VIROU BAR

V

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

5 Comentários

  • Boa Tarde ,
    O Vemaguet 67 fica na Djalma Forjaz 140 loja 17 , Capivari , Campos do Jordão- Sp, telefone para contato 12 36633239 .
    Bar temático tem muitos elementos decorativos que remetem ao Vemaguet e ao mundo dos carros antigos. Tem uma bomba de gasolina antiga adaptada como chopeira , onde os “frentistas” garçons abastecem os canecões ( 500ml e 1lt ) .
    O cardápio em forma de jornal , tem uma variedade de petiscos e pratos deliciosos , com os nomes relacionados ao tema !
    Sempre muito divertido tem musica ao vivo variada , sempre mais rockn’roll!

  • Infelizmente eu não pude conhecer o lugar, olhando de fora parece mesmo ser muito legal, estava bem cheio.
    Estive na cidade no final de semana do dia 06/06 ate 09/06.
    No dia 07/06, Sábado, a noite tinha uma mocinha na calçada entregando um tipo de revista, onde era o cardápio, uma banda tocando com um belo repertorio e bastante gente bonita.
    Assim que chegamos, pedimos uma mesa para 4 pessoas, ela nos apontou para uma mesa que quando íamos nos sentar, chegou um grupo onde um dos garçons disse que chegaram antes. Ok, sem problemas, vamos esperar uma próxima desocupar.
    Ela disse que seria um tempo de 30 minutos, mas que as 22 horas, eles colocariam outras mesas na parte descoberta da calçada ( acredito que seja por conta das lojas).
    Colocamos o nome na lista de espera, perguntamos se haviam outras pessoas em nossa frente e ela disse não.
    Ficamos lá, esperando, beeem mais que 30 minutos, mas tudo bem, queríamos realmente conhecer o lugar. Eis que surge uma mesa e ela nos encaminha até lá, quando derrepente aparece uma garçonete dizendo que havia um casal no bar, esperando a mesa.. OI???? E pq a mocinha simpática da portaria não sabia disso? Se era ela quem estava com a lista de espera?
    Ok, mais uma vez, nos contentamos em esperar… e mais uma vez eu perguntei à ela se éramos os próximos… e ela nos disse… SIM
    Passado mais uns 15 minutos, ela veio me dizer que tinha uma casal que preferia mesa externa, e que como ´nós dissemos que não tínhamos preferencia por mesa interna ou externa, se ela poderia colocar o casal na próxima mesa que estava desocupando.
    Eu respondi que não… que da mesma forma que eu esperei todo aquele tempo, que ele também esperasse a vez dele, justo!
    Foi quando ela nos disse que o casal estava na nossa frente… OI?? de novo??? Como assim??? Ai virou um rebuliço, olhei a prancheta que ela segurava e realmente o nome do casal estava na nossa frente, mas por que, essa mocinha simpática e LERDA, não falou isto antes? Se eu insistia em perguntar à ela se éramos os próximos cada vez que alguém pegava uma mesa?
    Nesse tempo, veio um homem, barbudo, que eu acredito ser o dono, porém, no meio da confusão, com a minha cunhada muito brava, eu tentei explicar o que estava acontecendo, a mocinha BURRA deu uma desculpa e ele simplesmente olhou para nossa cara e disse:
    Aqui não tem preferencia, ela está certa…o bar está cheio vocês tem que entender… MAIS DO QUE TINHAMOS ENTENDIDO???
    Bom, não tínhamos mais clima para continuar ali, depois de todo este estresse .. Acabamos que fomos jantar no Restaurante de um hotel chamado Estoril, onde fomos super bem atendidos, comemos muito bem, e também escutamos uma ótima musica.
    No dia seguinte fomos ao churrasco ao vivo que também é EXCELENTE….
    Uma pena, porque neste bar Vemaguet 67 não colocarei mais os meus pés e nem deixarei o meu simplório dinheiro.

  • Flávio, o único detalhe que eu sei é que compraram uma Vemaguet para cortar e colocar na parede, mas ela esta tão boazinha que resolveram deixa-la para buscar e levar os clientes que quiserem beber a vontade no bar. Ai compraram uma segunda, e não é que a danada também esta boazinha…!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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