organismos internacionais –, choca mais porque chegou perto. Pô, jantei ali um dia. Pô, vi um show nesse lugar aí. Pô, tomei um café nessa mesinha que aparece no vídeo.

Entendemos que se matem no Oriente Médio porque nos sentimos melhores que eles. Afinal, o Ocidente civilizado já resolveu essas questões étnicas e religiosas faz tempo. Os espanhóis dizimaram as populações que encontraram nos Andes e na América Central? Verdade. Mas os descendentes de índios nesses países não saem matando brancos que falam “buenos dias” a torto e direito. Os portugueses acabaram com os nativos no Brasil? Sim, mas nem por isso vemos botocudos avulsos esmagando crânios de lusitanos com bordunas nas padarias das esquinas de São Paulo.

Em nossa mente colonial – de colonizadores e colonizados, dominadores e dominados –, essas pendengas são coisa do passado. Convivemos bem com violências de todos os tipos, assaltos, roubos, assassinatos, mortes no trânsito, tráfico, mas olhamos com enorme estranheza para os povos do Oriente Médio e consideramos todos birutas com essa história de matar gente em nome de Alá. Que se matem, pensamos. São árabes, que se entendam.

Mas é claro que não é simples assim. Somos, no Ocidente, na grande maioria, descendentes de outra vertente religiosa que há alguns séculos fez com os seguidores do islã exatamente isso que os integrantes do EI pretendem. Não é por acaso que o autoproclamado califa do Estado Islâmico do Iraque e da Síria, agora reduzido apenas a Estado Islâmico, talvez por razões mercadológicas, proclama aos seus fiéis que o próximo alvo é Roma.

Roma?

O que os italianos têm a ver com isso?

Para compreender a insanidade do EI, é preciso observar a história com um pouco mais de cuidado. Na linha do tempo da humanidade, o surgimento do Islã foi outro dia, coisa de pouco mais de mil anos. E há pouco mais de mil anos, as Cruzadas rasgavam o leste da Europa e o Oriente Médio matando, estuprando, esfolando, empalando infiéis que não acreditassem em Jesus Cristo, financiadas pelo dinheiro da Igreja – que se misturava com as monarquias reinantes.

Há motivos para os muçulmanos odiarem os católicos, para se lembrarem das Cruzadas, para quererem derrotar… Roma.

Claro que “Roma”, no caso, é algo simbólico mil anos depois. O exército do coitado do papa é formado por guardas vestidos de palhaços, incapazes de soltar o pino de uma granada. “Roma” é o Ocidente. Inteiro.

Ah, mas faz tanto tempo essa história das Cruzadas, como é que os muçulmanos ainda pensam nisso, esse negócio a gente nem sabe se existiu, será que eles não sabem que é coisa de filme de Hollywood?

Mais ou menos. Como disse, na linha do tempo da humanidade isso foi outro dia. Talvez não tenha acabado, ainda. Os fundamentalistas do EI acreditam piamente no que Maomé deixou escrito. A interpretação que fazem do Alcorão, segundo estudiosos do assunto, é bastante coerente e até erudita. Faz sentido, do ponto de vista teológico. Há uma batalha prevista, do islã contra os infiéis. O objetivo é dizimar quem não crê na mesma coisa, no mesmo deus, na palavra do profeta, nos desígnios de Alá.

Alguma semelhança com o que a igreja católica fez há alguns séculos?

Aceitam-se as barbaridades cometidas pelos cristão europeus na Antiguidade e na Idade Média como se fossem apenas páginas de livros de história. Não fazemos mais isso. Não queimamos mais ninguém em fogueiras, nem penduramos seus corpos decapitados em cruzes — quando isso acontece é o PCC, ou o Comando Vermelho, ou o Pablo Escobar, ou os cartéis mexicanos, e achamos tudo normal quando não há cunho religioso. É verdade. Nos civilizamos, por assim dizer. Mas quanto tempo isso durou? Que cicatrizes deixou?

