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quinta-feira, 3 de novembro de 2016 - 18:38Sem categoria

VAI-SE A LADA

SÃO PAULO (devastado) – Primeiro a Audi, picando a mula do WEC. Depois, a Volkswagen abandonando o WRC.

Agora, a Lada.

A Lada.

Hoje foi anunciada a saída da equipe soviética do WTCC, o Mundial de Turismo.

Restaram, no campeonato, Honda e Volvo. Nem é preciso dizer que o fim dessa categoria está bem próximo.

Mais um desastre para o automobilismo.

VESTAFORA

28 comentários

  1. Alex Tadeu disse:

    Quando a BMW, e em seguida, a Seat saíram do campeonato, ficou somente a Chevrolet! Depois entraram a Lada, a Honda…. Pode ser que num breve futuro outras empresas entrem também, vamos torcer

  2. Farid Salim Junior disse:

    O problema é conter custos, reformular o marketing e regionalizar as categorias, fazendo um campeonato mundial ao final da temporada de cada região ou país, em um local central para que o transporte não fique caro. Apenas campeão e vice de cada região participaria do campeonato mundial, que seria transmitido por conta da FIA para os países interessados. Com regulamento que prime por igualdade de performance, valorizando a pilotagem e, com limite de gastos por equipe, seja ela de fábrica ou não. Os carros deverão ser originais de série (plataformas, câmbio e motor), podendo mexer nas suspensões e freios. Ou melhor, muito baseado no regulamento da extinta divisão 1, classes A, B e C, que poderiam correr juntas em uma mesma corrida, para dar emoção nas ultrapassagens, exigindo um pouco mais dos pilotos.
    Às vezes, menos é mais… Antes que acabem de vez com o esporte motor no planeta…

  3. João disse:

    Ninguém liga mais para automobilismo… Não conheço ninguém do convívio diário que goste. Domingo estava em um bar com uns dez amigos, quando levantei pra ir embora dizendo que ia ver a F1, me olharam como se eu fosse um ET.
    Não vejo muito futuro para o WEC também.

  4. Mario disse:

    O único lugar que vai sobrar para corrida de carros “poluente” serão os EUA . De resto tudo indica que vamos ter de nos acostumar com carros elétricos e solares .

  5. Felipe disse:

    A Citroen também saiu do WTCC ?
    o BTCC é muito mais competitivo, tem muito mais marcas.

  6. Juninho disse:

    A categoria Touring do momento é a Touring Car Race TCR, que está ganhando evidencia, fazendo preliminares de GPs da F1, DTM e estão em Macal 2016. Isso mostra que vieram com estrutura. Tem equilibrio e equipes de semi-fabrica. A Audi inclusive já lançou o seu carro para correr nela em 2017. A categoria é praticamente igual. FWD, 2.0. Se a WTCC acabar não tem problema pq já temos a TCR.

    http://tcr-series.com/

  7. Juninho disse:

    As mercas estão preferindo a Touring Car Race TCR. Em breve ela será a melhor opção para entrada de fabricantes afim de competir com carros Touring Cars (TC). Ela já é uyma categoria mundial, fazendo inclusive preliminares de categorias tops como F1 e DTM.
    Mesma pegada, tração FWD, motor 2.0. E não sei se vc sabe, mas tem equipes de fabrica entrando. A Audi já está com um carro pronto para estreia em 2017

    http://tcr-series.com/

  8. Eddy Bruno disse:

    “Mudança Estratégica”……..

    Já estou com raiva desse termo…. é só o que venho lendo nestes últimos dias……..

    Sinal dos tempos e fim de uma era.

  9. Giovanni disse:

    O WEC só é interessante para os pilotos da categoria. Se a F1 é chata e às vezes longa demais, imagina o WEC.

  10. Ricardo disse:

    A ultima gota de petróleo do mundo será queimada em um voo de avião.

    Nessa época, para ver uma corrida de carros a combustão os nossos netos terão que recorrer ao youtube, onde videos de décadas atrás mostram carros inacreditavelmente barulhentos e absurdamente anti-ecológicos.

