“GP ÀS 10″: EX-GRANDES TÊM CULPA | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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quinta-feira, 22 de novembro de 2018 - 11:06Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: EX-GRANDES TÊM CULPA

7 comentários

  1. CRSJ disse:

    A McLaren tem 95% de culpa e a Williams tem 100% de culpa.

  2. Marcelo Magalhães Rebouças disse:

    Eu só realmente não compreendo como a McLaren faz/constrói modelos de rua superesportivos e logicamente os equipa com motores e não faz o mesmo para com os seus monopostos na F1
    Qual é a lógica disso? Não sei.

  3. Toleman Eclipse of Hart disse:

    Quando vc falou em apontar o dedo para as ex-grandes, imaginei que vc ia falar de outra coisa: elas também tiveram amplo domínio e nenhuma delas apoiou alguma medida para conter a escalada de custos da F-1, que já eram absurdos quando elas ainda eram grandes. Não ajudaram em nada na busca por uma categoria economicamente e esportivamente sustentável/saudável/equilibrada. Quando elas tinham montadoras parceiras, “no dos outros é refresco”. Obviamente não excluindo a Ferrari desta conta (talvez a principal culpada)…

  4. Giuliano disse:

    Mclaren e Williams construiram muitos carros vencedores, mas sempre dependeram de grandes montadores fabricando bons motores como Williams Honda, Williams Renault, Mclaren Honda, Mclaren Mercedes todos conjuntos campeões, depois que esses fabricantes decidiram ter suas próprias equipes deixaram Williams e Mclaren na mão, tanto que suas últimas glórias citadas pelo FG foram empurrados por motores como Williams BMW e Mclaren Mercedes onde elas ainda recebiam atenção das montadoras, Ron Dennis tentou o pulo do gato trazendo a Honda de volta, se Honda tivesse acertado o motor, a Mclaren teria tido chance de voltar as glórias, que só voltarão se pintar uma Ford, uma Audi e fizerem parcerias com essas equipes, caso contrário esquece.

  5. Ricardo Bigliazzi disse:

    Acho que a questão dos motores é determinante na F-1.

    Concordo com Você com praticamente tudo que Você falou.

    Os sofisticadissimos motores hibridos acabaram por atrapalhar ainda mais a vida da categoria.

    Nunca veremos as Equipes Ferrari e Mercedes a vender os seus melhores motores para as equipes clientes. Isso por si só já é uma diferença impossível de ser vencida (A Ferrari nunca na historia da F-1 fez isso, V-10, V-8, Hibrido, etc, etc, etc).

    Dentro do seu levantamento estatistico sobre o numero de vitorias das Equipes podemos tirar inúmeras conclusões, mas sempre resvalaremos na vala comum que a Equipe Campeã (vencedora de corridas) em sua época era uma “equipe com motores de fabrica”.

    Mesmo na época da FORD, havia motores mais “FORD” do que outros. Alguém aqui é acredita que os motores FORD da Lotus 79 era igualzinho ao motor do Copersucar? Sempre o motor aparecerá forte nas equações de desempenho.

    Tyrrel, Lotus, BRM, Brabham, Ligier, Benetton, etc, etc, etc começaram a cavar a própria cova a medida que não possuíram bons motores (vencedores) em seus carros.

    Coincidentemente o declínio da Mclarem (com motor Mercedes) começa no exato momento em que a Mercedes cria o seu próprio time na F-1. Muito da grana que foi investida pelos Alemães no motor do carro da Mclarem que deu o titulo ao Hamilton, parou de ser aplicada no motor para a criação da estrutura da nova equipe de fabrica.

    Acredito que a Mclarem cometeu um erro crasso de estratégia em não mudar naquela época para a Renault, talvez naquele momento ela ainda fosse capaz de conquistar os 4 titulos que foram parar na mão do Vettel na Red Bull equipada com o motor francês.

    Vida dura para a Williams e Mclarem, nada irá mudar para Eles enquanto a Mercedes e Renault tiverem os seus times próprios. Nem mesmo se o Adrian Newey projetar os carros dessas duas equipes.

  6. Flavio Padilha disse:

    Boa tarde Flavinho!!! Assistindo ao vídeo, me vem a lembrança da equipe Fittipaldi, que mesmo com Ricardo Divila, Adrian Newey, Harvey Postlethwaite e Ralph Bellamy, encerrou as portas. A Mc Laren começou a perder força quando remanejou G Murray (monstro sagrado) para fazer carros de rua, onde é uma potencia atualmente. A Williams, segundo Lito Cavalcanti, até o ano passado usava uma suspensão de aço e não de fibra de carbono, coisa que não entendi até hoje e finalmente, quando um país sub-desenvolvido como o Brasil, se propõe a fazer parcerias tanto com a Willians quanto a Mc Laren, os deuses do automobilismo não perdoam… É praga!!! Corridas de automóveis tem ciclos determinados pelo amor de seus garagistas as suas marcas e quando algo de estranho passa a acontecer, como na nossa Stock “Farmaco” Car e seus patrocinadores pra lá de serem amantes de corridas, um dia a coisa desanda, como nas equipes objetos da postagem…Se perderam no tempo! Bela matéria….abs

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