“GP ÀS 10″: O BI DE PIQUET | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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terça-feira, 16 de outubro de 2018 - 11:53Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: O BI DE PIQUET

39 comentários

  1. CRSJ disse:

    O Nelson já deu o recado no guia Autoesporte do GP Brasil de 1983 que aquele Título daquele ano era dele e que se alguém quisesse ser campeão que treinasse pra outra temporada. Ele chegou a ficar 14 pontos atrás do Prost faltando três provas para o final, o Nelson foi o cara das viradas impossíveis na F-1.

  2. DENNIS R C disse:

    O melhor piloto brasileiro de todos os tempos, na época de ouro da F1. Parabéns Piquet!!!

  3. Brabham-5 disse:

    Vale lembrar que ele estreou na F1 em 1978, se não em engano.
    Em apenas 3 anos já era campeão pela primeira vez. Indiretamente aposentou o Lauda na Brabham.
    Tenho pena e certo desprezo por aqueles que se negam a conhecer e reconhecer a importância e o tamanho de Nelson Piquet para o automobilismo brasileiro e a F1.
    Que dó dos infelizes que não testemunharam a F1 nos anos 80.
    Nelson Piquet foi/é um GÊNIO.
    Começou na Brabham tendo como colega de equipe um gênio chamado Nikki Lauda. E quando encerrou a carreira, passou o cetro para ninguém menos que Michael Schumacher, na Benetton, que faria por essa equipe o que Nelson Piquet fez na Brabham.
    Perfeito.

  4. Brabham-5 disse:

    Anteontem a SPORTV reprisou essa corrida do titulo de Piquet, com Sergio Mauricio, Reginaldo Leme e Pedro Piquet como apresentadores e convidado. Pedro NUNCA tinha assistido a essa corrida na integra nem mesmo as corridas na integra do Nelsão na F1. Apenas cresceu ouvindo o Nelsão contar sobre as corridas e os bastidores daqueles campeonatos.
    Essa corrida em Kyalami teve um show de Piquet, Patrese e Lauda. Patrese e Lauda tiveram uma disputa sensacional pelo segundo lugar. Lauda estava “possuído” nessa corrida, com sua McLaren.
    Outra coisa interessante é que a parada nos boxes apenas para trocar pneus LEVAVA, EM MÉDIA, 10 SEGUNDOS!
    Galvão Bueno na ocasião fez uma festa pela Brabham ter segurado Piquet na parada por 9 SEGUNDOS!
    A diferença de Piquet para Patrese-Lauda era de 20 segundos. Piquet voltou ainda á frente, e sem o limite de velocidade nos boxes, largou dentro dos boxes levantando uma nuvem de poeira, no mesmo ritmo/velocidade que teria largando da pista. Sensacional.
    Outra passagem curiosa: Imagine você piltotando um F1 turbo e procurando um parafuso caido dentro do carro durante a corrida, a corrida que decidia o campeonato.
    Piquet, para diminuir o ritmo nas voltas finais e evitar quebra de motor, diminuiu a pressão do turbo através de uma espécie de válvula. Diminuiu tanto que essa válvula (provavelmente uma espécie de parafuso) soltou-se e caiu no assoalho do carro, fazendo o ritmo da Brabham despencar. Por (muita) sorte, Piquet conseguiu localizar a válvula ainda durante a corrida e recoloca-la no lugar e aí sim pode controlar o ritmo e chegar em terceiro. São as lendas do Nelsão que ainda merecem uma biografia oficial com a narração do próprio mestre.
    A F1 dos anos 80 foi espetacular: Nessa corrida tínhamos Piquet de Brabham, Lauda na McLaren, Mansell na Lotus, Prost na Renault e Keke Rosberg na Williams.
    “Só isso”.
    Ser campeão de F1 no inicio da década de 80 vale pelo menos 4 vezes mais em mérito-dificuldade-talento-risco do que os títulos dos anos 90 em diante.
    Tanto que quando se avalia um grande que veio depois, usasse como parâmetro de qualidade se o piloto “poderia ser campeão nos anos 80, correndo em meio a lendas como Lauda, Piquet, Mansell, Prost, Keke Rosberg….Arnoux, Villeneuve, Watson…”.
    Pouquíssimos que vieram depois chegam nesse patamar: Senna, Schumacher, Alonso Vettel e Hamilton. Mas os números de adversários do mesmo nível que tiveram de enfrentar, ao contrário do que era na F1 nos anos 70 e 80, era irrisório.
    Queria ver Max Verstappen querendo “fazer graça” pra cima de um Piquet, um Rosberg (pai), um Mansell, um Giles Villeneuve…Ia dar de cara no muro na primeira chicane.
    Sem contar que os carros eram lindíssimos. Faziam SOM DE CARRO DE CORRIDA, motor TURBO…Sem halo.
    Só DOIS TIPOS DE PNEUS: PNEU DE CHUVA E PNEU PISTA SECA.
    F1 raiz.
    F1 DE VERDADE.
    Automobilismo de verdade.
    Campeões de verdade.
    Lendas.

  5. Eduardo disse:

    Nelson Piquet, na minha opinião, foi um dos melhores de todos os tempos da F1.
    Acho que daria um excelente chefe de equipe hoje em dia.

  6. Ricardo Bigliazzi disse:

    Pude acompanhar os três títulos. O de 1983 foi realmente especial.

