“GP ÀS 10″: ANTICLÍMAX | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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terça-feira, 9 de outubro de 2018 - 1:48Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: ANTICLÍMAX

32 comentários

  1. Bola da Vez disse:

    Desta temporada restaram as sobras. O prato principal ficou mais uma vez com a Mercedes.

  2. CRSJ disse:

    Essa falta de competição vale mais pelos erros da Ferrari e do Vettel, e já o Bottas nunca vai conseguir lutar pelo Título numa situação dominada pelo Hamilton na Mercedes por ele ser especial.

  3. Valmir lopes disse:

    Chama o rosberg

  4. Júnior disse:

    2020 sp terá: wec, formula E e formula 1, estão criando a W séries, formula feminina, e não vi nada aqui no blog ……Sou seu fã Flavinho, mas o blog ta abandonado hein….abs

  5. Charles disse:

    A Fórmula 1 não pode consentir com um regulamente que permite irem à pista carros com motores com diferença de até 3 segundos por volta, isso tem que ser repensado, uma equalização obrigatória da potência, mas não dos motores em si que devem continuar com construção livre, é mais do que urgente, fazendo isso, as diferenças em desempenho ainda premiarão as equipes mais competentes mas o espaço entre um carro e outro será de milionésimos, e não de segundos; A Fórmula 1 não pode impor aos pilotos que levantem o pé do acelerador para economizar motor e combustível, é o mesmo que você ir visitar o Jurassik Park e na beira da cerca não ver nenhum dinossauro, 1 motor para 2 corridas é medida urgente e liberação total do fluxo de combustível tem que ser para ontem; a Fórmula 1 não pode estimular as equipes a fazerem ultrapassagens no box, isso acomoda os pilotos na pista que não irão querer se arriscar se podem tentar o undercut, é preciso o fim do uso obrigatório de dois tipos de pneus e portanto o fim da parada obrigatória, as coisas têm que ser resolvidas na pista; A Fórmula 1 tem que acabar com esse sistema bizarro de classificação, Q1, Q2, Q3 (e antes era bem pior, era um “Q ùnico”), porque na hora de tomar tempo é impossível um piloto não ser atrapalhado por outro que já vez a tentativa e está em volta lenta ao box, é preciso readotar o sistema de volta lançada, 1 ou 2 tentativas para o piloto tomar seu tempo somente contra a pista, sozinho, isso contribuiria para a imprevisibilidade do grid de largada, o que melhoraria as corridas (desde que não hajam carros 3 segundos mais rápidos que outros porque daí a diferença é tirada me poucas voltas); A Fórmula 1 deve acabar com a divisão de dinheiro atual, a Ferrari sozinha recebe quase metade da grana, divisão igual para já, A Fórmula 1 tem que acabar com essa história de pacto de concórdia, e necessidade de aprovação das equipes para mudança de regras, o Bernie diz que democracia na Fórmula 1 não dá dá certo, ele tem razão, só que quem criou esse cartel dando poderes ilimitados para as equipes foi ele mesmo; A Fórmula 1 tem que repensar o sistema de motores, tem que liberar uma construção livre e livre adoção do tipo de propulsor, que a fabricante deve escolher à vontade entre turbo, turbo híbrido ou aspirado, desde todos eles sejam equalizados pela Fia para ter a mesma potência (o refinamento aerodinâmico é que determinaria as equipes mais fortes)

    • Charles disse:

      Só complementando: A F1 deve acabar com a aberração da asa móvel já (que na verdade é uma solução bisonha para os problemas que as regras da própria F1 criaram) e os pneus não podem ser esfarelantes, devem ser duráveis e que permitam desempenho máximo durante a corrida toda.

  6. Mario disse:

    Eu ainda acho que se a Mercedes tivessem dois pilotos no mesmo nível, a coisa seria diferente. O Rosberg e o Hamilton disputaram o mundial de 2016 até a última prova, se não me engano. Isso já é entretenimento mais que suficiente -igual Prost-Senna na McLaren. Agora, com o Sapattos não tá rolando né – ele que me desculpe, mas o cara não oferece a menor combatividade.
    Lógico que as ideias malucas nas nossas cabeças não serão concretizadas – agora imagina assim, a Mercedes pensa: “o público está perdendo interesse pela F1 – isso é ruim pra gente; mesmo ganhando o campeonato eu perco sempre público. Então, como nós, Mercedes, sabemos que vamos ganhar o campeonato, já vamos aqui chamar um outro piloto de ponta pra competir com o Hamilton, porque assim pelo menos o campeonato fica mais emocionante e traz mais público/dinheiro”
    Hamilton X Alonso, ou Ricciardo, ou qualquer um que faça algo mais que o Bottas, ia ser demais. – se a Mercedes chama o Alonso, nossa, o que ia ter de gente vestindo a camisa dos caras, ia chover dinheiro pra publicidade e a marca ficaria exposta.

