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quarta-feira, 14 de julho de 2010 - 16:42Indy, IRL, ChampCar...

A NOVA INDY

SÃO PAULO (interessante) – A Indy anunciou hoje que a Dallara ganhou a concorrência para fazer os carros da categoria a partir de 2012. Com uma ideia que me pareceu muito boa. A Dallara faz a “célula de sobrevivência”. A base do chassi, em resumo. E, aí, cada equipe escolhe quem quiser para fazer as carrocerias, asas dianteiras e traseiras, aletas, aletinhas, para espetar o que quiser na estrutura dallariana, enfim.

Para tal, a Dallara está montando uma fábrica em Indianápolis, no autódromo. Portanto, estava na cara que iria ganhar. Os kits aerodinâmicos ficam por conta dos times, o que resulta numa inédita categoria “mista”: monomarca, de certa forma, porque os chassis serão iguais para todos, e multimarca, porque cada um veste o carro como quiser.

Divulgaram alguns números interessantes. O chassi da Dallara vai custar US$ 349 mil, e o carro completo, US$ 385 mil. Segundo a IndyCar, 45% mais baratos que os carros atuais. Cada equipe poderá usar dois kits aerodinâmicos diferentes por temporada, um para ovais, outro para circuitos mistos, sem necessidade de chassi específico para cada tipo de pista. E cada kit deve custar no máximo US$ 70 mil. Outra coisa legal: todos os kits aerodinâmicos feitos pelos fabricantes licenciados devem estar disponíveis para todos os times. Se a Penske começar com o kit Tabajara e quiser mudar para o kit Rebolation, pode. Mais uma boa ideia: rodas protegidas para evitar aqueles toques que resultam em decolagens dos indigitados pilotos.

Os motores terão 6 cilindros e 2,4 litros de capacidade cúbica. Serão turbo, a álcool, com potência entre 550 e 700 hp, com botão de ultrapassagem que despejará 100 hp na hora em que o cabra quiser passar alguém. Não ficou claro, pelo release dos organizadores, se haverá um único fornecedor de motor. Desconfio que não necessariamente, porque Tony Purnell, representante da FIA na discussão toda, mandou um recado para as montadoras: “Que venham a Ford, a GM, a Ferrari, a Lotus. Que venham a Lockheed Martin, Boeing, General Electric. Venham mostrar do que vocês são capazes, queremos todos envolvidos!”, falou, em tom de candidato em campanha.

Sem dúvida, uma forma inteligente de reduzir os custos da categoria e abrir alguma margem para a criatividade e a engenharia automobilística. É capaz de esse tipo de coisa virar tendência.

60 comentários

  1. Márcio BH disse:

    É atraente a nova proposta de pacote da Fórmula Indy! Disso, todos amantes da velocidade jamais teriam dúvidas, ainda com a inclusão de novos motores, o que há muito já se esperava. “O que se lamenta é o fato da BAND não dar ênfase ao evento”, pois muitos prestigiadores do automobilismo são limitados nos sistemas de TRANSMISSÕES TELEVISIVAS -vhf, ingolindo guela-abaixo os tapes ou compactos que a famigerada e quebrada Bandeirantes nos faz – é só passar um jogo de Rio e São Paulo para ‘ver’ o que acontece com a etapa da Indy naquela tarde dominical…

    Uma pena – em pleno século XXI -, a emissora do evento desconsiderar os telespectadores que sempre lhe deu audiência!!!

  2. Rodrigo N Mota disse:

    “A diferença é que Boing faz motores para o exercito americano, não sei se isso se aplica a Airbus!”

    Quem faz coisas para o exército/armada americana é a Lockheed Martin. A Boeing faz sim, mas muito menos que a Lockheed…

    A BOEING nunca fez motores aeronáuticos, muito menos a Airbus, isso é coisa pra Continental, Lycoming, Rolls-Royce, Pratt-Witney Canada…

    O que pode ser feito é se usar a parte aerodinâmica dos carros como um laboratório de testes barato e com um marketing bacana. Aliás já se especulou muito sobre isso, inclusive a Rolls-Royce já tem um grande desejo de entrar no ramo automotivo.

