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quarta-feira, 16 de novembro de 2016 - 23:40Brinquedos, Futebol, Gomes

LEITORES QUERIDOS

SÃO PAULO (vai pra parede) – Um dia, mais de seis anos atrás, cometi um breve texto sobre meus times de futebol de botão, o quanto eles foram importantes na minha infância, como os guardo com carinho até hoje.

Aí, semana passada, me chega em casa esse quadrinho. De um lado, Enéas, o “8 branco”. Do outro, o goleiro do Rigesa que nunca teve altura para ser goleiro, mas que treinava feito um louco para não decepcionar o pai, o técnico, os colegas de time.

Enéas morreu há muito tempo, o goleiro segue dando suas trombadas por aí, não mais nos campos de Valinhos, Campinas, Vinhedo e Louveira, fazendo outras coisas, não sei se decepcionando alguém.

Foram os leitores Zé Ricardo e Júnior, da Primos League, que fizeram os botões, o quadro, o presente. Pelo que sei, também torcem para a Lusa — pelo menos o Zé, o Júnio, mais ou menos.

É uma coisa linda. Agradeço de coração.

2botaopresente

18 comentários

  1. Ricardo Sandri disse:

    Flavio Gomes, excelente…

    Você ainda curte futebol de botão? Toda terça ás 20 horas no bar casa nostra na Rua Diana em Perdizes tem campeonato rolando.

    Os botões são produzidos pela botões classicos e são muito bem feitos Se você ainda curte e quiser jogar e matar as saudades é só chegar lá e conversar…

    Um abraço

  2. CLEBER HUMBERTO BALIEIRO disse:

    Sobre a Lusa.

    Meu sogro Waldomiro Ferreira é ex centroavante da Lusa, anos 70, tem algumas fotos legais no Facebook e muito mais material e história com ele. Jogou tambem na Ponte, XV, entre outros.

    Dá uma conferida lá Flávio.

    Abraços

  3. David disse:

    Muito bacana ainda tenho os meus aqui incompletos,sao os pequenos que vendia na papelaria, unico original que tenho e a seleçao do Brasil Tetra.

    Nao usavamos o goleiro que vinha no pacote,mas sim uma caixa de fosforo rs.

    Abraço.

  4. Márcio Haddad disse:

    Você proporciona prazeres aos leitores que leem o que você escreve. E os leitores gostam de fazer a contrapartida.
    E as vezes fazemos algumas loucuras!

    Quem em sã consciência entra num jogo: Ponte x Lusa, no lado do visitante, e te leva para te presentear com uma camisa histórica da Ponte?

    Todo mundo olhou feio pra mim, com a sacolhinha da Ponte em maos, naquele lado do campo.

  5. Ricardo Cardoso disse:

    Putz… voltei no tempo agora… Tive muito time de futebol de botão, mas daqueles mais simplezinhos do tamanho dos cristais da Gulliver (porém não com a mesma qualidade) Tinha time de todos os cantos do país. Desde os mais conhecidos até os desconhecidos. Quando caía uma “Placar” em mãos, era só ver um escudo diferente e “customizava” copiando o escudo, recortando e colando nos botões. Minha coleção era só de times nacionais, mas um amigo da minha rua tinha mais condições e tinha coleção inclusive com times internacionais e seleções.

  6. paulo disse:

    Depois de 30 anos sem jogar, voltei a brincar com uns amigos. A brincadeira virou um campeonato semestral e me fez ir jogar em ligas amadoras umas 5 ou 6 vezes por ano. Nesses campeonatos conheci uns caras que fazem uns times bem legais com softwares como Corel Draw e Photoshop por preços bem baixos e fui remontando a minha coleção com times do Palmeiras de diversas épocas, times do interior, o extinto SAAD e times de todo o mundo. Acabei de encomendar times com fotos e pilotos da Lotus, Ferrari e McLaren. É uma das melhores diversões que existem.

  7. Ricardo disse:

    Parabéns pelo trabalho dos 3, o deles e o seu!

  8. Albert Ferreira Rosa disse:

    Lembrei dos meus times de futebol de botão. Eram modestos, minha mãe comprava na feira livre por ser mais barato. Lembro que ganhei um conjunto cristal da Gulliver de aniversário. Que presentaço!

    Ainda lembro dos times que tinha, na ordem de compra:
    Corinthians
    Portuguesa
    Guarani
    Palmeiras
    Grêmio
    Atlético Mineiro
    São Paulo
    Vasco
    Sport Recife
    Fluminense
    Santos
    Botafogo RJ

    Esses são os que lembro, veio alguns depois. E lembro que doei para uns amigos menos favorecidos boa parte deles. Saudades de tudo isso. Será que um jogo de futebol de botão deixaria uma criança feliz hoje em dia?

  9. Jairo Mouzzez disse:

    Legal o presente, Flávio!
    Mas me diz aí: alguém do Rigesa da tua geração chegou ao profissional?

  10. Leon Neto disse:

    Lindo, belíssima homenagem. Só tenho uma pergunta (também fui um entusiasta dos jogos de botão, duas vezes vice-campeão dos jogos mirins de SP). O goleiro não deveria ser uma caixa de fosforos ou algo parecido?

    Abs.

  11. Fernando disse:

    SENSACIONAL !!!…nao vejo outra palavra para definer esse presente…
    O irmao do Eneas eh despachante aduaneiro e trabalha no mesmo andar que eu…gente finissima, sempre conversamos sobre ele….
    abracos

    Fernando

  12. José disse:

    Poxa Flávio que post bacana!
    Legal que vc gostou!!
    ABS
    Ze

  13. moisesimoes disse:

    - Lindos botões e emocionante homenagem!

  14. Marcelo disse:

    Jogo de botão foi uma enorme paixão…goleiros de caixa de fósforo com pedra dentro,zagueiros de plástico derretido nas tampas de refri,atacantes de lente de relógio,no estrelao.com bolinha de exército do jogo WAR.ai mudei de MG p o interior do PR-loanda 10 mil habitantes ,e lá se jogava no chão, com bolinha redonda.,só podia um toque cada,e faziam uma retranca danada c os jogos acabando sempre um a zero…sei q joguei umas 10 x perdi todas de um a zero e nunca mais animei jogar na vida…tb fiz 13 anos e as meninas se tornaram um concorrente forte.otimas lembranças

  15. Andersson Catani disse:

    Baita presente. Você tem leitores que te querem muito bem.

    Por falar em querer bem, Flávio… preciso te fazer um pedido. O Grande Premio publicou há algum tempo uma matéria sensacional sobre a “unificação” dos títulos da era pré-formula 1. Um dos conteúdos jornalísticos mais bem produzidos que já li. Tentei pesquisar no Google e no próprio site, com todas as palavras-chave possíveis, mais nunca mais encontrei.

    Para agradar um leitor (e fã) que te quer bem, será que é possível colar um link para aquela matéria? Se é que ela ainda existe no ambiente internético, e se é que você tenha um mecanismo que te proporcione mais facilidade para encontrá-la do que o Google.

    Abraço!

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