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segunda-feira, 8 de novembro de 2010 - 14:27Autódromos

TARUMÃ, 40

SÃO PAULO (outro aniversário) – Bom dia, macacada. Passada a ressaca de Interlagos, hora de tentar retomar a vida normal. E, para começar, parabéns a Tarumã, que hoje completa 40 anos. Todas as homenagens aos gaúchos e à alma desse circuito, que lá no Sul o pessoal chama de “o Tarumã”. “Hoje tem corrida no Tarumã”, dizem, e não “em Tarumã” — como fazem os europeus com “the” Nürburgring.

Abaixo, texto que recebi da APPA, a Associação dos Pilotos e Preparadores de Automobilismo do Rio Grande do Sul que exprime bem a paixão que os gaúchos têm por esse autódromo histórico.

8 de novembro de 1970, um marco na história do automobilismo no Rio Grande do Sul. Finalmente o Estado ganha seu primeiro autódromo completamente asfaltado e dá início a uma nova fase na velocidade gaúcha. As corridas abandonam as estradas e os pilotos e equipes ganham uma nova casa. E que casa! Velocidade pura e pé embaixo, estas são as melhores descrições de Tarumã, projetado e construído para a velocidade.

Muitos têm medo, mas todos o respeitam. Desafiador, exige o melhor. Melhor piloto, melhor preparador, melhor motor, melhor chão, melhor conjunto, senão o tempo não vem. O autódromo, que tem alma própria, cobra caro por erros e desacertos. Sua fama de vingativo vai longe e espanta os menos corajosos ou os que têm apenas dúvidas.

Quem tem coragem se encanta com a velocidade pura na mais clara acepção da palavra corrida. Tarumã é um sobrevivente de uma era diferente, onde tudo era mais divertido e perigoso. O hoje quarentão evoluiu, tem áreas de escape maiores, ficou mais seguro, mas a sensação de velocidade e desafio é a mesma.

Pilotos e prepradores forjaram seus nomes nos 3.016 metros de Tarumã. Ficaram famosos por encontrarem algum atalho ou acertinho que fez a diferença. E não há nenhum piloto que não diga que não existe prazer maior do que fazer a Curva Um flat. Pé no fundo, sentindo o carro escorregando e armando a chegada na Dois.

É impossível falar de Tarumã sem paixão. E esta paixão já dura 40 anos. Fica aqui registrada a homenagem da Associação de Pilotos e Preparadores a este jovem valentão, que abriu o caminho para que se formassem gerações de pilotos, preparadores e fãs no Rio Grande do Sul. O parabéns nesta quente segunda-feira, não é apenas ao Tarumã, e sim a todos nós, Federação, Automóvel Clube, pilotos, equipes, patrocinadores e fãs que temos na família da velocidade nosso segundo lar.

E ninguém melhor que o Leandro Sanco para falar dessa pista. Lá no seu blog tem este vídeo e muito mais. Aliás, é o Sanco que manda o recado. Uma comemoração especial está sendo preparada, com a presença de pilotos vencedores das primeiras provas disputadas na inauguração. Informações pelo telefone (51) 3485-1510, com a Valéria.

Longa vida ao Tarumã!

29 comentários

  1. Carlos Ubiratan "Dente" Roesch Petry disse:

    Cresci perto, bem perto, do Tarumã, ouvindo os motores roncando nos finais-de-semana, indo com os amigos ver os Speed’s 1600 treinarem, assistindo aos rachas nas sextas à noite. Um dia ainda vou pilotar lá!

    E fico feliz de ver outro Carlos Petry aqui, igualmente fã do Tarumã!