    Se a INDY promover bem do jeito que anda promovendo eu não duvido um dedo do fabricante de Seattle (Boeing) no meio disso tudo. Afinal de contas asas de “Open Wheels” usam aerodinâmica de asas aeronáuticas. Imagine se a Boeing, Airbus ou Embraer entram no jogo dando um bom suporte a alguma equipe ou criando as próprias…

    Pelo menos a Airbus entra nisso porque o consórcio EADS da qual a Airbus faz parte também é dona de vários fabricantes de aviões acrobáticos (como os que voam na Red Bull Air Race) e os caras tem conhecimento da coisa…

    resta ver, se o pessoal da INDY quer mesmo eu não duvido que pelo menos suporte técnico a Boeing/Lockheed vão dar as esquipes…

    Que venha 2012 pra INDY!

    PS: Já imaginou um carro da INDY no esquema “dreamliner” do Boeing 787? ia ser lindo….

  3. Luiz Salomao disse:

    Sem concorrentes, a Dallara desfila como a rainha da competencia!!!!!!

  4. Rafael disse:

    Mesmo com essas mudanças acredito que a disputa do título continuará entre Penske e Ganassi, que na minha opinião tem os melhores engenheiros da indy e podem desenvolver os carros mais rápido que os concorrentes

  5. Idéia sensacional para a F-1. Como se os chassis fossem feitos por uma empresa e a carenagem, pela propria equipe.

    Só não gostei da idéia da carenagem de um poder ser usada por outro. Aí que está a graça: errou, se vira pra arrumar!!!

  6. Orlando Salomone disse:

    Exemplo a ser seguido.

  7. Rafael Dreher disse:

    A Fórmula 1 deveria aprender com a Indy… Grande iniciativa!

  8. ALEX B; disse:

    Bonito! Vamos ver se aprova! Até parece um fórmula mesmo!

  9. José Brabham disse:

    Eu nunca entendi porque nunca usaram essa proteção na roda traseira. O carro continua um “open wheel” e reduz o risco de decolagem.

  10. João disse:

    Podiam fazer a primeira corrida sem o kit aerodinâmico para ver qual seria o desempenho só do chassis…

  11. Turco disse:

    os carros da F1, de uma hr para outra, ficaram parecendo coisas do século passado. I’m Indy !

  12. Daniel disse:

    Bom dia Flavio, como disse no blog do vitor martins, acho que isso ai é um claro ponto para a Indy, em vários aspectos, pois o tempo que eles vão ter para aprontar tudo não é grande mas é o suficiente, vai atrair mais patrocinadores e montadoras, e ainda mais, tudo isso diminuindo os custos da categoria… que já eram baixos.
    agora agente pega a F1, os caras das equipes novas tiveram 6 meses em média para construir um carro todo do 0… creio que a indy está dando um show de organização.

  13. Renato Barros disse:

    Agora vai de vez…. parabéns as responsaveis pela mudança, o carro vai ficar bonito, acho que pra ficar melhor, os carros da mesma esquipe tinham que ser da mesma cor e patrocinios e 3 carros cada equipe.

  14. Mauro José Santana Júnior disse:

    E os carros da Indy continuam sendo muito mais lindos do que os da F1!

  15. Luis disse:

    Isso quer dizer que, se a Penske quiser fazer seu próprio kit, terá que disponibilizar para as outras também, sem a mesma exclusividade de quando produzia os próprios chassis?

