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sexta-feira, 27 de maio de 2011 - 15:10F-1

LOTUS VS. LOTUS

SÃO PAULO (ainda está claro, bom dia) - E ficou assim: a Lotus verde de Tony Fernandes pode continuar usando o nome Team Lotus. E a Lotus preta da Genii não precisa mudar de nome, continua se autodenominando Lotus-Renault e usando o preto e dourado que era do Team Lotus nos anos 70, embora a FIA chame a equipe só de Renault, apesar de a Renault já ter vendido tudo para a Genii. E ambas podem usar o escudinho de Colin Chapman. Foi o que a Justiça inglesa decidiu.

Entenderam?

55 comentários

  1. Leandro disse:

    Joga pedra na Genii !!!!!!!!! Eu gosto da Lotus preta e dourada… dá saudade… e a verde e amarela lembra as mais antigas ainda… mesmo com toda esta nostalgia só faltam umas coisas pequenas nessas equipes: PILOTOS !

  2. André disse:

    Pra decidir uma merda dessas, tipo empate técnico, era melhor não ficar enrolando. Assim até eu decidiria.
    André / Piloto no http://www.f1bc.com

  3. alberto disse:

    Quer saber? Justiça ficar perdendo tempo com dois times que vão deixar de existir em, no máximo, 5 anos? FODAM-SE, essa foi a sentença do juiz.

  4. Ricardo Zeólito disse:

    É impressão minha ou a justiça inglesa deciciu não decidir? Quem diria, heim.

  5. Wilson disse:

    Entenderam??????
    Não !!!!!

  6. Fabiano disse:

    Qual o plural de Lotus? Lotuses??

  7. DCNunes disse:

    Disseram que nenhuma das duas tem relação com a antiga Lotus, de Colin Chapman, mas na verdade as duas tem. A história que conheço é a seguinte: Chapman fundou a Lotus Engineering em 1952. Dois anos depois, a Team Lotus, a parte dedicada a corridas, se separou da companhia original. Desde então existem duas Lotus.

    O destino do Team Lotus foi o sucesso no automobilismo, com vários títulos de pilotos e construtores na F1, e a falência, em 1994, quando ocorreu a venda para David Hunt (irmão do campeão James). No final do ano passado, Tony Fernandes comprou o direito de usar o nome Team Lotus de David. Essa é a Lotus Verde.

    O destino da Lotus Engineering foi se tornar parte do Group Lotus, que é composto da Lotus Engineering e Lotus Cars. A malaia Proton é dona do grupo. Essa é a Lotus preta.

    Então, concordo com os juízes.

  8. Thiago Azevedo disse:

    É aquele resultado que não é bom e nem ruim para ambos…

  9. Brandão disse:

    A galera não entendeu que a Justiça reconheceu a existência de DUAS Lotus: A Lotus Cars, fabricante de carros, e a Team Lotus, equipe de F1. E se o Fernandes comprou os direitos de usar o nome Team Lotus na F1, é sim o herdeiro da equipe Lotus de F1. Paraguaia é a aproveitadora da Genii, que de Lotus tem menos ainda.

  10. rubem rodriguez gonzalez disse:

    Fica assim: de agora em diante todas as equipes mantém o próprio nome precedido do nome Loutus. Assim não há mais problema algum!!!!! se as outras equipes não quiserem usar o nome Lotus – e não hão de querer – fica tudo como está , entenderam? não? Nem eu…….. é a famosa saída salomônica…. e depois ainda caem de pau na justiça brasileira…. pelo visto o mal é universal…..

    mais uma vez recorro ao fabuloso gerador de lero-lero e dou sentença abaixo sobre o assunto:

    resolução do embróglio lotus x lótus – resultado final
    A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a estrutura atual da organização pode nos levar a considerar a reestruturação dos procedimentos normalmente adotados. O cuidado em identificar pontos críticos na necessidade de renovação processual não pode mais se dissociar dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Por conseguinte, a contínua expansão de nossa atividade maximiza as possibilidades por conta das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Neste sentido, o desafiador cenário globalizado talvez venha a ressaltar a relatividade do impacto na agilidade decisória.

    A prática cotidiana prova que a determinação clara de objetivos agrega valor ao estabelecimento dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. No mundo atual, o consenso sobre a necessidade de qualificação estimula a padronização do retorno esperado a longo prazo. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação representa uma abertura para a melhoria das formas de ação.

