“GP ÀS 10″: RIO, 1978 | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018 - 19:57Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: RIO, 1978



Aproveitem e leiam este texto maravilhoso do Caíque Pereira sobre a corrida.

19 comentários

  1. Farid Salim Junior disse:

    Um pouco atrasado, mas, não posso deixar de dar meu pitaco…
    Fui lá, pois desde a inauguração ate´o meu 1º casamento em 82, fui a TODAS as corridas que aconteceram lá!
    Inesquecível! Foi a primeira vez que vi brasileiro se contentar em ser o segundo…
    Calor de fazer tuareg reclamar, poucos pontos de venda e tal… A galera levava isopor cheio de comida e bebida e, durante a corrida, compartilhava com os vizinhos, pois dava dó de ver gente sofrendo com o braseiro…
    Lembro da pancada entre o Peterson e o Villeneuve, em frente ao lugar onde fiquei. Um voou sobre o outro! Depois, um período de marasmo, pois não havia narração e, ficamos acompanhando a corrida por um radinho de pilha de um cara que levou o dele e, ficavámos retransmitindo para os outros. Cheguei lá às seis horas da matina e, às sete e meia,já não conseguia sequer abaixar a minha caixa de isopor, pra descansar os braços… Gente demais! Estacionamento lotado, fiquei a imaginar o caos na hora de sair, o que de fato, ocorreu. Mas, ver o carro amarelo correr daquele jeito e, em casa, fica no coração e na memória da gente como ma tatuagem! Valeu, Emerson!… Pena que tenham destruído o autódromo do Rio…

  2. TSC disse:

    Me lembro que o Emmo chegou com um pneu dianteiro completamente na lona, segundo ele mesmo!

  3. Leo disse:

    Saudades de Jacarepaguá! Pista especial, lugar incrível!

  4. Ralf Firman disse:

    Que nunca se apague essa linda história.

  5. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G : Estava presente neste fenomenal evento, sim o autódromo de Jacarepaguá estava lotado toda arquibancada do retão lotada sim quase setenta mil pessoas.Emerson fez uma corrida espetacular, relatos de Emmo ,perdeu o canudo que entrava pelo capacete que fornecia água, em um pequeno reservatório,melhor explicando soltou na base do reservatório o canudo e assim, ficou sem beber água debaixo daquele sol .Emerson chegou a perde quase sete quilos,Wilsinho fumou um bom charuto cubano em comemoração.Estive também na despedida de Emmo, no mesmo autódromo, quando passou pela última vez rasgando a reta, chorei era o fim de uma história do bi-campeão da Formula 1. Não queria acreditar que E.Fittipaldi havia encerrado a sua carreira na F-1.

  6. gilberto v de sousa disse:

    Que domingo legal,calor a vontade,meninas lindas por todo autodromo de jacarepagua,tempo que não volta mais,e alem disso assistir uma bela corrida,e ver o Emerson fittipaldi,chegar em segundo lugar,com seu carro da equipe copersucar,naquela época eu ficava sentado na arquibancada G ,na grande reta,do autodromo,e era muito legal.

  7. Ricardo Talarico disse:

    40 anos !! Quase inacreditável !!
    Eu estava lá, como “bandeirinha” na saída da curva Sul, já que o autódromo era novo e nós, o pessoal da FPA (Federação Paulista de Automobilismo), fomos convocados para trabalhar no Grande Prêmio, com a ajuda dos cariocas que ainda não tinha experiência.
    O Caique Pereira lembrou do episódio que ficou famoso entre o pessoal de São Paulo, quando o Emerson partiu para a briga com um comissário de apelido “Pulguinha”, que era enorme, um gigante, mas para sorte do nosso piloto, era um gentleman, muito calmo e jamais o vimos utilizar seu corpanzil para se impor.
    Também me lembrei que os organizadores nos forneceram pastilhas de sal, para evitar problemas com o extremo calor que enfrentaríamos naqueles dias.
    A equipe Fittipaldi conseguiu resultados muito bons, mas infelizmente no Brasil, assim como acontece com os pilotos que não ganham tudo , ou morrem cedo, virou
    vítima de gente que não sabe valorizar o excelente trabalho que fizeram.
    É importante lembrar também os técnicos que passaram pela equipe, que se ainda não eram conhecidos ou reconhecidos, em pouco tempo se tornaram figuras disputadas pelas equipes com orçamento muito maior que a equipe brasileira:
    Ricardo Divila, Jo Ramirez, Adrian Newey, Harvey Postlethwaite, para citar alguns.
    Quanto ás colocações nos campeonatos, se não estou enganado, naquele tempo somente o carro mais bem colocado da equipe contava pontos. Mesmo assim, tendo a Fittipaldi apenas um carro em quase todas as temporadas que disputou, ficava em desvantagem diante das equipes com 2 carros, pois quebrando ou tendo problemas, não teria um outro carro que pudesse conseguir os pontos.
    Abraços.

