MERCEDES, DTM, FÓRMULA E… | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 24 de julho de 2017 - 23:59Automobilismo internacional

MERCEDES, DTM, FÓRMULA E…

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RIO (tirando o atraso) – Que a Mercedes iria entrar na Fórmula E, já se sabia. O compromisso tinha sido anunciado alguns meses atrás. Agora já se sabe a data: na temporada 2018/2019. Mas que iria deixar o DTM

Foi o grande bafão do dia no automobilismo. A montadora alemã avisou que corre no ano que vem o campeonato de turismo de seu país e, depois, tira o time de campo. É um duríssimo golpe no DTM, que já perdeu 25% dos carros neste ano e está sendo realizado com um grid magro de 18 participantes, divididos entre as três grandonas tedescas — Mercedes, Audi e BMW.

Audi e BMW já estão na Fórmula E. A primeira, desde o início — competindo. A outra entra na próxima temporada com a Andretti, mas já é parceira da categoria fornecendo, por exemplo, o safety-car. A Mercedes se juntar a elas era o caminho natural, ainda mais porque na Alemanha os motores a combustão serão simplesmente proscritos a partir de 2030. Não serão mais fabricados no país e ponto final. E a partir de 2050, carros com esse tipo de motor não poderão mais circular por suas ruas e estradas.

Estamos falando de 2030 e 2050, mas os caras já estão se preparando. Por isso a Fórmula E tem recebido tanta atenção das três montadoras, que entendem ser o campeonato um bom laboratório para acelerar o desenvolvimento das muitas tecnologias envolvidas na mudança radical de matriz energética dos automóveis.

Até aí, tudo bem. Mas e o DTM?

Receio que vai acabar. Se tiver de continuar existindo, seus organizadores terão de fazer a toque de caixa uma transformação monumental do seu conceito para introduzir as novidades em 2019, rezando para que alguém se interesse em participar.

O DTM evoluiu do uso de carros derivados de modelos de rua, no início de sua história, para os protótipos altamente sofisticados que são usados hoje. Sofisticados e caros.

A pergunta é: faz sentido gastar tanto dinheiro com carros de corrida cujo princípio de funcionamento será proibido daqui a pouco mais de uma década? Qual seria o caminho? Voltar várias casas no tabuleiro e adotar novamente o modelo de sua origem? Juntar-se ao WTCC, que está capenga e usa carros de verdade? Isso poderia atrair outras marcas. Mesmo assim, não é meio maluco um campeonato alemão de carros que não mais serão permitidos na Alemanha?

É uma baita sinuca de bico. As coisas estão mudando no mundo muito rapidamente. Chega a ser assustador.

35 comentários

  1. Victor Aires Koch disse:

    Olá pessoal, sempre li as matérias do nosso amigo Flávio Gomes e o acompanho há bastante tempo, aproveito o espaço para demostrar meus parabéns ao amigo!

