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terça-feira, 12 de julho de 2016 - 19:14#69, Indústria automobilística

VOYAGE, 35

SÃO PAULO (parabéns pra você) – Tive um verde em 1990. Belo carro. Desse, perdi a pista.

Tenho um agora. De corrida, puro-sangue. Estamos nos conhecendo, ainda. Alguns bons resultados, algumas decepções, uma certa evolução recente.

Falo do Voyage, que está completando 35 anos como informa o site da Volkswagen. Foi fabricado de 1981 a 1996 — vou desconsiderar o novo, que não tem nada a ver com aquele que conhecemos e apenas usa o mesmo nome; é um bom carro, moderninho e tal, mas não é O Voyage.

Fiquei meio confuso com os números de produção que o texto distribuído à imprensa apresentou, e até pedi ao pessoal da assessoria um esclarecimento sobre eles. Fala-se em encerramento da produção em 1996 com 465.176 unidades fabricadas, sendo 340.891 feitas em São Bernardo e as restantes, em Taubaté. Mas na cronologia do modelo, mencionam-se mais de 700 mil unidades, então não entendi nada. Assim que me responderem, refaço o texto.

Números à parte, o Voyage é um querido.

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20 comentários

  1. Carlos Daniel disse:

    Bom dia. Comprei a alguns meses o meu segundo Voyage, o primeiro foi um 89 motor ap 1.6 bielão, andava que uma blza. Agora consegui comprar um 91 motor CHT 1.6 carburador 2e, anda bem tbm, mais tenho que dar uma ajeitada nele. Mais o que me deixou mais intrigado foi estar nos documentos dele escrito Voyage Paddock, e não entendi muito bem o que significa. Já pesquisei em alguns sites e não me informa muita coisa. Se alguns dos amigos souberem me dizer o que significa, fico grato. Abraços.

  2. Batista Lara disse:

    Porque os aros do seu Voyage são diferentes? São da mesma medida?

  3. Pedro Meinberg Junior disse:

    Gosto do Voyage moderno. Minha visão é que ele continua sendo o carro que deve: uma versão sedã do Gol, com design sóbrio e bem definido, sem extravagâncias e com uma boa mecânica e bom desempenho. Ele se desvirtua um pouco porque seu “pai”, o Gol, é que já não é mais o mesmo.

  4. Watkins Glen disse:

    Tive um GLS 89 1.8 Gasolina vinho, único dono, troquei a placa amarela de 2 letras para 3 letras CAM – 1822… Deixou saudades… Vendido depois de um acidente grave, perdi o gosto no carro mas me deixa saudades até hoje…

  5. Ricardo Sandri disse:

    Que belo carro… Tivemos em casa dois:

    LS 1982 preto – amava esse carro

    GLS 1990 azul – roubado dois anos depois e nunca foi encontrado.

  6. TJ disse:

    Tive um 82 e um 84, ambos a álcool, o 82 dava trabalho para pegar, era aquele que tinha o botãozinho pra injetar gasolina no carburador…depois que pegava aquela era a fumaceira branca e falhava até esquentar.
    Segundo um ex presidente brasileiro, tudo carroça.
    Que sejam.

  7. Richard Bagg disse:

    Qdo fui comprar meu primeiro carro, no mercado dos usados pelo início dos 1990, desejava um Voyage de meados dos 1980, mas ele custava quase o dobro de um Escort do mesmo ano, o que determinou sua exclusão. Terminei comprando um Comodoro 6cil. a álcool, por menos ainda que o Escort. Carro que acompanhou até 2000.
    Nunca me arrependi, mas sempre fiquei pensando o quanto minha vida seria diferente se eu tivesse entrado num financiamento e pego um Voyage 1985. Creio que seria outra pessoa, pois minhas escolhas não seriam as mesmas. Muitas coisas na casa dos 20 e poucos anos foram decididas em razão do Opala, que se transformou em um meio de exercer minha autonomia e independência adquirida, seja por suas possibilidades ou limitações.

