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sexta-feira, 6 de junho de 2014 - 8:54Gira mondo

D, 70

omahabeach44

RIO (silêncio) – Há 70 anos, na manhã de 6 de junho de 1944, a Segunda Guerra começava a acabar. Mais de 150 mil soldados britânicos, americanos e canadenses desembarcaram nas praias de Utah, Omaha, Gold, Juno e Sword, nomes-código, no noroeste da Fraça. A Muralha do Atlântico de Hitler começava a desabar.

Já na madrugada daquele 6 de junho 24 mil paraquedistas foram lançados sobre a Normandia para ocupar a retaguarda das linhas de defesa alemãs e garantir estradas e pontes até Paris.

Claro que o Dia D não acabou em 6 de junho. Foram mais de dois meses de batalhas até que os alemães capitulassem depois de perder 200 mil homens. Outros 200 mil foram capturados. Os números do Dia D são muito divergentes, por razões óbvias. Era muita gente e difícil de saber com precisão o que aconteceu com cada um. Em geral, fala-se em quase 40 mil mortos entre os aliados até o fim dos combates.

A ofensiva pelo Canal da Mancha se seguiu ao cacete que os nazistas tomaram dos soviéticos no Leste. A ideia inicial dos aliados, na verdade, era atacar Hitler por terra e por ali mesmo, aproveitando o estrago que o Exército Vermelho fez nas já combalidas forças alemas. Mas Stalin se opôs, não era bobo, nem nada, já tinha perdido gente demais, e bateu o pé para que a invasão se desse por mar, a partir da Inglaterra. Assim foi.

Há dez anos, estive na Normandia. Não que seja muito importante, mas escrevi um texto, “O vento”, que desapareceu. Vou tentar achar. Se alguém encontrar por aí nesta internet dos infernos, agradeço.

(Acharam.)

O texto pode ter se perdido, mas não esqueço do vento naquelas praias.

62 comentários

  1. Olavo disse:

    Eu tenho uma curiosidade. As plataformas de aço (ferro) que ficavam como proteções na praia para os soldados que desembarcaram foram parar lá de que forma ? Quem as colocou ? Para o inimigo era um obstáculo a mais, porém para os aliados era uma proteção. Mas se os alemães não colocaram, nem os americanos, quem colocou ? Se foram os americanos, franceses, ingleses, etc, como conseguiram colocar sem serem atacados ?

  2. Durvaldisko disse:

    Verdade.Os americanos abasteceram os soviéticos pelo ar com suprimentos ,armas e medicamentos,pela Federal Express o problema era obter a confirmação da entrega pelo destinatário,afinal, o americanos são muito rigorosos em questões burocráticas e de princípios.

  3. Antonio Ribeiro disse:

    Quando eu fiz vestibular, uma das redações pedidas (eram 3 no total) era para imaginar como seria o mundo se o dia D tivesse falhado.

    Na minha redação os alemães impediam o desembarque Normandia, mas os soviéticos tomavam Berlin e derrotavam os alemães (mesmo sem o auxílio das forças do ocidente).

    O resultado era que a Guerra Fria (e a Cortina de Ferro) se extendia até a França, desenhando uma Europa totalmente diferente da que nós conhecemos hoje.

    • Paulo Pinto disse:

      Sua exposição está correta. Os russos tinham força suficiente para tomar Berlim e imprensar os alemães restantes, até à fronteira espanhola.
      O Dia D apenas abreviou o fim.

      O Alto-Comando, ao fazer um estudo prévio da invasão da Rússia, desaconselhou-a. Os generais de Hitler, idem.

      Existe um ditado secular que diz: “É fácil invadir a Rússia. Difícil é vencê-la.”