Não estou aqui defendendo o EI, nem justificando o que esses malucos sanguinários fazem. Longe de mim. Creio que se vivesse na Idade Média escreveria algo parecido sobre os cristãos na “Gazeta de Roma” – e seria seviciado em praça pública sob as ordens de sacerdotes ungidos pelo Criador. Apenas tento entender o que está acontecendo neste mundo complexo e absurdo.

O EI é um grupo religioso milenar perfeitamente adaptado aos tempos modernos. Os islamitas fundamentalistas creem que sua religião tem de dominar o mundo, que os apóstatas serão derrotados, e que haverá uma batalha final que dará início à contagem regressiva para o fim do mundo. É um roteiro simples de explicar e de entender. Está tudo escrito. O apocalipse está logo ali, e é por isso que é tão fácil convencer jovens desenganados pela vida – no Oriente Médio em guerra, ou marginalizados em países ocidentais como a França – a se explodirem para chegar antes e passar a eternidade com sei lá quantas virgens à disposição.

Convenhamos: é uma proposta sedutora. Você está fodido e mal pago, passando fome, sendo discriminado, desempregado, sem dinheiro, com perspectiva zero de futuro. Vem um sacerdote qualquer, da religião que você aprendeu a seguir e acreditar desde criança, e garante que daqui a pouco o mundo vai acabar, mas enquanto isso não acontece, você pode ir um pouco mais cedo que vai encontrar sete gostosas te esperando peladas.

Eu me explodiria fácil.

É algo análogo ao crime no Brasil, nas comunidades pobres. Por que tantos jovens, crianças mesmo, se envolvem com o tráfico? Pela falta de perspectiva, pela tentação de conseguir tudo rápido e sem grande esforço, mesmo sabendo que é uma vida condenada a acabar cedo, muito cedo. Não tem muita diferença. Em algum momento, eles vão matar e ser mortos. Torturar e ser torturados. Igualzinho.

O EI é coisa nova, apareceu quando ainda nos preocupávamos em elogiar e aplaudir os americanos pela captura de Osama Bin Laden no Paquistão. Nasceu no território fértil para o fanatismo que se formou após as invasões do Afeganistão, em 2001, e do Iraque, em 2003. Sim, os EUA podem ser responsabilizados. Não tem nada de direita-esquerda aqui. É um fato. Bem ou mal, Afeganistão e Iraque se equilibravam com suas mazelas sob o governo Talibã e a ditadura de Saddam Hussein. Eram, por assim dizer, problemas dos afegãos e dos iraquianos. Havia Estados consolidados, ainda que comandados por maníacos alucinados. Mas, como sempre, os EUA acharam que tinham de meter o bedelho. O 11 de setembro motivou os ataques aos talibãs – que foram financiados pelos americanos quando a URSS invadiu o país, diga-se. A falácia das armas químicas levou à caça de Saddam. Os dois países ficaram sem governo. Na vizinha Síria, milícias eram igualmente financiadas para derrubar Bashar al-Assad – que segue firme e forte no poder.

O que esperar num cenário desses, de miséria, desolação, violência, dominação estrangeira? A coisa mais fácil do mundo é surgir um grupo de fanáticos que pega um livro escrito por um enviado de deus para procurar um caminho. E no livro está escrito: vamos acabar com essa merda até o dia do fim do mundo.

Há uma diferença essencial entre o EI e a Al-Qaeda. A organização de Bin Laden, ainda que com métodos bastante questionáveis – como jogar um avião num prédio –, tinha e tem uma pauta, digamos, política: a expulsão dos não-muçulmanos da Península Arábica, o fim de Israel, a destruição das ditaduras apoiadas pelos EUA na região.

O EI, não. Primeiro, que se proclama um Estado, e um Estado precisa ter um espaço bem determinado, o que leva à necessidade de conquistas territoriais. Depois, é o bendito apocalipse que move seus seguidores, que estão à espera do Mahdi, a figura que vai liderar os muçulmanos à vitória sobre os exércitos de Roma nas planícies de Dabiq, na Síria. Aí começa a contagem regressiva para o fim do mundo, até que surja o “anti-messias” e o confronto final aconteça em Jerusalém e aí acaba a porra toda.

