“GP ÀS 10″: CORRIDAS DEMAIS | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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quinta-feira, 1 de março de 2018 - 16:04Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: CORRIDAS DEMAIS

25 comentários

  1. CRSJ disse:

    Para alguns cartolas da F-1 quanto mais corrida melhor, mais dinheiro no bolso.

  2. Brabham-5 disse:

    Quem AMA F1 quer cada vez mais corridas.
    Por mim, o calendário deveria iniciar em fevereiro.
    Agora, para os coxinhas que acham que “temporadas com ‘corridas demais’ vão banalizar a F’1″, eu faço a seguinte sugestão: NÃO ASSISTA ALGUMAS CORRIDAS.
    Faz de conta que algumas corridas não vão acontecer.
    Assim vocês assistem quantas corridas acharem “conveniente”.
    Chatos dos infernos.

  3. Ricardo Bigliazzi disse:

    Só não gostei de terem mudado os horários das Etapas (principalmente Europeias).

    Teremos um monte de Etapas as 11:10hs. Já no meio do dia, achava muito mais legal o horário das 09:00hs.

    De resto, segue o jogo, as equipes falavam que não podiam treinar, que isso era uma sacanagem, e bla, bla, bla.

    Tudo resolvido, um calendário recheado, com 63 baterias de treinos livres nos finais de semana com GP. Muita chance para testar, muita corrida e muito divertimento para nós.

    • Ricardo Bigliazzi disse:

      Quanto ao espaçamento do calendário, acho que as paradas de final de ano são necessárias para que os novos carros sejam finalizados.

      De dezembro a março pode não haver etapas, mas as equipes trabalham a todo vapor. Se não me engano apenas no verão europeu é que as Equipes praticamente fecham as portas por um mês (se não me engano é obrigatório). Portanto férias é um negócio bem regulado no mundo da F-1 e a molezinha do inicio do ano não é tão molezinha assim.

  4. EduardoRS disse:

    Pra mim já banalizou. Eu acordava na madruga pra ver os GPs do Japão e da Austrália. Agora, eu não acordo nem às 9h pra ver algumas provas. E esse ano eu abandonei de vez. Até recentemente eu ainda achava algumas coisas que eu gostava na F1. Hoje, não gosto de mais nada. Absolutamente nada. Ficou totalmente gourmetizada, politicamente correta e nutellizada, como o mundo atual.

    Podem botar 50 corridas no ano, eu não vou assistir nenhuma. Prefiro sair pra pedalar ou curtir um passeio de carro.

  5. TARCISIO FRASCINO FONSECA disse:

    Concordo.
    Quero voltar a o grid de vinte e seis carros.
    Não precisa inchar o calendário. O número sugerido pelo WANDERSON MARÇAL é suficiente.

    • Ricardo Bigliazzi disse:

      O Grid de 26 carros não depende do numero de corridas. Depende apenas de grana.

      Você pode aumentar a participação de equipes se implementar uma dramática simplificação do regulamento alijando da F-1 todo o seu caráter de categoria de ponta do automobilismo, onde tudo o que é revolucionário é aplicado nos carros.

      Isso nunca irá acontecer, é capaz da categoria morrer mas não dar o braço a torcer.

  6. Wagner Neves disse:

    Esse povo tinha que aprender com o Roberto Carlos. Embora hoje ele esteja mais para múmia do que para artista, está há mais de cinquenta anos por cima, justamente por não se banalizar. É simples assim: banalizou, perdeu o valor.

  7. Levi disse:

    Hoje em dia temos a facilidade de poder andar no video game então dá pra ter uma real noção do quanto algumas pistas são ruins.

    Acho que quase tudo feito pelo Tilke do zero é ruim, exceto Sepang. A magna opus do alemão é, de fato, Abu Dhabi, mas o Circuito das Américas no Texas é horroroso também, não tem fluidez alguma e alguns trechos são muito parecidos com Sakhir e Abu Dhabi. Cingapura é péssima também, a China tem aquela reta longa e só, enfim…

    O Hermanos Rodríguez foi estragado porque os pilotos de hoje não têm BAGOS pra encarar a Peraltada. Monza eu achei que melhorou um pouquinho depois que atrasaram a variante Rettifilo. No Forza dá pra jogar sem a chicane e fica MUITO melhor! A pista antiga sem as chicanes era legal também.