    Esse Piquet era especial,, sempre destaco os pontos abaixo relacionados na carreira de meu Ídolo:

    Campeão com motor Ford
    Campeão com motor BMW
    Campeão com motor Honda
    Primeiro Campeão com motor Honda na F-1 (Histórico)
    Primeiro e único Campeão com motor BMW na F-1 (Histórico)
    Campeão com “carro asa” em 1981
    Primeiro Campeão depois do banimento dos carro asa
    Campeão com pneu Goodyear
    Campeão com pneu Michelin

    Nem entro nos detalhes das estratégias que foram utilizadas para essas conquistas (reabastecimentos, pneus, acertos inovações, etc, etc, etc).

    O cara foi (é) uma FERA!!! Parabéns Mestre Piquet!!!!

    • Um adendo disse:

      E venceu 2 corridas com pneu Pirelli também!

      • Ricardo Bigliazzi disse:

        Sim, ainda protagonizou um dos comerciais mais bonitos de todos os tempos da Pirelli. Ele e o Moreno!

        A lista de coisas legais que o Piquet fez é bem grandinha. Por “Terras Brasilis” isso não vale nada.

    • Paulo Pinto disse:

      Piquet merece todo o nosso respeito como profissional de competição. Mas, tem um outro profissional de nossa época que também foi:

      Campeão com três motores.
      Primeiro e único campeão com Benetton.
      Campeão dando “cavalo de pau”: Austrália/1994.
      Campeão com dois tipos de pneus.

      E nem entro nos detalhes de algumas estratégias que foram utilizadas…

      • Ricardo Bigliazzi disse:

        Fique tranquilo, quando o post não for do Piquet falo do respectivo piloto.

      • Zanetti disse:

        Eu gostaria de saber dos detalhes. Soube que esse aí bateu no Hill depois de fazer uma barbeiragem na Austrália/1994 (nem cito os componentes ilegais), foi desclassificado do campeonato de 1997 por tentar repetir a estratégia, passou companheiro na linha de chegada (duas vezes).

        Tem mais detalhes nos seus cadernos inúteis de estatísticas que desconhecemos?

    • Segafredo disse:

      Melhor meso nem entrar nos detalhes das “estratégias”, kkkkkkk

      • Ricardo Bigliazzi disse:

        Vou falar apenas uma: “Ele não batia de proposito em ninguém para ser Campeão”.

      • Segafredo disse:

        …..é porque não tinha colhões, kkkkk!!!! Os dois melhores da época tinham, só isso!

      • Paulo Pinto disse:

        Sennafredo, tu não sabe da maior! O Vicellez, teu amiguinho de Matrix, apareceu! Está em outro post.
        Eu acho que ele voltou só para se despedir melancolicamente do Alonso, que está levando dois magros títulos para casa.

        Hahahahahahaha!

      • Zanetti disse:

        A famosa foto de 86 mostra a ordem natural das coisas. Começa no melhor e termina no pior dos quatro daquela época.

      • Segafredo disse:

        Bem observado Zanetti…!

      • Ricardo Bigliazzi disse:

        Primeiramente vamos a aula gratuita de português:

        A palavra correta não é “colhões” e sim “culhões”.

        Segafredo, você pode entender o significado da palavra culhões pesquisando em qualquer bom dicionário, ou vendo as imagens do Grande Premio da Hungria em 1986, o seu finado ídolo teve que engolir a maior ultrapassagem de todos os tempos (não sou Eu que acho, apenas o Mundo inteiro acha isso)

        Volta para a escola, vai aprender português e pela segunda vez afirmo, só você acha que faz sucesso por aqui, você apenas rebaixa o nível dos comentários não trazendo nada de especial para um blog tão legal como esse

      • Alfredinho disse:

        A famosa foto de 86 mostra que o teu ídolo é o único que não está abraçando os demais.

      • Segafredo disse:

        Bem Ricardo…….obrigado pela aula grátis de português. Agora sobre 86……….antes de realizar a passagem, Nelson já havia tomado um “Xis” categórigo, sendo que Senna não podia competir com as Williams-Honda da época, mas deu uma bela demonstração de pilotagem na ocasião. Aliás em 85 e 86 Senna encantou o mundo da F1 com suas poles mágicas e vitórias magistrais.

      • Zanetti disse:

        Era um campeonato de abraços? O abraço era critério de desempate?

      • Zanetti disse:

        O cara não sabe acentuar palavras, não sabe colocar vírgula no lugar correto, tem problemas com concordância e quer corrigir os outros.

      • Zanetti disse:

        Eu me esqueci de mencionar que a FIA – e talvez o resto do mundo – nem lembram que Piquet foi tricampeão.

        Senna tinha razão no início de 1988.

  7. joel lima disse:

    Fico me perguntando que se há algum piloto hoje no grid que poderia conversar de igual com Piquet em termos técnicos, de conhecer profundamente como funciona um carro.

  8. DUMARESQ disse:

    Flávio, mas, então o nome de Frank Williams, como se fala? Veja bem, sou seu fã, estou apenas tirando essa dúvida

  9. Dalmaso disse:

    Bom dia! Essa corrida foi transmitida ontem (15/10/18) na SportTv, foi muito bacana de ver que nos carros de F1 não havia a ditadura de dimensões e limitações técnicas dos carros da fórmula de hoje, cada equipe tinha o seu conceito de asa dianteira e traseira.

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