ENIGMA DO DIA | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
MENU

sexta-feira, 8 de abril de 2016 - 16:20Enigmas & desafios, Indústria automobilística

ENIGMA DO DIA

SÃO PAULO (que calor é esse?) – No ano de 1900 e XX, que vocês terão de descobrir, a VW comprou a Chrysler aqui e jurou que iria manter todos os lindos Dodges em produção. O que aconteceu depois? Respostas nos comentários. E para quem não lembrava, sim, isso aconteceu. Assim como, no fim de 1966, a VW comprou a Vemag prometendo que os DKWs seriam ainda melhores. Um ano depois, fechou.

Quem postou no Facebook foi o Mário César Buzanfan.

vwchrysler

39 comentários

  1. Vitão disse:

    Uma curiosidade : meu pai tinha um amigo que trabalhou na Mobil , e em 1978 foi fazer um trabalho na fábrica de motores V-8 da Chyrsler em Santo André ( onde hoje tem um Carrefour , perto do viaduto antes da fábrica da Pirelli, vizinha do prédio da TIM ), para verificar o fornecimento de óleo industrial . Ao fazer o inventário das máquinas , que tinham sido da SIMCA , é bom lembrar , constatou que várias tinham a plaqueta de identificação da FOMOCO – Ford Motor Company . Na década de 30 a Ford investiu na SIMCA em enviou o equipamento de produção dos motores V-8 para França – provavelmente equipamento sucateado nos EUA . Posteriormente, quando da implantação do indústria automobilística aqui no governo JK , a autarquia – GEIPOT eu acho , autorizou que a capitalização das empresas fosse feita com equipamento, e valorizou os equipamentos usados como novos , para dar fôlego para as montadoras, uma vez que o governo não tinha recursos para investir devido a construção de Brasilia. Portanto, as máquinas sucateadas que a Ford enviou para a SIMCA na França vieram para a SIMCA no Brasil e foram utilizadas depois pela Chyrsler até o final dos anos 70, portanto com quase 50 anos de uso.

  2. Acarloz disse:

    Pra mim a VW só queria o terreno, hoje depósito das Casas Bahia.

  3. vitorio brambilla disse:

    Ainda tem otário que compra carro dessa marca NOJENTA chamada Volkswagen, useira e vezeira em enganar despudoradamente o consumidor. Vejam o caso da fraude na medição dos poluentes em seus carros a diesel (até nos Estados Unidos). E quem comprou na época da Autolatina um Pointer, um Logus ou um Apolo ? Se fudeu bonito. Em dois anos essas carroças saíram de linha e os trouxas ficaram na mão. E as partes plásticas do interior de qualquer Volkswagen brasileiro, hein? COISA VERGONHOSA ! Os carros mais vagabundos e mal-acabados do Brasil são dessa marca desgraçada. Se me derem um Volkswagen zerinho, eu vendo para um desmanche. A Hyundai vai acabar com essa porcaria alemã em dois ou três anos. FALÊNCIA, são os meus votos sinceros para a Volkswagen. LIXO .

    • Marcelo disse:

      Meu caro Vitorio, tenho um VW, discordo 100% do que você disse e creio não ser otário. Você tem todo o direito de detestar a marca e desejar sua falência, até. Mas creio que chamar de otário quem compra um VW extrapola, no mínimo, a educação que os demais leitores deste blog merecem. Não troco meu Jetta TSi por nenhum carro nacional. E, repito, não sou otário.

  4. Andre Decourt disse:

    Na Argentina o Avenger foi mantido em linha, aqui certamente se bem trabalhado seria um rival para o Passat e família BX, pois já tinha ar e transmissão de 4 marchas, fora o belo painel de instrumentos das últimas unidades. Já os caminhões travestidos de VW continuaram e continuam até hoje

  5. Flavio Bragatto disse:

    Foi sacanagem mesmo, mas convenhamos: Os Dodges não tinham nada a ver com o s VW brasileiros da época. Eram na maioria carrões americanos ineficientes, com motores beberrões.
    A caminhonete com motor V8 e cambio de 3 marchas! O caminhão Dodge tinha um problema crônico com os freios que endureciam e não freiava nem pelo caramba.
    Talvez o Polara, mas a VW já tinha seu carro de sucesso na época (o Passat).
    A grande verdade? Foi para eliminar um concorrente. Acho que está bom assim.

