Arquivosegunda-feira, 6 de maio de 2013

#EURI

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SÃO PAULO (se colocassem um Lada, eu processava…) – Ficou engraçada a brincadeira da turma do “Pânico” com Helinho, Tony, Bia e Simona. Um 147, uma Kombi, um Fusca e um Gurgel numa corrida no Anhembi. Corrida numas, claro. Ir e voltar numa reta.

Carros antigos, como sempre digo, fazem as pessoas sorrirem. Mesmo quando estão caindo aos pedaços.

APLAUSOS PRA TURMA DO GP

A

SÃO PAULO (de pé) – A cobertura da etapa paulistana da Indy foi a maior jamais realizada pelo Grande Prêmio. A equipe comandada pelo Victor Martins e pela Evelyn Guimarães fez de tudo: textos, fotos, colunas, vídeos, tempo real, tudo. Neste link aqui está a última edição do “Última Volta”, programa com um resumo da corrida feito com a inestimável colaboração do Renato Lima, que foi meu editor no “Limite” da ESPN Brasil.

A garotada não tinha experiência quase nenhuma em TV, mas todos passaram com louvor pelo batismo. Estão de parabéns. Jornalismo puro, feito com coração, empenho, dedicação, esforço e conhecimento de causa. Sem papagaiadas nacionalistas ou tendência para gracinhas fora de hora. Foi legal demais.

O único vagabundo da turma fui eu. Mas é só pagar uma pizzada para eles e elas que fica tudo bem e evito a demissão. O certo, mesmo, seria esse time aí tomar o poder da Warm Up. Mas se eles partirem para uma revolução interna, pego em armas. Tenho bons estilingues e, sobretudo, conheço o passado nebuloso de cada um deles.

ultimavoltafreeze

FALA MUITO

F

espnlimite5SÃO PAULO (o garoto é bom) – O podcast “Limite” da Rádio ESPN desta semana está no ar. O destaque é uma entrevista com o Augusto Farfus, vencedor da abertura do DTM ontem em Hockenheim. Para ouvir, é só clicar aqui.

Não tem nada de Indy, porque de quinta a domingo gravamos edições especiais sobre a corrida de São Paulo. O último deles, com análise da prova e entrevistas dos pilotos, está aqui.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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