“GP ÀS 10″: ESTORIL, 1994 | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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terça-feira, 22 de janeiro de 2019 - 10:32Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: ESTORIL, 1994

50 comentários

  1. Viúva Solitária disse:

    O sonho acabou naquele Primeiro de Maio e virou saudade. O que ele faria ou poderia ter feito dali pra frente, ficou no imaginário de todos os fãs, não só dele, mas da f1.

  2. Marmelada-44 disse:

    Piquet tá certo! Dos três títulos de Senna, dois foram adquiridos de forma irregular.

  3. Vettelette disse:

    O caso Senna-Williams pode ser resumido no seguinte ditado:

    Cuidado com o que você deseja. Você pode conseguir… o objeto do seu desejo e suas consequências.

  4. CRSJ disse:

    Apontado como Tetracampeão antes do campeonato de 1994 começar o Senna teve seu tapete puxado com o fim da eletrônica tendo uma impressão insatisfatória nos primeiros testes na Williams,
    Pensando que ia deitar e rolar na Williams o Senna acabou surpreendido pelo desconforto na sua adaptação chegando a ligar algumas vezes para o Prost, nisso para obter informações sobre o carro.
    Schumacher rouba a cena do Senna e acaba sendo apontado como o campeão da temporada depois da morte do Senna em San Marino, mas a FIA resolve caçar o Schumacher dando quatro punições para ele, com isso o inexperiente Damon Hill acaba tendo sua chance de lutar pelo campeonato de 1994 na Williams até o Schumacher fechar a porta em cima dele na Austrália com sua Benetton.

  5. Amaral disse:

    Ainda não vi o vídeo. Mas só pelo título dá pra sentir o que muitas vezes esquecemos. Que brilharecos de testes de pré-temporada não significam absolutamente nada… Carros ruins às vezes andam bem, tipo carruagens que no fundo são abóboras disfarçadas.
    Não manjo de detalhes técnicos. Mas dava pra se perceber tinha algo de muito errado com aquele carro do Senna enquanto ele pôde correr com ele.
    E outra coisa. As discussões aqui estão passando dos limites. Muito pretenso conhecimento e pouco respeito à opinião do outro. Tá parecendo site de notícias e variedades. Daqui a pouco o dono corta os comentários e vão reclamar. Pronto, falei. Dane-se.

  6. Marmelada-44 disse:

    Uma escolha que parecia tão acertada e que acabou em tragédia. Coisas do esporte.

  7. Clayton Lima disse:

    Pelo o que eu acompanhei na época e já li a respeito, acredito que o Senna seria campeão tranquilamente naquele ano de 94. Basta ver que o Hill chegou com chances na ultima corrida do ano e perdeu por apenas 1 ponto. E acredito também que aumentaria muito seus recordes até 97 onde a Willians se mostrou muito forte.

  8. Alfredinho disse:

    Senna rodou, abandonando o GP do Brasil. Senna bateu na largada do GP do Pacífico. Senna passou reto na Tamburello, colidindo mortalmente no GP de San Marino.
    Nota-se que Senna estava tentando “correr mais que o carro” e isso lhe custou a vida!

    • Segafredo disse:

      De novo tenho que te corrigir………..No gp do pacífico bateram em Senna e não o contrário. De resto vc está certo: Por isso mesmo ele era Ayrton Senna! o maior piloto de todos os tempos!!

      concorde vc ou não

    • McLaren-12 disse:

      Em Interlagos, Senna errou numa curva de baixa. Entendeu?
      De baixa!

      Em Aida, Senna foi tocado por Hakkinen. Entendeu? Foi tocado!

      Em Imola, houve um problema mecânico. Entendeu?
      Mecânico!

      Você consegue ser ainda pior que o Pinto em argumentação! Mas a vergonha que passam é semelhante!

  9. Fern Kesnault disse:

    Que pena, passei por aqui, pois o habito é salutar para com velhos conhecidos e com quem aprendemos muito, mas nem vejo alguma referencia com relação à Rolex 24H Daytona, onde teremos 12 brasileiros a correr, sendo um inclusive a defender o titulo nesta nova temporada. É triste o descaso e falta de cultura automobilistica com otimas provas e categorias que nao seja a insonsa f-1…..

  10. Paulo Pinto disse:

    Prost ainda tinha mais um ano de extensão de contrato com a Williams. Senna, afoito e impaciente, não quis esperar e quis o que ainda não lhe pertencia.
    Deu no que deu.

    • Paulo F. disse:

      Interessante essa definição de Senna: ” afoito e impaciente, não quis esperar e quis o que ainda não lhe pertencia.”
      Logo Senna não saberia que a cobiça é um dos sete pecados capitais?

    • McLaren-12 disse:

      Além de mau-caráter, você é mal informado.

