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domingo, 1 de julho de 2018 - 14:15F-1

N’ÁUSTRIA (3)

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MOSCOU (finalmente!)Ah, que delícia que é ver carros quebrando! Corridas não seriam nada se os carros não quebrassem. São essas estrovengas mecânica, hidráulica e eletronicamente falíveis que fazem com que esse esporte renasça sempre que parece caminhar celeremente para a morte no brejo da mediocridade e da previsibilidade.

O que escrevi acima parece exagerado, uma construção empolada e de estilo duvidosíssimo, mas juro que não é. Exagerado, quero dizer — o resto é questão de gosto. Afinal, o que aconteceria com esse diabo de Mundial de F-1 se desse a lógica hoje na Áustria, com uma dobradinha da Mercedes e Vettel, com muita sorte, em terceiro ou quarto? Hamilton, depois de vencer na França no domingo passado, iria estufar o peito após mais uma vitória e chegaria a Silverstone, domingo que vem, prontinho para fechar o caixão da Ferrari. A autoestima do alemão e de sua ruidosa equipe cairiam a um nível mais raso que a de Messi e seus companheiros albicelestes. Estaria tudo acabado.

Mas…

Primeiro, Hülkenberg quebrou: uma espetacular explosão do motor Renault do alemão, produzindo uma fumaça densa e branca como não se via num GP havia muito tempo. Isso foi na volta 12. Prenúncio de que a prova de Spielberg poderia ser uma daquelas “old fashioned”, com carros largados no meio da pista para desolação de seus pilotos desgraçados pelo destino?

autd189fLogo depois, a certeza de que seria assim, mesmo. Na 14ª volta, o Mercedão do pole Bottas pifou — problema hidráulico (ou motor que aquece, lembram?), sistema falho que afetou o câmbio, e o finlandês ficou sem marchas. Ele já tinha largado mal, muito diferente do ano passado, caíra para quarto no meio da primeira volta, se recuperou, mas acabou perdendo a ponta para Hamilton, que com dividia a primeira fila.

A primeira volta, diga-se, foi também daquelas à moda antiga, com a já mencionada má largada do pole-position — algo cada vez mais raro — e o terceiro no grid, Raikkonen, no caso, se enfiando entre os dois primeiros para tentar uma manobra improvável e chegar à curva 1 na frente. Não deu muito certo, mas ele conseguiu se manter em segundo por boa parte da volta, até ser passado por Bottas de novo e Verstappen, que lhe deu um ligeiro e involuntário totó para ganhar a posição.

Começava bem a corrida do agradável domingo tirolês, com 24°C e o sol banhando o mar laranja das tribunas tomadas por torcedores do jovem Max — já que a Holanda não está na Copa, a turma se deslocou em massa para ver o moleque da Red Bull no interior austríaco. Hamilton, Bottas, Verstappinho, Raikkonen, Ricardão e Vettel eram os seis primeiros. No fundão, Alonso, em último por ter largado no box, já demonstrava irritação pelo rádio e pedia para a McLaren inventar algo, já que não pretendia passar 71 voltas se arrastando lá atrás — como se verá adiante, começou a chorar antes do tempo e desnecessariamente.

As quebras em sequência de Hulk e Sapattos levaram a direção de prova a acionar o safety-car virtual e nesse momento toda a turma da ponta, exceção feita a Hamilton, o líder, foi para os boxes trocar pneus. O britânico ficou estarrecido. “Como assim?”, perguntou ao seu engenheiro. “Não era para a gente parar também? O que estamos fazendo?”

Jogando a corrida fora, eu poderia responder, caso fosse possível me intrometer nesse tenso diálogo radiofônico. Quando as bandeiras verdes foram acionadas e a pista liberada, Lewis tinha apenas 13s de vantagem para Max, e ainda precisava parar. James Vowles, o estrategista de Hamilton, entrou no rádio e pediu desculpas pela iminente perda da liderança. “Foi culpa minha, parceiro”, falou. O piloto, sem ter muito o que dizer, apenas suspirou. Na volta 26, sem pneus, acabou parando e voltou em quarto, atrás de Verstappen, Ricciardo e Raikkonen (que fora ultrapassado pelo australiano). E à frente de Vettel, pelo menos.