  4. Marco Lazzeri disse:

    Belo texto. E eu adoraria ler um livro de contos sobre esta viagem, com esta sua sensibilidade – mesmo que os detalhes se confundam um pouco. :-)

  5. Anselmo Coyote disse:

    Coyote também é cultura.
    Para acompanhar a operação o diretor de fotografia da Life, John G. Morris, tratou de conseguir embarcar Robert Capa, conhecido fotógrafo de guerra húngaro, com o 16º Regimento da 1ª divisão norte-americana. Segundo Capa o desembarque foi dramático, com mortos e feridos a torto e a direito, tudo captado por sua câmera em quatro filmes de 36 fotos. No dia seguinte os filmes foram entregues à LIFE/Londres e tinham de serem revelados urgentemente para impressão das fotos e publicação na LIFE/New York. O laboratorista David Burnett, à época estagiário e depois fotojornalista, pôs os filmes na estufa de secagem e fechou a porta do laboratório. Poucos minutos depois correu para Morris dizendo que os filmes haviam derretido na estufa, o que de fato aconteceu. Mas, do quarto filme foi possível aproveitar doze fotogramas. Estas fotos salvas são as únicas (fotos) a dar o testemunho do que rolou daquele momento histórico.
    É de Robert Capa a foto do flagrante do combatente sendo alvejado por um tiro na Guerra Civil Espanhola onde sua namorada, Gerda Taro, também fotógrafa, foi atropelada por um tanque e morreu.
    Capa morreria ao pisar numa mina ao cobrir a Guerra da Indochina.
    Abs.

  6. Proletarior rs disse:

    E hj nos tempos modernos, EUA financiando neo-nazistas na Ucrania :(

  7. Rodolfo disse:

    Até seus textos sobre historia são fodas?!?! Porra Flávio, se não fizer o blog da copa… Não vai acontecer nada pq vou continuar lendo seus textos, mas faz sim, sua visão cultural dos países é muito mais foda que qualquer analise tática, técnica ou estatística.

  8. ettine disse:

    “Os 3 Heróis Brasileiros,
    não sei se vocês conhecem a história, mas 3 soldados brasileiros durante sua estada na Itália na segunda guerra mundial se viram diante de um batalhão completo de nazistas, e sabendo que o avanço nazista pegaria a suas tropas de surpresa resolveram ficar e lutar para dar tempo de seus companheiros recuarem, seu empenho em lutar foi tão intenso e corajoso que os alemães imaginaram que existiam mais soldados do que de fato existiam, os nazistas acabaram por matar os 3 soldados, mas em respeito a bravura destes homens eles resolveram enterrar os 3 (Uma honra muito rara vindo dos soldados alemães), e em suas covas deixou uma placa com os dizeres:”Drei Brasilianischen Helden”, que quer dizer: Três Heróis Brasileiros. No Brasil existem muitos monumentos aos três heróis mas são poucos os que sabem o significado do monumento.”
    Esse relato feito por um amigo, Snow.

    Recentemente a banda sueca Sabaton lançou um cd com músicas sobre herois da 2ª guerra e uma das faixas relata essa estória, que teve participação na composição do Snow..

    Artist: Sabaton
    Title cd: Heroes
    faixa 3: Smoking Snakes (relatando a saga dos brasileiros)

  9. Sanzio disse:

    Lembro de ter lido recentemente (recentemente para mim vai de ontem a 5 anos atrás. lembro da Copa da África com detalhes, como se tivesse sido ontem. Tenho até medo, pois dizem que isso é sintoma de Auzheimer xD) um texto seu que começava mais ou menos da mesma forma: “sessenta anos atrás, o pau comeu. Comeu brabo, tombou gente, metralhadoras cuspiram e granadas explodiram e miolos voaram e sangue jorrou na areia”.
    Achei engraçada a parada do “pau comer”. Fiquei me imaginando um dia ter feito uma prova sobre a segunda guerra e ter citado que “dia tal o pau comeu” e fiquei imaginando qual seria a reação da professora ao ler, se riscaria um C ou um X na minha resposta….

  10. Paulo Pinto disse:

    A Alemanha Nazista perdeu a guerra no espaço de uma semana:

    05/12/1941 – A blitzkrieg é contida diante de Moscou (e em toda a frente oriental), pela feroz defesa soviética e pelo inverno russo.

    11/12/1941 – A Alemanha declara guerra aos Estados Unidos, somando mais um inimigo de peso e com imensos recursos industriais.

    Daí em diante, a Alemanha só conseguiu retardar o próprio fim.

  11. alan disse:

    Nas Guerras a primeira vitima e’ a Verdade. E os derrotados sempre serao considerados os criminosos de guerra! Na verdade quem venceu Hitler foram os Russos, os americanos apenas valorizaram-se mais com filmes, propagandas, etc……

  12. clayton disse:

    Tenho muito interesse no tema. Alguem poderia indicar literatura didatica sobre a segunda grande guerra? Obrigado desde ja.

