Arquivosegunda-feira, 31 de agosto de 2009

FAÇA SUA LEGENDA

F

Na velha e boa União Soviética, o uso de acessórios modernos em carros populares era muito disseminado. Tenho certeza que os blogueiros enxergarão a beleza do improviso e do bom-humor na decoração do automóvel em cenário invernal e inesquecível.

ESQUISITICES

E

SÃO PAULO (na lama) – Não sei se é montagem. Mas mesmo se for, é engraçada. Será que é 4×4? Quem seria capaz de fazer isso?

Mas, olhando bem, parece montagem, mesmo. Até meio tosca…

A IRMÃZINHA…

A

SÃO PAULO (que coisa linda…) – Depois de 13 anos de muito trabalho, alguns desgostos e várias alegrias, meu grande irmão Davi Troncoso, de Brasília, conseguiu dar a primeira volta com sua perua Wartburg, no sábado. Foram 14 km de prazer e felicidade. Serão muitos mais daqui em diante, Davi! Você merece, amigão!

NA TELA

N

SÃO PAULO (boas surpresas) – Comentariozinho em vídeo do feioso aqui sobre o GP da Bélgica e o caso Renault-Briatore-Nelsinho. Tomara que a imagem congelada não fique ridícula…

REPETECO

R

SÃO PAULO (outro país) – Acho que já postei aqui, anos atrás. Mas sempre vale ver de novo. Filme de Jean Manzon restaurado pela Dana, gravado na Vemag em 1964. Ano em que nasci. Mostra um Brasil que já deixou de existir faz tempo.

SONZEIRA

S

SÃO PAULO (acho que o inverno se foi) – Comunico à blogaiada que chegou sexta-feira a esta capital o novo rádio para meu carro, zerinho, na caixa, direto da DDR. Veio junto com chocolates que estampam um lindo Trabant 601 na embalagem. Agora a batalha vai ser para encontrar quem instale isso com zelo e capricho.

Quem mandou foi meu amigo nobre prussiano, Don Peter Von Wartburg, em viagem secreta ao Brasil.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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