  6. VARLEI disse:

    usaram os motores v-8 nos caminhões a alcool que dizem na época foram feitos para usar nas usinas de alcool ou alguem que quisesse compra-los, segundo informções fazia 1l/1km , só tendo uma usina de alcool mesmo, rs

  7. Ricardo Dalmolin disse:

    A compra foi por volta de 79/80. Por coincidência, o prédio da Chrysler ficava bem em frente ao da VW, na Via Anchieta. Depois de fecharem a Chrysler, o prédio se tornou a primeira fábrica da VW Caminhões. Depois mudaram a fábrica de caminhões e venderam o imóvel, e aquela área é hoje um centro de distribuição das Casas Bahia. Quem te viu, e quem te vê…

  8. Leandro Angelo disse:

    Eu era bem garoto, mas esse anuncio me marcou muito.

    Fiz uma pesquisa que contra a trajetória da Chrysler até aqui:

    http://www.dodgev8.com.br/chryslerbr.html, sobre a aquisição por parte da VW, sugiro a leitura da parte IV.

    Abs

  9. Alessandro Foureaux disse:

    Das fraud!!

  10. Lucas Orly disse:

    É muito simples, uma empresa compra a outra para absorver o que tem de melhor, implementar sua metodologia de trabalho, ampliar lucros e faturar. Quando não atende aos interesses eles fecham. A Fiat comprou o que restou da Chrysler nos EUA e está fazendo seus Fiat 500x dividindo plataforma com Jeep Renegade

  11. Luis disse:

    Eu entendo que a VW comprou foi a estrutura fabril da Crysler no Brasil e decidiu não dar continuidade aos modelos de uma forte concorrente, já que a Crysler e a Dodge são marcas da General Motors. Pena que foi pouco usada, porque em 87 criaram a Autolatina junto com a Ford.

  12. Victor disse:

    Me ocorreu que talvez o V8 da Chrysler brasileira talvez tenha sido o primeiro oito cilindros do Grupo VAG.

  13. Jean Rul disse:

    Na Argentina durou mais tempo…

  14. Paulo F. disse:

    Não esquecer que na época da compra havia uma aguda crise de petróleo. Que o projeto dos Dodge fabricado no Brasil remontava à 1964. E não esta na foto, mas havia também as caminhonetes , que devem estar entre os autos mais raros do Brasil hoje.
    Mas o motor 318 de fato possuía versão à álcool para caminhões. E consta que a fabrica de caminhões foi o real interesse da VW ao fazer a aquisição.
    E não entendo por que a VW não produziu uma versão sohc do V8 para equipar seus veículos top de linha com cabeçotes projetados por Porsche ou Audi, usavam um motor de 5 cilindros que era uma gambiarra sem tamanho. vendido como “a última maravilha da tecnologia”.
    Como Marx falava a História se repete. No caso da VW, primeiro com a DKW, depois com a Dodge no Brasil!

  15. João Henrique disse:

    A VW comprou a Chrysler do Brasil em 79 e parou a produção em 81.

  16. Diogo disse:

    Mas a Volks não mentiu! Continuou a produzir o Dodginho na Argentina com o nome de VW 1500. Só parou quando lançou o Voyage (Gacel) no fim dos anos 80. Aqui no Brasil, o interesse real era a divisão de caminhões.

  17. Rafael Mafra disse:

    Curiosidades: Somente em 1988 outro carro nacional ganhou transmissão automática com quatro velocidades, o Opala Diplomata SE. Os outros nacionais com transmissão automática só tinham três velocidades.

    A frente do novo Dart é igual ao Dodge Dart americano de 1974, já a frente dos Magnum, Le Baron e Charger R/T foi um projeto inteiramente nacional. A traseira de toda a linha é semelhante ao Dart americano de 1974. A nova frente do Magnum, Le Baron e Charger R/T eram produzidas em em fibra de vidro e as concessionárias receberam treinamento especial e kits específicos para efetuar reparos nestas áreas.

    O Charger R/T era fabricado nas cores: marrom metálico com bege (interior bege), azul claro com preto e preto com prata (interior preto).

    O Dodge Magnum encantava tanto os consumidores com seu conforto e design que ganhou o título de “Carro Status do Ano”. Algumas unidades chegaram a receber um adesivo de comemoração na tampa do porta-luvas.

  18. Rafael Mafrara disse:

    Olha alí o raríssimo Charger r/t menos de 200 feitos em 1979

    Nessa época o charger passou a ser, na verdade, pouco mais que um “upgrade” do Dart. Era o prenúncio do fim que se avizinhava, com a recente aquisição da marca pela Volkswagen do Brasil.

