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segunda-feira, 26 de junho de 2017 - 1:05F-1

SOBRE ONTEM DE MANHÃ

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Bottas passa Stroll na bandeirada: canadense tirou o pé antes do tempo?

RIO (foi bem legal) – Claro que a vitória inesperada de Ricciardo, o segundo lugar espetacular de Bottas (escolhido como imagem do dia neste “Sobre ontem…”) e o pódio surpreendente de Stroll foram os pontos altos do GP do Azerbaijão, mas é igualmente claro que a gente não pode contar a história dessa corrida sem falar da grande polêmica do domingo.

Quando envolve líder e vice-líder do campeonato, então, é um prato cheio. Foi o caso da inesquecível prova de Baku.

A questão é: Hamilton fez um brake-test na frente de Vettel, justificando a ira do alemão? A telemetria do Mercedão #44 foi analisada pelos comissários e a conclusão foi que não, isso não aconteceu. Segundo eles, Lewis nem freou. “Diminuí a velocidade no mesmo lugar onde tinha diminuído na outra relargada”, jurou o piloto.

Sebastian não se convenceu. “Todo mundo viu. Não acho que ele quis causar um acidente, mas que ele fez um brake-test, fez. Eu tive prejuízo, ele teve prejuízo. Não é algo que se faça. A Fórmula 1 é para adultos. Acho que vou conversar com ele e vamos resolver isso”, resmungou o alemão, cuspindo abelhas. Maurizio Arrivabene também chiou: “As decisões dos comissários são sempre contra nossa equipe”.

A realidade é que o clima entre os dois grandes protagonistas da temporada não é bom. Eu diria que degringolou de vez, depois de intensas trocas de elogios nas primeiras corridas da temporada — quando, na prática, eles se alternaram nas vitórias, mas mal se encontraram na pista.

Agora, isso tem acontecido. Ontem, Vettel emparelhou o carro depois do que considerou ter sido um brake-test do rival e deu nos pneus de Hamilton, num lance típico de briga de trânsito. “O que ele fez não é o que se espera de um campeão do mundo. Mas não vou falar mais nisso, não estou muito preocupado com o assunto”, tentou encerrar Lewis.

Agora, que ele ficou bravo, ficou. O que nos leva à…

FRASE DE BAKU

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Hamilton: tranquilo, tranquilo

“Se ele quer provar que é macho, que mostre fora do carro.”

Foi o que disse Hamilton sobre Vettel, acrescentando que o que o alemão fez foi “nojento”. Depois, mais calmo, falou que o que passou, passou. E que só queria ir embora para casa.

Hamilton reforçou que não fez brake-test algum com Vettel. “Quem dita o ritmo do pelotão nessa situação é o líder, e eu era o líder. O que aconteceu foi que simplesmente senti uma batida por trás. É ruim, porque jovens pilotos nos assistem no mundo inteiro e espero que não tomem o que ele fez como exemplo.”

E depois dessas lições de moral todas, o inglês concluiu: “Não foi um dia bom”.

Fato. Principalmente porque mesmo com essas tretas todas, ele poderia ter vencido, e só não o fez por um problema idiota: a má fixação daquele protetor de cabeça que é encaixado nas bordas do cockpit, levando-o a uma parada extra. “Sei que a equipe deve estar devastada com o que aconteceu, mas vamos em frente”, absolveu Hamilton. “Estou orgulhoso do que fizemos, da velocidade que mostramos, e minhas respostas darei na pista, lutando para ganhar o campeonato, algo que realmente acredito que podemos fazer, depois do que mostramos hoje.”

Hamiltinho paz & amor, em resumo.

Na Mercedes, a equipe também procurou não culpar ninguém. “Não é o caso. Precisamos só entender o que aconteceu, aprimorar os procedimentos e ver onde podemos melhorar, para que não aconteça de novo”, disse Toto Wolff. Quanto à atitude de Vettel, o dirigente foi diplomático: “A FIA tomou sua decisão e o que aconteceu não muda em nada as ótimas relações que temos com a Ferrari.”

Totozinho paz & amor, também.