    O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o fenômeno da Internet prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do processo de comunicação como um todo. O que temos que ter sempre em mente é que a mobilidade dos capitais internacionais afeta positivamente a correta previsão das direções preferenciais no sentido do progresso. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o surgimento do comércio virtual possibilita uma melhor visão global do investimento em reciclagem técnica.

    No entanto, não podemos esquecer que o início da atividade geral de formação de atitudes estende o alcance e a importância da gestão inovadora da qual fazemos parte. Caros amigos, a percepção das dificuldades apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das condições financeiras e administrativas exigidas. Não obstante, a adoção de políticas descentralizadoras acarreta um processo de reformulação e modernização do orçamento setorial. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o entendimento das metas propostas exige a precisão e a definição do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. É importante questionar o quanto a competitividade nas transações comerciais faz parte de um processo de gerenciamento de alternativas às soluções ortodoxas.

    Desta maneira, o novo modelo estrutural aqui preconizado causa impacto indireto na reavaliação dos paradigmas corporativos. Assim mesmo, o julgamento imparcial das eventualidades é uma das consequências do fluxo de informações. O empenho em analisar a execução dos pontos do programa assume importantes posições no estabelecimento dos índices pretendidos. Pensando mais a longo prazo, a hegemonia do ambiente político promove a alavancagem do remanejamento dos quadros funcionais.

    A nível organizacional, a revolução dos costumes aponta para a melhoria do levantamento das variáveis envolvidas. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o comprometimento entre as equipes auxilia a preparação e a composição das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a constante divulgação das informações facilita a criação dos níveis de motivação departamental.

    Gostaria de enfatizar que a valorização de fatores subjetivos oferece uma interessante oportunidade para verificação de todos os recursos funcionais envolvidos. Do mesmo modo, a consolidação das estruturas nos obriga à análise das condições inegavelmente apropriadas. Por outro lado, a expansão dos mercados mundiais cumpre um papel essencial na formulação dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. É claro que o acompanhamento das preferências de consumo ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das diversas correntes de pensamento.

    Percebemos, cada vez mais, que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos garante a contribuição de um grupo importante na determinação do sistema de participação geral. Evidentemente, a crescente influência da mídia obstaculiza a apreciação da importância dos modos de operação convencionais. Todavia, a complexidade dos estudos efetuados deve passar por modificações independentemente das regras de conduta normativas.

    As experiências acumuladas demonstram que a consulta aos diversos militantes desafia a capacidade de equalização das novas proposições. Evidentemente, a estrutura atual da organização promove a alavancagem dos métodos utilizados na avaliação de resultados. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o acompanhamento das preferências de consumo desafia a capacidade de equalização do remanejamento dos quadros funcionais. É importante questionar o quanto o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos é uma das consequências dos procedimentos normalmente adotados.

    É claro que o início da atividade geral de formação de atitudes talvez venha a ressaltar a relatividade da gestão inovadora da qual fazemos parte. A prática cotidiana prova que a necessidade de renovação processual oferece uma interessante oportunidade para verificação do levantamento das variáveis envolvidas. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o entendimento das metas propostas estimula a padronização dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a consulta aos diversos militantes não pode mais se dissociar das novas proposições.

    O empenho em analisar o fenômeno da Internet causa impacto indireto na reavaliação do processo de comunicação como um todo. O que temos que ter sempre em mente é que a mobilidade dos capitais internacionais afeta positivamente a correta previsão dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Assim mesmo, o consenso sobre a necessidade de qualificação possibilita uma melhor visão global das condições inegavelmente apropriadas. No entanto, não podemos esquecer que a expansão dos mercados mundiais deve passar por modificações independentemente do investimento em reciclagem técnica. Caros amigos, a execução dos pontos do programa ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das condições financeiras e administrativas exigidas.

    No mundo atual, a determinação clara de objetivos acarreta um processo de reformulação e modernização do orçamento setorial. Por outro lado, o surgimento do comércio virtual nos obriga à análise do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. O cuidado em identificar pontos críticos na crescente influência da mídia faz parte de um processo de gerenciamento de alternativas às soluções ortodoxas.