    Os carros elétricos serão a realidade do futuro. No automobilismo não será diferente. Para nós que vivenciamos a era dos motores a combustão será muito estranho.

  11. Otavio disse:

    Parece até que a solução para um mundo melhor é acabar com as poucas boas provas automobilísticas. Teremos que partir para os hipódromos…

  12. Robertom disse:

    Os profetas do apocalipse têm orgasmos…
    A saída da Lada e o enfraquecimento do campeonato não tem nada a ver com carros elétricos e hipocrisia ambientalista.
    Corridas de Turismo de verdade (não me refiro aos Silhouettes, chassis tubulares cobertos por carenagens ou bolhas) são disputadas por carros de produção normal preparados para competição.
    Quantos veículos Elétricos puros (não híbridos) existem hoje com produção em massa para serem homologados para competição?
    Quanto custaria um Turismo elétrico?
    O WTCC está com grids pequenos há várias temporadas, é caro por exigir longas viagens e está formatado para atender aos interesses dos grandes fabricantes (montadoras, termo que acho inadequado).
    Uma categoria saudável precisa ter um formato e regulamento que contenha os custos para viabilizar a participação de equipes independentes, essas vivem “de corridas” e sempre se viram para continuar participando, enquanto as equipes de fábrica pode acabar (e acabam) apenas com uma canetada…

  13. Leonardo Silva Conrado disse:

    Infelizmente, o automobilismo vai a cada dia que passa, morrendo aos poucos, principalmente com as novas gerações que estão vindo, que não possuem interesse nenhum em carros, como demonstrado nestas notícias:

    http://www.maisnova.com.br/noticias/conta-ai/09-11-2015/jovens-estao-perdendo-interesse-em-carros

    http://bestcars.uol.com.br/bc/informe-se/colunas/marcas-mercado/419-por-que-os-jovens-de-hoje-nao-querem-mais-carros/

  14. Marcelo disse:

    Caminho sem volta mesmo. O futuro serão apenas categorias pequenas quase amadoras. A F1 não vai acabar, mas os motores todos serão elétricos em pouco tempo. Temos que entender que de modo geral automobilismo sempre foi laboratório de tecnologia. A tecnologia de combustão está morrendo, ponto.

  15. c disse:

    O fim dos motores de combustíveis fosseis estão no fim ? Triste.
    Agora, essa história de Meio Ambiente … sei não.
    Queria ver a verdade nos processos de produção destes carros chamados “limpos”.
    As baterias não poluem mesmo ? Qual material é utilizado para produção ? Como se dá o descarte delas ? E quanto à borracha dos pneus, materiais usados nas carenagens etc ? Enfim, só gasolina causa poluição ?
    E como será no futuro a produção de energia elétrica para abastecer a crescente demanda ?

  16. Ricardo Cardoso disse:

    Justo agora que a Lada tinha se acertado…

  17. EduardoRS disse:

    O WTCC é uma categoria que não se sustenta em tempos de crise: baixa visibilidade, baixo custo/benefício, regulamento defasado. Já faz anos que dá sinais de declínio. Não me surpreende.

    Tá na hora da FIA repensar o regulamento técnico das suas competições. Ou “engessa” tudo e corta custos para atrair garagistas, ou libera geral para atrair montadoras, que querem explorar novas tecnologias. Não dá pra ficar em cima do muro.