    DTM – Automobilismo da vida real onde ainda temos um pouco de esporte motor para acompanhar de verdade, embora alguns tenham comentado que as provas de DTM estão fadadas, fracas, com poucos pilotos, compradas, pistas pequenas, trilho de trenzinhos, etc… Ainda sim é uma categoria mágica onde temos carros que nos aparenta carros reais de rua mas com preparação de pista, embora sejam “gaiolas” com motores prototipados ainda sim são uma bela demonstração de homem-máquina em uma pista de corrida.
    A categoria DTM já foi melhor, já, mas qualquer outra categoria automobilística também já teve seus anos de ouro quando qualquer equipe, seja ela pequena ou grande, podia montar um carro e participar de uma vitrine para as marcas, pilotos, equipes e tecnologia. O automobilismo está fadado a morrer? Acho que não para estas pessoas onde nas veias correm combustível e exalam cheiro de graxa e suor, onde suas famílias foram sustentadas e colocadas em pé por todo esse tempo. Hoje em dia é uma vitrine somente para marcas colocarem a prova suas tecnologias e vender mais carros, ou ja foi isso também ao certo.
    Oo motores a combustão irão acabar, sim em algum dia, mas acho que viver o momento e nos dar um outro olhar além dos gastos, interesses e futuro da categoria é ter uma experiência onde ao contrário do que foi falado não ter emoção, não ter competição de verdade é ser falso e ter uma visão superficial sobre o tema. A DTM nunca foi tão competitiva, com cada corrida sendo disputada pelos melhores pilotos da atualidade dentre eles um brasileiro, olha só, Augusto Farfus, onde não somente corre a DTM como outras categorias similares de carros de turismo, pois bem acho que a competição e paixão pelo esporte ainda movem os grids e paddocks, a DTM hoje em dia não serve somente para corridas de carros supercaros mas também no mesmo final de semana de corrida tem mais duas categorias correndo mais a Formula E.
    Portando deixo esse meu primeiro e gigantesco que ninguém ira ler até porque leitura de bons textos já estão em desuso hoje em dia até porque no meu navegador tem mais de 8 abas abertas esperando por mim, e é isso hoje que domina todas as categorias, é sempre pensar no que tem na próxima página e esquecemos de ver o que está nesta aba que me despeço. Obrigado a todos e um bom dia.

  2. Ivo Rettor disse:

    Outra coisa Flavio G que esqueci de falar …. PISTAS E CIRCUITOS ULTRAPASSADISSIMOS, que foram feitos pras corridas de baratinhas…….. precisamos de pistas extralargas, mais longas, e nao esses autoramas de trenzinhos!!!!

  3. Ivo Rettor disse:

    A Mercedes enxerga longe… mas não adivinha tudo!!!
    CArros movidos a derivados de petroleo estão sim com os dias contados, na máximo restarão os híbridos, e certamente nem o etanol se salva…. logo logo só vão rodar por aí carros elétricos ( a mewrcedes já fabrica caminhoes de grande porte elétricos!!!), a hidrogenio, ou alguma outra fonte de energia viavel, vale lembrar meu caro Flavio G e amigos, que o carro elétrico surgiu antes dos carros a gasolina, não vingaram porque as baterias antigas eram obviamente limitadissimas e a gasolina era um produto barato e abundante, formou se toda uma logistica, um mercado, uma cultura baseada na gasolina e esquecemos do resto, mas a reviravolta historica já começou e só não foi mais rápida porque o jogo de interesses influencia e muito. Acho que o Brasil tá comendo barriga… tem muita gente boa na área da engenharia eletrica-eletronica-mecanica etc quer poderiam ja ta projetando veiculos e até produzindo pra exportação assim como a embraer faz avioes mundialmente famosos e competitivos, mas parece que os politicos preferem uma petrobras jurassica onde corre dinheiro a role todo mundo mete a mao e fica por isso mesmo…ou melhor, o cidadao brasileiro paga conta… A Alemanha tambem tem problemas, veja o caso do diesel da vw, mas lá é tudo passado a limpo imediatamente, quem roubou/fraudou vai devolver dinheiro, vai ser destituido de cargo e emprego e vai parar no xilindro se for o caso… difewrentemente do brasil né!!!! Quanto ao DTM acho que tá sim ficando chato, tá virando espetaculo das grandes montadores e isso é massante, devedria ser um campeonato mais livre com equipes “pequenas” ou seja, naop vinculadas a Mercedes, BMW, AUDI, etc, todas essas marcas podem participar, mas as equipes que montam os carros…. A Mercedes tem uma relação esquisita com disputa de automoveis, eles vem pra dominar e sufocar tudo, uma vez já dominavam tudo na F1, depois abandonaram alegando insegurança e ficaram quase 50 anos fora, voltaram aos poucos e dominaram, provavelmente vao completar um ciclo e partir pra outra até porque fica previsivel e saibam voces que não é Rosberg , hamilto ou bottas que ganham alguma coisa, É A SUPERIORIDADE MERCEDONICA !!!!, sem um mercedao nas maos esses pilotos tavam sofrendo junto com o resto da turma!
    Mas quanto a corridas de carro de modo geral tudo esta sendo muito previsivel, muito padronizado, muito artificial, chato, entediante, etc…. o segredo é dar liberdade: regulamentos minimos visando praticamente só a segurança e o resto é cada um pra si!!! Vejam que muitas regras sempre distorcem a competição, deve-se é claro evitar as fraudes e isso é fácil, mas regras em excesso prejudicam e as vezes isso é até intencional como meio de controle de resultados,e não me levem a mal mas o proprio idolo brazuca sena se beneficiou de regras como por exemplo usar um motor pra fazer a pole e outro pra correr e só a honda fazia isso de modo quase perfeito: garantia as poles e depois outro motor mais confiavel pra corrida, além do absurdo caso do descarte de resultados, algo totalmente escroto que tirou um titulo merecido do Proust e deu pro sena…. algo impensavel hoje em dia, então pela logica, pelo desporto e pela justiça Proust é Penta CAmpeao enquanto sena deveria ser , NO MÁXIMO, duas vezes campeao….. Uma coisa que eu nem gosto muito mas admiro a liberdade são as corridas de dragster americans: cada piloto praticamente monta seu proprio carro usando o que quer!!!