Mas o EI não é só um bando de lunáticos à espera do fim do mundo. Os caras são espertos, sabem usar as redes sociais e seduzem jovens do mundo inteiro para sua causa simples de compreender — de novo, derrotar os exércitos de Roma e esperar o fim do mundo. São espertos porque, em contraste com as leis medievais da Sharia – que preveem apedrejamentos, amputações, mutilações, escravidão e o caralho a quatro –, promovem um estado de bem-estar social que os governos que combatem já não conseguem prover, por caóticos e ilegítimos que são, empoderados por potências estrangeiras.

Aqui vale um parêntese. Engana-se quem pensa que o EI só ataca aviões russos e “soft targets” como lanchonetes, bares, restaurantes e casas de shows. Os caras não perdoam nenhuma corrente de pensamento islâmico que não seja sua interpretação literal (e radical) do Alcorão. Chegam até a se defrontar com alguns conflitos de consciência. Os curdos, por exemplo. O que fazer com eles? Matá-los porque são muçulmanos “errados”, ou escravizá-los porque são pagãos? Tem de ver isso aí… Os muçulmanos considerados apóstatas, infiéis, que não seguem a Sharia na literalidade que o EI propaga, se fodem de canudinho. A questão é: qual a interpretação mais legítima dos escritos de Maomé? A literal do EI, ou a mais moderada de outras correntes islâmicas, como as dos sunitas, xiitas, wahabitas (bem radicais, diga-se, dominante na Arábia Saudita, mas um poço de hipocrisia, porque os milionários sauditas sabem bem como dar uma enganada em Alá)?

Mas eu falava do bem-estar social. Se é verdade que o Alcorão – escrito, como a Bíblia, em tempos bicudos, turbulentos, o que explica sua violência e belicismo – encoraja e justifica guerras e atrocidades, olho por olho, dente por dente, é verdade também que prega a justiça social e econômica para todos, o que se traduz em casa, comida, saúde, trabalho. Nos territórios hoje controlados pelo EI, isso existe, de certa forma. Eles são de fato o Estado. Cobram impostos, instauram tribunais, proveem serviços de educação, saúde, telefonia e o diabo a quatro. Onde não havia ninguém, há alguém olhando pelos bons muçulmanos. Ainda que seja um bando de doidos. Mas se Alá está com eles, que seja.

O exército de soldados que compõem a linha de frente do EI hoje tem algo entre 30 mil e 50 mil combatentes, os jihadistas – aqueles que lutam. Acreditam cegamente no que o califa diz – a propósito, o nome dele é Abu Bakr al-Baghdadi, presumivelmente nascido em 1971 no Iraque, considerado o substituto de Alá na Terra, e por isso prende e manda soltar e mija de porta aberta na mesquita. Al-Baghdadi sucedeu o fundador do grupo, Abu Musab al-Zarqawi, um ex-funcionário de videolocadora da cidade jordaniana de Zarqa — nome de batismo, com o perdão de Alá, Ahmad Fadhil. Era um jovem problemático, tatuado, beberrão e usuário de drogas que foi mandado por sua mãe para uma escola islâmica de bons modos para ver se endireitava. Mas, em vez disso, se pirulitou para o Afeganistão, onde conheceu a galera da Al Qaeda. Radicalizou o discurso, adotou métodos violentíssimos de terror, ocupou o vácuo de governo no Iraque e assim nasceu o EI. Al-Zarqawi foi morto em 2006 por um ataque aéreo americano.

O EI é bem armado, equipado e rico. Seu arsenal é composto de espólios de guerra – tudo que tomou dos exércitos do Iraque e da Síria – e de armas obtidas junto a traficantes internacionais em troca de petróleo que, igualmente, é comercializado no mercado negro. Sim, estamos falando de economia, também. Mesmo as causas mais sacras — como matar todos os católicos e judeus do planeta, ou escravizá-los e estropiá-los, para depois esperar o fim do mundo — exigem dinheiro.