A decisão à qual o chefe prateado se refere foi o stop & go para o tedesco. Punição que euzinho, humildemente, considerei justíssima. Não se joga o carro em cima de ninguém porque está nervosinho. Sebastian foi juvenil e destrambelhado. Juvenil na reação. E destrambelhado porque não prestou atenção na velocidade de Hamilton. Está atrás, que respeite o ritmo de quem lidera. Se o cara brecar, breca junto. Para mim, se distraiu. Mereceu o que levou.

Foi uma corrida tão especial que, para além das arquibancadas — obviamente felizes com o que viram –, foi difícil encontrar algum canto do paddock onde alguém não estivesse comemorando alguma coisa. Exceção feita, talvez, a um muito irritado Grosjean, que teve problemas de freio de novo. Problemas sérios. E no release da Haas, no espaço para suas declarações oficiais, o que se leu foi: “No post-race comments were made”. Primeira vez que vi isso.

Quanto à satisfação geral da nação, vejam por quê:

O NÚMERO DO AZERBAIJÃO

..sobrebaku5.equipes, entre as dez que disputam o Mundial, pontuaram ontem. A saber: Red Bull (Ricciardo primeiro), Mercedes (Bottas segundo, Hamilton quinto), Williams (Stroll terceiro), Ferrari (Vettel quarto), Force India (Ocon sexto), Haas (Magnussen sétimo), Toro Rosso (Sainz Jr. oitavo), McLaren (Alonso nono) e Sauber (Wehrlein décimo). Só a Renault ficou fora da festa.

Com o nono lugar de Alonsito, todos os times, agora, têm pontos no Mundial. Mas a McLaren segue em último. De qualquer forma, o espanhol conseguiu sorrir em Baku. “Saindo de 19º numa das piores pistas para nós, terminar em nono é irreal, uma completa surpresa”, admitiu.

A história de que poderia vencer, como disse no rádio, não fugiria muito à realidade caso sua realidade particular fosse outra. “Eu estava atrás de Ricciardo no primeiro safety-car. Hamilton teve de trocar o protetor, Vettel foi punido, as duas Force India bateram uma na outra… Era uma corrida que daria para ganhar sim, se…”

E aí é que está a diferença entre a realidade de quem tem um equipamento minimamente competitivo e a realidade específica da McLaren. Poderia ganhar, sim, se… se tivesse um carro.

Mas o que está guiando esse rapaz, de qualquer maneira, é algo que merece ser exaltado sempre. Com essa carroça, só não faz chover. Pior é que quase abandona no final, quando começou a perder potência de novo. Seria um castigo cruel demais.

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Alonso, nono: ganharia, se tivesse um carro de verdade

Receio estar falando pouco do vencedor, Ricciardo. O resultado foi tão maluco, que levou Christian Horner da depressão quase profunda no início da corrida a uma euforia incontida ao final. “Acho que envelheci uns dez anos”, disse o chefe da Red Bull.

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Ricciardo cumprimenta Bottas: surpresa total

É porque logo no começo da prova o time perdeu Verstappen, que lutava lá na frente pelo pódio. Problema de motor. E o australiano tinha caído para 17º — em condições normais, não teria chance nenhuma de nada. “Daniel pegou muitos detritos na pista e teve de parar muito cedo para limpar as entradas de ar. Mas, depois, foi muito bem nas relargadas, aproveitou as baboseiras de Vettel e Hamilton, e no fim conseguiu manter um ritmo muito bom. Foi muito louco.”

“Eu não apostaria meu dinheiro em mim”, resumiu Ricciardo, com o bom humor de sempre. “Foi uma corrida maluca.” Sua última vitória tinha sido na Malásia, no ano passado. Foi seu quarto pódio seguido, e ele subiu para quarto na classificação, com 92 pontos. Tem mais que o dobro que Verstappinho, que não gostou nada do domingo — já que quebrou de novo, quarto abandono nas últimas cinco etapas do Mundial.

Aliás, Max, no press-release da Red Bull, não se dignou a dizer um “parabéns” ao companheiro de equipe pela vitória. Uma deselegância oficial.