  4. Fabio Taccari disse:

    Engraçado a gente se preocupar com o ano de 2050 , que os motores de combustão interna etc e tal, vão ser banidos , e tudo mais, parece mais coisa de ficção cientifica reversa…

    Os como eu secentinha estamos também preocupados na verdade com nossa combustão interna que talvez realmente ja esteja sem bateria vela e platinado neste 2050.

    Mas para os mais jovens realmente seria a melhor pedida começar a gostar desta corridas de autorama escala 1para 1. Eu mesmo as vezes tenho vontade de fazer um elétrico para pista , mas sempre esbaro entre outras coisas, naquele barulinho de motor de dentista. Mas para quem já viu alguma coisa acontecer com por exemplo o CD chegar para sempre por aqui e por ali e depois começar a tomar pau de novo dos anacrônicos bolachões , esperança, a DTM alemã vai acabar por um tempo a Mercedes vai dar um tempo com a combustão interna mas quando os jovens de 2050 visitarem um museu e começarem a imaginar como deveria ser legal acelerar ou ouvir acelerando um Porsche 917 ou uma Ferrari 512 descendo a reta a reta Mulsanne em Le Mans vão querer comprar uns litros de gasolina de avião no mercado negro ,e tudo vai começar de novo. Não da para segurar o Uber mas também não a volta dos bolachões.

  5. Rafael Mafra disse:

    As noticias: Formula 1 será turbo hibrida, vem aí uma nova categoria: a Formula E, Alemanha vai proibir fabricação de carros a combustão em 2030 e circulação em 2050.
    Tudo isso veio mais ou menos na mesma época então Audi Mercedes e Bmw já sentem que na segunda metade da ´próxima década Formula E e F1 vão se unificar

  6. Rafael Mafra disse:

    Caaaaaaaaaaaaara, acompanho a DTM desde a época do Edgard na Band e depois Joáo Mendes no Espaço Motor no Domingo a noite etc.

    Acabar de vez acho que não acaba não. Nada contra a Formula E que vem dando espetáculo mesmo, mas a DTM não vai ser tão despresadas a ponto de acabar.

    Alguma coisa eles vão modificar, criar e renovar para continuar

  7. Willians Thiago disse:

    Carros elétricos e e-sports…o mundo tá artificial demais.

  8. Paulo disse:

    O DTM nos últimos anos está chato, quando carros de uma mesma montadora estão juntos só há ultrapassagem se houver liberação e se for interessante para o campeonato. além disso são carros de F-3 carenados com bolhas dos carros de rua. assisto porque sou doente por corridas, mas gravo e assisto fazendo outras coisas no pc.
    Precisam se reinventar.

  9. Samuel disse:

    Campeonato de carros de turismo elétricos não seria uma opção? Me parece um caminho perfeitamente natural dado toda a evolução dos carros elétricos.