  8. Richard Bagg disse:

    Qdo fui comprar meu primeiro carro, no mercado dos usados pelos idos de 1992, desejava um Voyage, mas ele custava quase o dobro de um Escort do mesmo ano. Terminei comprando um Comodoro 6cil., do mesmo ano, por menos ainda que o Escort. Não me arrependi, mas sempre fiquei pensando o quanto minha vida seria diferente se eu tivesse entrado num financiamento e pego um Voyage 1985. Creio q

  9. Gomes disse:

    Tive um ano 92 1.8. Sem dúvida o melhor carro que já tive em desempenho e estabilidade.

  10. Renato de Mello Machado disse:

    Prefiro o Lada.

  11. Luis felipe disse:

    Carro muito bacana.. Todos os defeitos dos BX e um caminhao de qualidades..
    Os Sport 93/95 eram demais… As cores, configuraçao com ar e direçao, recaro, bbs(imitacao) .. Tava tudo la.. Ate uns 10 anos ninguem queria ..hoje ta foda

  12. Fernando disse:

    Carrinho demais, tive um 1983, como várias coisas parece miragem, nunca vi outro: Voyage Paddock (GLS), série especial, azul metálico, 4 portas, para-choques e retrovisores na cor do carro, ar, bancos Recaro, som Rio de Janeiro, rodas de liga leve, vidros verdes, farol de milha, enfim tudo que tinha direito. Não acho nada sobre ele na internet, como disse, miragem. Depois lançaram Passat com esse nome.

  13. JP disse:

    O Voyage, para mim, é o carro por excelência: 3 volumes retos, bem definidos. Farol com carra de farol. Tudo proporcional.
    Uma amiga minha tem um 82, 1.5 todo original. Mas as portas têm corrosões. Desconfio que seja de fábrica. Há dois anos ela teve câncer e pra piorar, estava quebrada financeiramente, com o motor do Voyage desgastado. Não pensei duas vezes e banquei a retífica. Você tem que ver que lindo é o barulhinho dele! E como anda bem! Mesmo com 4 marchas e o carburador simples.

    • Jr. disse:

      Maior crime que a VW cometeu com esses carros, foi ter demorado a lançar um câmbio de 5 marchas pro Gol, Voyage, Parati e Passat.
      Nas linhas 83 e 84 chegaram a lançar um de 4 marchas com a quarta longa, mas isso não foi pra frente. Tenho meu 85 MD, que é xodó e a quarta comum judia demais do motor. A 100 km/h o carro já berra demais.

  14. Eugenio Chiti disse:

    Tivemos um 91 ou 92, básico, na medonha cor Verde Álamo. Odiava o carro, principalmente por causa da cor. Ele tem uma posição de guar afundada, com aquele volante no meio do campo de visão de quem tem menos de 1,80m. Uma baita duma diferença para quem dirigia um 147, com visibilidade superior. Aquela cor era o que de mais horrendo alguém podia conceber. Mais tarde, meu pai o trocou num simpático Voyage champanhe, numa versão mais caprichadinha. Tinha um plástico espumado que revestia o painel de lata e até ar quente! Parachoques e frisos cromados davam um toque a mais.

  15. Carlos Henrique disse:

    Na sua coleção tem alguma Parati?
    Meu pai nos deixou uma Parati 85/86, queremos que ela fique com alguém que vá saber cuidar com carinho e respeito do carro.

  16. Jean Paul Jones disse:

    Boa noite Flavio;

    Eu acho que os outros 234.824 veículos que faltam nessa conta são os carros que foram exportados, incluindo o ‘Fox’ que ia pros EUA todo diferente… Tem que se lembrar que os últimos Voyages BX, vamos dizer assim, vieram da Argentina, meu pai teve um vinho GL 1.8 4 portas, com seu famoso painel satélite com os botões de faróis em cima e rádio original que não tocava fita, sim, é verdade, era só AM/FM, nunca entendi, eu acho que ele deve estar jogado em algum lugar na casa da minha mãe, os selos do motor vinham escritos ‘VW Argentina Córdoba’, pena que não tenho nenhuma foto… Assim, esse número pode ser até maior…

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