OK que era cedo, estávamos apenas com 30 das 71 voltas completadas, mas graças a uma quebra e uma trapalhada da Mercedes, desenhava-se uma improvável dobradinha da Red Bull em casa –literalmente; a Áustria é a pátria da equipe e o autódromo pertence à fábrica de energéticos. Só que o australiano, aniversariante do dia, começou a perder rendimento. Apareceram bolhas em seus pneus e ele teve de ir aos boxes logo depois de ser ultrapassado por Kimi. Voltou em quinto. O mesmo problema afetou a borracha de Lewis, e aí foi Vettel quem percebeu, foi para cima e passou, assumindo a terceira posição.

Hamilton, já abalado psicologicamente pela burrada da equipe de não tê-lo chamado para o pit stop com o safety-car virtual, passou então a se lamentar pelo rádio. “Gente, esses pneus não vão aguentar…”, começou. “Gente, estamos jogando essa corrida no lixo…”, depois. “Gente…”, e assim foi. As respostas eram sempre em tom de clemência. “Você está certo, Lewis, mas vamos tentar alguma coisa, confiamos em você”, ouvia de volta. Até que na volta 53 ele parou para um novo jogo de pneus, caindo de quarto para quinto, atrás de Ricciardo. Lá na ponta, Verstappinho era só tranquilidade. “Não se preocupem”, falava para o time. “Está tudo bem.”

Então, mais uma quebra vitimou um candidato ao pódio. Justo Ricardão, na volta 54, com o escapamento rachado num ponto que ameaçava arrebentar o câmbio. O “está tudo bem” de Max, desse modo, se transformou numa enorme preocupação para os rubro-taurinos. Se um carro tem problema, a chance de o outro abrir o bico igual nunca pode ser descartada. Santas quebras, eu diria!

Para piorar, as imagens mostraram que o pneu traseiro esquerdo do holandês também tinha bolhas assustadoras, como as que levaram Daniel ao segundo piot stop. Ele chegaria ao fim? A Ferrari vinha babando com Kimi e Sebastian em segundo e terceiro, com pneus aparentemente bem melhores. E faltavam 15 voltas, ainda.

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Mas quem acabou parando, por incrível que pareça, foi Hamilton, na volta 64. “Parece que estou perdendo potência”, choramingou pelo rádio. O time mandou encostar o carro — a bomba de gasolina deixou de funcionar. Era inacreditável. Depois de 33 corridas seguidas nos pontos, o tetracampeão batia no cinto pela primeira vez antes de ver a quadriculada. E pela primeira vez desde o GP da Espanha de 2016, quando Hamilton e Rosberg bateram logo no começo da corrida, a Mercedes amargava um abandono duplo.

As últimas sete voltas foram de alguma aflição para Verstappen porque Kimi, que ficara a maior parte do tempo entre 5s e 7s atrás, começou a descontar a diferença. Mas nada, para ser honesto, muito agudo. Vettel também estava perto do companheiro, mas a Ferrari não ousou solicitar uma troca de posição. O pau estava comendo pra valer mesmo na rabeira da zona de pontos, com Alonso, Leclerc, Pérez, Ocon, Gasly e Ericsson se divertindo e divertindo o público num passa-passa interminável.

Max acabou recebendo a bandeirada 1s5 à frente de Raikkonen, com Vettel fechando um pódio curiosamente idêntico ao da primeira vitória do holandês na F-1 — na já citada prova de Barcelona de 2016 que tivera os dois carros da Mercedes fora. Em quarto e quinto, para festa da simpática Haas, Grosjean e Magnussen, fazendo o melhor resultado do time até hoje na categoria e levando-o de sétimo para quinto entre os construtores. Ocon foi o sexto, depois de interessante batalha com Pérez, com Alonso, Leclerc e Ericsson fechando o top-10. Dois carros da Sauber nos pontos era algo que não se via desde o GP da China de 2015.

