Arquivoquinta-feira, 16 de março de 2006

Convém ficar de olho

C

SÃO PAULO (a Renault não é boba) – Uma olhada nos tempos dos testes da GP2 e já aparece em terceiro o Lucas di Grassi. Será o primeiro ano dele na categoria. Lucas é piloto do programa de desenvolvimento da Renault há algum tempo. Coitado do Nelsinho. Ano passado, ele não foi campeão mas até que não pegaram tanto no pé do rapaz, entre outras coisas porque o outro brasileiro, Xandinho...

Da força da grana que ergue

D

SÃO PAULO (e destrói tudo, não só as belas) – Não pude acompanhar direito ontem os últimos lances da briga Alcaide do Rio & seus Panamericanos X Pilotos Inconformados & Defensores de Jacarepaguá, participação especial da CBA. Ao que parece, mandaram parar a balbúrdia no autódromo, mas o estrago já é grande, enorme e monstruoso. Duvido, mas duvido mesmo, que haja alguma corrida neste...

Começou

C

SÃO PAULO (e cedo…) – Recebi inúmeros e-mails dos conspiradores de plantão, achando tudo esquisito. Esquisito o Massa rodar daquele jeito, esquisito pifar a pistola que troca os pneus, esquisita a troca do motor para Sepang… Uma corrida só, e de novo tem um monte de gente achando que, como filosofou Barrichello um dia, “é um brasileirinho contra esse mundão todo da F...

Vai de táxi

V

SÃO PAULO (seguindo, aos trancos) – O Aliandro Miranda me enviou hoje esta curiosa notícia, que saiu na coluna do Ancelmo Gois em “O Globo”. Reproduzo, se você estiver com preguiça de ir ao link: Pessoal vip Os diretores desta nova Agência Nacional de Aviação Civil têm feito reuniões na Aeronáutica, em Brasília, que reservou uma Kombi para buscá-los. Mas um deles rejeitou o...

Réquiem

R

Me disseram porém que eu viesse aqui
Pra pedir em romaria e prece
Paz nos desaventos
Como eu não sei rezar, só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar, meu olhar

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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