    • Fernando disse:

      Mas a Mercedes já teve dois campeonatos assim, com Hamilton e Rosberg disputando sem preferências o campeonato todo. Não entendi. Quem proibi isso desde sempre é a Ferrari, principalmente no tempo de Schumacher e de Alonso. Rosberg foi campeão em igualdade de condições. Mesmo a RBR só permitiu disputas entre seus pilotos em um ano. Porque tanta reclamação contra a Mercedes e Hamilton? Não entendo.

      • Mario disse:

        Amigo, leia de novo o que eu escrevi.

        Eu não reclamei de nada da Mercedes, só falei que um piloto mais combativo que o Bottas para brigar com o Hamilton traria mais emoção e provavelmente mais dinheiro e atenção a Mercedes pela marca ficar exposta. Só isso.

        Comentaristas de internet e a mania de querer criticar todo mundo. Tempos sombrios…

      • Fernando disse:

        Meu caro, sua resposta não relação alguma com o que eu escrevi. Acho que você postou no lugar errado.

  7. Max Moesley disse:

    O maior problema de todos é o DRS. Os pilotos de carros melhores ultrapassam todo o pelotão inferior em poucas voltas, sem resistência.
    O que estamos vendo esse ano de toda corrida um piloto de uma das 3 grandes larga no fundo (ou cai pra lá depois da primeira volta) e termina a corrida no mínimo em sexto lugar não aconteceria com tanta frequência sem o DRS

  8. Marcio disse:

    Assisto F1 desde os tempos de Piquet, Senna, Mansell, etc. A morte do Senna não foi suficiente para eu parar de assistir a F1. A saída do Massa, ultimo brasileiro, não foi suficiente para eu parar de assistir a F1. Este ano, no entanto, depois do quinto ano de domínio da Mercedes, com a saída do Alonso, final de carreira do Raikonen, parece que sobrou apenas Hamilton, Hamilton, como veterano da F1. A perspectiva de mudança não existe, pelo menos não nos próximos dois anos. Infelizmente a F1 perde mais um fã de longa data. As duas últimas corridas já não assisti…

    Agora, imagina se o Alonso vai pra fórmula E? Se eu fosse da F-E pagava o que ele quizesse pra ter ele…

  9. Paulo disse:

    Se tivesse dois pilotos de alto nível na Mercedes, o campeonato estaria melhor. Mas não vai acontecer.

  10. Clayton Araujo disse:

    A cada ano que passa as corridas estão ficando sem graça e previsivel. Até entre peneus que havia concorrência, hoje não existe mais. Em resumo são duas equipes brigando pelo título no máximo, e um só piloto é o beneficiado. Acredito que se copiassem a Formula Indy onde cada carro “veste” um patrocinador, as coisas podiam dá uma melhorada, aliada é claro, à mudança nesse regulamento louco de zilhões de dólares gastos e suas punições de 200 posições no grid. Um saco!

  11. clodoaldo lelli disse:

    corrida demais grid minguado só um ganha tá chato acho que assisto porque estou acostumado

  12. joel lima disse:

    Acho que o regulamento da parte técnica tinha que ser o mais genérico possível, do tamanho da constituição americana rs. Congelamento de regulamento gera esse risco = a equipe que está se dando bem com o regulamento fica quase sem concorrente, pois não há lógica capitalista numa equipe investir milhões pra algo que em dois anos não vai valer nada. Lembro que o motivo do maior domínio de uma equipe numa temporada – 88, McLaren, Prost e Senna ganhando 15 de 16 e só deixando de ganhar em Monza por barberagem de Senna – só foi possível porque era o último ano do motor turbo, portanto nenhuma marca de motor desenvolveu uma tecnologia que não existiria no próximo ano – menos a Honda, pois o Japão na década de 80 era em termos de economia mundial o que a China é hoje.

  13. Marmelada-44 disse:

    A equipe alemã não voltou para brincar, voltou para ganhar. Até o Rosbifinho ganhou um título.

  14. Luis Eduardo disse:

    A F1, pra sobreviver, precisa abandonar o conceito de que precisa, sempre e necessariamente, ser a categoria top em tecnologia e a referência para os desenvolvimentos dos carros de rua. A evolução do automóvel, atualmente, está descolada da F1., que precisa voltar a valorizar a competição, a corrida em si, como era até os anos 90. Encher o grid para dar mais chance às equipes garagistas e aos novos pilotos, deixar as fábricas apenas como fornecedoras, mudar o formato das corridas para levar os carros mais ao limite e torná-las mais imprevisíveis.