  2. Carlos Alberto Petry disse:

    Leandro Sanco, costumamos nos falar no teu blog, mas duiante do que o Alan disse eu tenho que argumentar: O automobilismo gaúcho é grande sim, graças ao trabalho abnegado de algumas pessoas, em epecial cito um injustiçado, o próprio Alan Magalhães, que organizou um dos maiores campeonatos que o Brasil já viu, e foi aqui no Rio Grande do Sul. Foi um prazer defendê-lo na reunião ocorrida no Tala Larga, ao final da qual um cara me perguntou, tu me conheces, disse que não e ele disse: muito prazer, eu sou Alan Magalhães…

  3. Carlos Alberto Petry disse:

    Flávio, dificilmente, terei a oportunidade de em uma só noite, ser premiado com tantas emoções, como o fui por estar lá “no” Tarumã, como disseste. Sim eu estava la, tanto na inauguração, quanto na festa de segunda a noite, e vi nestas duas ocasiões, Chico Feoli (este me ensinou o traçado de chuva, quando eu era estreante), Henrique Iwers (este uma lenda “dekawesiana” no RS), Roberto Giordani(este o magnífico do DKW 88- na segunda feira, estava faceiro como ganso novo em taipa de açude) Junto com o Iwers, outra lenda o preparador Horst, e por falar em preparador, o Mago Ivan Hoerlle, que antes de “evolutir” para gênio nos 4 tempos, preparava “as maquinas de fazer pipoca da VEMAG, como gente grande, estava também o meu amigo, afiliado e companheiro de inúmeras jornadas de alegrias muitas e desilusões algumas Paulo Roberto Hoerlle, e sabe o que mais Flávio a alegria dos reencontros, foi tanta que eu não derramei uma só gota de lágrima, mas depois, já em casa a “cachoeira” verteu. Foi dito que Tarumã tem seus segredos que uns poucos gaúchos desvendaram, mas dois paulistas em especial com quem eu competi, me impressionaram, no domínio do nosso santuáio da velocidade, são eles Atila João Sippos e Mario Pedro Ferreira (equipe CONDOR), este por uma pole, considerada improvavel por alguns e impossível por outros. Encerrando, eu digo obrigado Tarumã…

  4. Leandro Sanco disse:

    E aí, turma!

    Como informação, a foto que ficou na “capa” é do então Gaúcho de Marcas de 1990, que até o ano anterior era chamado, como bem lembrou o criador da categoria (Alan Magalhães, aquele abraço), de Campeonato Regional de Turismo. Essa foto é da prova que marcou a reabertura do autódromo, após as extensas obras que tiveram como objetivo melhorar a infraestrutura e a segurança. Se bem me lembro (me corrige McCoy), o Marcelo Aiquel estava à frente do ACRGS e tinha também o Turco, que não lembro bem o que fazia, mas acompanhou as obras de perto.

    Na primeira fila, conforme a turma já comentou, dois Escorts. Na pole (ao volante) o Magro Soldan, que ontem emocionou todo mundo lá no restaurante do Tala, com seu discurso carregado de entusiasmo. Ao seu lado, outro fera, o Paulo Hoerlle. O Egon Herzfeld e o Antônio Fornari eram os respectivos parceiros nas duplas.

    Era isso.

    Abraço a todos e Viva o Tarumã!

    • Alan Magalhães disse:

      Olá Sanco. Grande abraço a você também. Só passo aqui para ratificar minha sincera admiração por seu trabalho, que acompanho através do blog e aproveitar para estender este abraço ao pessoal do RS, pessoas fantásticas e cheias de entusiasmo. Na quase década que morei por aí, aprendi muito, talvez tenha sido uma das fases mais ricas de minha vida no automobilismo, por isso, as saudades são grandes dos amigos que deixei por aí. Força ao trabalho e conte comigo. Se há um lugar que se faz automobilismo com paixão, este lugar é o RS, que me desculpem os outros estados, mas é a realidade. Parabéns a Tarumã e ao rico automobilismo gaúcho!

    • Paulo "McCoy" Lava disse:

      Hey amigo Sanco,

      Correta sua informação: sim, foi a prova que marcou a reabertura de Tarumã — lembro bem, tinha duas horas e meia de duração (trabalhei naquela corrida, comissário de box). Marcelo Aiquel era o presidente da entidade, tendo entre seus comandados o João ‘Turco’ Selhane. Those were the days…

  5. RAFAAPH 2011 disse:

    Lindo trabalho, lindO.