É sempre assim, até na mesma equipe tem dia em que um gosta do que aconteceu; o outro, não.

Como nós, nesta seção impagável.

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Stroll: ótimo

GOSTAMOS…

…do terceiro lugar de Stroll >>>, que colocou o Canadá no pódio depois de 16 anos. O último piloto do país a levar um troféu tinha sido Jacques Villeneuve, terceiro colocado no GP da Alemanha de 2001 pela BAR. Os canadenses, agora, têm 37 pódios na F-1 — 23 de Jacques, 13 de seu pai Gilles e o de ontem, do jovem Lance. Agora… ele tirou o pé para comemorar antes do tempo?

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Pérez: zangado

NÃO GOSTAMOS…

…de mais uma presepada da Force India, cujos pilotos têm se esfregado demais em disputas por posição, fazendo com que o time desperdice ótimas chances de pontos e pódios. Foi assim ontem quando Ocon forçou a barra sobre <<< Pérez, que estava firme em terceiro e poderia muito bem levar um trofeuzinho para casa. Talvez até vencesse. “Vamos ter de conversar internamente”, disseram ambos.

E para encerrar nosso rescaldão do Azerbaijão, uma palavrinha sobre Massa. Ele poderia ganhar?

Bem, quando a corrida foi retomada, depois da bandeira vermelha, Felipe era o terceiro colocado. Stroll vinha em quarto e Ricciardo, em quinto. Considerando que Hamilton e Vettel, os que estavam à sua frente, despencariam por conta de uma parada extra nos boxes e de uma punição, pode ser. Pode ser. Estávamos na volta 23 de 51, e certamente Felipe teria de contar com alguma valentia de seu companheiro de equipe para segurar o australiano da Red Bull, abrindo um pouco para tentar assumir o controle da corrida. Não sei se conseguiria. E se Ricciardo passasse logo, partiria firme para cima do brasileiro com um carro que estava indiscutivelmente veloz.

Mas pode ser. Pode ser. Nunca saberemos. Uma coisa, porém, é certa: foi sua maior chance de pódio em muito tempo. O problema de suspensão/amortecedor acabou com ela. Terá outras? Ora, ora, sempre tem. Uma hora ou outra a sorte vira. O Azerbaijão provou isso. No mais, Massa fez uma corrida muito boa, ainda que ela tenha durado pouco. Foi legal para mostrar a ele mesmo que ainda tem lenha para queimar. E foi muito bacana com o pupilo Stroll, ao dar uma força para ele pelo rádio nas voltas finais da corrida.

Fechamos com a visão da prova do nosso cartunista oficial Maurício Falleiros, que como sempre captou o que tinha de captar. Genial!

Falle1ros

azervartum

131 comentários

  1. Uma briga do tipo entre Hamilton e Vettel também acontece no Trânsito das Metrópoles e ainda é bem pior. O Bottas extraiu o máximo de potência da sua Mercedes.quando estava em terceiro chegando junto e passando o Stroll na bandeirada que nada pode fazer. O Pérez e a Force India poderiam ter vencido pela primeira vez, mas a Luta de Box com Ocon da mesma equipe na pista estragou tudo mais uma vez. O Massacrado estava com a suspensão avariada antes da última relargada, portanto não venceria a corrida.

  2. Marcelo disse:

    Pessoal,
    Este papo de que o Massa poderia ganhar é um pé no saco. Ora , Se não faz história. O cara é azarado. E não é um piloto excepcional. É apenas bom. E azarado.
    Em relação ao Vettel e Hamilton, são dois babacas. De dois babacas, só podemos esperar babaquices. Aliás, gosto deles por isto. Os bonzinhos nunca são campeões. Eu quero é que eles briguem. Fica mais divertido,
    abs

  3. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G : Polêmicas é uma diversão, portanto discordo de você. Hamilton deu um leve toque no freio, conforme imagens mostrada por um jornalista chamado Reginaldo Leme, também é a opinião de Jack (.Lord) F-1, o resto é mimimi da equipe Mercedes-Benz. Mais que a disputa vai esquentar entre Tião e Hamilton, um pouco mais de emoção.

