O carro do papa é pop

O

SÃO PAULO (e pur, si muove!) – O blogueiro Milton Bonani me manda a foto e a notícia: mandaram a leilão um Warzsawa M20 fabricado em 1958 na Christie’s, em Paris. A simpática tranqueira pertenceu ao papa João Paulo II, mas ofereceram apenas 60 mil euros nele. O dono não vendeu, porque o preço mínimo era de 200 mil euros.

Nos EUA, um colecionador foi mais generoso no fim do ano passado. Mandou 690 mil doletas em outro carro de JP II, um Escort GL 1975 azul. A notícia saiu no “USA Today”.

Abaixo, as duas carangas papais.

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16 Comentários

  • É FG….dessa vez voce vacilou.

    Fazer campanha petista no blog não foi legal. O voto é livre, mas… Todos estes números são reflexos de uma calmaria na economia mundial também. O Lula não enfrentou a crise dos tigres asiáticos, WTC, entre outros. E o mensalão? Marcos Valério? Correios? Duda? Zé Dirceu?
    Gastar milhões para quitar FMI? Porque nao gastou milhões para as estradas, escolas, saúde….
    LUla é sim despreparado, e sobrevive em cima da lenda do homem trabalhador (que trabalhou muito pouco) que chegou no poder.
    Você vive num mundo Flavio GOmes, que a maioria dos brasileiros jamais verão.
    Acorde!

  • Daniel Carlos Nava,não sei se fui eu que me manifestei mau ou foi tu que não entendeu o que escrevi….pois penso justamente o contrário da tua interpretação…o que eu quis dizer é que devemos respeitar e aceitar as posições dos outros,sobretudo se for diferente da nossa.Isso não quer dizer que devemos concordar,mas sim respeitar e permitir que o outro possa pensar diferente de nós.Essa é uma premissa básica da convivência pacífica,do debate de alto nível e da Democracia.O que aconteceu é que teve gente querendo censurar o Flávio Gomes,pedindo que ele falasse somente sobre automobilismo já que não compartilhavam da mesma opinião política.De forma alguma penso que liberdade de expressão é a expressão igual à minha…por isso que exalto a tolerância política…acho que todos devemos nos manifestar,debater,colocar nossas diferentes opiniões num alto nível,sem desqualificar o oponente,nem xingar,adjetivar etc…tu não achas que é melhor assim,um debate de idéias e não de acusações?Eu acho que é assim que se vai pra frente,debatendo,discutindo sem ter a necessidade de vencer o oponente a quaquer custo,tendo para isso respeito e consideração pelas opiniões contrárias….tomara que agora eu tenha passado melhor o que penso e tu interprete melhor o que escrevi…
    O fato é que os anti-petistas acabam se igualando aos petistas pois os dois lados ao desrespeitar e desconsiderar as opiniões contrárias acabam não conseguindo “enxergar além da própria visão”,sem perceberem que a mesma acusação que estão fazendo,cabe a si próprios….

  • Resultado da corrida de clássicos em Interlagos:
    1 – berlinetta Interlagos 1.6
    2 – FNM JK 2.0
    3 – Sinca Chambord 2.5
    4 – Renault 1093 .90
    5 – Renault Gordini .85
    6 – DKW 1.0
    7 – Warsawa 1.0
    8 – Romi-Isetta .60
    9 – Volkswagen Kombi 1.5
    10 – DKW 1.0 (Flávio Gomes)

  • QUE HORROR hein Flávio,parece que tu acabou de confessar um crime,ao assumir ser de esquerda e elogiar o governo Lula…sim pq pelo visto continua a ser crime manifestar opiniões políticas e se declarar de esquerda no nosso país…alguns aki reagiram com raiva à tua manifestação,te colocaram os mais diversos adjetivos preconceituosos,uns típicos da Guerra Fria,como “vermelhinho”…que rídiculo!!!!! Teve gente que deixou de gostar de ti,outros não vão mais acessar teu blog,e outros querem que tu somente fale de automobilismo pq não concordam com tuas opiniões…mas o que é isso?Democracia?Acho que as pessoas precisam se libertar um pouco dos preconceitos,das paixões político-partidárias e exercitar um pouco a tolerância,requisito básico da Democracia,pois só assim vamos avançar na consolidação da mesma e debater/discutir de verdade as questões do nosso país…abraço de um leitor “vermelho” também,hehehe

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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