Arquivosegunda-feira, 6 de março de 2006

Ficar em último não é tão ruim assim

F

SÃO PAULO (uai, todo mundo não amava a Minardi?) – Para que fique bem claro, fui o último no fim de semana todo. O último no grid entre os que fizeram a classificação (três não treinaram e largaram atrás de mim) e o último a receber a bandeirada entre os que concluíram a corrida (sete abandonaram). Mas curti muito o sábado em Interlagos. O grid estava bonito, com 23 carros, e tivemos a...

Luta sem fim

L

SÃO PAULO (lutem sempre) – O incansável André Buriti manda o relato sobre a manifestação pró-autódromo de Jacarepaguá que aconteceu ontem no Rio. Reproduzo, com os links para as fotos. COMUNICADO – 05 de março de 2006 Foi realizada hoje a primeira de uma série de ações de conscientização da opinião pública sobre a verdadeira utilidade da obra que pretendem realizar sobre o solo do...

Alguém castiga

A

SÃO PAULO (sem comentários) – Morreu no fim da semana o Athayde Patreze. Para quem não lembra, aquele cara da TV que tinha como bordão “simplesmente um luxo” e usava um microfone dourado. Até alguns dias atrás, eu o tinha apenas na conta dos folclóricos sujeitos que sabe-se lá como arrumam espaço na TV. No caso dele, um cara meio tonto que ficava bajulando milionários. Seu...

Piquet Jr. II

P

SÃO PAULO (já falo sobre a corrida, calma!) – Nelson Piquet fala na sua coluna de hoje no Lance! (sem link, tem de cadastrar, é uma chatice) sobre a estréia de seu caçula Pedro Estácio, 6 anos, no kart. O garoto fez pole, melhor volta e ganhou no circuito do Guará, em Brasília. “Ele encheu meus olhos de alegria”, diz Nelson. “Estava mais calmo do que eu.” Piquet...

Agora é a Globo que se dobra

A

SÃO PAULO (já disse, vamos dominar o mundo) – Não estou entre os dez maiores fãs desse programa meio bobo do Luciano Huck na Globo (dele, pessoalmente, gosto muito; chegamos a fazer umas coberturas juntos na Pan), mas o fato é que uma Kombi será “tunada” no quadro “Lata Velha”. Quem me avisou foi o blogueiro Anderson Andrade. Vou acompanhar de perto, ou pelo menos...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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