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Max ganhou pela quarta vez na F-1 e era só sorrisos no pódio, assim como Vettel, terceiro colocado (Kimi era o de sempre, esperando para tomar o primeiro gole do champanhe sem mover um músculo da face). O alemão não tinha muito do que reclamar, mesmo. Terceiro no grid, caiu para sexto na largada após uma punição ontem e terminou em… terceiro, onde deveria ter largado. Hamilton não pontuou e, assim, ele voltou incrivelmente à liderança do Mundial, agora com 146 pontos contra 145 do inglês.

A possível arrancada da Mercedes nos três finais de semana seguidos de GPs europeus foi barrada por ela mesma. As duas quebras podem ser consideradas uma decepção semelhante à da seleção da Alemanha eliminada na primeira fase da Copa da Rússia. A diferença é que, para a equipe de F-1, ainda há 12 corridas pela frente para se recuperar. Para o time de Joachim Löw, serão necessários mais quatro anos de espera.

74 comentários

  1. CRSJ disse:

    Esse GP da Áustria acabou virando um território holandês com a vitória do Verstappinho que hoje é o novo Show Man da F-1. O que parecia perfeito pra Mercedes no início acabou virando um pesadelo com os dois abandonos, o Vettel e a
    Ferrari que aproveitem essa nova chance dada pelo destino retomando as duas lideranças nos Mundiais de pilotos e construtores.

  2. Alexandre disse:

    Foi o primeiro abandono duplo da Mercedes na era híbrida com problemas mecânicos nos dois carros (abaixo só os abandonos por problemas mecânicos):

    Lewis Hamilton
    2018 Áustria Pressão de gasolina
    2016 Malásia Motor
    2015 Singapore Acelerador
    2014 Canadá Freios
    2014 Austrália Motor

    Veltteri Bottas
    2018 Áustria Hidráulica
    2018 Azerbaijão Furo de pneu
    2017 Espanha Motor

    Nico Rosberg
    2015 Itália Motor
    2015 Rússia Acelerador
    2014 Singapore Eletrônica
    2014 Grã-Bretanha Câmbio

  3. HTO disse:

    Será que a quebra dupla da Mercedes tem algo a ver com a atualização dos motores? Ficaram mais potentes e perderam confiabilidade???

  4. Freitas disse:

    Ao contrário de outros que criticaram o formato do seu artigo, gostei bastante do novo “formato”. Fugiu da mesmice de outros comentaristas e tornou a leitura muito mais interessante. Parabéns!

  5. Brabham-5 disse:

    Como eu sempre disse, Lewis Hamilton é o Neymar Jr. da F1.
    Piercinzinho no nariz, “cantando” com a Cristina Aguilera, e agora posa usando saia para uma capa de revista.
    (E as piadinhas eram com o Nico Rosberg, chamado maldosamente de “Britney”!!)
    E lá está de volta o Vettel na frente do campeonato, mesmo por um ponto.
    Os anti-Vettel piram.
    Para quem já achava que o campeonato acabou ao final da corrida de Paul Ricard….
    Decepção de novo.
    Querem um lencinho?

  6. Mônica disse:

    Olha a prova do eu digo! O meu gatão despertou o seu olhar de caçador! A Ferrari daqui a pouco vai mexer nessas posições.

  7. Thiago Azevedo disse:

    O Verstappen guiou demais, usou plenamente os recursos que tinha. E se adapta muito bem às diferentes circunstâncias. Pilotaço.

    Diferentemente dos pilotos da Ferrari, que chegaram com os pneus em ótima situação a ponto de fazer sucessivas melhores voltas no fim.

    Se o Raikkonen tivesse começado a sentar a bota antes, provavelmente teria chegado no holandês. Aquele monte de borracha que sobrou nos pneus não têm serventia quando a corrida acaba.

  8. Segafredo disse:

    Mais uma demonstração esplêndida de Alonso!! Se não foi o piloto do dia, que poderia ser?

  9. GASTAO disse:

    Para mim, a grande surpresa foi nao ter havido troca-troca na Ferrari, tipo: Kimi, o Vettel está mais rápido que tu…

    Imaginem se esses pontinhos fizerem a diferença no fim do campeonato.

