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terça-feira, 11 de julho de 2017 - 22:37Automobilismo internacional

BMW NA E

car-logo-bmw-planeRIO (só cresce) – A Audi confirmou oficialmente nesta semana que a partir da quarta temporada da Fórmula E assume por completo a equipe ABT, da qual é parceira. Agora é a vez da BMW, e também é oficial. A concorrente bávara, a partir de 2018/2019, o quinto ano da categoria, passará a ter seu time, também, operado pela Andretti.

Está todo mundo entrando. Não é mais o caso de gostar ou não gostar. Os carros elétricos já são o presente das maiores montadoras do mundo, e a Fórmula E se transformou, muito rapidamente, no seu maior laboratório.

8 comentários

  1. Axl Rose ate my Buick disse:

    Ótimo, agora só falta se livrar do desempenho digno de um F4, dos ridículos pneus de Corsa e, principalmente, correr em pistas de verdade, não em parques municipais onde não se acelera por mais mais de 200 metros.

  2. Ulisses disse:

    Ótimo que a Fórmula E se transforme em um laboratório “ambulante” das montadoras!
    Melhor para todos.
    Mas vai ser muito difícil a gente se acostumar com aquele zumbidinho veloz!

  3. Garlet disse:

    O aviãozinho da foto é um FOCKER. A BMW fazia motores de avião, entre eles o caça FOCKER TRIPLANE ma WW1, pilotado por Manfred Von Richtofen. E na WW2 faziam o motor radial do caça FOCKER 190E, entre outros modelos. A MERCEDES na WW2 fazia o melhor motor de avião da época, V12 de cabeça pra baixo com injeção direta de combustível (voava mais alto que os outros), que equioava o MESSERRCHMIDT ME109 B, o caça mais bonito de todos os tempos.

  4. Paulo F. disse:

    A BMW ´uma das montadoras que mais investe em elétricos e híbridos. Basta ver a BMW iLine e os BMW iPerformance.

  5. clodoaldo lelli disse:

    oque em quatro anos os dirigentes da formula e conseguiram levantar o campeonato o velho bernie afundou a formula um

  6. Lucas disse:

    Tenho uma dúvida que me acompanha há algum tempo:
    Como as montadoras trabalham com Pesquisa e Desenvolvimento dentro das corridas? Várias categorias são um tanto restritas e em algumas delas, a restrição e padronização de peças é bem amarrada.

    Seriam testes de durabilidade o forte deles?

    Valeu!

    • Marcelo disse:

      Olá Lucas, boa tarde.
      Mesmo com as restrições técnicas do regulamento, existe um imenso desafio quanto ao desenvolvimento da tecnologia elétrica, não só quanto a durabilidade e potência das baterias, mas outras questões que a plataforma de competição acelera o seu desenvolvimento.
      Independente da padronização ou possíveis restrições, o ganho de informação e desenvolvimento é imenso o que torna atrativo o investimento das montadoras nesse segmento de competição.
      Creio que para todas as grandes montadoras a “ficha” do futuro elétrico já caiu, tornando o investimento nesse setor um caminho obrigatório a ser trilhado, podendo impactar, para aquelas que se manterem inertes, até na sobrevivência futura da marca..
      Por fim, o horizonte da FE, até a curto prazo, é de amplo crescimento. Além do investimento no desenvolvimento da tecnologia, o marketing é extremamente importante para as montadoras impactando, assim, nas vendas futuras dos seus modelos elétricos. A tendência é que a FE se torne uma grande vitrine para alavancagem de vendas dos modelos elétricos, especialmente para as montadoras vencedoras dessa competição.

      • NaBUru38 disse:

        La tuilización dle deporte motor como campo de desarrollo tecnológico no se trata solamente de la technología. Participar en una competición sirve también como escuela de ingenieros.

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