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quarta-feira, 7 de setembro de 2016 - 0:17Arquitetura & urbanismo, Turismo

DÁ PRA PENSAR…

caboose15

SÃO PAULO (piuiii) – O Oscar Moraes encontrou, à venda, este hotel maravilhoso no Estado de Washington, nos EUA. Os quartos são vagões de trens antigos transformados em suítes temáticas. Um enorme vagão-restaurante de 1937 faz as vezes de… restaurante, obviamente. Por módicos 850 mil obamas, é entrar e tocar o negócio. No site do hotel, que se chama Red Caboose Getaway, há uma descrição de cada quarto e informações sobre o lugar — nunca estive nem perto, mas parece bonito.

No pacote, o comprador leva a propriedade com nove vagões, seis deles totalmente restaurados e operantes, e três esperando sua vez. O vendedor diz inclusive que, dependendo da oferta, restaura esses também, deixando seu hotel orgulhosamente equipado com nove quartos-vagões.

É claro que não tenho 850 mil dólares, muito menos interesse em viver nos EUA. Mas ao dar uma passeada num dos links acima, de um site que lista hotéis à venda em alguns países, sabe que deu uma vontadinha de fazer uma maluquice? Achei uma coisinha na Itália… Casa de pedra, seis quartos, construída em 1670…

Olha, por que não? Do jeito que serão as coisas por aqui nos próximos anos, por que não?

27 comentários

  1. sandro disse:

    As coisas estão ruins por aqui há anos e continuarão.

  2. Estevão Busato disse:

    Acho que achei o seu hotel na Itália. Em Pergola, não? Se fores, me chame para trabalhar lá como um factotum. Também não estou nada otimista com o que nos espera daqui em diante.
    Meu italiano está enferrujado. Mas nada que uns bons 10, 20, 30 anos na terrinha não resolvam…
    Abraço!

  3. Alfredo Aguiar disse:

    Eu vivo nos USA há mais de 15 anos. Quando o FHC se reelegeu entendi que o Brasil tinha desistido e mim e dei no pé. Estados Unidos é ótimo de morar, americano em geral é super educado e respeita quem trabalha. Sempre tem um redneck aqui ou ali mas se levar em conta o que te discriminam no Braza se você não fizer parte dos que podem, a gente tira de letra.
    Estive pela Europa a passeio no ultimo mês e passei pela Alemanha, Itália, Espanha (Ilhas Canárias na verdade) e Portugal. Ano passado estive na França, Inglaterra e Bélgica também. Portugal e Ilhas Canárias é onde com certeza você vai encontrar mais afetividade e prazer de viver. Portugueses são super gente boa e tratam brasileiros com muito carinho, vivem despreocupados, levam a vida na marcha lenta além de Lisboa e Cintra serem lindos. Ilhas canárias é puro turismo, todo o dia é sábado todo mundo está sempre de alto astral. Já Italiano achei meio marrentos e Alemães, apesar de também super educados, mais na deles. Franceses são em geral mau educados mesmos e Londrinos apressados demais, talvez para chegarem aos Pubs.
    Faço nos USA a mesma coisa que fazia no Brasil e enquanto morava na pátria mãe jamais tive a ideia que um dia pudesse conhecer a Europa mais do que nos livros ou na TV, Jamais imaginei que fosse entrar num navio cruzeiro, Já fiz 3 cruzeiros por aqui e estamos indo pro Alasca de navio.
    Os Estados Unidos são uma terra de oportunidades para quem trabalha, conquistadas com sindicatos fortes que defendem os interesses de que dá duro por aqui.
    Hotel não é a minha praia. Mas seu fosse partir pra essa não pensava 2 vezes sobre os tais vagões. Ou uma pousada em Cintra, um Bed and Breakfast em Lisboa, umas cabanas nas Ilhas Canárias.
    Quando for a Alemanha em férias, não deixe de visitar um Resort super maneiro que foi construido em um hangar russo abandonado de Zeppelin, Faça chuva faça neve é sempre verão lá dentro, você pode “acampar” dentro do lugar e ao redor estão bunkers russos de onde era uma base aérea militar soviética. Super doido o lugar e super confortável. Mas é pra relaxar, não fazer porra nenhuma mesmo.

    https://www.tropical-islands.de/en/

  4. Ricardo disse:

    Te dou razão. Depois do desarranjo na economia promovido pelo governo Dilma, fica complicado acreditar que a corja que assume vai ter condições de consertar esse estrago.

