“GP ÀS 10″: BRINCADEIRA DE CRIANÇA | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018 - 11:32Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: BRINCADEIRA DE CRIANÇA

17 comentários

  1. Flavio padilha disse:

    Que tristeza ! Bom dia Flavinho Gomes…F E, definitivamente não dá, é a pior coisa que já ví em termos de automobilismo, lugar de veteranos ou de pilotos que não foram a frente em seu tempo…Que coisa chata ( me lembrou o Tivolli parque da lagoa anos 70) e para piorar, a única coisa que prestava na pista, Pechito Lopes, foi criticado na transmissão. Uma lástima…abraços!!!

  2. CRSJ disse:

    Tomara que não inventem o lance de pegar moedinhas pra somar o maior número de pontos extras.

  3. Cantor de Bordel disse:

    Patcha que pariu!! Que povo chato, ranzinza…
    A FE tá legal sim!! Precisa só acertar uma coisa ou outra. Vão caçar homem na rodoviária!! Chegou onibus de Rolandia e Ponta Grossa!! Rsrs

  4. Fernando disse:

    Tudo bem que a F1 já usou pneus com sulcos, faixa branca e calotas em épocas tão esquisitas como a atual, mas… Porque carros totalmente carenados (ou quase), com gaiolas, são chamados de Fórmula?

  5. Ulisses disse:

    Pior é que está correndo o risco de virar um grande “fake” (se já não virou!), como a Fórmula 1 com asa móvel, Stock com o push ….. babaquices sem tamanho!
    Confesso que tenho mudado de canal, ou indo para o youtube procurar algo mais competitivo e honesto.

  6. Giovanni disse:

    Mais uma tentativa de tirar a pureza das corridas.

  7. F.Raeder disse:

    Outra analogia com o futebol seria aquela experiência, acho que numa Copinha SP, onde depois de tantas faltas cometidas por um time, qualquer nova falta era penalty. Daí os jogos acabavam 7×5, cheios de gols…e sem graça nenhuma! “Attack mode”, asa móvel, mil regras no uso de pneus…artifícios infantis que banalizam o que o esporte tem de mais emocionante, justamente pela sua dificuldade…os gols…as ultrapassagens !

  8. Ricardo Bigliazzi disse:

    Como a “asa movel” na F-1.

    Fica tudo mais fácil, bem mais fácil.

    • Ricardo Bigliazzi disse:

      Realmente tá meio chata a F-E, talvez ao vivo seja mais legal.

      Esses caras tem que correr em Autodromos. Circuitos de Rua são muito chatos, a começar por Monaco, que para mim mais parece um caminho de rato no meio de uma favela… ops… comunidade.

  9. Alvaro Ferreira disse:

    Concordo inteiramente com você, FG. Esses artifícios já passaram do limite, ficou ridículo. Ver os carros passarem naquele ponto de ônibus perto do muro para iniciarem esse “modo de ataque” me fez mudar de canal. Perdi o interesse e só voltei à transmissão no fim da corrida prá ver o resultado final.
    Já não estava contente desde o início, vendo os pilotos e dirigentes confraternizando com os chefes de uma das ditaduras mais sanguinárias do planeta, como se fosse tudo normal! Max Mosley e seus nazistinhas devem ter adorado…

  10. CHAGAS disse:

    Também gostei da corrida. Muitas ultrapassagens e vitória do Felix da Costa que até nos treinos já estava andando forte. Merecida a vitória.
    Além dos carros da Techeetah, Buemi/Lopez também tiveram carro competitivo para esta prova. Buemi também entra na briga do campeonato, e o argentino é um verdadeiro barbeiro, no nível de Maldonado.
    Massa foi o melhor brasileiro, o mais legal foi ver que ele mesmo com a experiência da idade continua agressivo. Di Grassi ao menos pontuou e Nelsinho não andou bem, haja vista que seu companheiro sempre esteve entre os primeiros.
    Sobre o modo ataque, não da pra ter uma base ainda, só no fim da corrida que vimos melhor os pilotos recorrendo ao sistema, e não alterou muito.
    Aliás o modo ataque pouco tem a ver com Mario Kart, no jogo a ajuda é para apenas alguns metros, e não duas voltas. A intenção nunca foi a de copiar um jogo e sim a de sempre – proporcionar mais ultrapassagens.
    Embora existam hoje jogadores profissionais de videogame, inclusive que são remunerados para isso, o game é uma forma de pessoas comuns sentirem uma pouco a sensação/emoção que as grandes estrelas sentem na vida real.

  11. Luiz Guimarães disse:

    Flavio, estou contigo. Não gosto (entenda-se: abomino) artifícios de qualquer espécie para facilitar incompetências. Asa móvel, push-to-pass (tem hífen?), lastro (penalização dos vitoriosos?) e, agora, essa novidade do modo ataque. Vale tudo como artifício para angariar patrocínio, incrementar audiência ou carrear público aos autódromos? Como fica a verdadeira competição?

  12. Brabham-5 disse:

    Tentei, juro que tentei assistir essa corrida da F-E na Arabia.
    Mas é difícil demais.
    Dois pecados mortais que se não forem modificados em breve vai afogar a categoria:
    1 – O primeiro não tem solução, afinal são carros elétricos NÃO FAZEM BARULHO DE CARRO DE CORRIDA.
    2 – Circuitos HORROROSOS E TRUNCADOS.
    Não adianta inventar pontos da pista para o caro receber mais energia, não adianta “fan boost” se os circuitos são estreitos, improvisados e truncados.
    A F-E precisa ser mais INTELIGENTE e menos esquizofrênica na sua concepção, na sua identidade: Parece que correndo inventando novos circuitos quer se afastar de ser uma “F1 elétrica”, fazendo tanta força para se mostrar diferente, e ao mesmo tempo não para de receber ex-pilotos de F1 e querendo atrair os fãs de F1 para seu público. E tudo isso usando é que o “futuro” do automobilismo mas ao mesmo tempo comparando o clima das corridas e do pit-lane com os velhos tempos do semi-amadorismo da F1 dos anos 60, 70…
    A F-E precisa se definir e mudar. Senão vai ficar cada vez mais parecida com um videogame monótono, justamente aquilo que mais andávamos se queixando para onde estava indo a F1.
    Com corridas nesses circuitos NÃO DÁ pra ficar na frente da tv por muito tempo.
    Podem inventar as bobeiras de videogame que quiserem com os carros e corridas da categoria.
    “Modo ataque”?? Pelamor…

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