  16. Pedro Moutinho disse:

    Fico triste porque americanos não conseguem entender alguns conceitos básicos, como por exemplo que um carro bom deve ser um carro bom de curva, não em linha reta, mas isso é discussão pra outra hora.
    O que me incomoda no projeto em questão é que foge do conceito básico de um carro fórmula, o OPEN WHEEL – ou rodas descobertas. Concordem ou não amigos, fórmula por definição tem roda aberta, desprotegida. piloto bom quando precisa toca roda do jeito certo e segura.
    basta procurar no International sporting code da FIA:
    ”Open-wheel cars which comply include the following: Indycars (IRL); Formula One; GP2 and cars to similar safety regulations; Formula 3 to 2002 specification onwards.”

  17. Tiago S. disse:

    Qual a dificuldade da F-1 em fazer algo sem tumulto e claro o suficiente pra não gerar dezenas de interpretações?

  18. RCRG72 disse:

    Boa noite a todos!
    Beleza, tudo isso parece estar no caminho certo.
    Mas daí a implantar na F1, é um abismo de diferença. As grandes montadoras não vão aceitar começar de um chassi básico o seu desenvolvimento. A Ferrari reclamou da caixinha que a McLaren Eletronics fornece para todas as equipes.

    Imagina correr com um carro que “não é deles”.

    Tô pagando para ver.

    Tomara que tudo isso funcione na prática, para que nós tenhamos um campeonato mais legal de assistir, sem as ultrapassagens artificiais que a F1 parece estar implementando.

    • Renan disse:

      Acho que a ferrari não iria reclamar se fosse produzido por um terceiro
      o duro é quando é produzido pela sua concorrente… um exemplo é que a dallara nesse caso deveria ser proibida de vender um kit aerodinamico!!

  19. Jáder, O Pitoresco disse:

    Tá. Só a célula de sobrevivencia será feita pela Dallara. Mas e esse kit aerodinamico aí da ilustração é produção de quem?

  20. Rodrigo N Mota disse:

    “Que venham a Ford, a GM, a Ferrari, a Lotus. Que venham a Lockheed Martin, Boeing, General Electric”…

    a INDY como sempre mostrando que sabe inovar e quem sabe voltar a ser a grande INDY-CART dos anos 90, não é a toa que anda ganhando popularidade a cada dia que passa…

    Agora ficar convocando a Lockheed Martin e Boeing é pedir pra ter briga de gigantes em ramo global, se a Boeing achar que pode usar a INDY como laboratório de testes vai entrar sozinha nessa com equipe própria. se a Boeing entra a Airbus, a Embraer e a Bombardier também vão entrar nessa. ia ser bonito ser um carro da INDY no estilo “dreamliner” da boeing…

    agora baixando o preço, tornando os carros mais velozes e com corridas em mais países a INDY tem tudo para se tornar novamente uma categoria global. quem sabe não veremos uma Ferrari ou Mclaren a INDY um dia?

    abraços..

    • Renan disse:

      A diferença é que Boing faz motores para o exercito americano, não sei se isso se aplica a Airbus!

    • Roberto Valle disse:

      A McLaren já esteve na década de 70, inclusive com um modelo M-16 muito parecido com o M-23 de F1. Já a Ferrari chegou a montar um, mas foi tão mal nos testes que desistiram da empreitada.
      A Lotus já correu ( e venceu) em Indy. Há também os casos das equipes que fizeram o caminho inverso, com relativo sucesso, como a Penske.

  21. gian disse:

    discordo dos amigos que dizem ser uma ideia a la stock…….pelo pouquinho que ja fiquei sabendo…para mim….,é a melhor ideia que ja vi no automobilismo desses ultimos tempos ,nivelando por igual a todos…e fazendo sim a diferença quem tiver a cabeça mais arejada e pensante em saber combinar o kits aerodinamicos e mais acertados para cada carro e estilo de guiar de cada piloto….acho que se isto mesmo der certo e creio que vai dar,sera sim uma super tendencia para todas as categorias…..o futuro é que vai dizer….

  22. Carlão disse:

    Não mudou tanto…na minha perspectiva o desenho ainda lembra bem o atual…mas acho que é o mais sensato de todos.
    Espero que a Indy volte a ter boas corridas como antigamente. Que haja boas disputas.