  10. Matheus disse:

    Não é possível fazer um campeonato com carros de turimos porém elétricos?

  11. Marcos Soares disse:

    Eles precisam volta pras origens deles,um novo regulamento técnico e carros mais simples com um motor híbrido poderia ser uma boa,e volta a utilizar um volante de verdade.

  12. clodoaldo lelli disse:

    quanta mais velhos ficamos mais reticentes ficamos a mudanças mas fazer oque elas vão acontecer nos agradando ou não

    • Gabriel P. disse:

      Perfeito Clodoaldo
      Os combustíveis fósseis serão mesmo extintos no futuro do automobilismo, mesmo porque um dia vão acabar de qualquer forma.
      É simplesmente uma questão de inteligencia e racionalidade e não de paixões.

  13. John Player disse:

    Pistas feias, circuitos truncados, improvisados em circuitos “amputados” em pistas do calendário da F1.
    Carros que não fazem som de motor de carro de corrida.
    A F-E é chata, convenhamos. Muita coisa precisa evoluir, mudar, ampliar.
    Qualquer corrida de kart dos campeonatos oficiais (de qualquer categoria) de kart no Brasil é muito mais empolgante, emocionante. (Não é exagero sobre corridas de kart. Assistam!)
    A F-E tem vários bons pilotos que sobraram da F1. Mereciam receber carros mais potentes, sem precisar se preocupar com a potência da bateria (!!), mereciam correr em pistas de verdade onde pudessem pisar fundo “sem culpa”, corridas mais longas….A F-E deveria ser a F1 elétrica. Uma evolução da própria F1..
    Mas NÃO É.
    Eu assisto algumas corridas, mas é chato demais.
    É uma contradição a gente reclamar dessas “unidades de força” que só complicaram a vida das equipes e dos fornecedores de motores para a F1, e ficar “achando graça” na limitação imposta ás corridas e pilotos por aqueles motores da F-E.
    É como comparar um jogo de futebol “de grama” com um jogo de futebol de areia.
    Como fã de automobilismo, não dá pra levar a F-E com a mesma seriedade ou interesse que dedicamos á F1.
    Entre a F-E e a F1 ainda tem a WEC, DTM, Endurance, Turismo, F Indy….

  14. Carlos disse:

    Bom dia.
    Alguém sabe dizer se a proibição a partir de 2050 será completa, ou se os carros de colecionadores terão permissão especial (com uma taxa a ser paga, talvez) ?

  15. Alex disse:

    Eu não consigo ver sentido em uma categoria que se fez em cima da idéia de usar carros de série preparados passar a usar protótipos disfarçados por uma bolha estampada. E que desfaz como papelão. Nascar, DTM, Stock car Brasil, TC 2000 argentina, V8 Supercars Austrália, todas as principais categorias turismo fizeram isso. No fundo é uma embromação.

  16. Arthur Luz disse:

    Flavio,

    Acredito que o conceito de automobilismo como conhecemos está a beira do fim.
    Claro que ainda há emoção no esporte. Claro que existem corridas/categorias interessantes, mas a debandada das fábricas nas principais competições, digamos, clássicas vem diminuindo muito. Consequência, ou não, da falta de interesse do público.

    Apostei que a Formula E seria a principal categoria dentro de uns 10 anos. Não sei se estarei certo, mas a proposta da categoria é muito similar um dos conceitos de sociedade atual.
    Trabalho com tecnologia e o conceito de carro elétrico, autônomo ou não, e o uso de um transporte público de qualidade são a realidade dessas pessoas. Além disso, muita gente sequer pensa em tirar habilitação.

    Essa falta de ‘apego’ pelo automóvel vem aumentando muito e em breve estará superando aquele que tem apego, ou seja, publico “tradicional”.
    Fora isso, com o crescimento dos e-sports, as pessoas vem trocando os riscos do mundo real, pelas fantasias e seguranças dos “esportes” virtuais.