    Hockenheim foi mutilada por pressão dos organizadores, infelizmente. A pista era muito extensa e pelo que eu me lembre não tinha arquibancadas na floresta, então o público via os carros no começo da volta e perdia a melhor parte, que eram as altas velocidades atingidas pelos carros. A pista atual não enche os olhos de ninguém mas é bastante técnica e algumas partes legais do antigo traçado foram preservadas.

  8. AS disse:

    … nao entendo a birra com os EUA. Estive em Austin e nao achei que estivesse vazio, muito pelo contrario. Tinha muita gente e com bastante espaco pra circular dentro do autodromo.. Agora querer que seja igual a Nascar ou ter gente como Indianapolis nao vai dar…. questao de gosto. Mas como o pais tem muita gente, sempre tem um bom publico e todos se divertem. A minha torcida e’ pra darem um jeito em Watkins Glen e trazer uma corrida pra Costa Leste… garanto que nao estara vazio.

  9. Pedro Rodrigues disse:

    Pois é…. Concordo com você Flávio: entre 18 e 20 GPs por ano já está de bom tamanho….. F1 é diferente da Nascar…… Também concordo na “qualidade” das sedes dos GPs…… Ache que Nurburgring, Imola, Magny Cours, Estoril…. Essas ainda teriam vaga no calendário no lugar de muitas que estão aí….. Hockenheim perdeu a graça depois que encurtou……… Enfim……….. Minha opinião……….

    Grande abraço………

  10. Élcio Roberto Duarte disse:

    Boa noite,
    Acho que 18 corridas, bem escolhidas, seria a ideal!!
    Realmente algumas estão somente pelo dinheiro, pq a pista em si é horrível!!
    Abu Dabi
    Barein
    China
    Rússia

    • moisesimoes disse:

      - Acho que China é aceitável, além das corridas serem bem legais; a pista é larga com vários pontos de ultrapassagens.
      Mas as demais não fazem falta, assim como as caça-níquéis que já se foram.

    • moisesimoes disse:

      - A pista chinesa é aceitável, acho, Élcio. Vir do retão, fazer o cotovelo e pegar aquela curva dos boxes com tudo, subir um pouquinho e fazer a “caracol” saindo no sovaco do cara é muito bacana. As corridas são boas lá porque a pista é larga e tem bons pontos para ultrapassagem. Quem se lembra da primeira vitória improvável do Rosberg, ainda na não temida Mercedes em 2012? A poluição é que continua sendo o real ponto negativo.
      As demais caça-níquéis (faltou citar Singapura/Cingapura), além das que já se foram, não fazem nenhuma falta.
      Sobre o Vietnã (Vietnã?), eu goste da pista em … Baku! Porque não uma pista totalmente demais em Hanoi/Hanói? =O)

  11. Klauss Mochel disse:

    Embora goste muito muito de corridas, concordo com FG que precisa ter um intervalo padrão entre elas.
    O que acho muito grande é o intervalo entre a última e primeira prova. Tudo bem que na Europa tem frio no mês de dezembro, mas no hemisfério Sul não tem. Penso que 15/dez a 15/mar seria mais que suficiente. 90 dias. Se todos tivessem férias assim, quebraria o mundo.

    • Fabiano Lacerda disse:

      Não, cara, o que nós queremos é justamente a não banalização da categoria, dos GP’s, de tudo o que envolve a F1. Três meses de descanso é bom pra todos descansarmos e sentirmos falta, bom pras equipes e pilotos se aprumarem pra iniciar os trabalhos da melhor forma possível. Três meses de férias é o ideal. E a intensidade do trabalho dos caras é BEM diferente da nossa. Fora que não ficam esse tempo todo de mãos abanando. Já estão em trabalho constante faz tempo…

      • Klauss Mochel disse:

        Mas é o que eu proponho. 3 meses de férias (15/12 a 15/03). Hoje temos 4 (25/11 a 25/03). É demais. Ainda tem o mês de julho. São 5 meses parados e 21 corridas para os outros 7, o que vai na conta do FG. 3 corridas por mês.

