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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016 - 20:23Blog, Classic Cup

NOSSOS BLOGUEIROS

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SÃO PAULO (vale cada letra) – Por que mantenho este blog no ar há 11 anos se as mídias mudaram, a audiência caiu, as redes sociais tomaram conta de tudo?

Por e-mails como esse aqui, que recebi no meio da semana:

Olá Flavio,

É com grande felicidade que lhe escrevo, pois finalmente realizei meu sonho de correr em Interlagos. E devo dizer que você foi, de certa forma, parte importante nesta conquista, logo mais explico. Neste momento vamos direto ao que interessa: tive o prazer de ser um dos 44 pilotos da Classic (Turismo N) neste sábado, mais precisamente o Gol #84 que largou exatamente à sua frente.

Antes de mais nada, peço desculpas por não ter te procurado antes da corrida; confesso que preferi manter o foco total e absoluto na prova, pois tinha uma grande preocupação em, como estreante, não atrapalhar a corrida de ninguém. Procurei você depois da prova, mas não o encontrei. Quem sabe numa próxima, se houver.

Vou tentar tornar a longa história curta.

Como você já sabe eu sou um apaixonado por automobilismo. As primeiras lembranças que tenho são de assistir na TV às corridas do Piquet com a Brabham azul e branca. A primeira vez que estive em uma corrida foi no GP Brasil de F-1 em 1990; e de lá pra cá já vi pessoalmente Stock, NASCAR, e o Paulista de Automobilismo, em especial a Classic Cup — certamente você se lembra da sua foto com o Bon Voyage na pesagem. É por isso que comecei escrevendo que você é parte importante nesta conquista, porque você foi a fonte de inspiração e de informação para esta empreitada. Nem lembro quando foi que comecei a me informar pelo Grande Prêmio, acompanhar o seu blog, e mais recentemente a contribuir com o blog; o que faço com o maior prazer, é a minha ínfima contribuição para os amantes do esporte. Fato é que foi assim, com os seus posts que eu fui conhecendo melhor a categoria e pouco a pouco “juntando as pontas”: dá pra correr sim!

Comecei então a jornada. Já corro de kart amador, o que é bem bacana, mas para acelerar em Interlagos, e digo acelerar com responsabilidade, seria preciso mais. Foram horas e horas assistindo aos diversos vídeos da cetegoria no YouTube, várias sessões de simulador e coach, finalizando com o curso de pilotagem em Interlagos e a carteirinha de piloto. Outra parte da história foi encontrar um carro, este alugado, mas vou pular esta parte.

E eu tentando ser breve, mas sem muito sucesso…

Bom, chegou o grande dia. Tudo pronto, vamos para a pista: treino. Minha maior preocupação, como disse anteriormente, era, na condição de estreante, não atrapalhar a corrida de ninguém. Queria andar, aprender, sentir, me adaptar. Como calouro meus tempos foram dignos de uma Manor com pneu furado… 2min21s na melhor passagem. Mas numa coisa eu mandei bem: tem que ver eu abrindo passagem para os carros mais rápidos no miolo!

Já na corrida, para atender a minha prioridade — aprender e não atrapalhar –, meu plano era largar em último, o que não seria difícil com os meus tempos. E para minha surpresa o que foi que aconteceu? Justamente você, o grande Flavio Gomes, bem atrás de mim! (PQP) E agora, o que faço? Juro que tentei abrir passagem desde o início: grudei o máximo que pude no canto direito da pista e fiquei aliviado quando vi o Bon Voyage rasgando pela minha esquerda. Creio que ainda vi você passando por cima da grama acho que ali no Sol e na minha frente na reta oposta. Mas não demorou muito e você sumiu. Ainda bem! Fiquei um tempo solitário na pista até que o pelotão me alcançou, fui dando passagem e eis que então veio o safety-car. Eu era o quinto da fila, seria um sufoco para mim na relargada. Não tive dúvidas, cruzei a reta por dentro dos boxes e assim todo o pelotão passou por mim. Depois da relargada, consegui por algum tempo acompanhar um fusca e recebi a quadriculada junto com o vencedor na geral, o Puma #2 que estava me dando mais uma volta. Quando cheguei nos boxes, mesmo tendo feito uma corrida pra lá de conservadora, pra não dizer outra coisa, minha emoção era simplesmente indescritível, não tenho habilidade para descrever em palavras. Ouso dizer que foi experiência mais marcante dos meus 42 anos até hoje.

Agora vou pensar o que fazer em 2017, não sei ao certo se continuo ou não. Talvez experimente a Clássicos de Competição, que me parece mais adequada para quem está começando, se gostar então quem sabe no futuro talvez comprar um carro… Como disse, vou pensar.

Bom, já escrevi mais do que devia. Foi um enorme prazer correr, e também estar na pista com você, a quem admiro por todo o seu trabalho no mundo do automobilismo.