  6. RAFAAPH 2011 disse:

    Um video incrivel!! muita relíquia mesmo!! são muitas fotos legais! parabéns a todos por esse lindi trabalho.
    Esse video é para a Cba refletir… e refletir bem mesmo!

  7. Sergio disse:

    O que me chamou mais a atenção, é que a história começa com fusca e 40 anos depois, ainda há muito desses bezourinhos berrando por aí.

  8. Alan Magalhães disse:

    A imagem da capa deste vídeo não é do brasileiro de marcas, mas do Regional de Turismo, um dos melhores campeonatos de marcas que o Brasil já teve, mais um exemplo dado pelos gaúchos ao Brasil. Era maior que a Copa Shell, que era o brasileiro da época. O Regional tinha as quatro marcas representadas, a Copa Shell não, o Regional tinha 40/42 carros no grid, a Copa Shell tinha 18 e apenas duas marcas, na verdade uma, pois eram tempos de Autolatina. O Regional trouxe a Firestone para as competições, inovou também na forma de equalizar os desempenhos de carros diferentes. Tinha televisionamento, muitas promoções e patrocínios fortes. Os pilotos vendiam patrocínios pessoais com facilidade. Corria em Tarumã e Guaporé. Em 1986, Paraná e Goiás o procuraram para terem franquias idênticas. A Shell percebeu e passou a patrociná-lo também. Mas na hora de crescer, alguns acéfalos de plantão pensaram com seus umbigos e colocaram tudo a perder, uma pena. o Regional foi matéria de seis páginas na Revista Quatro Rodas, que foi até lá checar o porque de tamanho sucesso. O competente Emílio Camanzi foi lá testar os carros. Foi uma época boa, inesquecível e rica.

    • Paulo "McCoy" Lava disse:

      Por questão de justiça, farei uso deste espaço para registrar que o Alan Magalhães foi o responsável pelo crescimento do Campeonato Regional de Turismo e, porque não dizer, pelo gerenciamento profissional deste que foi um dos melhores campeonatos que já existiram no Rio Grande do Sul — a Shell Petróleo, vamos combinar, não iria destinar verba para um evento sem administração profissional.
      Digno de nota ressaltar, o competente Alan Magalhães também implantou aqui no Estado um evento que até hoje deixa saudades. Refiro-me ao “Racing Day”. Um verdadeiro ‘dia de corridas’ no qual o aficionado tinha direito à assistir provas de motovelocidade, Opalas, Speed 1600 (Fuscas) e Fórmula Ford. É fato, o “Racing Day” foi sucesso entre importantes empresas (Ford Brasil, Firestone, Atlantic Petróleo e Pepsico) e, claro, entre o público. Considerem, por exemplo, que na segunda etapa da temporada 1989, Guaporé, mais de oito mil pessoas pagaram ingresso. NUNCA mais tal número repetiu-se em EVENTOS REGIONAIS. Ou que em 1988, ano da implantação, o evento ainda contou com uma prova do brasileiro de Fórmula Ford. Mais de TRINTA mil pessoas prestigiaram a corrida de Tarumã. Vale dizer que a Fórmula Ford brasileira NUNCA conseguiu semelhante afluência de público em provas disputadas no RGS.
      E digo mais: desafio qualquer pessoa ligada ao automobilismo gaúcho — ou brasileiro –, vir aqui neste espaço contestar o que o Alan postou acima, idem sobre o que estou dizendo. Aliás, eu muito apreciaria que as pessoas que em 1987 optaram pela não continuidade do Alan frente à coordenação do Regional de Turismo viessem aqui neste espaço e explicassem porque cometeram tal ato (idem sobre as pessoas que impediram que a Brascar, sob seu comando, tivesse continuidade). Mas aí, seria o mesmo que uma mulata fornida bater à porta do autor desta e o convidar para um passeio à bordo de um possante Ford GT pelas avenidas de Dallas. Se este último ‘sonho’ é impossível, creio que o anterior é possível. Basta querer — e, tenho certeza, o Flávio Gomes autorizará a postagem.
      With kind regards,

      Paulo “McCoy” Lava
      Jornalista & pesquisador de automobilismo

  9. roger v disse:

    E aproveitando a deixa; dois carros de grandes pilotos e preparadores na frente; Egon Herzfeldt e Paulo Hoerlle.