  4. Ferrarista disse:

    Esse toquinho roda a roda do Vettel foi coisa de moleque mesmo. Nem quebrou peça do carro do Hamilton. Se fosse nos tempos de Senna e Mansell, o Hamilton tava fora da corrida e os dois iriam resolver as diferenças na mão, como machos de verdade. Infelizmente hoje em dia a F1 virou coisa de moleque mesmo…

  5. Robertom disse:

    A informação sobre a telemetria do carro do Hamilton, de que ele não freiou não condiz com a camera “on board”, onde os gráficos mostram que ele tirou completamente o pé do aceleredor e deu um toquinho no freio.
    Não é exatamente um “Brake Test”, mas é um truque amplamente utilizado, ainda mais pelo Lewis, para abrir uma boa vantagem nas relargadas.

  6. roberto disse:

    Senhores,
    Não consigo entender as duas matérias publicadas pelo GP em que um campeão mundial e um padrinho apoiam a atitude de Vettel.
    Primeiro, o Consultor da Red Bull coloca culpa de confusão em Baku em Hamilton e diz: “Os dois deveriam ter sido punidos”, sendo que equivocadamente parte da premissa que Hamilton fez Break Test. O que não é verdade.
    Depois, Villeneuve sai em defesa de Vettel no incidente com Hamilton no Azerbaijão e diz: “Eu teria feito o mesmo”. Ou seja, desconhece que não houve break test. Assim, o GP e FG alimentam os tresloucados de que protegem e torcem por Vettel. Vettel errou e pronto. Passou.
    Vettel foi um sortudo, pois os comissários consideraram que jogar o carro no outro foi direção perigosa. Sorte? Que nada! Isso foi PICARETAGEM. Não tiveram peito de dar bandeira preta para o tedesco por atitude antidesportiva. Não importa se foi a 15 km/h. Importa é a atitude.
    A pergunta que faço a FG e ao GP é: a Mercedes pode recorrer e solicita a revisão do caso?
    Pode a FIA punir o VETEL, desclassificando-o por atitude antidesportiva?

    FG e GP, #PAZ.

  7. Brabham-5 disse:

    Não sei porque reclamam da reação do Vettel.
    Vai ver o brasileiro espera que um cara com sangue nos olhos e CAMPEÃO QUATRO VEZES tenha uma reação MEDÍOCRE com a que cansamos de ver por parte de Barrichello e Massa de levar um pernada na pista e ficar de chororô eterno pelo rádio até o fim da corrida e se lamentar pelo resto da vida de ter sido “prejudicado”. Qual reação então é mais infantil?
    Duvido que Senna e Piquet não fariam o mesmo que o alemão depois de maus uma dessas do cínico e dissimulado Hamilton.
    Esse bunda-molismo do falso moralismo/bom mocismo do “fair play brasileiro” é de dar náuseas.

  8. Brabham-5 disse:

    - Foi bem diferente (do que em 1997, quando ele e Schumacher se chocaram e Schumacher foi punido). Eles estavam a 16 km/h, quem se importa? Claro que foi feio, mas Lewis fez “brake test” com ele (Vettel). Eu sou piloto, já estive lá. Sempre que um piloto fizesse isso comigo, eu faria o mesmo que Seb fez. Ele pegou uma punição, a maior que podia de acordo com as novas regras.
    – Não acho que ele (Vettel) estava tentando acertá-lo. Ele tinha uma mão no volante, estava olhando para Hamilton e apontando o dedo. Você não bate rodas assim, você vai quebrar o seu próprio carro, e com uma mão… se você vai atingir alguém, tem as duas mãos no volante. Estou feliz em ver que pilotos tem emoções. É bom e divertido. Temos dois caras brigando pelo campeonato, ficando bravos um com o outro, e nenhum dano foi feito. Qual o grande problema? É ótimo para a TV. Bem melhor do que ver Hamilton pedir para Bottas atrasar Vettel.”
    (Jacques Villeneuve)

  9. GunneR disse:

    https://youtu.be/wuUNTzVYVpk?t=2m13s

    Não, FIA, Hamilton nem pisou no freio… Eu é que sou daltônico!