Uma forma mais inteligente de minar o EI seria justamente cortar essas linhas de financiamento, e duvido que o Ocidente não saiba quem abastece os caras, quem compra seu petróleo, quem vende suas armas. Esmagar os caras com bombardeios aéreos é uma estratégia que me parece estúpida. Matam-se muitos civis e muitas vezes se erram os alvos. Um combate por terra, com todo o poder bélico de nações ocidentais, traria resultados. Mas quem é que quer um novo Vietnã, corpos de jovens voltando da Terra Santa em sacos plásticos?

É preciso cessar essa violência, disso não há dúvidas. Mas é preciso também tentar entender por que, no século 21, crenças e práticas medievais ainda encontram milhares de pessoas dispostas a morrer para defendê-las. É preciso assumir que a miséria e a violência do Oriente Médio têm um componente de culpa das potências ocidentais que está longe de ser desprezível e não pode ser ignorado. Foi o colonialismo europeu que esmagou populações inteiras depois das duas grandes guerras, tomando territórios imensos, roubando seu petróleo, explorando, escravizando, promovendo genocídios, estabelecendo fronteiras, criando países artificiais. Isso foi feito aqui também na era dos descobrimentos: ouro, prata, ferro, tudo levado à custa de matança e barbárie. Depois, o Ocidente, EUA à frente, se associou às teocracias locais para controlar o preço internacional do precioso líquido negro que move a humanidade. É só dar um pulo na Península Arábica para entender o que estou dizendo. Países (na verdade, famílias) que viraram amigos do Ocidente, como a Arábia Saudita e todos os Emirados Árabes – Catar, Dubai, Abu Dhabi, essas merdas –, são ricos, modernos, cheios de prédios lindos e de Ferraris e Lamborghinis na rua. E todos muçulmanos. Muçulmanos “do bem”, porque são aliados políticos e financeiros. Ali do lado, no Iêmem, na Jordânia, na Síria, no Iraque, no Líbano, na Palestina, é uma pobreza de dar dó, a desgraça em estado puro.

Explica-se, assim, o ódio. Explica-se, assim, a facilidade com que se convence um jovem muçulmano de que a vida na Terra é uma tragédia, e que se é assim, é porque aquilo que Maomé escreveu não é respeitado pelo resto do mundo, e que é preciso lutar até o fim para derrotar os infiéis. Aqui, voltamos ao início deste texto. Não é muito diferente do que os cristãos pregavam há alguns séculos – e alguns séculos nem é tanto tempo assim.

De tudo que vem acontecendo no mundo, a única conclusão a que chego é a de que a Idade Média ainda não terminou. E, por isso, a guerra santa também não. Até o dia em que a bosta da humanidade entender que não há santos, não há deuses, não há nada que justifique uma morte sequer, seja ela no Quênia, na Nigéria, no Líbano, na Noruega, na favela da Vila Prudente, ou em Paris.

Porque se os há, santos e deuses, o que mandaram para cá veio com defeito.

206 comentários

  1. Ricardo disse:

    Flávio! Me convenceu. Aonde me filio?

  2. Paulo Pinto disse:

    Acenderam o fósforo. Agora tentam apagar o fogo.

  3. Rafael disse:

    Flavio, sua cabeça está completamente embananada. Você não entende do assunto sobre o qual escreveu. Você reverbera as lições da Tia Teteca do primário até hoje sobre o “massacre de índios pelos colonizadores”, a “violência das Cruzadas”, dentre outros temas. Você está por fora. Não está produzindo esclarecimento, está fazendo propaganda ideológica. Acorde para a vida e aprenda alguma coisa, você não tem condições de guiar o pensamento e as ações dos outros, porque o que você sabe, é falso. Deixe de ser um jornalista besta! Uma indicação: o artigo “O Islamismo, o Terrorismo e a Civilização Cristã”, do blog “O Fiel Católico”. Que Deus o abençoe com saúde, paz e realizações.

  4. Sonia disse:

    Flávio, sensacional o seu texto. A melhor análise conjuntural que vi sobre o tema.
    O difícil deve ser aguentar tantos comentários tolos escritos por aqueles que não têm o hábito de estudar, tentar entender a gênese de tudo isto e só ficam reproduzindo o que lêem nessa mídia burra que temos. Minha solidariedade a você.
    Obrigada.