  15. Lucas disse:

    Mundial com muitas corridas é melhor pq realmente ganha no fim quem fez o melhor trabalho, deveriam acabar com essa quantia toda de dinheiro que a Ferrari ganha, melhor distribuir entre as equipes menores.

  16. Alex disse:

    Lembrei de um ótimo texto do saudoso Marcus Zamponi sobre o grande prêmio do lado Japão de 1987, publicado na revista auto esporte na época… Zampa comparou a triste decisão do campeonato, com o acidente de Mansell na 6a feira, com o estouro de um grande e belo balão. Todas as expectativas sobre o duelo que se esperava entre Mansell e Piquet, se desintegraram em um instante e campeonato morreu ali. Agora, 31 anos depois, o balão foi murchando aos poucos…e com ele, a fórmula 1, que caminha rapidamente para o brejo. Graças aos interesses financeiros e aos zilhoes de trumps-escrotos que as grandes montadoras despejam em seus carros, liquidando a possibilidade de uma boa diaputa

  17. Jorge Okamoto disse:

    Lembrei de Suzuka 98 quando o Mika Häkkinen ganhou seu primeiro título após o Schumacher abandonar devido a um estouro de pneu. Além disso, lembro muito bem do Mika ir cumprimentar o Schumacher antes de entrar no carro com os dizeres “Fair play” (devido ao acidente na F3 entre os dois).

  18. Kalkutah disse:

    Oi Gomez -

    O que você acha da possibilidade das equipes de ponta que não a Mercedes – Ferrari e Red Bul – reduzirem gradativamente o desenvolvimento dos carros, segundo o regulamento atual, com vista no regulamento que deve entrar em vigor em 2021?

    Eu tenho a impressão que se a Ferrari ou Red Bul não conseguirem nada muito significativo durante o desenvolvimento e testes de inverno, ou na melhor das hipóteses até meados de 2019, o investimento em desenvolvimento pode minguar, e ser bem pequeno durante 2020.

    Tudo sob expectativa do novo regulamento de 2021, e se tornar a próxima “Mercedes” da próxima era regimental.

    Esse risco se materializando pode tornar os campeonatos de 2019 e 2020 ainda mais previsíveis (embora deva pavimentar o caminho para o Hamilton perseguir os recordes restantes – típico cara de sorte: quem está preparado para tirar o máximo da(s) oportunidade(s) que se apresenta(m)).

    PS: o áudio estava perfeito, não notei alterações.

  19. Paulo Rickli disse:

    Pois é… nesse formato atual com tantos GPs e o dominio absoluto de uma equipe , a chance de a F1 chegar em Interlagos já praticamente decidida é muito grande .

  20. Paulo disse:

    Concordo com tudo. Temo pelo futuro da F1. Esses próximos dois anos com o mesmo regulamento e a mesma previsibilidade podem fazer um estrago em termos de perda de audiência que pode não ser superado mesmo com as novas regras previstas para 2021.
    Fiquei pensando nisso durante a corrida da MotoGp, que foi logo depois do GP do Japão. A competitividade da categoria de motos é incrível, e me deu uma tristeza imensa em pensar como a F1 está hj. (Inclusive, as corridas da F2 estão muito melhores do que as da categoria principal).

    Agora Flávio, que demais esse carrinho de bebidas da Varig! Se puder, conte um pouco sobre ele.

  21. Robby disse:

    O maior culpado pelo marasmo e domínio total de apenas uma marca é a F.I.A. que impôs o congelamento de motores na era hibrida.

  22. Giovanni disse:

    A Toro Rosso com a Honda estava 8km/h mais lenta que os demais carros.

    Só há uma forma de bater a Mercedes no atual regulamento:: alguém despejar tipo US$ 1 bi, 1,5bi durante duas temporadas numa mesma equipe pra tentar reverter a situação.

  23. Flavio Padilha disse:

    Prezado Jornalista, Flavinho Gomes…Bom dia!
    Ouvi atentamente suas palavras e considerações e voltando no tempo, fora a era Schumacher, a coisa era mais animada.
    Eu vejo pelo lado mercadológico dos carros de rua, onde a Mercedes, ao utilizar 1000 pessoas em 2 carros por GP, se mostra claramente querendo o mercado dos EUA, onde ela fará de tudo para que Hamilton ganhe e nos próximos 2 anos tirar o recorde Schumacher e da Ferrari dos livros de história.
    Um grande abraço.

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