  10. TYRRELL disse:

    Cheirinho de 2016…

  11. Bob disse:

    Porra Flavio, esse texto esta muito longe dos seus comentários pós corridas, ou volta a escrever de modo divertido ou vai cair no mais do mesmo da manada!

  12. PEDRO SILVA disse:

    Eu discordo de a Ferrari estar à frente, o que se viu na corrida foi um ritmo decepcionante, se não fossem as quebras de Red Bull e Mercedes, a Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel só restariam quinto e sexto lugares. A Mercedes sim está muito forte, de um jeito até desanimador para o campeonato, nem estão usando os pneus com menos borracha da Pirelli (que ultimamente foram a sua salvação) e exercem dominância, acho que Silverstone pode ser mais do que um passeio no parque.

  13. Ricardo Bigliazzi disse:

    Boa corrida, sempre bom ver a Mercedes fora da zona de conforto.

    Quanto ao resto vale a pena lembrar que Idiota Veloz Espanhol nunca deixou de ter razão, o carro que ele não consegue desenvolver ficaria novamente fora da zona de pontos se o festival de quebras não tivesse acontecido.

    Como diz a minha Mãe: “devagar se vai ao longe”.

  14. Danilo A. disse:

    Que texto estranho. Não é bem o estilo do Flávio.

    Flávio, tá tudo bem aí? Tá com febre? Dor de cabeça? A Copa tá mexendo contigo? A convivência com o Sormani te fez mal?

  15. Edison disse:

    O regulamento precisa ser revisto para que os pilotos sejam obrigados a tirar o máximo dos carros nas corridas, hoje eles pilotam economizando motor, combustível, pneu. Com isso haveriam mais quebras, tornando as corridas mais imprevisíveis.

  16. peter disse:

    Gostei de… “Lá na ponta, Verstappinho era só tranquilidade. “Não se preocupem”, falava para o time. “Está tudo bem.”

    Depois de tudo que já falaram sobre a maturidade e temperamento dele, consegue fazer 3 corridas impecáveis, como se nada tivesse acontecido antes. O lugar natural dele é na frente, como eu já tinha percebido na corrida da Malásia no ano passado. Correndo na frente ele mantém tudo sob controle absoluto e fica em paz.

  17. Paulo Pinto disse:

    O Canguru Terceirizado (não passa de terceiro nos mundiais) deve ter comido um bolo com gosto amargo neste seu aniversário. Além de quebrar, viu o moleque (que vai derrotá-lo e não demora) vencer no circuito da Red Bull administrando a corrida e os pneus.

  18. Michael Esdren disse:

    o hamilton sempre teve muita sorte já ganhou muita corrida e campeonatos assim, massa e rosberg que o digam, hoje começou com sorte mas depois a casa caiu, levou um passão do Vettel e depois o mercedinho abriu o bico….

  19. Michael Esdren disse:

    E O SPORTV SÓ CHUPANDO O HAMILTO…….

  20. Bola da Vez disse:

    A Mercedes pagou o seu pedágio de quebras e a Ferrari aproveitou. Acredito que daqui pra frente a brincadeira vai ser outra.

  21. Giovanni disse:

    Não é o carro ser mais rápido que faz a F1 mais legal, mas sim é a chance de algo acontecer, seja um erro do piloto ou da equipe. O aumento da previsibilidade só contribui pra ferrar a F1. É só olhar a copa do mundo, em que a imprevisibilidade tornou jogos fracos em jogos de muita tensão e emoção!

    Na F1, imprevisibilidade é o que a chuva traz, por exemplo, assim como as quebras e pistas mais estreitas, com caixas de brita também até uns 15 anos atrás. Como não existe tecnologia para evitar a chuva, os caras enfiam bandeira vermelha e safety car em qualquer gota a um raio de 20km do circuito. Do jeito que a coisa anda, só falta permitirem pistas dentro de uma espécie de bolha, megaginásio com teto, tudo em nome da segurança!