  5. Nelson Bigeschi disse:

    Es-pe-ta-cu-lar
    Parabéns Flávio. Isso sim é meter o dedo na ferida.

  6. Baita aula! Obrigado por ter escrito sobre o assunto.

  7. Sergio LN disse:

    Flavio, quando lá no início do texto vc diz: “…apresentaram o Estado Islâmico ao Ocidente. Mais ou menos como Bin Laden fez nos EUA em 2001… ” está demonstrando que ainda não sabe nada de 9-11. Esta é a versão de Bush já depurada há muito tempo. Por outro lado, a questão do ódio do islã contra os cristãos é bem mais complexa e intrincada do que parece. Não é meramente um “acerto de contas” com a igreja católica apostólica romana. Aliás, é bom que se diga, o islã e Maomé são criações artificiais da cúpula católica. Algo que saiu de controle e não deu muito certo, em termos. A história está aí para provar.

  8. Antonio disse:

    Incrível! Perfeito!
    A única tristeza é saber o quanto estamos distantes de uma resolução pra tudo isso.
    Seria necessário a dissolução do ego. O ser sem ego! ha! Enquanto houver para uns Ferrari e para outros foda-se, não há solução! E vamos combinar… sempre haverá uma Ferrari e sempre haverá um foda-se.
    Triste, porem humano.

  9. Nilton Vália disse:

    Realmente somos aterrorizados quando essas ações acontecem em Nova York e Paris ou Londres , ai realmente me questiono; se ai não esta a mão dos que mandam na mídia do mundo, por que quando acontece na Zâmbia, Quênia, ou Líbano a mídia mundial na da destaque, não veicula ou por próprio interesse ou por desinteresse? Infelizmente a mídia noticiosa no mundo esta na mão de poucas pessoas e elas escolhem o que, como , onde e quando vão noticiar . Estão deixando o mundo ser controlado como seja mais conveniente?

  10. Razor disse:

    Acompanhei razoavelmente bem o teu comentário.

    Só não me convenço dessa estória de bem-estar social promovido pelo EI.
    Até onde se pode garantir que isso de fato existe ou não passa de propaganda, já que aquele território é zona de guerra? Quem “de fora” já foi lá conferir?
    Compreendo o teu anti-americanismo, você já caiu na conversa do “outro lado” uma vez, não caia nessa agora tão facilmente.

    E tem uma questão curiosa aí: se os meninos são ensinados desde cedo que mulher é o diabo na terra, se não podem ver nem os ombros do demo, que porra de prêmio é esse de umas tantas virgens no paraíso? Aliás, se é tão bom, porque os líderes não vão á frente, liderando sua horda de mártires?
    É só parar para pensar um segundinho para verem que estão sendo enganados, que seus líderes mentem para eles descaradamente.

    No passado, coisa de uns mil anos atrás, os povos árabes tinham a cultura mais desenvolvida do lado de cá do mundo (não sabemos muito dos chineses por aqui, certo?). Hoje não passam de um bando de paspalhões que entram na conversinha fiada de qualquer pseudo-líder que lhes tropeçe pela frente. Uma pena, isso.

  11. Gabriel P. disse:

    É Flávio.
    Nada como um bom texto sobre um assunto polêmico, que exija pesquisa, estudo e incite todos a refletirem, para demonstrar cabalmente o quanto alguns comentários são preguiçosos, ignorantes e tem má fé.
    Triste também e como já é de conhecimento dos educadores, a incapacidade de compreensão de texto por muitos brasileiros, infelizmente parece que há um grande débito mental, fazendo com que boa parte nem consiga exercitar a reflexão.
    Certamente o estudo e conhecimento doem demais e para muitos esta dor é insuportável, melhor ficar no conforto da “abençoada” ignorância.

  12. Paulo Leite disse:

    Brilhante, sublime texto para o contexto.