    Duvido que o (des)governo Temer seja capaz de reconduzir o país aos níveis de crescimento do governo Lula. Esse sim, soube conduzir a economia com firmeza: liberou o teto constitucional da taxa de juros, para alegria dos bancos, que tiveram lucros históricos; não acabou com o fator previdenciário, para alegria do INSS, enfim, manteve e ampliou medidas neoliberais do governo FHC e segurou a economia.

    Em termos de direitos sociais, não podemos nos esquecer que Temer sozinho não faz nada, precisa do apoio do congresso para passar qualquer medida. E nessas horas, só uma oposição bem articulada dará jeito. Acredito até que haja tentativa de diminuir algumas garantias, mas torço para não terem sucesso. Aliás, queria saber como ele faria, se as garantias que mais interessam estão no art. 5 da Constituição e não pode haver alteração no mesmo de modo algum. Só com nova constituição e nova ordem política, o que não é o caso.

    Previdência? Essa o Lula já nos ferrou pela falta de coragem de acabar com o fator previdenciário e pela continuidade de índices diferenciados de correção entre benefícios e salário mínimo. E nem houve tentativa nesse sentido, que o diga Paulo Paim, um verdadeiro Dom Quixote lutando contra as mazelas previdenciárias há décadas e que atravessou todos esses governos petistas sem conseguir apoio presidencial para acabar com essas bandidagens de FHC.

    Melhor mesmo ser o primeiro a abandonar o navio, não é?

  5. Carlos disse:

    As coisas por aqui só tendem a melhorar, desde que se crie uma mentalidade voltada ao estudo, qualificação, trabalho, trabalhando e, principalmente, deixando trabalhar.
    Lá fora não existe milagre não. Já que você citou a Itália, vamos a ela. Morei um ano por lá há trinta anos atrás. O país passava por um momento econômico favorável, muito consumismo, relativo bem estar. Porém, o pessoal trabalhava, trabalhava muito! Sem contar que fazem jus a fama de “mãos-de-vaca”, afinal, não é fácil ganhar a vida por lá.
    Querem melhorar esse país? Trabalhem de verdade, faça bem feito aquilo que você deve fazer. Mande o sindicalista de sua categoria fazer compania a você trabalhando como você trabalha. Hoje mesmo, estamos sujeitos aos problemas causados por uma greve nos bancos que se repete há anos a fio. Você não está contente com o que ganha? Demita-se, coloque o pé na estrada e vá atrás de coisa melhor!
    Como dizem, não existe crise que resista ao trabalho, mãos a obra, blogaiada!

    • Alfredo Aguiar disse:

      É isso aí seu Carlos.
      Não pense em crise, trabalhe.
      Trabalhe pra comprar o pacotinho de “açúcar Colombiano” que aquele nobre senador abanava enquanto votava o Impeachment.
      Trabalhe sem direito a aposentadoria até morrer pra pagar a aposentadoria dos nobres parlamentares que se aposentam com 2 mandatos
      Não faça greve nem reivindique. Afinal o pobre banqueira fatura muito pouco no Brasil, quem fica rico mesmo é o cara do sindicato que coloca o emprego dele em risco pra defender que o que tu ganhas seja no mínimo decente.
      Vou te fazer uma pergunta simples “amigo”: Você é banqueiro? Político da direita? Pastor? Ou é só burro mesmo?

      • Luiz (o outro) disse:

        Acho que a última alternativa é a correta.

      • Carlos disse:

        Não, nobres blogueiros, Não sou nem pastor, nem banqueiro muito menos político de direita. Trabalho desde os doze anos de idade, oriundo de uma família de imigrantes que não ganharam nada de brinde desde que chegaram por aqui.
        Também não sou derrotista, como quer a turma do “quanto pior melhor” que, além de não colaborar em nada, ainda atrapalha o resto da população com seu inconformismo.
        Pode ser que seja burro, porém, não tanto quanto aqueles que chamam de golpe a posse de um governo legitimado por eles mesmos com seus votos. Se isso for demonstração de inteligência, eu tiro meu chapéu! Deus os abençoe, amém,

      • Gabriel P. disse:

        Como é possível desconhecer tanto o povo e país onde se mora?
        É o caso do Carlos, como se alguém conseguisse ficar rico no Brasil, só trabalhando e honestamente (principalmente com honestidade)
        Num país onde 92% (é 92%) da população é analfabeta funcional graças ao empenho das Elites desde sempre, quem vai enriquecer trabalhando? (aliás, essa deve ser a desculpa que Temer usou para enviar proposta ao congresso de 12 horas de trabalho)
        E para finalizar, o trabalhador tem a obrigação de fazer greve para que o empresário saiba quem realmente trabalha, lhe dá lucro e riqueza

    • sandro disse:

      CARLOS, perfeito, fazer greve é mais fácil do que sair do emprego e arrumar outro e vou além, quem nunca trabalhou em “chão de fábrica” não sabe o como é o trabalhador brasileiro, pouquíssimos fazem seu trabalho com prazer, os outros o fazem apenas para receber seu salário no final do mês, ,,, entendi seu comentário e é bem assim mesmo.

