RESPEITO AO PÚBLICO

R

SÃO PAULO (aí sim) – Reproduzo e-mail que recebi do blogueiro Alexandre Santiago:

Estou indo amanhã para a Bélgica para ver a corrida em Spa e esta será minha primeira corrida na Europa. Como foi noticiado no Grande Prêmio, a empresa responsável pelos ingressos faliu e deu um bonde em 6 mil ingressos. Eu estava no rolo.

Mas no F1info/" target="_blank">Facebook os caras montaram um grupo para tentar ajudar quem ficou sem ingresso e com isso eu consegui conversar com os organizadores do GP e eles contornaram a situação. Vai ser meio trabalhoso, mas melhor que nada. Tenho de chegar a Francorchamps e ir a um restaurante com alguns documentos para pegar os ingressos antes de chegar ao autódromo.

Abaixo tem o e-mail que me mandaram com as instruções de como receber os ingressos que a empresa TTE não entregou. Aliás, os caras estão correndo atrás de quem ficou sem os ingressos e fazendo um imenso esforço para causar o menor prejuízo possível ao público.

O e-mail dos organizadores pede desculpas aos que foram lesados e garante que todo mundo vai receber seu ingresso.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

22 Comentários

  • Off topic – Respeito ao consumidor.
    Flavio, sei que gosta d´uma polêmica, então lá vai:
    Comprei uma Uno, faz uns 4 anos ou menos, daí que, a danada entrava água sei lá por onde e depositava logo ali a frente do banco do carona e, eu, admito, preguiçoso pra caray, deixei pra lá, coloquei graxa no local e fiquei naquela do “um dia resolvo!”, resolvi, SIM, mas criei um outro problema maior ainda, a ferrugem corroeu os caracteres (letras e números) que identificam o chassis e não é que p… do problema foi estourar logo na hora da vistoria. Bem, fiquei sabendo por outros e outros que este em um problema crônico das Unos, ciente (agora!) deste fato, comecei a me questionar o por quê da FIAT não se pronunciar sobre este fato e nós, pobres consumidores, não podermos remarcar o chassis gratuitamente em uma das várias concessionárias espalhadas pelo Brasil? Apesar de, também, ficar sabendo que um carro remarcado, fica MARCADO pelo resto de sua ‘vida’ útil como algo que não tem seu devido valor (de mercado), além, é claro, de que os Detrans não reconhecerem este ‘pobrema’ que ocorre com os Unos e aliviarem no DUT?
    Fica aí minha sugestão pra debate, espero que seja válida, pois foi um episódio que me deixou frustrado.

  • Impressionante como o pessoal do GP da Belgica so tem se enfiado em confusao nos ultimos anos. Chegou a culminar com a saida do GP por 1 ano….

    Pelo menos, demonstram respeito ao publico e tentam ajudar aonde podem. Queria ver se isso acontecesse por aqui….

  • La foi a primeira vez que aconteceu isso e vão concertar pior aqui no Brasil que à MUITOS anos a organização dava um sumisso nos Ingressos e vendiam para cambistas e depois rachavam os lucros…ingresso de Estudante nem pensar sumiam mesmo e vendiam como inteira e rachavam os lucros..todo ano a gente fazia Boletins de ocorrencia,chamava ,Tv Globo, até Tvs de outros países difulgaram…Até Galvão Bueno foi super solidário um anos e divulgou na transmissão dos treinos de sabado que os ingressos de estudantes haviam sumido …mas nunca adiantou nada …até que desistimos de ir faz uns 3 anos muita ladroagem o Prefeito Kassab proibiu propagandas os GP do Brasil PARECE UM DIA DE VELÓRIO só Ele a prefeitura faz propaganda do CET MULTANDO TODO MUNDO como em todos eventos em São Paulo, jogos e bandas no Morumbi, Bienal no Ibirapuera e Fachion Week tudo que é exposição CulturaL lascam multas e multas, e multas…IMPOSSIVEL VOTAR NESSES CARAS DE CONTROLAR, IPVAS E MULTAS..

  • Na boa? Nada mais que a obrigação dos caras.
    E se é verdade que na Europa normalmente as coisas funcionam um pouco melhor, também é verdade que nem sempre é uma maravilha.
    E o que funciona, funciona porquê tenta-se cumprir a lei com uma frequencia um pouco maior do que no Brasil e gente responsável por cagadas federais efetivamente vai para a cadeia.
    Quase sempre.
    Se não for um Lord ou muito poderoso em um banco.
    Ou se tiver desviado milhões do Fisco.
    Aí, nem sempre.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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