    Permita um aposto.
    Certa vez, Gadhafi afirmou: “Vamos conquistar o mundo com nossas rolas, serão nossas armas”. A cada evento desse, quem diria, dá saudade do velho Muammar, que estava certo, os discípulos de Maomé continuam reproduzindo sem parar e silenciosamente estão eliminando os brancos da europa. Sem Isis, que me parece mais um sub-produto do crime.
    Os ocidentais cristãos, por outro lado, raramente seguem a dita bíblia, “trepai-vos e multiplicai-vos”, , trepam muito mas multiplicam pouco. Vai perder a guerra.
    Enquanto isso, antes que eles cheguem e proíbam tudo, sigo tomando minha cerveja artezanal orgânica, me guardando pra quando o carnaval acabar.
    Um abraço.

  13. Bruz disse:

    É um compendio bastante interessante tratado com muita ironía, tal vez demasiada ironía pelo serio que a maioria tem se tomado o caso dos mortos de Paris.
    Mas onde realmente fiquei comovido, foi no seu penultimo parrafo…. Cara palida, foi uma belíssima forma de você explorar seu ateismo. E antes de que malinterprete minha opinião, devo lhe dizer que também não acredito em contos.
    A humanidade já sobreviveu a fatos inexoraveis, como que a terra não era plana, ao Heliocentrismo e ao fato da evolução das especies ter eliminado a possibilidade de ser certa qualquer cosmogonía secular. Agora só falta aceitar que apenas estamos sozinhos.

  14. Ricardo disse:

    Belas palavras, mas não tão belas quanto às ditas pelas vidas perdidas em Mariana, de crianças, inclusive.
    Belas palavras como as ditas pelo desaparecimento de povoados inteiros, destroçados pelo lamaçal de uma mineradora negligente, que encheu a burra da campanha do governador do PT, que alega ser “um acidente”, e que a mineradora não pode ser acusada, por ser tão vítima quanto àqueles que perderam casa, trabalho, e só ficaram com a roupa do corpo.
    Belas palavras sobre o absurdo que é Governador Valadares, uma cidade de 280.000 habitantes ficar SEM ÁGUA por uma semana, por conta da inoperância da causadora dos danos e do governo omisso, agraciado com um sobrevoo por parte da presidenta, demonstrando assim sua repulsa a esta conduta e conclamando a todos a exterminar esse tipo de crime ambiental da face da terra, com a mesma veemência com que prega o fim do terrorismo.
    Lindas palavras pelo fim da 5ª maior bacia de água doce do Brasil, com morte de milhares de animais, com danos irreparáveis por uma extensão de quase mil quilômetros.
    Mas é claro, Mariana fica em Minas Gerais, que bobeira a minha achar que a vida de milhares de brasileiros irremediavelmente prejudicadas pelo maior crime ambiental no Brasil mereceria algumas linhas aqui. Não estamos em França, me esqueci.

  15. Roberto disse:

    E pensar que a presidente Dilma, em discurso na ONU, queria dialogar com IE…

  16. Claudio disse:

    Texto muito bom. Mas mesmo com toda a sua putice, que eu respeito, usar expressões como “mija de porta aberta na mesquita” e “Catar, Dubai, Abu Dhabi, essas merdas”? Tá de sacanagem, broder? Isso não é falta de respeito com a religião/nacionalidade desses caras? Peraí, meu velho. Esse é exatamente o tipo de comportamento que radical adora pra usar como desculpa. Não venha apagar o fogo com gasolina, por favor. Escolha melhor suas palavras. E parabéns por colocar a cara a tapa com um texto tão corajoso – apesar de que eu realmente tive essa crítica a fazer.

  17. Alexandre disse:

    Quanta bobagem! Quantas analogias cretinas! Quanta forçação de barra! Você, Flávio, deve ser uma dessas pessoas que já estão dispostas a falar mal, se correm do bicho, se vão até ele ou se o ficam esperando. Apoiaria, em qualquer tempo, uma invasão de uma coalizão internacional – com predominância dos EUA outras potências ocidentais, por motivos óbvios – contra o EI na Síria? Ou ficaria na ladainha contra os “imperialistas”?