  6. pedro araujo disse:

    …peraí. acho que foi aqui mesmo no seu blog que conheci esse hotel… se foi, foi mal a repetição do assunto.

  7. pedro araujo disse:

    pois eu dou outra sugestão de modelo de negocio, gomes:

    hotel com trailers.

    a kate pierson do B-52′s montou um hotel começando com os airstreams dos anos ’50, e hoje já tem até duas bases, uma na costa leste, outra na costa oeste. vejam que primor:

    https://www.lazymeadow.com/index.php?page=airstream-trailers

    a página completa dos hotéis:

    https://www.lazymeadow.com

  8. joel lima disse:

    Se eu tivesse um milhão de obamis, não pensaria duas vezes em comprar uma casinha de pedra na Itália – ainda mais vendo que a tendência aqui, com o país na mão dos trogloditas atuais, é o país ir rapidamente pra idade da pedra, infelizmente.

  9. Giulio Mela disse:

    Se vier pra Italia, venha morar na Umbria: Voce vai estar no centro (190 km acima de Roma, a 100km de Firenze), casas boas, saude e educaçao gratis, segurança, comida excepcional.
    Fica o convite (unica coisa ruim è o inverno, mas as casas sao bem aquecidas)

    • Carlos disse:

      Ciao, Giulio!

      Aproveite para explicar para o pessoal o quanto trabalha um italiano em comparação com um brasileiro. Ao menos no Vêneto, lugar onde morei, “i polentoni” trabalhavam muito. Os que conheço que conseguiram algo na vida, foi a custa de muito “sudore”…

      • Alfredo Aguiar disse:

        Eu não tô te entendendo. Uma hora você diz que tem de trabalhar pra “mover a nação”. Numa outra você diz que Italiano trabalha demais. Tô achando que tu deves ter uma ‘lóxinha” e gostas de mesmo é do suor dos outros.

      • Carlos disse:

        Não Alfredo, quis dizer que a aparente vida fácil que todos vêem , não tem nada de fácil. Grande parte daqueles que mais que mais reclamam por aqui, são os que mais atrapalham.
        Muitos se entusiasmam com a prosperidade dos outros, mas a realidade não é bem assim. Não, não tenho nenhuma “loxinha”, trabalho com meu próprio sustento, suando também e sujeito a todos os desmandos e oportunidades desse país.

    • Claudio disse:

      Giulio, dei uma olhada no google maps, Umbria é realmente uma cidade muito bonita… é pra pensar com carinho, um abraço.

  10. Paulo Leite disse:

    Flávio, não conheço o Red Caboose nem a cidade, mas conheço Washington state porque é vizinho de Vancouver, onde amarrei meu burro anos atrás. É o estado mais bucólico com o povo mais relaxado e cosmopolita de lá. Parece com o povo de Campina Grande na minha espetacular Paraíba, mas a vantagem está em Washington provisoriamente por conta da Boeing mas Campina está chegando lá com a Stratus, aqui ó: http://www.paraiba.com.br/2016/06/27/49629-fabrica-de-avioes-de-campina-grande-sera-inaugurada-no-proximo-dia-30
    Se mudar de idéia pra ficar longe das coisas daí pelo menos até 2018 quando o povo apeará-nos-emos o poder do Trai’ra e sua corja (a mesóclise está mal-feita em homenagem ao Traíra), estou às ordens pra ir lá rapidinho checar os trens e o lugar. Aliás, acabei de decidir que irei lá logo na querida Belina 2002, mesmo sem as ordens.
    Porque parece arretado.

  11. Gabriel P. disse:

    É Flávio….
    Nos meus quase 60 anos jamais pensei em morar fora do Brasil, mesmo podendo ir quando quisesse, mas com a gravidade da situação que se aproxima infelizmente estamos começando a pensar seriamente no caso.
    Muito triste termos que deixar um país que amamos, nas mãos de quem o odeia.

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