  10. Marcelo Ventura disse:

    A imagem da TV mostra o Hamilton dando um toque no freio. Pisca o vermelho do “brake” naquele gráfico de pilotagem.

  11. Luiz G disse:

    Eu não acredito que haja torcedores defendendo Hamilton!!

    O cara é um sujo, trambiqueiro, Dick Vigarista, só ganha com artimanhas, jogou carro no Rosberg, desrespeitou ordens de equipe, participou da pilantragem da “McLaren x Ferrari” no roubo de projetos de 2007, “pagou” o Glock para ultrapassá-lo em interlagos pra ser campeão em 2008, tentou sabotar o Alonso no japão em 2007 com a mesma pegadinha que tentou com Vettel agora….

    Torcedor não tem memória….

    Hamilton é talentoso, claro, mas sempre joga sujo.
    Vettel mandou mal, é verdade….devia ter dado uma porrada pra tirar o Hamilton-sujo-ladrão do campeonato!!

    Torcida Vettel 2017!!

  12. paulo maia disse:

    Verstário forçou a barra e quebrou o motor, sendo o unico culpado por mais um abandono.

    • Luigi disse:

      Meu caro, se seu carro for eletrônico, tiver câmbio automático, ,tenta passar de giro ou colocar uma marcha inadequada a qualquer um dos eixos (movido ou motor) ele não aceita, simplesmente para evitar quebras, isto existe em carros que custam uma fração do que um F 1 ou qualquer outro carro de categoria top.
      O que eu acredito é que o motor Renault (o do Versttapinho deve já ter muitas horas) deve ser mais sensível a alteração bruscas de temperaturas, lembrando que a única forma de resfriar o motor é o ar que passa pelos radiadores, quando em movimento,, em baixa velocidade a refrigeração é deficiente, pricipalmente sê o motor já tiver muitas horas de funcionamento.
      E muitas voltas de bandeira amarela, que é uma velocidade baixíssima para um F 1 e atrás de outros carros, pode ter elevado muito a temperatura do motor causando a perda de pressão de óleo, isto causa quebra de motor moderno, ou fadiga de material, mas não há possibilidade de forçar um motor moderno além dos limites pré determinados,a eletrônica não deixa, e isto foi feito justamente para não haver quebra por erro de operação e o câmbio da mesma forma, não aceita marcha inadequada, se tentar ele entra em neutro, já vimos isto, só não ouvimos a explicação para isto de quem deveria comentar tecnicamente a corrida parece que depois que a Rossa Di Maranello resurgiu como a Fênix, ele está mais preocupado em torcer para o inglês e distorcer os méritos de outros que ousem vencer o inglês, seu “Regalo”.

  13. carlos' disse:

    Todo mundo viu. Redução de 90 para 50 e com toque no freio. Numa saída de curva. Por que Amilton não foi punido?

    • Luigi disse:

      Carlos, você andando com seu carro de câmbio manual de 5/6 marchas em segunda ou terceira, a 4/5 mil rpm,, se você tirar o pé do acelerador o que acontece? Não é uma redução brusca de velocidade, e isto em um motor de produção,, baixa potência específica, volante do motor pesado, imagine um carro de F 1 que pesa quase a metade de um carro popular e tem mais de dez vezes a potência, , e ainda tem turbos e sistemas regenerativos de potencia elétrica, que são acionanos quando o carro é sofre desaceleração,, a retirada do pé do acelerador, é uma brecadada em terceira ou quarta marcha como deveriam estar andando para não “engasoparem” os cilindros e manterem o turbo cheio. Eu acredito que a tirada de pé do Hamilton foi para faze-lo frear,, provicando perda de rotação e pressão de turbo,,como o cotrole de relargada era dele,teria mais acelerado na bandeira verde..
      Agora;cousa o comentário do Burti,…….qualquer um que nunca pilotou um carro de competição pode dar pitacos errados, baseado em seus achismos.Mas ele foi piloto, não sei se ainda é, sabe o quanto o volante destes carros são sensíveis,, o Vettel bateu no carro do Hamilton por ter gesticulado e deve ter dado um toque no volante, coisa bem tola o que fez, pois ele sabe muito bem e tanto Burti e Reginaldo também, que em um choque de duas massas equivalentes, não se pode afirmar qual será mais danificada antes do impacto,portanto, ele não bateria propositalmente.pois poderia ser o mais prejudicado,eventualmente.
      Está é minha opinião, baseada na experiência de ter toda uma família dedicada a carros de competição que começou em Pergusa, e continuou em Milano e cercanias até o fim da Autodelta, com il maestro Carlo..sou o único da família que resolvi seguir os mesmo passos e pensamentos do Atual Papa,sem o mesma capacidade e sucesso, claro. Ele gosta de futebol, eu de carros e corridas,mas com o voto de pobreza, até computador e site são emprestados.
      Tudo de bom a vocês.
      Que Deus abençoe a todos.