  18. HADAM LEMES disse:

    Texto maravilhoso! Sempre adorei as postagens sobre esporte. Não sabia que também dava aulas de história, política, economia… cultura, enfim. Já era seu fã, agora então arranjei mais uma coisa para disputar meu tempo com a monografia da faculdade: ler seu blog. Apesar que estou pensando em aproveitar este artigo na minha pesquisa. (GOMES, 2015), já pensou? kkkk
    Me empolguei demais, Abraço, fera!

  19. Ivan Castilho disse:

    Coisa linda de se ler! Parabéns mesmo!!!

  20. Alex disse:

    Parabéns! É mais do que um texto, é uma aula.
    Ainda consigo me espantar ( não devia) com alguns comentários, mas um dia aprendo que vivemos em uma época em que não importam mais os fatos e sim, ideologização e idiotização puras.

  21. Goos disse:

    Quem está dizendo… é a candidata a presidência do EUA….
    Quem está dizendo… é a primeira mulher candidata a presidência do EUA….
    Quem está dizendo… é a primeira mulher candidata a presidência do EUA., esposa de um ex presidente dos EUA…
    “Nós criamos Bin Laden”

    https://www.youtube.com/watch?v=WnLvzV9xAHA&index=150&list=WL

    E um pouco de luz, e história sobre a criação do Estado Islâmico, EI, com várias fontes do EUA, Europa e Oriente Médio, para os reaças que não conseguem enxergar à frente do nariz…

    http://revistapiaui.estadao.com.br/materia/o-misterio-do-estado-islamico/

    E mais aqui

    Quem criou o EI

    http://br.sputniknews.com/portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_14/Quem-criou-o-Estado-Isl-mico-e-quem-lucra-com-isso-9774/

  22. Rita Almeida disse:

    Pensar dói…

    Flávio, continue incomodando e fazendo doer.
    O mal será sempre os outros.

  23. marcos disse:

    O que temos aqui é a manifestação “esquerdopata-liberal” que tenta achar algum sentido ou justificativa nos atos do ISIS… O perfil é fácil de traçar… antes maconheiros frequentadores do C.A. da faculdade de jornalismo, gostavam, desde a formação acadêmica, de bradar contra os “porcos capitalistas”, o imperialismo americano e contra tudo que representasse ambição, poder e riqueza. Egocêntricos, tencionam um reconhecimento por uma pretensa supremacia intelectual, sempre preterida pelo status social e econômico alcançado por algum paradigma recôndito em seus subconscientes. O resultado é este: um fetiche incontido e anárquico por tudo que subverte o que denominam “sistema”.

    • Flavio Gomes disse:

      E o que temos aí em cima é alguém que se dá o trabalho de criar um e-mail falso, mandar vários comentários com nomes diferentes, perder seu tempo totalmente. Vai procurar uma rola, rapaz, como diria Boechat.

      • marcos caetano disse:

        sugiro que leia a coluna da veja do Claúdio de Moura Castro desta semana, seu boçal (serve para você)!! Se limite a comentar esporte (já é muito para seu nível). O Boechat nem deve saber quem é você, seu jornalistazinho esportivo!!!

      • Flavio Gomes disse:

        Já achou a rola? Vou te dar bastante tempo pra procurar. Seu e-mail e IP serão bloqueados. Beijinhos.

      • Lucio disse:

        O cara cita veja…. tsc tsc tsc

      • Gabriel P. disse:

        É Flávio
        Quanto mais vivemos, mais percebemos que ignorância e imbecilidade não tem limites mesmo.
        Talvez seja perda de tempo se irritar com essa gente (se é que podemos classificar de gente quem utiliza apenas 1 neurônio para pensar) mas o blog é seu e voce manda,
        Quanto ao sujeito ler a tal revista, só confirma sua idiotice ao ler esse lixo e esgoto de publicação.
        Aliás, uma sugestão.
        Dê nome e endereço dessa gente, nas respostas.

