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segunda-feira, 20 de novembro de 2017 - 16:44Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: DINASTIAS

6 comentários

  1. Fittipaldi, Piquet e Senna são os sobrenomes mais consagrados que mandam no automobilismo brasileiro até surgir um novo que possa entrar nessa lista, mas pelo que está se vendo agora esses nomes permaneceram únicos por muito tempo.

  2. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G : Sim, os herdeiros fizeram bonito, cada um no seu quadrado, em breve,digo em um espaço de tempo de dois anos , alguns vão trazer novas alegrias para automobilismo brasileiro, na Formula Indy, WEC, F-3, e também na F-1,pode apostar, esqueça o Pacheco e coisa de futebol….

  3. Fernando Cruz disse:

    Há muitos pilotos brasileiros bons no automobilismo internacional que não têm sobrenome famoso (Felipe Massa, Rubens Barrichello, Lucas di Grassi, Felipe Nasr, Pipo Derani, Sergio Sette Camara, Hélio Castroneves, Tony Kanaan, Mattheus Leist…). E há vários bons com sobrenome famoso (Bruno Senna, Nelsinho Piquet, Pietro Fittipaldi…). Portanto não vejo qual é a preocupação. Há sim a questão financeira que impede ou dificulta voos mais altos a muitos (sobretudo aos que não têm esse sobrenome), mas isso não acontece só com brasileiros. Nós em Portugal tivemos recentemente três pilotos com potencial para a F1 e nenhum deles lá chegou sobretudo devido a essa questão financeira. São os casos de Filipe Albuquerque, Álvaro Parente e António Félix da Costa.

    Mas qual o problema de haver pilotos com sobrenome famoso? Realmente sobrenome não herda talento mas eles têm todo o direito de seguir o seu próprio caminho. E alguns deles podem mesmo vir a ser tão bons ou bem sucedidos como os seus pais, tios ou avós. Esse poderia ser o caso de Bruno Senna se o Ayrton não tivesse morrido. “Vocês acham que eu sou bom, então esperem pelo meu sobrinho”. Foi o que disse o Ayrton pouco antes do acidente onde perdeu a vida e ele não era pessoa para falar coisas à toa. Não é tanto uma questão de transmissão de talento mas sim de preparação e treino intenso desde muito cedo. Não podemos duvidar da capacidade do Ayrton, que iria certamente preparar o Bruno ao longo dos anos, fazendo com que ele chegasse à F1 muito mais cedo e muito bem preparado. Não podemos é exigir que se façam omeletes sem ovos. Claro que perdendo o apoio do tio e ficando sem competir por 10 anos (entre 1994 e 2004) não era mesmo possível vir a igualar o mesmo em talento e resultados. Mas porque se omite constantemente esta e outras circunstâncias da carreira do Bruno? E porque se omite o facto de ele não ter sido bem aproveitado na F1? Quando outros pilotos são desperdiçados por esta ou aquela circunstância isso é sempre mencionado mas é sempre esquecido quando se fala de um Senna. Porquê? Queriam que ele tivesse sucesso sem lhe darem as condições para isso? Numa equipa competitiva o Bruno ganha corridas e luta pelo título, como fez na GP2 (sendo vicecampeão) e agora na LMP2 (sendo Campeão Mundial). Como faria também na F1 numa Brawn de 2009 (ganhava corridas, o título na estreia seria difícil) ou na FE numa Renault e.Dams (onde poderia até disputar títulos com o Buemi).

    Quanto ao Nico Prost, convém lembrar que também ele começou a competir bastante tarde, já depois dos 20 anos. Mesmo assim, ao contrário do que afirmou Flávio Gomes, não é só no peculiar nariz que tem algumas semelhanças com o seu pai. Realmente o Nico não tem grande velocidade (Buemi no Renault de FE e Bruno Senna no Rebellion de LMP2 são sempre bem mais rápidos que ele) mas tem sim uma consistência que até faz lembrar o pai. A prova disso é que este ano terminou todas as corridas da FE nos pontos, ajudando a Renault e.Dams a conquistar o título de construtores (mesmo se nem sequer foi ao pódio com um carro que venceu 6 vezes com Buemi). Quanto à LMP2, acabou também por ajudar Senna e Canal a conquistarem o título graças a essa mesma consistência.

    Quanto ao Nelsinho Piquet, esse sim teve uma carreira normal, não começou tarde e mesmo assim ficou um pouco longe do talento e resultados do seu pai. Ele é até melhor do que o Bruno Senna em termos de facilidade de adaptação a novas categorias (A1GP, F3, GP2, Nascar, Rallycross, Stockcar, FE, Indylights, etc). O Bruno não tem essa facilidade de chegar a uma nova categoria e conseguir logo tempos fantásticos, mas dedicando-se a uma categoria específica consegue também ser bastante rápido e consistente, se lhe derem as condições mínimas. Foi o que aconteceu agora na LMP2, onde na primeira vez que tiveram o mesmo material e foram colegas de equipa o Bruno Senna foi claramente melhor do que o Nelsinho o ano todo, quer em consistência, quer em velocidade pura. Por isso foi Campeão e venceu 4 provas mesmo tendo parceiros bem mais lentos no seu carro, enquanto o Nelsinho ainda podia contar com a rapidez do experiente Beche no carro n.13 e mesmo assim não conseguiu ganhar nenhuma corrida.

  4. Arthur Luz disse:

    Eu achei que o Pedro Piquet iria emplacar.
    Está difícil pro rapaz.

  5. Luciano disse:

    Isso explica em parte o porque de o automobilismo brasileiro estar na situaçao em que está. Dependendo só de sobrenome e de $$ numa proporçao nunca antes vista, nao há desenvolvimento de novos talentos e ficamos na dependencia de nomes desse quilate. Os tres sao fraquissimos e, nao fosse o nome, jamais passariam perto de qualquer categoria minimamente competitiva.
    P.S. – desculpem a falta de acentuaçao, teclado desconfigurado…

  6. Luiz Carlos Barbosa disse:

    Piquet ganha de goleada nessa turma !!!

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