  18. Alexandre Faustini disse:

    O problema é o seguinte. Não tem nada que atraia as gerações mais jovens. O custo para praticar (a exceção de alugar um kart pra dar umas voltinhas) é impraticável para a grandessisima maioria dos mais jovens a não ser que tenha nascido em um berço de ouro cravejado de diamantes.
    A categoria mais popular (F1) tem a muitos anos sofrendo com provas modorrentas.
    Essa combinação de custo proibitivo mais falta de qualidade do espetáculo de maior renome afasta novos fãs para o esporte.
    Falta uma ponte para atrair a juventude e renovar o estoque de fãs, para voltar a atrair marcas e apoio para o crescimento do automobilismo.
    Eu via uma hipótese disso acontecer via automobilismo virtual. É algo que ajudou sobremaneira o crescimento dos times europeus, no futebol, nas ultimas décadas.
    Porém, por idiossincrasias, de ambos os lados, essa conexão nunca vai prosperar. O pessoal do automobilismo real ve os simuladores como apenas videogames e o pessoal do automobilismo virtual não se preocupa em criar uma base, que exijam menos dedicação e equipamento, em categorias de iniciantes, para atrair novos jogadores, sendo isso o porque de ser o unico e-sport que não se profissionaliza.
    Automobilismo, em 50 anos, vai acabar virando um esporte do passado.

  19. Charles disse:

    Vai respingar até na Fórmula 1, pode esperar.

  20. Walter disse:

    É a “uberização” dos motores a gasolina. Caminho sem volta, lamentavelmente, para os amantes do motores a combustão interna.

  21. sergio disse:

    Boa tarde, Flávio.
    Mas que merda que está ficando essa vida. Tenho 61 anos e ninguém vai me convencer que essas “saídas” pelo banimento do uso de combustivel fossil nos esportes a motor, é benéfico ao meio ambiente….pois sim. Vaffanculo quem fica repetindo esse discurso coxinha. Respeito ao meio ambiente? E as usinas nucleares? Chernobyl e Fukushima , mas poderiam ter sido Angra 1 ou 2 ou qualquer outra que opera no fio da navalha a troco do que? Qual é a real barganha entre a necessidade e o real perigo? Ninguém sugere nada para acabar com essas usinas extremamente benéficas ao meio ambiente. Até que alguém se distraia e não siga o protocolo, ou até que a mãe natureza vire madrasta. Me desculpem, não sei se estou velho e ranzinza ou se é o meu Gardenal que acabou. Mas terminar meus dias assistindo Formula E não vai rolar, Talvez automobilismo de fenda na Parolu (existe ainda?) ou na Monza……..

    • Luiz Morais disse:

      Sergio, estava com vc até o momento do automobilismo de fenda. Estes são elétricos.
      Melhor tentar automodelismo RC com motores a glow.
      Já escrevi aqui mesmo sobre as falácias dos verdinhos acerca dos motores elétricos e as baterias que usam metais pesados e metais preciosos com escassez muito maior do que a do petróleo. Já discorri sobre o lobby do aquecimento global também (estamos prestes a entrar na nova era glacial), mas nem eu nem ninguém vivo hoje verá que estão errados.
      Também discorri sobre a eficiência dos motores a combustão. Em 50 anos o homem saiu do cavalo e foi a Lua, mas em 116 anos não foi capaz de fazer baterias destinadas a automóveis que fossem seguras e eficientes.
      O fim do motor a combustão não ocorrerá, mas antes de darem o braço a torcer sofreremos com a chatice do mundo metido a politicamente correto e sem nenhuma noção do que é, de fato, ecologia ou preservação do meio ambiente.
      Essa geração celular que acha que tem que ser engajado deveria estudar o descarte das baterias cancerígenas dos celulares que usam por 2 anos e depois vira lixo. Não adianta se preocupar com a sacolinha de plástico e pronto. Baterias são altamente tóxicas e tem índices de decomposição muito lentos. Serão o problema de poluição que meus netos enfrentarão.

  22. Czar disse:

    Está acabando muito rápido. Tudo bem, talvez não seja tão súbito. Mas está acabando. É bem estranho e muito melancólico.

    Quando nós – amantes do ronco e do cheiro de gasolina – morrermos, como seremos lembrados?

    “Aquele povo atrasado que gostava da poluição atmosférica e sonora”

  23. Danilo Candido disse:

    Automobilismo a combustão: o último que sair favor apague a luz, pois a energia será utilizada (também) em alguma competição de elétricos…
    Triste.

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