    • Carlos Pimenta disse:

      Existe um livro chamado O DIA D, de Stephen A. Ambrosio,não sei se está fora de catálogo, eu emprestei ele e como sempre não me devolveram, NUNCA MAIS EMPRESTO LIVRO. Mas enfim, lá voce vai saber qual o nome de cada enbarcação de desembarque, o que ela levava etc, Vai saber o quase fiasco no desembarque dos blindados, onde estavam as divisões PANZER, enfim, tudo que aconteçeu naqueles dias. Detalhe, é uma bíblia o livro, mas vale a pena a leitura.

    • thiago disse:

      juventude hitlerista é otimo, e tem um outro que chama atras do arame farpado, a historia de um russo num campo de concentraçao

  13. Fred disse:

    Me interesso bastante pelo tema, valeu pelos textos, Flávio.

    Cheguei de férias agora, passei por Bastogne e região, epicentro da batalha das Ardenas (batalha do Bulge), evento que ocorreu posteriormente dia D – várias companhias que invadiram a Normandia estiveram nesse front também. Foi a batalha mais sangrenta para os aliados, na qual os americanos tiveram mais baixas em toda a guerra. Cheguei de volta ao Brasil sedento por rever Band of Brothers – e o fiz. Para quem não conhece, recomendo. Ok, é a visão americana das coisas, mas é um baita produto televisivo. Forte, intenso.

  14. Jorge Diehl disse:

    A cena do desembarque na Normandia do filme “O Resgate do Soldado Ryan” talvez seja a que mais me impressionou em toda minha vida.

  15. Marcos disse:

    Flávio, eu tambem ja’ estive na Normadia visitando os locais do desembarque e achei muito emocionante conhecer aqueles lugares. Aquele dia mudou a historia do mundo. Para quem se interessa e quer saber mais sobre o Dia D eu aconselho ver o filme “O mais longo dos dias” (http://www.adorocinema.com/filmes/filme-33427/) que faz uma reconstituicao historica muito boa dos eventos daquele dia.

  16. PRNDSL disse:

    Assitam “o resgate do soldado Ryan” 15 minutos iniciais !!!!!

  17. Rafael Travassos disse:

    Estive no Memorial que os Estados Unidos construíram na praia de Omaha, na Normandia.
    Foi, sem dúvida, a passagem mais emocionante que tive na minha vida. Uma mistura de sentimentos que não é possível descrever.
    Recomendo a quem puder que faça uma visita.

  18. Ulisses disse:

    Belo texto sobre “O Vento” Flávio!

  19. Ricardo disse:

    Poucos lembram, mas as maiores vítimas foram os cidadão franceses da Normandia onde mais de 20 mil civis morreram vítimas, pasmem, dos constantes bombardeiros anglo-estadunidenses. Segundo o historiador britânico Richard Overy, os aliados despejaram sobre a França mais bombas do que os alemães lançaram sobre a Inglaterra.

    • Ulisses disse:

      Na Alemanha os aliados lançaram bombas incendiárias, de piolhos contaminados com doenças, sobre cidades pequenas que eram utilizadas para abrigar mulheres, crianças e feridos de guerra, civis e militares. Queimaram e mataram milhares de civis!
      Além de terem jogado duas bombas atômicas sobre duas cidades do Japão, todos sabem o resultado.
      Criminoso de guerra?
      É aquele que perde a guerra!

  20. O dia D foi um marco, mas na minha opinião o dia S é que se ganhou a guerra.

    S = a batalha de Stalingrado, lá os vermelhos eliminaram 3 vezes mais nazistas que o dia D.

    []s

    • Joaquim disse:

      Ufa! Achei que você fosse falar do S de Senna.

    • ângelo mello disse:

      Ok, mas o dia “S” só foi possível porque:
      1) Os soviéticos receberam apoio logístico aliado no momento mais crítico, quando o exército alemão estava varrendo o oeste da Rússia: de rações k para as tropas, até caminhões, passando por munição, jipes e armas, tudo vinha dos EUA. Num segundo momento, a Rússia conseguiu colocar seu parque industrial pra trabalhar para o esforço de guerra e lutar com seu próprio equipamento.
      2) A Rússia só não precisou combater em duas frentes (Japão, inimigo histórico, no leste), pq os americanos estavam lutando no pacífico.