    Não obstante, o comprometimento entre as equipes apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das regras de conduta normativas. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a adoção de políticas descentralizadoras maximiza as possibilidades por conta das formas de ação. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o julgamento imparcial das eventualidades aponta para a melhoria do retorno esperado a longo prazo. Pensando mais a longo prazo, a percepção das dificuldades prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das direções preferenciais no sentido do progresso. A nível organizacional, a revolução dos costumes auxilia a preparação e a composição das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições.

    Neste sentido, o novo modelo estrutural aqui preconizado agrega valor ao estabelecimento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Desta maneira, a constante divulgação das informações facilita a criação dos níveis de motivação departamental. Gostaria de enfatizar que a valorização de fatores subjetivos obstaculiza a apreciação da importância do impacto na agilidade decisória.

    Por conseguinte, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação exige a precisão e a definição dos modos de operação convencionais. Todavia, a consolidação das estruturas cumpre um papel essencial na formulação do fluxo de informações. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a hegemonia do ambiente político pode nos levar a considerar a reestruturação das diversas correntes de pensamento. Percebemos, cada vez mais, que o desafiador cenário globalizado garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos índices pretendidos.

    Do mesmo modo, a competitividade nas transações comerciais assume importantes posições no estabelecimento de todos os recursos funcionais envolvidos. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a complexidade dos estudos efetuados estende o alcance e a importância do sistema de participação geral. As experiências acumuladas demonstram que a contínua expansão de nossa atividade representa uma abertura para a melhoria dos paradigmas corporativos.

    O que temos que ter sempre em mente é que a estrutura atual da organização representa uma abertura para a melhoria dos níveis de motivação departamental. Pensando mais a longo prazo, o acompanhamento das preferências de consumo oferece uma interessante oportunidade para verificação das formas de ação. É importante questionar o quanto o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos garante a contribuição de um grupo importante na determinação das direções preferenciais no sentido do progresso.

    A nível organizacional, a constante divulgação das informações auxilia a preparação e a composição do fluxo de informações. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o surgimento do comércio virtual estimula a padronização do levantamento das variáveis envolvidas. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o entendimento das metas propostas afeta positivamente a correta previsão de alternativas às soluções ortodoxas.

    Neste sentido, a consulta aos diversos militantes apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das novas proposições. O empenho em analisar o fenômeno da Internet desafia a capacidade de equalização do processo de comunicação como um todo. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a consolidação das estruturas aponta para a melhoria do sistema de participação geral.

    Caros amigos, a valorização de fatores subjetivos cumpre um papel essencial na formulação de todos os recursos funcionais envolvidos. Todavia, a percepção das dificuldades acarreta um processo de reformulação e modernização das diversas correntes de pensamento. Assim mesmo, a execução dos pontos do programa possibilita uma melhor visão global das condições financeiras e administrativas exigidas. No mundo atual, a hegemonia do ambiente político maximiza as possibilidades por conta dos métodos utilizados na avaliação de resultados.

    Por outro lado, a necessidade de renovação processual nos obriga à análise das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Do mesmo modo, o consenso sobre a necessidade de qualificação não pode mais se dissociar dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Gostaria de enfatizar que o início da atividade geral de formação de atitudes obstaculiza a apreciação da importância do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a adoção de políticas descentralizadoras deve passar por modificações independentemente do remanejamento dos quadros funcionais. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o julgamento imparcial das eventualidades faz parte de um processo de gerenciamento dos procedimentos normalmente adotados.

    O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a crescente influência da mídia prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Evidentemente, a mobilidade dos capitais internacionais ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. O cuidado em identificar pontos críticos na expansão dos mercados mundiais agrega valor ao estabelecimento da gestão inovadora da qual fazemos parte. Desta maneira, o desafiador cenário globalizado facilita a criação do impacto na agilidade decisória.

    Não obstante, a determinação clara de objetivos talvez venha a ressaltar a relatividade dos índices pretendidos. Por conseguinte, o comprometimento entre as equipes exige a precisão e a definição dos modos de operação convencionais. No entanto, não podemos esquecer que o novo modelo estrutural aqui preconizado causa impacto indireto na reavaliação das regras de conduta normativas. Percebemos, cada vez mais, que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação pode nos levar a considerar a reestruturação do investimento em reciclagem técnica. É claro que a revolução dos costumes é uma das consequências do orçamento setorial.