      O segundo ano do contrato do Prost com a Williams não possuía a clásula impeditiva a Senna como companheiro de equipe. A vaga estava aberta para Senna ou para qualquer outro piloto. A opção de não continuar foi do Prost.

      No alto da sua arrogância de nunca ter sentado a bunda num carro de carro de corrida, você se julga conhecedor de tudo e de todos. Deveria sumir daqui!

      • Segafredo disse:

        O boboPinto é assim mesmo………não tem argumentos factuais pra combater a verdade, então fica numa matrix conjecturando!

      • Paulo Pinto disse:

        Temos uma “viúva” religiosa que não sabe que a cobiça não pertence aos sete pecados capitais.
        Sem registro.

        Temos outra “viúva”, que não é nada mais, nada menos que o Sennafredo, meu velho conhecido Paulo Vargas. Meu xará o utiliza para descarregar seus xingamentos e frustrações.
        Coisa de adolescente.

        Finalmente, temos a “viúva-mor”, que fica posando de bom moço. Para ela, apenas uma pergunta, se é que conhece a vida profissional do idolatrado:

        Você sabe porque reduziram o tamanho da barra de direção do Williams de Senna, antes do GP de San Marino?

      • Paulo F. disse:

        Xará , tem que tomar umas aulinhas de interpretação de texto!
        Inveja é uma forma de cobiça!
        https://www.respostas.com.br/quais-sao-os-sete-pecados-capitais/

      • Paulo Pinto disse:

        Xará, citei os sete pecados capitais como foram listados. É claro que toda palavra dentro de uma frase pode possuir dois ou mais significados.
        Não estou aqui para discutir regras religiosas e sim, comentar o post em pauta. Quero saber, também, a resposta do Sennafredo à minha pergunta, se é que ele vai responder. A “viúva-mor” tem o mau hábito de silenciar quando o assunto o deixa em xeque.

  11. Vinícius Lima disse:

    Caro Flávio,

    houve trapaça da Benetton naquele ano, como Senna desconfiava? Existe a possibilidade-algo que pouco se fala e que aliàs só Damon Hill declarou- de que a culpa pelo acidente tenha sido do próprio Senna? Falha humana e não mecânica? Ele tqva tomando um bafo na nuca violento do Schumacher,, será que não se passou e acabou pagando com a própria vida?

    Obrigado e parabéns pelo trabalho.

  12. Jonny'O disse:

    Lembro muito bem das suas matérias na Folha , desse período da decepção do Senna com o carro, a cara fechado dele nos boxes o tempo todo, o drama do GP Brasil quando Senna rodou e abandonou a corrida porque tava no limite tentando acompanhar o Shumy com o Benetton Ford v8 , parecia inacreditável o que estava acontecendo com a relação de forças entre Williams X Benetton, foi um choque na época.

    Claro que estas primeiras duas corridas foram um período muito curto , a tragedia de Imola deixou tudo no obscuro e em segundo plano na memoria das pessoas.

  13. Francisco disse:

    Lembro bem das expectativas e do clima de já ganhou que predominava entre os torcedores e a mídia automotiva brasileira. Quando chegou a hora da verdade, após os GPs de Aida e do Brasil, começou aquela ladainha ”ah, mas a FIA foi covarde e tirou toda a vantagem da equipe num canetaço e etc…” Na verdade, na altura do GP do Canadá de 93 o regulamento pra 94 ficou pronto e já estava previsto o fim dos auxílios eletrônicos, suspensão ativa e demais facilidades. E por incrível que pareça, uma das maiores fiadoras pra essa decisão da entidade foi a Williams. E o Senna também fez um lobby danado pra isso. No fim, a turma de Ross Brown começou bem antes o trabalho para 1994. A Williams meio que ficou naquela ”somos tão superiores que nem estamos preocupados assim com o fim desse regulamento”.

    Adquiri há poucos dias o livro do Ibrar Malik sobre a temporada de 1994 e assim que chegar e tiver lido, aviso se vale a leitura ou não. Olhando hoje, me parece que a Benetton fez um trabalho melhor sobre o regulamento e o Schumacher percebeu que o segredo dali em diante seria o ritmo agressivo durante os stints curtos proporcionados pela volta do reabastecimento, algo em que se tornaria mestre e insuperável, vide Hungria 98 e França 2004.

    PS: adorei a cutucada no inominável.

    • Segafredo disse:

      Meu amigo….conversinha de Schukruzete aqui não!! TODOS SABEM DAS VANTAGENS QUE A BENETTON CARREGAVA NAQUELE CARRO, ok? (e pode apostar que tinha a mão de Bernie ali pra ninguém querer colocar a boca no trombone)E não eram poucas, válvula de abastecimento, controle de tração e por aí vai. Senna seria tetra em 94 não tenho a menor dúvida, mesmo com o atraso em que se encontrava naquele início complicado de 94!