  22. Pires disse:

    Tudo que é alemão não presta. À exceção do Vettel e do Schummi, é claro.

  23. Celio ferreira disse:

    É Fangio tinha razão …carreras são carreras né Mercedes..

  24. Victor disse:

    Flavio, para mim o piloto do dia foi o Alonso, que alem de chegar em oitavo, ele e o oitavo no campeonato, atras somente dos pilotos das tres grandes e Magnussen, nao e ruim nao

  25. murilo medeiros disse:

    A melhor corrida do ano, e eu assistindo Russia vs Espanha!

    Se a Mercedes deu ordem de “equipe” pro Ocon abrir para os carros prata em Mônaco, porque que o Kimi não cedeu a posição pro Alemão? São três pontinhos que podem fazer diferença.

    • Celio ferreira disse:

      Kimi ta mordido , e sem emprego pra 2019..até o fim do ano , êle vai
      mostrar pra Ferrari por que é campéão mundial de 2007

    • moisesimoes disse:

      - Essa é fácil. Não cedeu, primeiro porque (teoricamente) não houve ordem à Kimi. Segundo, considerando a pouca vergonha citada no episódio Mercedes / Force India, seria muita vergonha a Ferrari repetir o episódio Barrichello/Shumacher na Áustria, mesmo sendo uma ordem entre segundo e terceiro lugares em questão. Não ia faltar latinha da Red Bull pra jogar no pódio, pode ter certeza.
      Porém, não faltarão oportunidades para ambas as equipes repetirem essas manobras duvidosas. Pra mim, a coisa se resolve na pista entre os pilotos, sem ordens de equipe.
      Leclerc deve saber onde está se metendo.

    • Se dá passagem a turma enche o saco, se não dá, enche o saco…

      a Ferrari deixou seus pilotos se entenderem na pista e isto que importa.

  26. Alfredinho disse:

    Eu não sei quem foi o piloto do dia mas, justiça seja feita, a minha escolha seria Alonso. O cara com um carro meia-boca e largando dos boxes fez uma corridaça!

  27. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F & G ; GP da Áustria, até agora , recorda-me da velha escola da F-1, méritos dos Pilotos,fracasso total do Diretor da Equipe das Flechas-prateadas, (Mercedes-Benz), errou três vezes: na escolha do novo motor, deveria colocar somente no carro de Bottas, errou na escolha dos pneus, errou na estratégia de corrida de Lewis. Enfim a Equipe Mercedes-Bens também erra. Max Verstappem , correu com a cabeça em cima do pescoço nota dez para o menino, A corrida de Raikkonen, mostrou para a Ferrari que ele é uma peça fundamental para o conjunto da Equipe Ferrari, nota 8,0(oito). O piloto Sebastian Vettel, foi sacaneado pela direção da prova punindo-o no grid, nota 6,5( Seis e meio), a equipe Haas, teve um ótimo desempenho do Piloto Grosjean, foi sensacional nota 9,5 (nove e meio) e K.Magnunssem foi correto está com pilotagem e resultados muito consistente .Nota 9,0(nove), Fernando Alonso saindo dos Boxes levou a Mclaren em uma recuperação simplesmente fantástica, realmente El Fodon , para mim foi o melhor desempenho do GP, leva um dez ,e gostaria de falar que o melhor momento foi o novato Charles Leclerc , que teve paciência e desempenho para superar tudo que deu errado, chegando aos pontos. Para mim o melhor da corrida foi Fernando Alonso e Charles Leclerc.
    O Pior da corrida O diretor da Mercedes- Bens, errou, errou e errou …!!!, Nota para o Bottas 6,0 (seis), problema hidráulico, travou o câmbio, não foi isso foi o motor que quebrou mesmo.. Para o Piloto Lewis nota 4,0 ( quatro) aceitou passivamente o erro do estrategista , deveria sim ter entrado no boxe.