    A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a complexidade dos estudos efetuados promove a alavancagem do retorno esperado a longo prazo. A prática cotidiana prova que a competitividade nas transações comerciais estende o alcance e a importância das condições inegavelmente apropriadas. As experiências acumuladas demonstram que a contínua expansão de nossa atividade assume importantes posições no estabelecimento dos paradigmas corporativos.

    OBRIGADO.

    PARA QUEM QUISER FAZER UM LIVRO SOBRE O ASSUNTO, SEGUE MAIS UMA VEZ O LINK ABAIXO, SÓ USEI 90 FRASES PARA SE PROLIXO E SEI QUE O TEXTO NA REALIDADE – IGUAL AO DA JUSTIÇA INGLESA – DEVERIA IR PARA O LIXO…..

    http://www.phaneronsoft.com/phaneronsoft/gerador-de-lero-lero/

  11. Mauricio disse:

    No final, são duas Lotus que não valem uma.

  12. petrafan disse:

    não entendi “pikes”.

  13. Breno Peixoto disse:

    Decisão salomônica.

  14. Gustavo Terra disse:

    … tudo muito artificial… o que esta acontecendo com o automobilismo que o publico tem diminuído…

    O importante é que ninguem $aiu le&ado

  15. Al Unser Jr. disse:

    É igual limpar a bunda com plastico, fica como esta!

  16. Rogerio disse:

    Ficou muito claro. Um é, o outro não, mas pode ser, ou pelo menos fingir que é. Aliás, nenhum dos dois são, mas co-existem (tem hífen?) como se fossem.
    Claríssimo!

  17. Felipe AG disse:

    Que zona dos diabos a justiça inglesa criou. A pior decisão judicial possível é justamente esta: as duas Lotus, a 100% paraguaia do Fernandes e a 99% paraguaia da Genii, podem correr com o mesmo nome. Que tal lançarmos uma “Equipe Ferrari”, patentear o nome, vender a algum milionário do terceiro mundo e ele montar um time na F1? A verdadeira Ferrari terá o direito de reclamar? Depois desta chinelagem jurídica, acho que não. Que p… avacalhação com a F1, credo…

  18. Brandão disse:

    “Verdadeira” por “verdadeira”, o que a McLaren ou Ferrai atuais guardam de suas origens fora a tradição do nome? A única equipe que ainda se pode considerar como a “original” é a Williams… Justa a decisão a favor da Lotus verde, que está sim honrando as tradições da Lotus do Chapman. A Lotus-Renault que é uma piada, se aproveitando da ideia de usar a pintura JPS para tentar iludir os fãs. Só fico curioso como fica a questão do logotipo. As duas vão poder usar o mesmo logo?

  19. Milton Rubinho disse:

    …the shit remains the same… period.

  20. Batista Lara disse:

    Como disse Jack Nicholson para Tom Cruise no filme “Código Vermelho”: CRISTAL !!!

    Ficou claríssimo!!! haha…

  21. Gabriel, o Pensador disse:

    Nada mudou, certo?

    Todo esse tempo pra isso…

    Abraço!

  22. Allan disse:

    É como se a VW tivesse um braço de esportivos e o vendesse com nome e tudo, virando VWR. Daqui a alguns anos, a VW iria entrar na F1, mas a GM, que seja, que comprou a VWR, está usando a marca para a F1. Direito desta, diga-se, como justamente foi reconhecido ao Fernandez.

  23. Tulyo Cruz disse:

    Sim! Colocaram no saco, sacudiram, despejaram prá fora do saco. Simples assim!

  24. Silvio Viana disse:

    Claro que entendi. Quando vier aquele malvado no Zepelin, eu chamo a Lotus da Geni, e depois, como é do gosto da turma, chamo a da renault e jogo pedra no Bruno. Afinal, Senna foi feito pra apanhar.

  25. Paulo César disse:

    Ok, e fica então assim ! Ninguém entra ninguém sai.

    Então todos podem usar ! Eu também vou, meu primo, o vizinho, o padeiro, o encanador, etc, etc.

    Parabéns a justiça ( ???? ) inglesa que fez um benchmarking da justiça tupiniquim !

  26. Moon Over Marin disse:

    A Renault-Lotus com a pintura fazendo uma releitura da antiga Lotus John Player Special é ridícula. Aquelas aletas na asa frontal e a lateral da asa traseira com o patrocínio da Total de vermelho deixa aquilo tudo horrível. Cagaram na Lotus John Player Special com aqueles detalhes em vermelho. Será que sou só eu que acho aquilo esteticamente ridículo?