      • Luis F. disse:

        hahahaha típico leitor de veja

  24. luiz dellano disse:

    SOBRE PARIS, 11 SETEMBRO DE 2001, DECAPTAÇÕES, ETC E TAL…

    LI 300 POSTS, COLUNAS, TEXTOS, ETC… UNS ABISMADOS, PERPLEXOS, OUTROS NEM TANTO JUSTIFICANDO UMA MERDA DESSE TAMANHO PORQUE OS CATÓLICOS, PORTUGUESES, ESPANHÓIS, AMERICANOS, ROMANOS JÁ FIZERAM ISSO TAMBÉM, NHENHENHEM, NHENHEM, NHENHENHEM….
    FIZERAM… QUANDO SE COMIA COM AS MÃOS, SE GANHAVA BEBÊ NO MEIO DO MATO E SE MORRIA AOS 30 ANOS DE IDADE DE PESTE BUBONICA, TUBERCULOSE, ETC..,. OS TEMPOS SÃO OUTROS E NÃO DÁ PARA SE CONVIVER COM LOUCOS, HOMENS-BOMBAS E O CARALHO A 4…DOIDO SE TRATA COMO DOIDO,VIDE OS ALIADOS DA SEGUNDA GUERRA QUANDO UM LUNÁTICO DE BIGODE BUCETINO QUASE ACABOU COM O MUNDO..

    GALVÃO, UM DOS MEUS MAIORES MESTRES SEMPRE GRITAVA ” GIBA NELES!!!!” NA ÉPOCA ÁUREA DO VOLLEY BRASILEIRO…
    ESTÁ NA HORA DE O MUNDO GRITAR” RAMBO NELES!!!” ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS…

  25. Rodrigo Dias disse:

    Sensacional! Parabéns, Flavio.

  26. Fragoso disse:

    Por esse seu “raciocínio’ os negros brasileiros deveriam atentar contra Portugal, maior país escravagista do mundo à época e hoje o único país medieval do Mediterrâneo, ali perto da Europa.

  27. Denis disse:

    Caraca Flavio…perfeito!!! Compartilhando…

  28. oiii Flávio… Você me autoriza usar esse seu texto em minha aula de História??? Hoje, falei desse assunto de manhã prometendo voltar ainda ao tema essa semana. Disse o que você disse. No entanto, li seu texto agorinha cerca de 15horas… Seu texto colaboraria para o debate… agradeço… (não é a primeira vez que uso um texto seu risos faz uns cinco anos mas não lembro do que foi risos)

  29. Carlos Albuquerque disse:

    [10/11 16:33] Estado Islâmico queria explodir Cristo Redentor.
    (Washington – CNN Special)

    Documentos mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil revelam que a organização terrorista Estado Islâmico teria ordenado a execução de um atentado no Brasil.

    O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro. O ISIS destacou dois mujahedins para o seqüestro de um avião que seria lançado contra a “estátua-símbolo dos infiéis cristãos”.

    Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 5 de setembro, às 21h47m, num vôo da Air France.

    A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada,seguindo num vôo para o Paraguai.

    Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete. Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.

    Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana.

    Alugaram então um carro e se perderam no Rio entraram para o lado da Rocinha e o carro foi totalmente metralhado, mais uma vez o treinamento de guerrilha se safaram ,voltaram para aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve – e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios são roubados em um arrastão. Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares.

    Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.

    Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião.

    Os pilotos da GOL estão em greve por mais salário e menos trabalho. Os controladores de vôo também pararam (querem equiparação com os pilotos). O único avião na pista é da TAM, mas está sem combustível.

    Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo.
    O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.

    Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos.

    Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05m, os muçulmanos, ainda ensangüentados, se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens.

    Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos.

    Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.

    Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções eqüinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada.

    Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.

    Domingo, 18h20h: os homens saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder para o Paraná Clube, por 6×0. A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária (que havia ido de Kombi ao Rio) e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de “Pé de Mesa”, que abusa sexualmente deles.

    Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se foda!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia no setor retofuricular
    inchado (Pé de Mesa não perdoa!).

    Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio
    escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos.

    Viajam deitados de lado. Conseguiram fugir do retiro da Ong no dia seguinte e perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja.

    A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.

    Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e irão sugerir um convênio para realização, no Rio de Janeiro, de treinamento especializado para o pessoal do Estado Islâmico!

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