  14. Chupez Alonso disse:

    Acho engraçado as Hamilzetes defenderem a tese de quem bate atrás é sempre o culpado.

    Mas quando quem bate é o Hamilton há uma explicação FIAdora, com certeza:

    https://youtu.be/gCzkaX2DL7w

    Tá bom.

  15. Goos disse:

    FG
    Deixando a F1 de lado apenas mais um comentário:
    Il Dottore espetacular!!!
    O cara é genial!
    Em 3º no mundial andando com moleques talentosos, e polotando como… um moleque!
    Genio!

  16. Goos disse:

    FG
    Mas o grefico que apareceu que ninguém se deu contra mostra o contrário do dito por pelos comissários:
    No momento ele cai de 90Km/h para 50km/h, e principal o grafico mostra a “bicada” no freio.
    É nítida a desaceleração.
    Ele é reicidente nisto!

  17. Leovegildo Fernandes disse:

    O Vettel é bom, mas pqp… Compara com o Alonso. Quando o Alonso andou com o Raikkonen, este não chegava nem perto de classificar na frente do espanhol. Agora dá calor no alemão. Seria possível o Alonso perder a cabeça desta maneira infantil como o Vettel? Eu acho que ser fosse o Alonso no lugar do Vettel, a vantagem seria de uns 50 pontos sobre o Hamilton.

  18. Celio ferreira disse:

    Algumas observações : No final na perseguição de Hamilton a Vettel , podemos
    notar que a Ferrari tem potência igual a Mercedes , pois não teve nehuma ameaça do
    Hamilton para o chiliquento do Vettel., apesar do retão de 2 K.
    Perez e Ocon vão dar muito prejuizo a Force India …não conseguem andar juntos sem
    bater. Me expliquem uma coisa : porque na Haas só o carro do Gorjean tem problemas com freio . E o nosso Massa hein ..puta cara azarado , ja pensaram êle
    e Stroll marcando pontos , seria ótimo pra Williams.

  19. Rafael Rego BH disse:

    Não acredito muito na tese do break test, no máximo uma bobeada, ou distração, do Hamilton…

    Ninguém em sã consciencia vai expor a traseira (do carro) à uma porrada.

    Se o Vettel enche a traseira dele quem perde mais é o inglês.

    • Brabham-5 disse:

      Explique como que perder um bico e detonar a suspensão dianteira de quem bate de frente na traseira de um F1 é mais danosa de quem leva um pancada atrás de um F1…
      É cada “teoria” desses especialistas de sofá…

  20. Rafael Rego BH disse:

    Sou muito fã do Vettel mas a reação dele após a batida de lado é muito estranha.
    Primeiro ficou perguntando o motivo de ter sido punido, e acabei de ver uma entrevista onde ele se esquiva completamente do reporter sobre a pergunta do contato lateral, como se não tivesse havido nada…Eu hein. Tarja preta no alemão.

  21. Byron disse:

    Olha, só para atiçar, há dez anos atrás dois grandes pilotos ficaram se pegando durante as corridas e tal, e um finlandês, comendo pelas beiradas, ficou com o título…

  22. Eduardo_SC disse:

    Outro faniquito clássico do Vettel.

  23. Daniel disse:

    Se o Bottas souber aproveitar pode se dar bem nessa peleia dos lideres do campeonato.

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