  19. Farid Salim Junior disse:

    A VWB fechou o negócio em 1980,tirou os carros no ano seguinte e, deixou os caminhões em linha até o final de 83. Foi um assassinato para o Dodge 1800 – que estava acertado em motor, câmbio e acabamento, mas concorria com o Passat. Pena, porque tinha tração traseira. Enquanto isso, na Argentina, usou o motor dela no lugar do da Chrysler e o Dodginho ficou ainda melhor! E, morreu…
    Foi o mesmo com a Vemag. Prometeram que iriam melhorar os DKWs e mataram o carro… Dizem que a compra se eu por causa da vontade da marca lançar carros com tração dianteira e, aproveitar a tecnologia existente nos DKW. E o resto é história…

  20. Eduardo disse:

    O Doginho ficou por muito tempo só que se não me engano na Argentina

  21. laercio disse:

    Meu pai trabalhava la, um ano depois foi demitido, tinhamos um Polara amarelo que andava muito.

  22. Deivid disse:

    SEI LA.. MAS É SABIDO QUE OS 1800 (VULGO AVENGER) SEGUIRAM ATÉ 91, COM O LOGO DA VW – NA ARGENTINA

  23. Luis disse:

    Desde meus tempos de criança fui apaixonado pela marca Dodge, pois cresci dentro de um Dart, em viagens memoráveis com a minha família.
    Foi uma decepção essa compra.
    Por esse fato que eu nunca comprei ou comprarei um VW…

  24. Clayton Moura Belo disse:

    O ano em que a negociação foi oficializada é 1979, quando estava quase indo à bancarrota, até que o engenheiro Lee Iacocca teve sua genialidade revelada. A Chrysler, que no Brasil já havia comprado a SIMCA, não viu muita rentabilidade no mercado brasileiro e resolveu “liquidar” sua filial brasileira. O resto, é história! Finalmente, faço uma pergunta: nestas três últimas décadas, vocês já contaram a quantas montadoras a Chrysler se associou? Acho que pelo menos umas quatro. E o pior, as japonesas e européias que fizeram parte dessas “joint-ventures” sempre se deram mal! Esperavam ampliar sua participação no mercado americano mas, no fim, tinham suas melhores soluções de engenharia, descaradamente, absorvidas pela co-irmã americana. Assim foi com Mitsubishi e Mercedes. Assim será com a Fiat. A próxima empreitada, quem sabe, será uma JAC-Jeep ou Lifan-Chrysler… E assim caminha a humanidade!!!

  25. jbchaves disse:

    A VW sempre enganando…rsrsrsrs

  26. miltão disse:

    Tive o prazer de dirigir todos os carros da foto inclusive alguns caminhões.
    quando puder $$$$ compro um charger rt

  27. Anderson disse:

    Nascia assim a VW caminhões, atualmente pertencente à MAN.

  28. MarcioD disse:

    Compraram em 80 e pararam com os carros em 81, acho que o caminhão foi até 84.
    Não tenho certeza, mas parece que usaram o motor 318 convertido para álcool no caminhão VW canavieiro.
    Também a Chrysler havia comprado a Simca em 67 e parou de fabricar Os Esplanada com o veoitinho e lançou o Dart sedã em 69.
    O mesmo fez a Ford ao comprar a Willys em 67 parou de fabricar os Aero/Itamaraty em 70 mas continuou com o Jeep e a Rural e o projeto M(Corcel).

    • alexandre garcia disse:

      Isso, compraram em 1980 quando os dodges ainda saiam com plaqueta chrysler, os ultimos 1981 eram com plaqueta VW caminhões. Vi isso ao vivo.
      Idem pros caminhões, teve caminhão VW 6-160, 11-160 e 13-160 com motor dodge, quando morei em sorocaba em 88 dirigi um zero km com motor dodge a alcool .

  29. paulo disse:

    Acho que foi 1982. Fechou logo em seguida. Juro que não entendo quem compra uma marca para fechá-la. Deve haver algum sentido nisso que eu desconheço. Mas esse anúncio que vc postou e que eu desconhecia ou não lembrava foi uma sacanagem.

    • Leonardo disse:

      Comprar uma marca para logo depois fechar é para acabar com um concorrente que incomodava.

    • Rodrigo Vilela disse:

      Paulo, sério que você não entende o porquê das montadoras fazerem isso?? Hehehehehe…

      É bem óbvio: “Eles são nossos concorrentes, bom, a gente pode comprar a empresa deles, finge que continua dando sequência e depois fecha tudo, aí serão ‘obrigados’ a comprar os nossos carros”!

      Acontece até hoje, em todas as áreas!!

    • Fabio Souza disse:

      Existem algumas possibilidades: incorporação de tecnologia, aproveitamento de equipamentos para expánsão da própria marca (parque industrial), eliminação de concorrência (criando condições para abocanhar uma fatia maior de mercado com a ausencia do rival e aproveitando a infra adquirida pra atender essa demanda potencial), dentre outros mais que possam haver.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>