Feliz Natal, e um 2017 em alta velocidade!

Forte Abraço,
Alexandre Neves

Vocês não têm ideia da felicidade que eu sinto ao ler essas coisas, ao saber que este blog, por vias tortas ou retas, mudou a vida de algumas pessoas. E sei que mudou. Tanta gente que se conheceu nestas páginas eletrônicas, na área de comentários, e se reencontrou, e se animou, e sentiu saudades, e voltou ao autódromo… E voltando ao autódromo, gente que pensou em fazer alguma coisa, que outro pensava também, e um negócio nasceu aqui, outro ali, um carro acolá, um campeonato, uma categoria…

Às vezes olho para algumas coisas naqueles boxes e penso, de uma forma um tanto pretensiosa, admito, que várias pessoas estão ali por causa disso aqui. Que se não fosse o blog, talvez elas não se encontrassem, não conhecessem as corridas de carros clássicos, as equipes, os preparadores, talvez as amizades que nasceram nunca tivessem nascido.

Na verdade, menos pelo blog, mais por causa do #96. O carrinho foi um catalisador, o motivo que faltava para essa pequena confraria sair da toca e viver a vida.

Coisas como esse texto escrito pelo Alexandre Neves me fazem ter certeza de que no fim das contas, tudo vale a pena.

33 comentários

  1. Fredson G de Araujo disse:

    Ou se vale a pena, meu olho até suou aqui

  2. Felipe de Almeida disse:

    Acredite, é verdade. Você é um ídolo. Vou te encontrar no Blue Cloud de 2017 pra você
    autografar o meu “Boto do Reino”.

  3. Antonio Carlos Michelin disse:

    Vale muito a pena, palavra de quem é da geração do Veloz HP.

  4. Marcelo Ventura disse:

    Bicho, quase que diariamente dou uma espiada nesse blog. Porque sempre tem alguma coisa bacana pra se ver, relembrar ou descobrir. Aqui tem sempre algum post que eu queria ver, sem saber o que estava querendo ver.
    Parabéns, Flavio, e aos seus amigos que colaboram com este espaço.
    (se você tirar este blog do ar, vou ficar puto contigo.)

  5. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G : A reportagem reflete o verdadeiro sonho realizado,com muita simplicidade, humildade e gratidão,momentos felizes isso é muito bom.

  6. Anselmo disse:

    Flavio, Flavinho ou Flavito…
    Não interessa como já te chamei, aqui no blog, ou em Interlagos na época do #96.
    Só te peço uma coisa….. Não pare, não pare, não pare…. mantenha este blog, mantenha sua carreira de piloto (sic), mantenha seu site, mantenha seus carros velhos (antigos), mantenha-se vivo.
    Apesar de não concordar com um monte de coisa, o que interessa é a paixão por carros e corridas.
    Anselmo – São Bernardo do Campo.

  7. Marcio disse:

    Sem sacanagem, chorei. Tive que disfarçar pois li o blog na cama antes de dormir ao lado da minha esposa.
    Esse cara realizou aquilo que há muito venho sonhando em fazer.
    Parabéns a ele e ao Flávio!

  8. Lago disse:

    Flavio, pode me colocar nessa conta.

  9. Antonio disse:

    Parabé3ns aos 2 envolvidos, a você Flávio por ampliar ou até fazer nascer em alguns esta paixão movida a combustível fóssil. E ao Alexandre por tornar real um sonho que é de muitos de nós.

  10. Paulo Baggio disse:

    Flavio,

    Ler seu blog é um alento em meio a tanto ruído na internet. Sempre gostei muito de automobilismo (desde os carrinhos de Lego que jogava na lareira quando bebê), mas nunca acompanhei mais detidamente.

    Quando descobri o blog, isso mudou. Creio que foi na sua saída da ESPN, que, vale dizer, foi uma grande pena. O Linha de Chegada era um baita programa. Desde esse tempo passei a seguir o que você comenta por aqui e, confesso, aprendi muito sobre automobilismo.

    Discordo de várias posições políticas que você levanta aqui. Porém, isso de forma alguma tira um pingo da admiração que tenho pelo seu estilo de jornalismo e escrita. É muito gratificante saber que, nessa internet balcanizada, é possível acompanhar alguém que pensa diferente numa boa.

    Foi muito em razão do seu blog que me arrisquei a escrever algumas linhas no blog que montei este ano. Ok, o tema não tem absolutamente nada a ver com o que você fala por aqui, mas fica o registro de que, realmente, por vias tortas ou não, esta página muda a vida de muita gente.

    Caso você tenha interesse, a página, que está um pouco empoeirada, é http://direitojogadonasruas.wordpress.com.

    Parabéns e boas festas!