      Sem falar que, ao contrário do que muita gente imagina, em 1944 os aliados enfrentaram mais divisões do exército alemão numa faixa de terreno mais estreita e mais bem defendida, do que os russos. (fonte: Dia D – A Batalha pela Normandia. Antony Beevor. Record).

      Não estou querendo diminuir a importância da URSS na guerra, mas essa história de que os russos são os principais responsáveis por vencer o Eixo é balela. Recomendo a leitura de outros dois livros do mesmo autor sobre o assunto “Stalingrado – O cerco fatal” e “Berlim 1945 – A Queda”.

  21. Igor Freire disse:

    Pô, Flavio. Você tem que achar esse texto. Me interesso demais pela história da segunda guerra, e infelizmente ainda não pude visitar a Normandia.. mas na minha próxima visita à França, passarei por lá sem dúvida.

  22. Fernando disse:

    Oi Flávio.
    Achei o seu texto.
    Enviei como mensagem privada pelo facebook, já que está como PDF.

    Abraços
    Fernando

  23. Geraldo disse:

    Entre tantas coisas escritas sobre o Dia D, tem um livro do Ken Follett, chamado “O Buraco da Agulha” (também tem o filme, mas o livro é melhor) … esta obra de ficção, conta a estória de um espião alemão (codinome Agulha), que descobre o local exato da invasão do Dia D .. e tenta levar esta informação à Alemanha … e os aliados tentam impedir este espião … e, logicamente, passar informação falsa ao Fuhrer … recomendo a leitura …

    • Luiz Morais disse:

      Geraldo, além do excelente buraco da agulha, o Ken Follet escreveu uma trilogia que começa com Queda de Gigantes, sobre a primeira guerra e O Inverno do Mundo que é a sequencia do primeiro porém, ambientado na segunda guerra, este ano sai o último que não sei o nome . Por sinal Ken Follet escreveu outros muito bons sobre a 2ª guerra chamados Jackdaws e O Vôo da Vespa, todos imperdíveis para quem gosta do assunto.

  24. Marcos Coletta disse:

    Segue seu texto Flavio ,em um blog. http://www.ciceropaes.com.br/texto_vento.html

    gostei.

  25. Gustavo disse:

    Flavio, bom dia.

    Achei o seu texto reproduzido neste blog: http://www.ciceropaes.com.br/texto_vento.html.

    Muito legal!

    Abs.

  26. Sparkling disse:

    Eis um link para “O vento” (págs. 46 a 49 d´O Boto do Reno): http://cisne_blog.zip.net/arch2004-07-25_2004-07-31.html

  27. Fábio Burian disse:

    Realmente esse dia mudou a história.

    Muitas vidas se foram nessa imbecilidade de guerra. Mas é sempre a mesma coisa, guerra por dinheiro por poder. Stálin, Hitler, Churchill, Roosevelt e de Gaulle no fundo todos queriam a mesma coisa.

    Lembro do seu texto das baratas do 11 de setembro sobre a humanidade. é bem por aí Flávio.

  28. Marcelo Machado disse:

    Achei aqui http://izismile.com/2009/09/03/normandy_during_ww2_and_now_204_pics.html umas fotos interessantes do antes e depois…

  29. Gus disse:

    O começo do fim dos sonhos de hegemonia do líder nazista; a um custo altíssimo – conta-se que um único atirador alemão matou mais de dois mil soldados com sua metralhadora, de dentro de uma fortaleza.

    Quantas vidas perdidas, quantas gerações familiares destruídas….tanta coisa interrompida, e jovens de vinte anos ou pouco mais, morrendo como moscas e para sempre esquecidos nas águas da praia; como se hoje nós amassamos uma embalagem de picolé, ou pisamos sem ver em uma formiga…a morte banalizada, vindo muitas vezes tão rápido que não é de acreditar que aqueles corpos tiveram vida por mais de vinte anos; tudo para acabar desse modo, brutal, rápido (quem tivesse sorte)…sem pranto ou olhar da mãe, da namorada…o corte final e deu, passa para outra vítima.