    No caso da DTM e outras categorias top, como você citou, há um custo muito elevado nos protótipos, motores, as pistas tem um nível de segurança elevado, as corridas são chatas pra burro e assim vai.

    Na Formula E, ao meu ver, a estrutura é simples, os circuitos são pequenos, e o desenvolvimento está focado apenas nos motores. Não há barulho, o publico participa votando no piloto favorito, tem as corridas virtuais e ainda terá uma preliminar de carros autônomos. Tudo isso se encaixa naquele conceito de sociedade.

    Dá pra falar um monte de coisa, mas não vou me “alongar” mais.
    Tudo isso que ocorre no automobilismo é consequência uma questão filosófica mais profunda.

    Desculpa o blá blá blá.

    Abraço,
    Arthur

  17. Marcelo Ventura disse:

    Tudo bem, entrar nesse campeonato de elétricos. Mas sair do DTM, já é sacanagem.
    O mundo realmente está ficando um lugar muito chato.

  18. FontesL disse:

    Flávio, a produção e posterior circulação de carros com motor à combustão na Alemanha não foram proibidas. O que houve foi a “aprovação de uma recomendação no Bundesrat, um conselho federal representativo dos 16 estados alemães. Não tem, portanto, valor de lei.”

    http://exameinformatica.sapo.pt/lifestyle/carros/2016-10-12-Nao-a-Alemanha-nao-proibiu-carros-a-gasolina-e-gasoleo-a-partir-de-2030

  19. BSS disse:

    Francamente, proibir motores a combustão não vai resolver o problema do meio ambiente e Alemanha vai provocar elevação dos preços de automóveis e utilitários no mundo inteiro. Audi, BMW, Mercedes-Benz, Opel – bem esta fazendo a GM em se livrar dela – e Volkswagen não vão conseguir manter dentro do mercado alemão e europeu. Como ficam as exportações? Qual será o custo para treinamento de mecânicos, reposicao de peças e outros? Como seria o custo da “brincadeira elétrica” no Brasil? E “apenas” 2030? É sem duvida muito pouco tempo para o desenvolvimento de motores elétricos confiáveis e ampliação da rede de abatecimento. Estamos falando de somente mais 13 anos.

    Não descartem a saída da Mercedes-Benz da F1 em curto prazo. Pelo mesmo motivo de não haver necessidade de motores a combustão, qual seria a utilidade de um motor híbrido em território alemão?

    Podem ter certeza que a legislação alema deu um passo muito importante para a extinção do automobilismo mundial em longo prazo.

    • anonymous disse:

      motores elétricos confiáveis já existem há muito tempo… são, inclusive, muito mais confiáveis do que os motores a combustão interna.

    • Fern Kesnault disse:

      Os EUA sao muito de se ter combustivel à combustao por varias decadas ainda e portanto o automobilismo por la estará salvo. A Europa com essa ideia da Alemanha patinar muito ainda nessa concepção que é otima, mas deve ter-se o automobilismo com os combustiveis antigos para delirio dos fãs…

  20. sandro disse:

    Eu apenas sinto muito o ronco dos motores estarem indo pro “bebeleu”, carro de corrida sem motor barulhento fica sem graça alguma. Já assisti algumas corridas da formula E, foi até legal, mas carros passando a 200Km/h e você conseguir escutar o amigo ao lado é chato demais.

  21. Paulo F. disse:

    Vai ter que comprar Mercedes feito nos EUA, no Brasil , na China para ter um Mercedão V8!

    Na época de ouro do DTM havia marcas de toda Europa!
    Já imaginou , alguém com seu Bentley (que é da VW) tendo que parar seu humilde carrinho na fronteira tedesca, para alugar um életrico para prosseguir viagem?

  22. Rodrigo Moraes disse:

    Minha torcida é para que voltem a usar carros de verdade. Que façam com carros híbridos, para não se distanciar tanto da realidade das ruas. Tenho muita saudade das Mercedes, dos BMW, dos Volvo, das Alfas, do DTM e do WTCC, carros de verdade, que a gente queria comprar porque eram iguais aos de corrida. Hoje você quase não associa o carro da DTM a um carro de rua.