      • Paulo Pinto disse:

        A “viúva” raivosa e recalcada ataca novamente! É a mesma lenga-lenga de sempre. As mesmas acusações nunca provadas!

        Senna, se tivesse um pouco de humildade e autopreservação, naqueles dias de bruxa solta, não teria corrido em Ímola. Mas o ego não permitiu tal gesto.

        #CapoteEterno,Sennafredo!

      • Francisco disse:

        Obrigado pelo elogio! Schukruzete, gostei. Caso você se informasse melhor, de preferência através de livros de quem vivenciou o período, iria saber que provavelmente apenas poucas equipes ditas nanicas não fizeram uso de algo completamente fora do regulamento. De cabeça, me lembro da Larrousse estar seguindo à risca e sobre as que burlavam de alguma forma, cito a Williams com sua asa traseira bumerangue, a entrada de ar superior da Ferrari muito irregular no começo do ano, o câmbio automático disfarçado da Mclaren, Larini dizendo abertamente pra imprensa italiana que usou controle de tração nos treinos para o Gp de Aida e por aí vai.

        Quanto a Senna ser tetra em 94, tenho minhas dúvidas. Schumacher não contou pontos em 4 etapas e nas que participou, com exceção de Adelaide, ou venceu (8 vezes) ou foi 2º colocado (2 vezes). Hill só teve chances de título com a desclassificação do alemão em Spa (herdou a vitória) e com as 2 vitórias na Itália e Portugal. Só nessa brincadeira da FIA para dar graça ao campeonato, o inglês marcou 30 pontos contra 0 do alemão. Ou seja, na realidade, o campeonato deveria ser após a Bélgica: Schumacher com 86 pontos e Hill com 51, restando ao inglês tirar 35 pontos dos 50 restantes. O que tivemos foi Schumacher com 76 e Hill com 55, tremenda acovardada da FIA em arrumar um jeito de ”dar graça” ao campeonato. Não fosse a punição forçada dada à Benetton em Spa, é bem provável que o primeiro título viesse logo na próxima corrida, em Monza. E ainda faltariam 4 corridas para o fim do campeonato, um massacre.

        Por outro lado, Schumacher sem adversários à altura foi algo de sobrenatural. Talvez o fato de ter morado quase 20 anos na Europa e não ter pego esse ufanismo tacanho de Senna é o melhor, Senna é Deus, Senna tinha o maior p… de todos os pilotos, tenha ajudado nisso. Ficava sem entender como é que eu tinha uma visão completamente oposta a de amigos e parentes sobre o Schummy. Só depois de ver algumas corridas na Globo que fui entender. Caso Senna não tivesse morrido, acredito que o Schumacher teria elevado ainda mais a sua dedicação e seríamos presenteados com pilotagens ainda mais técnicas do que vimos dali em diante.

        Por último, pesquise sobre um recente podcast com Joan Villadelprat (tem noção de quem seja?). Perguntado sobre quem foi melhor, Senna ou Schumacher, respondeu algo parecido com isso:

        ”Pude trabalhar com os 2 e vocês viam a forma como Schumacher deixava o carro após uma corrida e se comportava no pódio, pulando e sem o menor sinal de cansaço enquanto os caras ao lado pareciam prestes a desmaiar. Creio que ele dependia menos do talento e do esforço que Senna, que precisava deixar muito mais no carro para conseguir uma vitória.”

        Algo nessa linha. Quem sou eu pra discutir com um cara desses…

      • Segafredo disse:

        Francisco……..pode apostar que tenho como desconstruir todas suas afirmações de fã bobo que colocou acima, se quiser lhe mostro minha biblioteca sobre F1…..Isso mesmo. Nos livros não há interesse, mas só os fatos como ocorreram e pode apostar que Schumacher teve a carreira mais suja na história desse esporte. Aqui em baixo deixo meu email pra vc se quiser uma discussão detalhada sobre qqr ano da F1 a partir de 1984, que foi quando comecei a acompanhar com mais afinco:

        paulogiovanivargas@gmail.com

        Por favor Flávio, não apague….faço questão de botar essas Schukruzetes em seus devidos lugares!!

      • Francisco disse:

        Esteja à vontade, Paulo Giovani Vargas, para desconstruir meus argumentos de fã ladino. Tô curioso pra saber qual seria meu devido lugar… cada sem noção que tem aparecido nos trópicos ultimamente, inclusive em cargos elevados da política e do judiciário. Pessoal chegado num suco de laranja, elogiar miliciano, ser viúva birrenta do outro ”mito” falecido em 94 e por aí vai. Vou ali terminar O fascismo eterno, que apesar da fraca edição da Record, é melhor de se ler do que umas ”fanzices” descabidas.