  8. Mauricio Rocha disse:

    Eu me lembro desta corrida em Jacarepaguá, não em detalhes, mas me lembro. Quarenta anos já? Que legal este seu post. Parabéns! Trouxe a todos nós uma lembrança muito legal.

  9. Ricardo Ramsey Divila disse:

    Quem viu, viu…
    No texto do Caique, uma ressalva= “Divila, falando pouco e meio nervoso verificando se tudo estava correndo normal”.

    Meio nervoso? Quem me conhece sabe que nao e da minha indole; falando pouco, sim. Vamos substituir ‘concentrado’ rsrs

  10. wilson carpini disse:

    eu tenho a corrida em dvd narrada em alemão, mas tenho e tenho também a revista 4 rodas da época, com a reportagem da corrida.
    se me recordo, o emerson teve o problema com o carro e no sábado agrediu o comissário pulguinha por não permitir que cruzasse a reta dos boxes e correr o risco que vitimou ignazio giunti em 1971 em buenos aires, tentou pedir desculpas no domingo mas não deu. no relato do emerson, na quatro rodas, ele disse que saiu com o carro reserva porque o titular, usado no warmup, não pegou e equanto ele se preparava no carro reserva todos choravam… mas quando ele deu a volta de alinhamento no grid, ele chamou a equipe no rádio dizendo que estava tudo bem com o carro e era só tomar cuidado na troca de marchas pra não quebrar o trambulador… bom o resto…. o resto é história…
    no relato na quatro rodas eu não me lembro dele ter dito que saíu com o carro reserva no sábado…

  11. Alexandre disse:

    Em que pé está o filme que estão fazendo sobre a equipe? Não escutei mais nada a respeito.

  12. Ricardo disse:

    Eu me lembro como se fosse hoje. Tinha 13 anos e veraneava em Arraial do Cabo com a família. Na falta de tv, ouvia tudo pela Mundial, cujo locutor, empolgadíssimo, nas últimas voltas sugeria que o motor da Ferrari de Reutemann fazia um barulho estranho. Mas não houve frustração pelo segundo lugar. Se não me engano, a plateia ensandecida acabou invadindo a pista para comemorar com seu ídolo.

  13. Antonio disse:

    Sensacional o texto do Caique. Parabéns.

  14. Marcelo Soutello disse:

    Flávio, você comentou que fazia 32 graus ,isso
    às 7 da manhã, com certeza na hora da corrida bateu 40, os bombeiros até deram banho com carro pipa nas arquibancadas.. Eu tinha 13 anos e realmente foi um dia marcante.

    • Ricardo Bigliazzi disse:

      No Rio de Janeiro foi a primeira vez que peguei 42 graus na cabeça… o Autodromo era uma verdadeira grelha de churrasqueira e a gente ficava assando naquele inferno, para quem lembra das arquibancadas dá para imaginar o quanto de “sombra” tinha para a rapaziada. Lembro que entre um treino e outro o pessoal depredou um dos banheiros e fazia do conduíte de água que estava conectado as torneiras uma verdadeira mangueirinha … o cara ficava lá ajoelhado e o resto da rapaziada ficava se molhando na água esguichada. Tempos legais, eramos mais magros e a Barra ainda era um local não tão bem ocupado. (na verdade o Autodromo era no meio do nada).

  15. Alexandre Bento disse:

    E segue o link para a corrida completa…
    https://www.youtube.com/watch?v=ne1OO64OOks

  16. Alexandre Bento disse:

    E segue o link para a corrida completa…
    https://www.youtube.com/watch?v=grY3BFJ0UAc

  17. irio alex disse:

    A F1 já teve muito carro bonito e muitos bizarros.Classifico esse Copersucar e o outro modelo com patrocínio da Skol como uns dos mais legais de todos o tempos.

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