  23. Luiz Eduardo disse:

    Parece que usaram a inteligência. Que a categoria volte aos bons tempos da Cart.

  24. ¿? disse:

    Não poderia acontecer de algum fabricante fazer um kit (aerodinâmico, digamos) tão bom que todas as equipes queiram usá-lo??

    Claro, incentiva os outros fabricantes a se mexerem, mas até lá… :D

  25. Rafael Lucas disse:

    Está aí a fórmula para a F1.

  26. Alexandre perlini campos disse:

    Hoje em dia umas das coisas mais caras é aerodinamica, vai encarecer! outra coisa, quando se muda muito o carro se gasta um monte em desenvolvimento! esse negócio que é para reduzir custos é balela! é alguém querendo vender um carro novo e ganhar grana com isso, como o Zeca fez com a stock nossa.

  27. Rafael Apache disse:

    Talvez seja só um chute meu, talvez não. Mas quem sabe a Indy não esteja se tornado um laboratório de testes para novas idéias a serem aplicadas na própria F1? Existem “manda-chuvas”em comum pelo menos nas partes lucrativas de ambas.

  28. Ricardo Bifulco disse:

    Salve Flávio! Salve pessoal!
    Adorei a proposta da Dallara. Ainda bem que aquele treco da Deltawing não foi aprovado.

    Aliás, apesar de moderna, a carroceria da Dallara tem um “que” de Indy (USAC) da década de 70.

    Muito sucesso!!

    Um grande abraço,

  29. Joao disse:

    Se a dallara fizer a mesma caca que é o carro da Hispania, vai ser uma graça as barcas da indy mais lentas que carros de GP2 e se desmanchando no caminho!

    • Leonardo disse:

      A diferença é que na Indy a Dallara ganha bastante dinheiro enquanto na F1 ela estava gastando em um projeto em que não se sabia se a equipe ia ter recursos para cobrir os custos. Então acho que nao foi difícil escolher onde alocar os melhores engenheiros e a maioria dos recursos da empresa, a Campos não existe mais e a propria Hispania disse que a Dallara não tinha mais o minimo interesse de desenvolver o carro.

  30. vitão disse:

    corrida boa e barata é ótimo . Agora a Dallara fez um servicinho para Hispania….dizem que o carro não serve nem para a F-3.

  31. Alex disse:

    Muito legal mesmo, que a Indy volte a ser como era na década de 90! Ou melhor!

  32. Maia disse:

    duas coisas: 1) o carro é tão prafrentex que não tem retrovisores; 2) a proteção na roda traseira, apesar de mais segura, não ofende o princípio do open wheel das fórmulas.
    mais duas coisas: 3) com essa proteção parece que será péssimo negócio tocar a asa dianteira no carro da frente. sua asa fica e o carro do adversário sai só arranhado. 4) e afinal, essa configuração meio delta da traseira vai ajudar ou atrapalhar o slipstream, o chamado vácuo?

    • Maia disse:

      mais mais duas coisas: deve caber um difusor de trezentos níveis na parte da carroceria entre as rodas traseira. 2) deveriam ter deixado fazer aquele delta-wing batmóvel só para ver como o bicho faria curvas.

  33. Leonardo disse:

    Além do projeto do carro ter ficado bem bonito, o principal, que foi a idéia de mesclar fabricantes em cima de um chassi base no meu ver foi muito interessante e inteligente, ja estou torcendo denovo para a Indy voltar a ter seus dias de glória. E que a F1 possa olhar para as categorias americanas e considerar algumas idéias em vez de ficar propondo atalho na pista ou teto orçamentário.

  34. No video que tem no Grande Prêmio, aparece Honda escrito na lateral do carro, em princípio deve seguir, então..

  35. João Vitor disse:

    Meu, a idéia não poderia ser melhor. Você tem uma plataforma comum, mas com uma série de diferenciais que pode mostrar quem manda e quem obedece. Se outra equipe fica pra trás ela pode simplesmente comprar tudo igual, fantástico. A Indy vai figurar entre as maiores categorias logo.

