Arquivoquarta-feira, 28 de abril de 2010

VINHO BUENO

V

SÃO PAULO (convites, please) – Olha que legal a notícia enviada pelo Dú Cardim. O Galvão Bueno terá um vinho e um espumante com seu nome, feito pela turma da Miolo, em Bento Gonçalves. Lançamento em agosto. E deve ser coisa boa. Primeiro, porque dizem os entendidos em suco de uva que a Miolo faz vinhos de qualidade internacional. Depois, porque o Galvão conhece vinho. Tenho umas histórias...

ENCHE O TANQUE (31)

E

SÃO PAULO (tá movimentado?) – Grande foto… Foi o Marcos Staskoviak que mandou. Diz ele que é de 1953. O Posto Vitorelli & Cia foi o primeiro de Francisco Beltrão, no Paraná. “Inicialmente de propriedade da Comércio Oeste Paraná Ltda, que tinha muitos sócios, o posto deu lugar à avenida principal da cidade nos anos 60, onde hoje é o Calçadão Central. No instantâneo, do...

LEGIÃO URBANA

L

SÃO PAULO (não acabam nunca) – Tenho paixão por senhorinhas que usam seus carrinhos no dia-a-dia durante anos a fio. Trocam três ou quatro vezes por vida. Esse Kadett aí ainda tem muito chão para rodar. Não sei o ano dele. Mas como a GM começou a fazer o carro por aqui em 1989, pode ter mais de 20, como não? E aí já é um quase clássico, e está uma graça. A tiazinha abriu um largo sorriso...

POBRE ROBÔ

P

SÃO PAULO (teremos resgate?) – Ótima a história enviada via Twitter pela sovietóloga Jackie Della Barbov. Um grupo liderado por um cientista americano encontrou, através de fotos da NASA, um robô soviético perdido na Lua há 40 anos. Os cientistas da URSS perderam seu rastro em setembro de 1971. E desde então o Lunokhod, pobrezinho, ficou abandonado à própria sorte. Que seja recebido como...

PERUA CHIQUE

P

SÃO PAULO (firme como geleia) – E lá vai a matéria da semana no “Limite”, para quem não conseguiu assistir ontem à noite. Trata-se de uma perua Maverick, que pertence ao Paul Gregson. Um carro nunca homologado pela Ford, mas que a Souza Ramos fazia com esmero. É só clicar aqui para assistir.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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