    Abraço,

    Paulo

  11. Marcelo disse:

    Li com interesse o relato do Alexandre Neves. Ele transmitiu bem a felicidade de participar de sua primeira corrida automobilística.

    Mas fica para mim uma dúvida e talvez matéria para um post: por que disputar uma prova “para não atrapalhar”, com automóveis cuja pilotagem é unanimemente citada como bem menos emocionante que de um kart é objetivo perseguido por tantos participantes de Classic Cup?

    Além da pilotagem em si, o kart ainda tem a potencial vantagem de menos desigualdade entre os veículos, portanto ressaltando mais a qualidade do piloto, além de custos também potencialmente menores.

    Tem algo fora do automobilismo, não tem? Uma coisa de fazer parte de um grupo, sei lá. Acho que vale uma reflexão.

    Abraço ao Alexandre e ao Flávio.

    • Robertom disse:

      Kart de aluguel, com motor 4T e embreagem centrífuga é lento, muito lento.
      Kart de competição realmente é uma adrenalina, mas se V. quer ser competitivo mesmo, é caro, muito caro, mais caro do que um regional de Marcas, Classic TN, ou F Vee/F1600.
      Além disso, se V. é pesado, por ser gordinho ou grande (alto), fica a frustração pela extrema desvantagem que sempre levará em relação aos que possuem físico de Jockey.
      Quanto a preocupação do Alexandre “em não atrapalhar” achei um pouco exagerada, mas o carro é alugado e não sabemos qual o tamanho do cheque caução que ele deixou para cobrir eventuais danos, e nem a dimensão do sacrifício financeiro envolvido.
      Alimento este mesmo sonho, e creio que o de muitos leitores desta Blog, correr na Classic ou no Marcas SP (no meu caso), e não sei consiguirei realizá-lo.

  12. Alexandre Santiago disse:

    Cara, emocionante esse depoimento, fez valer o dia, pelo menos.
    Flávio, sem ser babão, mas você é um grande cara que conseguiu montar uma turma pra lá de interessante e legal aqui neste Blog. Existem divergências, discussões mas no final é como uma família, a gente briga mas está sempre junto.
    Eu vi você 2 vezes, uma vez na Real e outra no Ponto Chic mas não tive coragem de pedir uma foto, autógrafo ou apenas um oi, mas fiquei feliz de saber que você é de verdade, hahahaha. Próxima vez se a timidez deixar eu te falo pessoalmente que grande pessoa você é. Parabéns para você e para o Alexandre Snows!

  13. Kkkk disse:

    Legal demais. Mas nada de afrouxar por causa da bandeira azul, na maioria das vezes, mantenha o traçado, se for na reta, vá pra linha de dentro, curva de baixa, faz aberto indo na farofa, só aprende fazendo e quem tem que se preocupar é quem vem atrás.

  14. Bruno Cardoso disse:

    Flavio Gomes, talvez vocês não tenham a exata noção do quanto são importantes pra nós. E quando digo vocês, me refiro aos seus textos, ao Blog, ao Grande Prêmio, ao PaddockGP, ao Scuderia GP, ao #96, aos dois #69 e à todas as pessoas que estão envolvidas diretamente nisso tudo.
    Quando você pediu idéias para a nova pintura do “Bon Voyage”, pensei em um mosaico com fotos 3×4 de vários dos seus blogueiros, seguidores, leitores, e assinantes do Grande Premium, algo bem parecido com o que a Honda fez na F1, acho que em 2007 ou 2008.
    Mas como não sei desenhar, ficou apenas na minha imaginação.

  15. Tiago disse:

    Grande Alexandre Neves!

    Conversei muito com ele por telefone quando ele atendia a empresa que eu trabalhava a um tempo atras!

    Gente finissíma! Muito bom saber que realizou um sonho!

    Parabéns para você também Flavio, que nos inspira a continuarmos a seguir esse esporte que amamos!

    Vida longa ao Grande Prêmio!

    Abraço!

  16. RIcardo disse:

    Muito legal, parabéns!

    Flávio, vocês poderiam fazer um post com os custos para correr em interlagos ou em qualquer outro lugar em categorias de turismo (mais “simples”). Com um carro próprio ou alugado. Enfim, umas dicas para quem está pensando em começar!
    Abraços!

  17. Israel Pegado disse:

    Relato sensacional! Emociona… Parabéns!!!

  18. roberto disse:

    Comentário Nota 10, escrito com o coração…… Automobilismo é isso…..