  12. AutoCircuito disse:

    Menos quantidade e mais qualidade! Mais um GP nos Estados Unidos? A ficha ainda não caiu que o povo lá não curte a F1?

  13. Paulo disse:

    Ja tem um tempo que crio expectativa somente nas corridas tradicionais. Assisto todas, mas sempre espero com certa ansiedade por Monza, Spa, Silverstone e por aí vai. Sepang tava entrando nessa lista…

  14. Anselmo Coyote disse:

    1. Por mim as corridas “artificiais” em em países que não tem tradição ou interesse no automobilismo nem deviam ter começado, mas já que começaram deveriam parar agora.
    2. Queria uma corrida na Argentina, mas não no Vietnam que nada tem a ver com corridas tbm, embora o país tenha uma história importante.
    3. Mais corrida nos EUA? Não faz sentido mesmo. Já tem uma.
    4. Eu sou fã de F1 e não me importo de onde virá o dinheiro. Não decido nada a respeito, apenas falo do que eu como fã gostaria.
    Tbm não me preocupo com cansaço das pessoas. Isso se resolve contratando mais pessoas, quebrando exclusividades, hegemonias,paradigmas etc. Isso valorizaria das oportunidades à mta gente que está fora do mercado. E sim, eu gostaria de:
    5. Corridas todo final de semana. Se não der, umas 30 pelo menos por ano.
    6. Que as férias do meio do ano fosse apenas para os pilotos “titulares” e que no mesmo período as equipes que corressem com os pilotos reservas. Seria uma forma de valorizá-los, fazê-los aparecer, serem vistos. Do jeito que estão não passam de peça imóvel de decoração.
    7. Para não dizer me chamarem de irresponsável completamente (embora eu seja) sugeriria que as corridas se concentrassem o máximo possível na europa, priorizando países que já tiveram corridas e não tem mais. Duas na América do Norte (EUA e México), duas na América do Sul (Brasil e Argentina), Uma na África (África do Sul). Duas na Ásia (Turquia e Japão). Duas na Oceania (Austrália e Nova Zelândia). O restante na Europa.
    :)

    • Wanderson Marçal disse:

      É a receita pra quebrar a Fórmula 1. Nenhuma equipe consegue bancar um calendário desses. Até o atual é complicado. Aliás, mais corridas e menos carros ou mais carros e menos corrida? Porque é um dilema sim que se põe. Não é por outra coisa que não o aumento de custos que o grid da Fórmula 1 nunca foi tão miúdo. E correr mais significa gastar mais.

      Como dizia o velho Max Mosley, o último gestor da F1 a ter uma dimensão real do “negócio”, a categoria é para no máximo 17 provas, 16 corridas. Deve se concentrar nos mercados tradicionais e na Europa. A Champions League, o campeonato inglês e outros tantos campeonatos não fazem um jogo fora sequer do continente. E são uma febre no mundo todo.

      Menos é mais. E a Nascar, com suas 36 corridas, inchaço absoluto, vê ano após ano sua popularidade cair. A audiência da Daytona 500 nos EUA foi a menor em não sei quantas décadas. Não há milagre: nem a mais bela das obras resiste à banalização. E no caso da F1, que vê ano após ano sua identidade ser atacada, essa é mais uma medida que está descaracterizando a coisa.

  15. joel lima disse:

    Pra mim, o número ideal é o mesmo quando comecei a acompanhar regularmente F1 = 16 gps por ano. Me soava como um número perfeito – assim como a a pontuação até o sexto lugar [ 9 - 6, 4, 3, 2, 1 ]

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