  10. ingo disse:

    nossa q belas imagens,Doginhos,escorts,opalas,corceis,mavericks e fuscas correndo *_*

  11. Walter - Poa RS disse:

    Da inauguração até março de 1973 eu fui a todas as corridas, inclusie na de formula 2 na qual morreu o gioani Salati.

    Depois fui morar em São Paulo e quando retornei consinua indo mas sem a mesma frequência.
    Belo lugar o tarumã.

    desculpem as faltas de uma letra deu problema no teclado, tentarei arrumá-lo ou terei que trocá-lo

    Abraços

  12. Paulo Franco disse:

    Bom, já que é para lembrar…
    Em 2001 fui correr em e no Tarumã de moto, dividindo o evento com a extinta categoria de protótipos Brascar.
    Aliás, muita gente foi para essa corrida porque seria a reabertura de Tarumã para as motos, já que me parece que nos anos 80, um piloto morreu ali e houve um complicação legal qualquer que impediu que se corresse de motos em Tarumã.
    Saimos no final da tarde de sexta de Curitiba e chegamos no portão do autódromo lá pelas 1:40 hs da manhã e tivemos que esperar porque tinha um…. congestionamento de carros entrando e saindo de lá!!
    Era a tal Formula Citadina, ou algo parecido, que estava acontecendo naquela noite.
    Tratava-se de uma corrida com carros de rua, não sei com quais equipamentos de segurança, que acontecia nas noites de sexta feira, sob as luzes dos faróis e nada mais!
    O público participava de formas diversas.
    A mais comica era atravessar a pista, correndo pelado na frente dos carros, iluminado pelos faróis.
    Homens e mulheres ou guris e as prendas!
    Território livre, podia de tudo, festa na floresta total.
    Mais Woodstock, impossível!
    Naquela noite, não houve nenhum acidente, mas para tentar dormir nos boxes…
    Como diria o Obelix: “Por Tutatis, estes gaúchos são todos loucos”.
    Adorei o traçado e acabei fazendo um sexto no seco e um sétimo lugar na garoa nas duas baterias, de 600cc à frente de 28 motos, logo na minha primeira vez.
    Lembro muito bem de “ignorar” o fato de que a curva Um e a Dois não tinham área de escape (nos treinos da manhã, um piloto bateu nos pneus e quebrou a clavícula ali), da freada do Laço, dos traçados de ataque e defesa no Tala Larga e da difícil entrada da improvisada chicane usada pelas motos na entrada da reta para matar um pouco a velocidade de chegada na Um.
    Na minha opinião, o melhor traçado do Brasil, depois do velho Interlagos!
    Mas, para a velocidade desenvolvida, Tarumã infelizmente não é seguro.
    Espero firmemente que alguem consiga arrumá-lo, pois é um circuito precioso!
    E, que fim terá levado a Formula Citadina e seus pelados?

  13. Tazio disse:

    É no Tarumã, mesmo!
    “Tarumã é um sobrevivente de uma era diferente, onde tudo era mais divertido e perigoso.”
    Depois deste texto, só…. . Parabens Tarumã.

  14. Tiago Mio disse:

    Parabens a Taruma.

  15. MT disse:

    É um lugar diferente, tem muita história “no ar” lá, sou apenas dois meses mais velho que o Tarumã então não pude ir na inauguração, mas desde muito criança frequento o autódromo e espero ainda estar por lá quando eu for velhinho. É uma pista para pilotos de verdade.