  27. Ernesto disse:

    Então tá, então…

  28. André Almeida disse:

    Mas que zona hein?

    Podem ter garantido o direito do uso do nome, mas nenhuma tem, digamos, “pedigree”…

    Não há relação nenhuma entre essas equipes e o Chapman…

    Mas vem a dúvida (exemplo): E a Mclaren atual?

    O que tem a ver com o Mclaren da história?

    E se amanhã a Toro Rosso quiser batizar-se de Eskuderia Pherrare?

    • André Almeida disse:

      Já tem até logomarca:

      Escudo Azul, redondo, e com o cavalo dando coice…

    • André Silva disse:

      Há relação sim.

      Colin Chapman foi quem montou a Lotus Cars, que algum tempo depois de sua morte foi vendida a GM, que depois vendeu a marca a Proton.

      O mesmo Colin Chapman montou a “Team Lotus” que disputou a F1 de 1958 a 1994. Pouco depois do final da temporada de 1994 foi vendida ao David Hunt, que manteve o “CNPJ” da equipe ativo apesar de esta não estar mais disputando nada.
      Na metade do ano passado o Tony Fernandes adquiriu o “Team Lotus” do David Hunt.

      “Lotus Cars” e “Team Lotus” eram (e seguem sendo) duas empresas distintas, apesar de possuirem o mesmo nome e logomarca.

  29. mandruvá disse:

    A verdade é que nenhuma das duas realmente é Lotus

  30. Sandro disse:

    A cor da Lotus na Indy é maneira!

  31. Leonardo Costa disse:

    Entendi. A justiça decidiu que não vai decidir nada e tudo fica como já estava.

  32. Rui Paulo Piva disse:

    Eta nóis. Um pu… monte de conversa pra ficar tudi igual…

  33. Fernando C disse:

    Mais complicado que entender sobre o efeito do astigmatismo na formação de uma imagem no microscópio!

  34. HotRodder disse:

    Entendi. Foi a maneira inglesa de dizer “Não encham a P do saco…”

  35. Rafael Chinini disse:

    entendi…existem duas Lotus….nenhuma tem porra nenhuma haver com a antiga Lotus, além do nome e da boa intenção.
    Embora Fernandes tenha entrado na F1 primeiro, e tenha o aval da família, é a Renault-Lotus que anda melhor (muito melhor).

    e fica todo mundo feliz e pronto.

  36. Celso disse:

    Quanto tempo perdido e dinheiro jogado fora por nada, ficou tudo igual ao que era, ou seja acabou em pizza, parece a politica brasileira.

  37. Léo Engelmann disse:

    Como-está-fica.

  38. Fernando M.A. disse:

    Pior que acho que entendi…
    O Tony Fernandes tem o direito de usar o nome Lotus no automobilismo.
    A Proton tem o direito de usar o nome Lotus nos carros de rua e como tal pode patrocinar qualquer equipe e ter o naming rights junto dessa.

    Agora a dúvida, como fica os carros da KV/Lotus na Indy e a Lotus da Proton em outras categorias?

  39. moacir disse:

    Não – não entendemos. E acho que nem o estagiário do juiz, que é quem de fato redige as sentenças, sabe o que quis dizer.

    Mas duas falsas Lotus são sempre melhores que que uma autêntica Hispania.

  40. Fernando Linhares disse:

    As duas são feias pra diabo, não tão andando isto tudo, os pilotos não tem carisma, ou seja, dane-se.

  41. ALEX B. disse:

    Lotusus, são Lotusus, e o Uncle Colin arrebenta com a sepultura dele à pontapes! Os brits tão ficando parecidos conosco, não? ;)

  42. Fabiano disse:

    A Lotus que veio da Lotus permanece Lotus, sendo que a Lotus que tem apenas o nome da Lotus vai continuar a se chamara Lotus. É isso?

  43. Danilo Candido disse:

    Ainda falta surgir uma terceira Lotus, pintada de amarelo…ou ainda uma quarta, de vermelho e dourado…que palhaçada, tantas Lotus e nenhuma delas é a Lotus verdadeira.

  44. Askjao disse:

    Resumindo, lavaram as mãos e largaram um “FODA-SE” para essa besteira toda.

  45. Allan Ferreira disse:

    Ou seja, não decidiu.

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