  23. Deni Williams disse:

    “Uhhhhhh mas carros elétricos não são o futuroooooo”
    Tá certo então….

  24. Eduardo Estrada disse:

    Porque nao um DTM eletrico?

  25. sergio disse:

    Voltaremos a categoria Rolemã. Dividida em duas subcategorias: com três rodinhas e quatro….

  26. Wanderson Marçal disse:

    A DTM é muito cara, mal dirigida e se tornou uma coisa mal direcionada que ninguém sabe bem pra quê serve, já que o carro não é bem um turismo, parece um F1 sob uma bolha. E perder a Mercedes é um puta baque.

  27. Robertom disse:

    Sempre gostei da DTM, pela competição, pelos carros e pela história da categoria.
    Porém, a fase atual é negativa, grid reduzido a apenas 18 carros, corridas definidas somente na estratégia, poucas ultrapassagens e um festival bate-bate alucinado muito semelhante ao que a Stock Car Brasil tinha há 2 ou 3 anos.
    A saída da Mercedes no final de 2018 vai colocar em risco a sobrevivência da categoria, e acredito que o principal conceito para salvá-la deve ser a simplificação técnica e consequente diminuição de custos, podendo até voltar a utilizar monobloco de série modificado para competição.
    Quanto à proibição de veículos com motores a combustão a partir de 2030, trata-se de uma NOTÍCIA FALSA.
    É uma proposta e uma bandeira de luta do Partido Verde, mas nada nesse sentido foi aprovado ou regulamentado.

    • André Rocha disse:

      Caro Roberto, concordo 100% com a sua crítica ao atual momento da DTM. Acho difícil o Berger ter alguma saída até 2019. Vamos ver.
      Quanto à notícia, ela não é falsa. Saiu em jornais importantes da Europa, assim como a recente adesão da França ao mesmo movimento. Porém, contudo, entretanto, etc, etc.. Eu acho muito difícil de ser implementada. A Alemanha vive em uma comunidade que abrange outros países, vários deles. E apesar de ser líder dessa organização, ela não vai conseguir fazer com que todos se alinhem com ela e o que é mais difícil, todos se alinhem ao mesmo tempo. A Alemanha, já faz 2 anos, implementou um bônus em Euros para comprar carros elétricos. Um bônus até que razoável. Porém a medida tem sido um fiasco. Se minha memória não me trai, no ano passado não chegou a 3% das vendas de carros novos.
      O caminho da preservação do ambiente passa sim, por uma redução da emissão de CO2. Sem dúvida. Mas sustentabilidade vai muito além disso. Equilíbrio financeiro também faz parte do “triple bottom line” que é o que suporta o desenvolvimento sustentável. E o carro elétrico, as baterias, o descarte dessas, tudo isso é muito caro. Sem contar o impacto financeiro daqueles que vivem do motor a combustão. Dá uma volta em Nurburg e veja quanta gente vive desse negócio, em apenas um dos polos de paixão do alemão pelo automobilismo e consequentemente, pelos carros.
      Essa febre por motores elétricos está me cheirando muito mais a uma mudança forçada da matriz da economia mundial, do que um bando de ambientalistas preocupado com o futuro do planeta. Quem viver verá. Tem interesse maior por trás desse negócio. Quero ver convencer o público.
      Saudações.

      • Fábio Peres disse:

        Uma coisa é você ter uma recomendação para se acabar com os carros à combustão. Outra, uma determinação – ou seja, uma ordem.

        Particularmente, aposto que os híbridos sobrevivem, mas os elétricos terão que comer muito feijão ainda para ser viáveis sem tanto subsídio estatal.

    • BSS disse:

      A solução pra eles seria se juntar ao WTCC, seguindo a ideia do Gominho, ou “copiar” o regulamento do Australia SuperCars V8 – bem simples e faz o pau comer na pista maravilhosamente lindo!

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