  16. Mario Simas disse:

    Sei o que é correr neste templo. E levar troféu para casa…

    Pista de média horária bem alta e traçado ultra desafiador. Sonho de autódromo para todo piloto.

    Pena que enfrenta os problemas típicos das pistas brasileiras.

  17. AlvaroMegamix disse:

    Sensacional , muito legal , boas lembranças, quantos carros, quantas corridas , quantas categorias, até doginho correu, muito legal mesmo , Parabens Taruma , Parabens Rio grande do sul.
    Abraço

  18. penataba disse:

    Hipódromo do Tarumã: – Vou NO Tarumã apostar nos cavalos.

    Autódromo Internacional “DE” Tarumã: – Vou EM Tarumã ver os melhores pilotos do Brasil e torcer o pescoço de que fala “no Tarumã”

  19. TOM SEM FREIO disse:

    Parabens a Taruma, e o mais legal de ver esse video, é ver os bons tempos das corridas, me lembrei de varios carros e pilotos que disputavam palmo a palmo as corridas em qualquer lugar do Brasil. Coisa que nao temos hojem dia. E sem comparar tambem que no Sul, os Grids sempre sao cheios. Uma vez mais PARABENS.

  20. ALEX B. disse:

    Vida longa mesmo! Mas tem de atuaizar um pouco tambem!

  21. tazio nuvolari disse:

    Kra, assino embaixo deste texto. É tudo isso e mais. Já vi campeões, fera, bota tirar o pé em tarumã. O motivo só eles sabem. Era a barata q tava ruim ou correndo pelo campeonato, sei lá, mas tiraram o pé. Algumas das corridas das fotos eu estava lá, e kerem saber qual o melhor lugar de tarumã fora da pista? Em cima de uma figueira na descida para o tala. Simplesmente fantásico. Pena q a moda é velopark> Nada contra,mas já fui, tem uma amiga q o marido é fissurado em arrancada e tá toda hora lá, e nem eu e nem ela viu os dragsters abrirem os paraquedas, mas tudo bem. Igual a TARUMÃ, ñ sei ñ. Os botas dizem q quem anda bem em Tarumã anda em qualquer pista do mundo. Alias, neste blog veja q os kras são fissurados no automobilismo argentino, mas é só fazer corrida em Tarumã q é igual, ou parecido, pois os kras, tem umas cem categorias e aki, anível nacional só tem categoria para abastado correr.

    Abração

  22. GERALDO CASSELLI JÚNIOR disse:

    Bela montagem e bela homenagem !!!

  23. victor freire disse:

    na “capa” do vídeo, isso é uma etapa do brasileiro de marcas e pilotos da década de 80? isso é que é competição, e não essa “estoque” fajuta que temos hoje em dia!

  24. Arlei Vieira disse:

    Putz quanta cena linda…………lembranças e lembranças.
    Fui frequentador assiduo do Tarumã na segunda metade dos 80 e inicio dos 90. Tempos de F3 Sulamericana, Copa Yamaha RD350, Campeonato de Marcas, as brigas Passat x Voyage x Escort, os Unos sempre andando bonito……ô tempo bom dos churrascos nos barrancos do autodromo !
    Bonito demais ver a evolução, dos Fuscas, dos Corcel, a chegada do Fiat 147 que andava bonito com seu motorzinho de enceradeira…………o dominio dos Passat, os anos 80, e pos ai se foram 40 anos, a gente fica mesmo velho depressa demais.
    PARABENS TARUMÃ !

  25. roger v disse:

    Tarumã È FODA!
    -Estou fora do RS, ‘dentro dos meus 50 anos’ a no mínimo 10 anos! Mas este autódromo me faz tremer quando passo a entrada…uma volta nele é mágica…no meu íntimo o trato de Brands Hatch brasileira (há que discorde) é um country side de ladinho de Porto Alegre…Curvas emocionantes 1,2,9, prazeirosas tala e laço… Parabéns ao velho e bom Tarumã!

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