    • McLaren-12 disse:

      Não precisa avisar não! Guarde pra você…

  14. Segafredo disse:

    “Bem na minha vez, cagaram no carro”……………………essa foi apenas mais uma das manobras da Fia pra tentar impedir que Senna fosse vitorioso, e não fosse o acidente, com certeza o tiro sairia pela culatra.

    Grande Ayrton, o maior talento/piloto que já existiu! Muita saudade da única personalidade que teve coragem pra expor a politicagem suja que há no esporte!

    • Flavio Gomes disse:

      Manobra da FIA? Em junho de 1993 anunciaram as mudanças no regulamento. Senna foi um dos defensores. A Williams nem chiou.

      • Segafredo disse:

        É claro que Senna foi um dos defensores!! Mas não imaginava a merda que se transformaria aquele carro! Pra qqr um que viveu aqueles dias sabia que a única coisa que sobrava de bom naquele carro era o motor, no qual Ayrton por causa de seu talento anotou suas 3 ultimas poles da carreira……….Isso mesmo, enquanto Ayrton esteve vivo o Schukrute não soube o que era uma pole sequer. A fia sabia sim que a Williams não teria mais nehuma vantagem a não ser o braço de Senna………bem por isso Prost não fez a mínima questão de ficar, mesmo tendo a tal cláusula de veto, que usou mais uma vez como desculpa pra sua covardia peculiar!

      • Flavio Gomes disse:

        Quando o regulamento foi decidido Senna corria na McLaren. Para de dar chilique.

      • Ricardo Bigliazzzi disse:

        O Flavio tem razão. O pacto de concórdia já vigorava e segundo o Frank Williams o Eclestone foi decisivo para que o fizesse aceitar a mudança, “tudo para o bem da F-1″.

        Agora vamos sentar na “cadeira do Frank Williams”. A sua vantagem era tremenda, o grau de confiança devia ser o mais alto do mundo, possuía em seus quadros um tal de Adrian Newey o grande parceiro Patrick Head e o melhor motor do mundo (com direito a exclusividade em 1994) que era o Renault, porque não aceitar?

        O Livio Oricchio tem varios textos publicados sobre essas mudanças nos arquivos do ESTADÃO. Livio uma hora chega a dizer que foi aventada uma variante “FW-15C” para o Senna correr em 1994 depois do insucesso nos treinos e na prova do Brasil. Segundo o Livio o Adrian Newey foi absolutamente contrario a essa tal alternativa. Ainda segundo o Livio o FW16 era um carro duríssimo (concebido assim pelo Adrian para minimizar a perda das suspensões eletronicas) e extremamente desconfortavel chegando a incomodar o Senna que por muitas vezes raspava a mão no cockpit de tão pequeno que era, por questões aerodinamicas.

        Infelizmente (o palavra triste) o Senna pagou o maior preço por uma série de eventos que resultaram em um carro bem nervoso no inicio da temporada. E como o Flavio bem disse, se o fatídico evento não acontecesse é muito provavel que o Senna obtivesse muito sucesso na Williams já em 94 e certamente até 97 estaria liderando a cena se estivesse na Williams.

      • Segafredo disse:

        Não adianta, enquanto tentarmos discutir sem deixar de lado as preferências, nunca haverá concenso……..Mas tenho plena concicção que em 94 a Benetton era sim um carro irregular e com apoio de Bernie…..Briatore já era muito ardiloso naquela época…..quase conseguiu levar Senna, sabe-se lá o que ofereceu. Senna sabia de cada parafuso fora do regulamento que equipava a Benetton, e o próprio Frank concordava com ele, mas por alguma razão não podiam formalizar uma denúncia.

        Enfim, muito chato todo esse papo, porque envolve a morte de um talento raro e que, até hoje, não teve substituto.

      • Paulo Pinto disse:

        “Senna sabia de cada parafuso fora do regulamento que equipava a Benetton”… e preferiu a barra de direção da Williams, que foi cortada e emendada por algum amador.

  15. LUCIANO RIZZI disse:

    Muito legal essa parte da história. Quando vi o título logo imaginei, ele (Flávio) vai dizer a frase do Senna, “na minha vez cagaram no carro”. O que se confirmou no final de semana do GP Brasil daquele ano em Interlagos, naquela rodada do Senna antes da subida nos treinos do sábado, eu acho.

  16. Rafael Piqueira Chinini disse:

    como você disse, se Hill perdeu POR UM PONTO de forma discutível, a impressão é que Senna ia devorar o campeonato. Ele errou sozinho no Brasil, foi tocado no pacífico e em ímola sabe se deus oq houve.

    Schumacher foi excluído de provas, mas temos que lembrar que aquela benetton era roubada também! desde o reabastecimento, ECU etc

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