  19. Rodrigo Tossato disse:

    Flávio, sou visitante deste blog desde que você o iniciou, quando não sei como achei o blog. Sempre amei F1 e NASCAR e este blog é uma fonte de informação preciosa para nós. Além do automobilismo alguns textos me marcaram profundamente como: Imola 1994, que é o texto mais belos que li sobre automobilismo (apesar de não tratar de automobilismo), foi o texto que me fez tornar-se seu admirador, porque mostrava a F1 de uma maneira que eu não conhecia. Sua luta para voltar ao Brasil, a sacanagem do jornal, a chegada a família, os cigarros fumados, o esporro do Galvão, o encontro com a ex-namorada , “é morto”! a noticia no pedágio…tudo uma surpresa para mim…uma coisa humana e palpável que eu pude imaginar, sentir e compreender. Depois disso, meus acessos aqui são quase diários. Não sei o quanto diminuiu os acessos ao blog e sei que vc não se importa nem um pouco com os números. Mas parabéns por este trabalho…

  20. pedro araujo disse:

    pra mim o que marca a passagem de um pessoa aqui em baixo é o legado (discordo dos beatles em “the end”, onde é o amor que marca mais).

    Gomes, teu legado aqui em baixo é uma coisa impressionate. tenho um orgulho tremendo em ser seguidor do seu blog (e de certos outros blog e sites, cujo legado – do blog e dos autores – também é muito importante)

    E parabéns ao Alexandre! Ralou, alcançou o objetivo e soube tratar a sua estréia com a seriedade necessária com a preocupação de não atrapalhar ninguém.

  21. Eliezer disse:

    Flávio, poderia promover um encontro de leitores do blog. Porque realmente suas palavras e observação fazem leitores que amantes ainda mais de automobilismos.
    Abraços

  22. Rui P. Piva disse:

    Vale a pena sim Flávio. Boas festas! Abraço.

  23. Carlos disse:

    Tá aí uma coisa que, quando meu bolso estiver melhor equipado, vou fazer.

  24. Lisandro disse:

    Olá flavio,
    Assim como o Alexandre, eu também consegui correr na copa classicos de competição em grande parte direcionado pelo blog! Antes acreditava que somente endinheirados corriam de Porsches e maseratis…. Mas quando vi que havia um grupo se divertindo com fuscas e cia em Interlagos, também corri atrás e realizei meu sonho. Corri por 3 temporadas, fui ao gp do café,e principalmente fiz muitos amigos. Hoje morando fora de São Paulo fica um pouco mais difícil, mas ainda sonho em correr em mogi e agora em curvelo.
    Um abraço, e continue a noticiar os antigos do paulista de velocidade!
    Lisandro -Ad (ex-passat#21 ccc)

  25. Gilmar Pereira disse:

    Parabéns ao Alexandre. Quanto ao blog, leio diariamente. E não o troço pelas novas mídias.

  26. João Patricio disse:

    Verdade Flávio. Não só mudou a vida de pessoas, mas também po blog é uma espaço de entretenimento e humor. Me divirto muito com seus post. OS apelidos dos pilotos.
    Grande abraço Flávio e tenha um ótimo 2017

  27. Triplamente emocionado. 1º pelo relato do Alexandre; 2º por ser um dos “malucos” que conheceu um monte de “malucos” em Interlagos através deste blog; 3º por sentir algo parecido com o seu sentimento, FG, pois graças ao “POEIRA NA VEIA” fiz muitos amigos (inclusive e principalmente muitos dos meus HERÓIS de infância) e lá, no “POEIRA”, nasceu a TCC, que desde 2010 até a última etapa de 2016 levou para as pistas catarinenses nada menos do que 98 pilotos, gente que até então apenas sonhava em pilotar um dia.
    Muitas vezes dá vontade de abandonar tudo e chutar pra longe, mas em momentos assim o peito estufa de orgulho e alegria!
    Alexandre, siga em frente e lute pra colocar a barata na pista em 2017. O que sentimos dentro de um carro de corrida faz a vida valer a pena!

  28. Edison Guerra disse:

    Sensacional! E pensando agora que eu estava lá e sem saber que naquele momento se iniciava uma nova história no automobilismo. Vou compartilhar no FB este post, para que motive mais pessoas a trilhar este caminho. Consultando a postagem de álbum da Classic Cup, vi que o Gol #84 está lá. Parabéns Alexandre Neves, e torço para que continue esta nova caminhada.

  29. Jonny'O disse:

    Muito bacana!!!

    Mas pra muitos é verdade, principalmente os mais velhos, digo ,acima de 30 anos , que pegaram o inicio da internet , viveram nestes dois mundos distintos, com e sem a internet.

    Eu tenho 48 e assisti meu primeiro GP de F1 na TV em 75 ,GP do Brasil em preto e branco ,imaginem , mas como sou de uma cidade pequena , sempre tive uma convivência com o automobilismo de forma solitária , pela TV e revistas ,jornais .

    Veio a internet , foi um soco na velha realidade , e final mente os blogs , de fato o BLIG do GOMES foi o meu primeiro contato em rede social de forma a conhecer outras pessoas ,veio os farneis ………….

    Portanto sou mais um a estar aqui por culpa sua!

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