  28. Guilherme disse:

    Sou torcedor do Raikkonen, mas acho que ele esse ano vai vai ser o ultimo na f1, mas vai pelo menos encerrar a carreira com no minimo 100 pódios, só falta mais 4 pódios em 12 corridas pra disputar

  29. clodoaldo lelli disse:

    foi impressão minha ou o vettel deu um migué entrou com uma latinha de red bull e bebeu no pódio seria uma homenagem a sua antiga equipe pela vitoria em casa ?

  30. Garlet disse:

    Vibrei muito com as duas mercedes quebrando, desculpe a sinceridade. E parabéns pel aFErrari não fazer jogo de equipe, o Vettel ficou 5 voltas a 1,5 s do Raikonen. Quero ver os antiferraristas lavarem a boca com sabão agora.

  31. Edgard disse:

    Olha, seria a humilhação total se a Mercedes, com um carro totalmente novo, sem ser testado, ganhasse e fizesse dobradinha – além de acabar o campeonato.
    Tomara que tenham de mudar algo no carro, para perderem posições e dar um gás no campeonato, pois quando eles resolverem terminar, vão fazer isso sem dó, nem piedade…

  32. Thiago Moyses disse:

    Flávio, sempre concordo com suas análises mas discordei quando cravou que a Mercedes iria disparar na frente. Percebi que a observação de Emerson antes da corrida foi boa. A Ferrari está no páreo e a Red Bull chegou ou está chegando e, por isso, a Mercedes está arriscando para se manter na frente. Para andar nesse ritmo o carro quebrou, então acredito por enquanto em um equilíbrio e talvez, com o potencial que tem, a Red Bull pode dar aquela melhorada na segudna metade do campeonato. O motor Ferrari está mais forte, podemos ver nas duas Haas e também nas Saubers, a Mercedes logo atrás ou digamos, igual, pdoendo ser a diferença aerodinâmica ou por outros compnentes. Se a Mercedes continuar arriscando, o que acho bacana, poderá ter mais quebras, assim como seus concorrentes. Emerson disse que ainda vê a Ferrari levemente na frente, talvez ele tenha razão. Queria conferir quantas voltas mais rápidas o Raikkonen tem na carreira, estava próximo de bater o recorde do Schumacher. Abraço.

    • Paulo Pinto disse:

      Schumacher possui 77 voltas mais rápidas e Raikkonen vem em segundo com 46, ou seja, a diferença é de 31 voltas mais rápidas. O recorde anual pertence aos dois com 10 vmr. Isso significa que, mesmo renovando mais um ano com a Ferrari, Raikkonen não tem chances de bater esse recorde.

      Para qualquer informação, Thiago, consultar STATSF1.

      • Thiago Moyses disse:

        Oi Paulo, Obrigado. eu consultei isso ontem e constatei. Me lembro que o Kimi estava mais ou menos no memso lugar umas 3 temporadas atrás, mas fez poucas voltas mais rápidas nesse período. Então a chance realmente já era. Mas se considerar que o Schumacher teve um carro absoluto por 5 anos, algo que o Kimi nunca teve, os dados dele são mais impressionantes. Entrei nos recordes da F1 (tem na wikipedia também) e vi coisas bem interessantes que mostram a semelhança entre Alonso, Vettel, Raikonnen e Verstappen – e mais ou menos ou hamilton (ele já entrou numa equipe grande). O Alonso que praticamente abriu essa era de jovem pilotos, ele e o Raikkonen. E para quem criticava o Rosberg, o número de poles que ele tem, e exatamente batendo o Hamilton, o melhor da história neste quesito.

      • McLaren-12 disse:

        Não faça isso, Thiago! Não siga conselho desse lunático ou entrará pra sempre na matrix de número.

        Daqui a 1 ano voc estará aqui comentanto que fulano é o piloto que mais fez curvas pra esquerda em segunda marcha com o pneu supermacio.

        Fuja dessa!

      • Paulo Pinto disse:

        Não exagera, “viúva”! É TPM?

      • McLaren-12 disse:

        Não vi tua mulher hoje, Pinto! Logo, não sei te dizer.
        Pergunte a ela.

      • Paulo Pinto disse:

        Hahahahahahaha! Perdendo a compostura? Sem chances “viúva”! A vida já me vacinou contra ataques pessoais.

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