  36. Thiago Barbosa disse:

    Espero que estas mudanças tragam de volta os patrocinadores que se foram nos ultimos anos, e a competitividade da categoria, que apesar de otimas corridas, desde 2008 tem a disputa do titulo centralizada em Penske e Chip Ganassi.

  37. Aliandro Miranda disse:

    Esta inovação toda é o caminho natural para a sobrevivência da categoria. Gostei da escolha da Dallara. Na humildade, como se diz, fez diferente sem fugir do tradicional. Até hoje não entendo como a proposta da Swift poderia dar certo, acho que nem curva aquilo deveria fazer.

    E mais: este é o incentivo que os garagistas poderiam ter. Faz-se um chassi padrão, e o resto é aberto. De novo, é para a sobrevivência da categoria, para não se chegar às confusões que existem na F-1, por exemplo. E a valores exorbitantes, diga-se.

  38. Rafael Marinho disse:

    Vai ser apelidado de “Tubarão do aslfato” esse novo Indycar!!

    kkkkkkk

  39. Rafael Marinho disse:

    E o carro ficou bonito pra caramba, mas muito bonito mesmo!

  40. Pedro Jungbluth disse:

    Isso á aplicável na F1?
    COmo os motores Cosswoth, que tme função estranha, servem para os times pobres, mas times fortes não pagam por bons motores, e se os fazem abatem o valor vendendo para outros times. No final, Cossworth são caros e ruins para os times menores.
    E obrigar todos usarem o mesmo motor, ou o mesmo chassis, teria muita rejeição.

  41. Rafael Marinho disse:

    A revolução começou com um idéia sensacional: tornar a categoria multimarca sendo no papel uma monomarca.

    Sem dúvida virará uma tendencia para baratear os custos em outras categorias, além de acirrar a disputa entre as industrias automobilisticas.

    Parabens para a Indy, naquela que pode ter sido a mais revolucionaria decisão da decada!

    Indy Returns!!!

  42. Fábio Peres disse:

    Chassi Dallara com asas Lola, bico Swift e aquele pedacinho da Shu-shu … vai ser um carro diferente do outro, mesmo.

  43. Fabio Amparo disse:

    Acabei de ler sobre isso no Tazio.

    Achei a idéia de barateamento muito interessante e factível. Muito mais do que as loucuras que se propõe na F1.

    Isso com certeza trará novas forças do automobilismo para a Indy. Inclusive atuantes na F1.

    Abraços

  44. A IndyCar acaba de criar um modelo que poderá salvar diversas categorias no automobilismo mundial.

    Reduz custo e promove diversidade de equipamento.

    Nota dez pro cowboy.

  45. Neto Guido disse:

    Flávio, desculpe a minha sinceridade e principalmente minha ignorância.

    A indy está dando aulas de como fazer um campeonato de automobilismo de altissimo nível para as demais.
    As corridas são sempre muito emocionantes, com excessão dos ovais que só é legal meia volta para o final.
    Não gosto de corridas em ovais, deve ser um puta tesão assisitir in loco, mas na TV é chata demais.
    Mas as pistas mistas da Indy, não perco uma e ainda tem brasileiro bom para torcer, que vale mais a pena ainda.
    Sei que muitos discordam de mim, mas ainda não peguei o barato de assistir ovais.

  46. Mauro Rodrigues Junior disse:

    Viva o mundo dos seres dotados de inteligência e bom senso!!!

    Ótima a idéia de colocar uma proteção nas rodas traseiras.

    Bem que poderiam colocar este chassi novo já em 2011…

  47. Humberto Corradi disse:

    Tudo muito legal e achei o carro da foto sensacional.

  48. Marcio Rodrigues disse:

    O carro é bonitão.

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