    Desperdício, cada cosmos individual da vida de cada soldado, seus milhares de pensamentos ao longo da vida, a instrução e o amor que recebeu, a dedicação e o labor de dedicados pais…tudo em vão naquele momento em particular. Uma bala de metal que levou 13 minutos para ser forjada e formatada, explodiu em seu corpo e acabou contigo, Tu não teve tempo nem de mirar a tua arma, tu não conseguiu nem alcançar a praia porquê afundou na praia com o peso da equipagem, morrendo afogado…tu não conseguiu ajudar a libertar o mundo do jugo nazista, porquê não teve tempo e sorte, tu foi apenas mais um número e um lastro oneroso na máquina de guerra aliada. Tu morreu por nada praticamente, sem lutar, sem ter chance…teus sonhos de uma família em uma fazenda no Kansas, ou em um escritório de uma borbulhante Nova York não serviram de nada para ti aqui, nessa praia vermelha. Morreu como um bicho engaiolado, sem poder mostrar o que poderia fazer….

    A guerra não deveria render homenagens e ser lembrada, é algo feio, obscuro…sujo, deveria ser escondida no canto da prateleira, vergonha de uma característica tão comum a nossa espécie.

    Mas se não fosse por você – herói anônimo – não estaríamos aqui, no conforto da nossa poltrona, lembrando do teu sacrifício aparentemente burro…graças a ti, soldado, podemos estar tranquilos de nunca passar o que você passou.

    Tanks!

  30. rodrigo disse:

    O mundo não é perfeito e esta longe de ser…, mais para que a democracia que temos hoje na maioria dos países triunfasse sobre a tirania e o anti-semitismo muitos se sacrificaram, não se pode esquecer nunca disto, Com certeza os verdadeiros heróis foram estes soldados, não só os que lutaram no dia D, mais em toda 2º Guerra, inclusive os brasileiros da FEB, e pilotos da FAB, O Brasil teve participação pequena no final perto de outros, mais não menos importante são nossos veteranos, alguns ainda vivos; e num pais sem memória como o nosso ainda a tempo para agradece-los, Hitler foi um louco que conseguiu influenciar todo um pais massacrado pela 1º guerra, imagina o que poderia ter acontecido se tivesse obtido a tecnologia da bomba atômica antes dos EUA?,

  31. José Brabham disse:

    Taí um lugar que estou devendo uma visita… bati na trave de 2009 e até hoje me arrendo.

  32. Fabrício Citro disse:

    Seria esse o texto caro Flávio Gomes:

    http://www.ciceropaes.com.br/texto_vento.html

  33. Fernando disse:

    Tem um outro post seu falando desse texto, mas o link abre outra coisa

    http://flaviogomes.warmup.com.br/2009/09/dica-do-dia-108/

  34. Tiago Oliveira disse:

    Eu moro na Alemanha, e em 2012 estive na Normandia. Fiz questao de visitar as praias os cemitérios de guerra, museus, e as marcas que estao por todos os lados, explorados como turismo. É um regiao muito bonita, mas o mais triste foi sem dúvida ver os cemitérios de guerra alemaes. Levei flores da minha cidade pra lá, e depositei sobre um dos muitos tumulos que dizia simplesmente “um soldado alemao”, no meio de um monte de tumulos desconhecidos e tantos outros com data de óbito desconhecida. Foi uma guerra do bem contra o mal, mas lutada por homens comuns que nao tinham muito a ver com a loucura que acontecia pela Europa e pelo mundo, e que hoje foram esquecidos pra sempre, muitos pela própria família, por terem nascido na hora errada, e estando do lado errado do fronte. Guerras sao declaradas por políticos, e lutada por homens comuns.

  35. Gustavo disse:

    Flavio, se o texto for o mesmo do seu livro “O Boto do Reno” dá para digitalizar e postar aí!

  36. Carlos Pimenta disse:

    Flávio, foi uma baita de uma operação, segundo alguns relatos, constam que foram quase 500 mil jovens e que um erro de cálculo fizeram com qua as bombas lançadas dos navios para destruirem as casa-matas (?) nas praias, caissem atrás e deixando elas intactas, então quando desembarcavam eram fuzilados pelos alemães e que só deu certo a operação pois eram 500 mil soldados. Mas como voce disse os números são muito divergentes.

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